sexta-feira, 30 de julho de 2021

O francês que foi a primeira pessoa a ultrapassar 160 Km/h de bicicleta

Alfred Letourneur e a Red Devil


Você não leu errado no título! É isso mesmo! No ano de 1941, o ciclista francês Alfred Letourneur estabeleceu um novo recorde de velocidade com a bicicleta da foto do início desse post e vamos te contar um pouquinho de quando isso aconteceu e alguns detