sexta-feira, 30 de abril de 2021

Atleta brasileira de BMX pode ficar fora das Olimpíadas por descumprir quarentena em Portugal

Paôla Reis nos Jogos Pan-Americanos - Lima 2019

Vice-campeã pan-americana e integrante da seleção brasileira de BMX, a ciclista Paôla Reis descumpriu a quarentena obrigatória de 14 dias determinada pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB) para os brasileiros que chegam a Portugal para o período final de treinamento antes das etapas da Copa do Mundo que irão definir as cotas olímpicas.


ATUALIZAÇÃO DO CASO: Paôla Reis foi suspensa e apresentou recurso que foi negado pela CBC


A informação foi dada pelo blog Olhar Olímpico, do UOL, e confirmada pelo blog Foto e Bike nesta sexta-feira, 30 de abril.


De acordo o Olhar Olímpico, ao furar a quarentena, Paôla Reis "foi punida pela Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC) com sua exclusão de competições classificatórias". Ou seja, com a infração cometida a atleta se despede das chances de participar das Olimpíadas Tóquio 2020 que começam em julho de 2021.


"A Confederação Brasileira de Ciclismo está tirando minha oportunidade de classificar para os jogos de Tóquio. Estou fora dessa etapa do europeu e fora das etapas da Copa do Mundo, mesmo pagando por conta própria. A Confederação Brasileira se recusou a enviar uma autorização para competir este evento", afirmou Paôla Reis em rede social.


Em comunicado, a Confederação Brasileira de Ciclismo afirmou que "diante da gravidade dos fatos narrados e das provas produzidas" se abstem "de qualquer ação relacionada com os investigados, notadamente atividades relativas à participação da atleta em eventos que dependam de inscrições, registros ou congêneres de representação nacional ou da CBC, até decisão final desse processo".


Foto: reprodução/Facebook

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'Pedaling for a Reason': projeto social de Avancini tem apoio recorde

Henrique Avancini e as sapatilhas do Pedaling for a Reason

A terceira edição do Pedaling for a Reason, projeto social idealizado pelo número 1 do ranking UCI de MTB, Henrique Avancini, está em com grandes resultados e muito próxima de bater o recorde de arrecadação que é de R$36.100,00. O montante arrecadado até agora é de cerca de 36 mil reais.


O marco da edição é a Copa do Mundo de XCO e XCC que acontece na Alemanha nos dias 08 e 09 de Maio e na República Tcheca 15 e 16 de Maio. E assim como na última edição, serão 2 pares de sapatilhas doadas pela Shimano e customizadas que podem ser conquistadas por meio do sorteio ou do leilão


O Pedaling for a Reason vai ajudar o Projeto Missionário Salvação para a Amazônia. A instituição ajuda centenas de comunidades ribeirinhas a terem acesso à saúde, educação e diversos outros serviços essenciais. As meias dessa edição possuem grafismo único, desenhado por Décio Benício, artista da Black Tiger.


Sobre o Pedaling for a Reason


O Pedaling for a Reason foi idealizado pelo campeão mundial de MTB XCM e número 1 do Ranking UCI, Henrique Avancini, com o objetivo de dar visibilidade e angariar fundos para instituições sem fins lucrativos que tenham alto impacto social. O principal nome brasileiro no ciclismo mundial já tinha grande envolvimento com projetos sociais e achou que era hora de fazer mais.


Sobre o projeto, Avancini falou sobre escolhas motivantes que são capazes de impulsionar a algo e recordou que sua "primeira vitória em uma Copa do Mundo foi com uma sapatilha personalizada do Pedaling for a Reason". 


"Tenho que admitir que foi uma motivação pré-prova lembrar que se eu potencializasse meus resultados usando aquela sapatilha a ajuda seria mais expressiva para que eu queria ajudar", declarou Avanici.


A primeira edição do projeto contou com o leilão de sua sapatilha personalizada pelo Studio Black Tiger especialmente para a etapa do Cape Epic no início de 2020.


A segunda edição contou com 2 modelos diferentes de sapatilha, uma para o leilão e à segunda para o sorteio por via das meias promocionais. Ambas customizadas pelo Studio Black Tiger para a etapa de Nové Mesto da Copa do Mundo de MTB XC de 2020.


O leilão e o sorteio


O leilão do par de sapatilhas Shimano S-Phyre "Arara" está no ar e vai até o dia 18/05, às 14h. Para dar seu lance o interessado pode acessar o link https://www.semexe.com/leiloes/sapatilha-shimano-s-phyre-arara/


Já o segundo par de sapatilhas será sorteado entre todas as pessoas que comprarem a meia de ciclismo personalizada do projeto à venda na semexe. Além disso, o valor da compra será integralmente doado para a instituição selecionada. Para comprar e concorrer é só acessar pelo link https://www.semexe.com/vestuario/meias/meias-pedaling-for-a-reason-sorteio-sapatilha-henrique-avancini/


Foto: Divulgação/Semexe

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Série 'Lendas CIMTB Michelin' recebe Jane Porfírio

Jane Porfírio durante competição

Algumas pessoas não precisam ter uma longa carreira no mountain bike para se tornarem lendas. A convidada da semana da série Lendas CIMTB Michelin competiu profissionalmente por apenas três anos, e mesmo assim marcou o esporte para sempre. Jane Porfírio foi uma das primeiras mulheres a se destacar no mountain bike brasileiro, num contexto de muito preconceito, mas também de muitas conquistas e alegrias.


Jane começou a carreira de atleta profissional com 15 anos no tênis e só descobriu o mountain bike em 1993, com 27 anos, quando a vida de tenista ficou inviável financeiramente. “Na época, eu tinha ganhado um campeonato de tênis, e estava com o dinheiro disponível. Como não ia mais continuar no tênis, resolvi comprar uma mountain bike para passear na cidade e manter minimamente a forma”, lembra Jane.


O que começou como uma diversão despretensiosa, virou uma paixão instantaneamente. “A primeira vez que eu fiz uma trilha, na região do barreiro (região de Araxá com muitas trilhas, onde é realizada a CIMTB Michelin), eu entendi o que me dava alegria. A troca de energia com a natureza, o suor nos braços. Foi o esporte que eu mais amei. Posso dizer que entre 1993 e 1996 foram os melhores anos da minha vida”, conta.


A carreira de Jane começou como um relâmpago. No mesmo ano de sua primeira competição, disputou e ganhou o campeonato brasileiro. No ano seguinte, em 1994, chegou em 4º lugar no Campeonato Mundial, disputado em Cairns, na Austrália. Resultado nunca igualado até hoje pelo Brasil. No mesmo ano, Jane conquistou a medalha de bronze no campeonato sulamericano, que ocorreu em Santiago, no Chile.

Jane Porfírio com suas medalhas
Jane Porfírio. Foto: Reprodução/CIMTB

Jane estava presente no primeiro evento na Pedra do Sino, em Carandaí, onde nasceu a CIMTB Michelin, em 1996. “Eu ganhava tudo no Brasil. Naquela época éramos só eu e a Adriana Nascimento, praticamente. E eu tinha uma mentalidade muito competitiva. Entrava para ganhar nas competições. Mas eu lembro da primeira vez que perdi para a Jaqueline Mourão, num evento do Rogério (Bernardes, organizador da CIMTB), em Pedra do Sino, em 1996. Fiquei tristíssima”, relembra. “A Jaque é uma pessoa que eu sempre admiro e aplaudo pela atleta que ela é. Ela tem o físico perfeito para o mountain bike. É muito forte”, complementa.


Mas essa não foi a única dificuldade que Jane enfrentou na carreira. Ela conta que, desde pequena, se interessava muito por todos os esportes, mas que sofreu preconceito por ser atleta mulher desde sempre. “Eu sofri muito com o descrédito. As pessoas olhavam para mim e falavam ‘mountain bike é esporte de peão, o que você está fazendo nisso?’. No tênis também aconteceu muito. Só que eu pegava isso e transformava em treino. Eu descontava tudo no paredão e no pedal”, desabafa.


Jane não pode se dedicar por completo aos treinos. Ela se formou em odontologia e trabalhava como dentista entre os treinos. “Eu acordava às quatro da manhã para treinar e chegar às 8h30 no consultório”, conta.


Em novembro de 1996, ela sofreu um acidente grave, com fratura do crânio, e a partir de então, fez a transição para se dedicar à maternidade. “Eu já estava pensando em fazer essa mudança, e o acidente veio para confirmar isso, como um direcionamento”, lembra. Jane se casou e teve dois filhos, mas a vontade de competir nunca foi embora.


“Chegou em um momento da minha vida que eu falei pro César, meu marido, que eu precisava voltar a pedalar, sentir a emoção da largada de novo, me reconectar com a natureza. E eu queria voltar para o mountain bike. Mas, como eu já tinha 43 anos, com filhos, menos destreza e as pistas estavam muito mais difíceis, e preferi ir para o triatlo”, relembra sobre sua segunda troca de modalidade, na qual teve muito sucesso em sua categoria, com um título panamericano em 2010, em Vitória, Espírito Santo.

Jane Porfírio competindo em mountain bike
Jane Porfírio durante competição. Foto: reprodução/CIMTB

Além do mountain bike e do triatlo, Jane também representou o Brasil no Cross Triatlo, modalidade em que foi tetracampeã brasileira e medalha de bronze no campeonato mundial, na Espanha.


Atualmente, Jane administra sua escola de tênis, em Araxá, e está planejando construir uma pista de mountain bike em sua casa para treinar. “Quem sabe esses treinos não me dão ânimo para fazer uma corridinha ou outra?”, brinca.


Com toda essa experiência em diversos esportes, ela teve a oportunidade de conhecer e trabalhar com dois ídolos brasileiros: Gustavo Kuerten, o Guga, tricampeão de Roland-Garros, e Henrique Avancini, atual número um do ranking mundial de mountain bike cross-country.


Assim como Guga se tornou ídolo no Brasil e transformou o tênis no país, Avancini tem feito o mesmo para o MTB. “Trabalhei com o Guga em Santa Catarina e com o Avancini aqui em Araxá. Eu acho que todo esporte que tem uma estrela, uma referência como eles, vira uma coisa enorme. O Avancini é uma porta pra muita gente entrar para o mountain bike, assim como o Guga foi para o tênis”, avalia.


Para Rogério Bernardes da CIMTB Michelin, "Jane tem uma brilhante carreira no esporte, contagiando e iluminando a todos por onde passa. Desde o primeiro ano que ela competiu conosco em 1996, minha mãe ficou encantada e no ano seguinte me pediu para que ligasse para ela, convidando-a para voltar a fazenda, mas ela havia parado de competir. Depois de longos anos, quis o destino que a CIMTB fosse para Araxá e nossas famílias passaram a conviver, cultivando uma grande amizade. Além disso, queria destacar que desde o primeiro ano da competição em Araxá, a Jane faz parte da nossa equipe nos ajudando a resolver todos pepinos que aparecem. Outra coisa é que, com a ida da CIMTB para Araxá, o retorno às pistas de mountain bike acabou acontecendo de forma natural e todos ficamos muito felizes".


Sobre o 'Lendas CIMTB Michelin'


A série 'Lendas CIMTB Michelin' é um podcast que pode ser acompanhado em qualquer plataforma. Basta buscar por “cimtb” no seu player preferido.


Texto: Assessoria CIMTB
Fotos: Reprodução/CIMTB

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quarta-feira, 28 de abril de 2021

Fabricantes do Polo de Manaus produzem 57 mil bicicletas em março

Bicicletas armazenadas em fábrica

As fabricantes de bicicletas instaladas no Polo Industrial de Manaus (PIM) produziram 57.843 bicicletas em março. Segundo dados da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares – Abraciclo, o segmento segue impactado pela falta de insumos que atinge a indústria globalmente. Em março, o volume produtivo foi 3,1% maior que o registrado em fevereiro (56.078 unidades) e 6,9% superior às 54.115 bicicletas produzidas no mesmo mês do ano passado.


Ainda de acordo com levantamento da Abraciclo, no primeiro trimestre 170.902 bicicletas saíram das linhas de montagem, número bastante semelhante ao atingido no mesmo período do ano passado, que foi de 170.923 unidades.


A melhora da crise sanitária causada pela segunda onda da Covid-19 em Manaus permitiu que as fabricantes retomassem seus turnos regulares de trabalho. No entanto, a escassez de insumos impede que a produção volte ao ritmo mais acelerado.


O principal gargalo do setor é o fornecimento de peças e componentes. Cerca de 50% dos insumos são provenientes de fornecedores mundiais, principalmente do continente asiático. O vice-presidente do segmento de bicicletas da Abraciclo, Cyro Gazola, acredita que o abastecimento deverá ser normalizado no segundo semestre deste ano. “A partir daí, a produção deverá entrar numa curva ascendente. Esse processo, no entanto, será gradual, pois haverá necessidade de ajustar a capacidade das fábricas, o que requer um planejamento minucioso”, afirma.


Entre os componentes que estão em falta, destacam-se sistemas de freios, sistemas de transmissões, suspensões e selins. Gazola explica que a Abraciclo e suas associadas estão trabalhando com fornecedores locais para reduzir a dependência de fornecedores globais. No entanto, a indústria ainda é bastante dependente dos itens importados.


Produção de bicicletas por categoria


Com 39.771 unidades produzidas e 68,8% do volume total fabricado, a Moutain Bike (MTB) foi a categoria mais produzida em março, seguida pela Urbana/Lazer, que teve 14.191 bicicletas fabricadas (24,5% do total). Em termos percentuais, a Estrada foi a que registrou maior crescimento. Foram fabricadas, 1.067 bicicletas, o que corresponde a um aumento de 73,5% na comparação com fevereiro (615 unidades).

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terça-feira, 27 de abril de 2021

Strava lança mapa de calor 3D em sua lista de recursos

Imagem de divulgação da nova função do Strava

Aprimorando suas funcionalidades, Strava aproveitou o Dia da Terra (22 de abril) para lançar o seu mapa de calor em 3D, proporcionando ao usuário visualizar o mundo e os quilômetros percorridos de uma manteira nova.


A visualização em 3D já é uma ferramenta conhecida em outras e o Strava acaba de lançar mão da função para possibilitar ao usuário "uma forma mais envolvente de lembrar suas atividades e explorar novos lugares para ir". 


Disponível apenas na versão web do Strava, a visualização 3D funciona com todas as camadas do mapa, mas é melhor combinada com o mapa de satélite ou híbrido. O usuário também pode alterar a cor das linhas do mapa de calor para melhor se destacar em cenários urbanos ou rurais.

Mapa de calor 3D do Strava
Mapa de calor 3D do Strava. Foto: Divulgação/Strava

"Traremos a camada de mapa 3D para mais recursos no futuro, mas por enquanto, os assinantes podem conferir em seu mapa de calor pessoal acessando Painel > Heatmaps na versão web do Strava", afirma a plataforma.


Tal como o Strava Statmaps, um recurso deixa o feed de atividades mais divertido com a possibilidade poder escolher o estilo de mapa para destacar determinado aspecto de cada atividade realizada, a novidade do mapa de calor 3D apresentada pelo Strava está disponível apenas para os assinantes da plataforma e não há previsão de que seja aberta aos demais usuários.


Foto da capa: Divulgação/Strava

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Mercado de bicicletas elétricas chega a R$ 190 milhões e cresce 28,4%

Homem de negócios pedalando bicicleta elétrica

As bicicletas elétricas seguem vivendo um crescimento contínuo no mercado brasileiro. Seguindo a tendência registrada entre 2016 e 2019, em 2020 mais uma vez o segmento continuou crescendo: foram 32.110 unidades, crescimento de 28,4% em comparação com o ano anterior e alcançando o patamar de R$ 190 milhões em vendas durante o ano. Os dados são do Boletim do Mercado de Bicicletas Elétricas 2021, idealizado e desenvolvido pela Aliança Bike (Associação Brasileira do Setor de Bicicletas), em parceria com a Multiplicidade Mobilidade.


O cálculo foi feito com o cruzamento da base de dados de três fontes distintas: a base Siscori, da Receita Federal; de associados da Aliança Bike; e de informativos mensais da Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares) sobre a produção no Polo Industrial de Manaus. Desta forma, o número total foi de 32.110 bicicletas elétricas no país, sendo 14.247 importadas (base Siscori), 13.163 produzidas fora do Polo Industrial de Manaus (dados Aliança Bike) e 4.700 produzidas em Manaus (dados Abraciclo).


O Boletim lançado nesta segunda-feira (26/04) conta com dados dos outros anos consolidadas na Revista Bicicletas Elétricas, lançada em setembro de 2020, acrescidos das informações coletadas em todo o ano passado e em janeiro, fevereiro e março de 2021. O Boletim completo pode ser visto neste link.


Crescimento sustentado do mercado de bicicletas elétricas brasileiro


“Os dados de 2020 confirmam que o crescimento do mercado de bicicletas elétricas é sustentado e puxado pela demanda orgânica de mudanças nos hábitos de locomoção, de prática esportiva e de lazer da população. Contudo, são números ainda muito distantes do potencial deste mercado que, infelizmente, segue represado pela falta de políticas e de tratamento tributário adequado”, explica Daniel Guth, diretor executivo da Aliança Bike.


Em relação às vendas, o Boletim do Mercado de Bicicletas Elétricas 2021 aponta para uma movimentação recorde de aproximadamente R$ 190 milhões em 2020. O número é uma estimativa para todo o setor de bicicletas elétricas realizado a partir do levantamento com 18 montadoras e importadoras de bicicletas elétricas associadas à Aliança Bike. O preço médio das bicicletas elétricas foi calculado em R$ 5.900,00.


“Realizamos um levantamento sobre o uso das bikes elétricas em nosso sistema e percebemos um aumento de 112% da primeira para a segunda semana da inauguração, em outubro de 2020 e, comparando as duas primeiras com as duas últimas semanas (final de outubro), o crescimento foi de mais 49%. Seis meses após o lançamento, já somamos mais de 380 mil viagens”, ressalta Tomás Martins, CEO e co-fundador da Tembici, empresa associada Aliança Bike e responsável por sistemas de bicicletas compartilhadas em diversas cidades do país.


Projeções do mercado de bicicletas elétricas para 2021


Em setembro de 2020, quando a Revista Bicicletas Elétricas foi lançada, a projeção era de que o número de bicicletas elétricas no Brasil seria de 32 mil.  Assim, a previsão foi acertada com margem de 0,3%. Acesse o site da Aliança Bike para ver as projeções do mercado de bicicletas elétricas para 2021 e também a série histórica que apresenta o crescimento desse bem no mercado brasileiro.


Texto: Aliança Bike
Foto de destaque: Divulgação/Stromerbike

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segunda-feira, 26 de abril de 2021

CIMTB Michelin divulga novo calendário para 2021

Atletas de mountain bike na largada da CIMTB, em Petrópolis

A CIMTB Michelin acaba de confirmar o novo calendário da temporada de 2021, que terá sua etapa de abertura em Araxá, de 30 de julho a 1º de agosto. A segunda etapa será em Petrópolis, de 24 a 26 de setembro e a grande final, vai acontecer em Taubaté, cidade que nunca recebeu a copa, de 22 a 24 de outubro.


As datas já foram definidas nos calendários das pelas entidades reguladoras do ciclismo, União Ciclística Internacional (UCI), Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC) e federações estaduais.


A CIMTB Michelin tem trabalhado, neste primeiro semestre marcado por dificuldades contextuais, causadas pelo aumento do número de casos de Coronavírus em todo o país, para garantir que todas as etapas sejam concluídas este ano. As pistas de Congonhas, Petrópolis, Araxá e Taubaté já estão prontas para os atletas que quiserem treinar e se preparar para as corridas do segundo semestre.


“Estamos confiantes que as etapas acontecerão seguindo este novo calendário. É claro que a presença do público vai depender do avanço da vacinação pelo país. O mais importante é garantir o máximo de segurança aos que estiverem participando do evento e nosso protocolo, já testado, se mostrou muito eficiente neste sentido. Além disso, já temos outras novidades como a negociação em andamento de milhares de kits de exames rápidos, para que todos sejam testados antes de entrarem no evento, com um custo bem acessível”, diz o organizador da CIMTB Michelin Rogério Bernardes. 


Congonhas – Final temporada 2020


A data oficial da grande final da temporada de 2020, que não ocorreu por conta do fechamento da cidade, ainda está sendo definida pela organização do evento junto com a Prefeitura de Congonhas. Em breve daremos notícias.


Foto: Davi Corrêa/Foto e Bike
Texto: assessoria de imprensa CIMTB

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Vídeo | Os 7 melhores sprints da Copa do Mundo de XCO

Sprint de Nino Schurter

Sem sombra de dúvidas a Copa do Mundo de XCO é sempre emocionante, tanto para quem assiste quanto para quem está lá, competindo. Porém, tudo fica ainda melhor quando a decisão é no sprint.


É uma explosão onde tudo se resolve em questão de segundos nos metros finais. O MTB proporciona esse tipo de emoção e é bom demais. Tanto é que a RedBull TV fez uma seleção dos 7 melhores sprints da Copa do Mundo de XCO.




1. Annika Langvad X Jolanda Neff em Nove Mesto (CZE), 2018 

2. Sam Gaze X Nino Schurter em Stellenbosch (RSA), 2018 

3. Evie Richards X Pauline Ferrand-Prevot em Nove Mesto (CZE), XCC Race 1, 2020

4. Nino Schurter X Anton Cooper em Nove Mesto (CZE), 2018

5. Pauline Ferrand-Prevot X Jolanda Neff em Val di Sole (I), 2019

6. Evie Richards X Pauline Ferrand-Prevot em Nove Mesto (CZE), XCC Race 2 2020

7. Nino Schurter X Julien Absalon em Albstadt (DE), 2016

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domingo, 25 de abril de 2021

Proposta estimula uso de bicicleta pelo trabalhador durante pandemia

Bicicleta com máscara no guidão


O Projeto de Lei 2884/20 prevê que, durante a pandemia de Covid-19, o trabalhador que faz jus a vale-transporte e optar pelo uso de bicicleta poderá, sob condições, receber o valor em espécie.

Para aqueles que não têm direito ao benefício, o texto cria uma ajuda no valor de R$ 5 por dia de deslocamento.

A proposta, em tramitação na Câmara dos Deputados, insere o dispositivo na Lei 13.979/20, que definiu medidas para enfrentamento da emergência de saúde pública de importância internacional em razão da Covid-19.

“Devemos estimular que os trabalhadores se desloquem de forma mais segura possível”, disse o autor, deputado Hugo Leal (PSD-RJ). “Optamos por criar um estímulo financeiro temporário para incentivar o transporte por bicicleta”.

Tramitação


O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para dar sua opinião sobre o Projeto de Lei 2884/20 que estimula o uso de bicicleta pelos trabalhadores durante a pandemia, acesse https://forms.camara.leg.br/ex/enquetes/2253677.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

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sexta-feira, 23 de abril de 2021

CBC envia seleções de MTB e BMX para treinamento em Portugal

Ciclista de BMX saltando rampa

As seleções brasileiras de Mountain Bike e BMX Racing desembarcaram esta semana, em Anadia, Portugal, onde cumprem quarentena e realizam o período final de treinamento antes das etapas da Copa do mundo que irão definir as cotas olímpicas para as duas disciplinas.


Devido às restrições impostas pela pandemia da Covid-19, a Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC) vem trabalhando em busca de alternativas visando dar condições adequadas de treinamento para os atletas que estão disputando uma vaga olímpica. No ano passado, em setembro, a seleção brasileira de BMX Racing ficou durante um mês também em Portugal, onde os atletas passaram por avaliações e treinaram na Pista de Supercross do Centro de Alto Rendimento da UCI.


De volta a Europa, o grupo reúne os atletas Renato Rezende, Paola Reis e Priscilla Stevaux do BMX Racing, e Luiz Henrique Cocuzzi, Guilherme Müller e Raiza Goulão do Mountain Bike. Henrique Avancini, Jaqueline Mourão e Anderson Ezequiel, que também disputam vaga olímpica, seguem planejamentos individuais de treinamento e estarão integrando a seleção apenas nas próximas competições.


Os ciclistas concentrados em Portugal estarão cumprindo quarentena, conforme determinado pelo país, e estão acompanhados da equipe técnica da confederação que, em parceria com o Comitê Olímpico do Brasil (COB), está oferendo toda estrutura possível para a fase decisiva de preparação. Durante a concentração, os atletas também farão os últimos ajustes antes das competições que estarão definindo os representantes do Brasil nas olimpíadas.


"Esse período de treinos será muito importante para o grupo. A seleção de BMX já conhece a estrutura e agora também estamos reunindo os atletas do MTB. O objetivo é que todos estejam em condições ideais de treinamento e trabalhando na mesma sintonia em busca da classificação olímpica", declarou Fernando Fermino, Gestor do Alto Rendimento na CBC.


Na Europa, a equipe brasileira conta também com a presença de Fernando Fermino (Gestor do Dep. Alto Rendimento) e Daniela Nogueira (Fisioterapeuta), além da supervisão do Dr. Fernando Solera, médico da CBC, e da equipe multidisciplinar do COB.


Calendário das seleções brasileiras de BMX e MTB


BMX Racing


08-09/05 - Etapa 1 e 2 da Copa do Mundo – Verona (Itália)


29-30/05 - Etapa 3 e 4 da Copa do Mundo – Bogotá (Colômbia)


Mountain Bike


08-09/05 - 1ª etapa da Copa do Mundo – Albstadt (Alemanha)


15-16/05 - 2ª etapa da Copa do Mundo – Nove Mesto (República Tcheca)

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Cocuzzi recebe farda e agora é sargento da FAB

Luiz Henrique Cocuzzi como biker e em outra como sargento da FAB

Ciclista de MTB da Soul Cycles, Luiz Henrique Cocuzzi agora é sargento da Força Aérea Brasileira (FAB). O atleta fez o comunicado em sua conta no Instagram nesta sexta-feira, 23 de abril, e declarou ser um "momento de muito orgulho".


"Hoje é um dia muito feliz pra mim. Depois de concluir o Programa Atletas de Alto Rendimento (PAAR) da Força Aérea Brasileira, recebi a minha farda e fui oficialmente nomeado sargento", afirmou.


Cocuzzi destacou que vem aprendendo bastante durante esse período e destacou os valores de disciplina, lealdade, foco, comprometimento e patriotismo da instituição.


"Eu sempre ouvi falar destes valores, mas foi agora na Força Aérea Brasileira que comecei compreender o real significado deles. A cultura dentro do exército está muito ligada a tudo isso, e acredito de verdade que essas 'regras' nos ajudam a ter mais foco e disciplina em tudo na vida".


"Tenho certeza de que o que estou vivenciando como militar nesse curso vai agregar muito como pessoa, cidadão e atleta", concluiu.

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quinta-feira, 22 de abril de 2021

3 principais mudanças no CTB relacionadas aos ciclistas

ciclista andando em ciclofaixa


No dia 12 de abril, entraram em vigor as alterações do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). A nova legislação, que era bastante aguardada, trouxe mudanças em vários pontos, como aumento dos prazos de validade da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), mudanças na gravidade de algumas infrações e alterações dos valores de multas. E teve alterações referentes aos ciclistas também.

Realmente, ciclistas aguardavam muito as alterações no CTB que os protegesse mais e algumas dessas mudanças chegaram, ainda que de forma bem tímida. Mas, melhor isso do que nada (já é um começo).

Mudanças no CTB relacionadas aos ciclistas


Já para começar, o artigo 24 do CTB teve uma mudança significativa em sua redação. Agora, o inciso II diz que é competência dos órgãos e entidades executivos de trânsito dos Municípios, no âmbito de sua circunscrição "planejar, projetar, regulamentar e operar o trânsito de veículos, de pedestres e de animais e promover o desenvolvimento, temporário ou definitivo, da circulação, da segurança e das áreas de proteção de ciclistas".

Viu que destacamos uma parte do acima? Então, foi de propósito. É para chamar a atenção e mostrar a diferença. Antes o CTB diz que a competência dos municípios era "planejar, projetar, regulamentar e operar o trânsito de veículos, de pedestres e de animais, e promover o desenvolvimento da circulação e da segurança de ciclistas". Pegou a diferença? Não. Vamos explicar!

Com a redação anterior, os municípios alegavam que, em nome da "segurança" dos ciclistas o melhor a se fazer era proibir ou restringir a circulação de bikes. Com a legislação atual eles precisarão desenvolver e criar áreas seguras e com proteção para ciclistas.

Reduzir a velocidade ao ultrapassar o ciclista


Agora o veículo que deixar de reduzir a velocidade ao ultrapassar o ciclista incorre em infração gravíssima com penalidade de 7 pontos na CNH e multa de R$ 293,47. Antes a infração era grave.

É uma boa mudança, mas, sejamos sinceros: vai ser difícil saber se esse trecho da lei será executado na prática. Você sabe

Se na redação antiga que era infração grave era difícil saber se algum condutor foi multado por passar ciclistas a milhão, agora, com o novo texto, não será diferente.

Multa para quem parar na ciclofaixa


Carro parado sobre ciclofaixa atrapalhando ciclista


Com a nova redação, o artigo 182 do CTB afirma que para o veículo sobre a ciclofaixa é infração grave com penalidade de 5 pontos da CNH e multa no valor de R$ 195,23. Sendo assim, é pacote completo: transitar ou estacionar na ciclofaixa permanece sendo infração gravíssima.

Vale lembrar que, segundo o artigo 105 do CTB, ciclistas ainda devem circular com equipamentos como: campainha/buzina, sinalização noturna dianteira, traseira lateral e nos pedais.

E aí, o que achou das mudanças no CTB? Conte aí nos comentários!
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sexta-feira, 2 de abril de 2021

Cocuzzi ingressa no Programa de Atletas de Alto Rendimento da FAB

Luiz Henrique Cocuzzi ingressou no Programa de Atletas da FAB


Luiz Henrique Cocuzzi informou que foi incorporado ao Programa Atletas de Alto Rendimento (PAAR) e que já iniciou no Curso de Adaptação a 3º Sargento da Força Aérea Brasileira (FAB).


"Orgulho e felicidade definem muito bem o que estou sentindo agora", afirmou Cocuzzi, que também declarou ser "uma poder iniciar essa nova etapa em minha vida e representar a Comissão de Desportos da Aeronáutica".


Cocuzzi, que, na temporada 2021, representa a Soul Cycles, concluiu dizendo que é "muito legal fazer parte desse Programa que colabora com o desenvolvimento do esporte nacional e fortalece a equipe brasileira em eventos esportivos de alto nível".

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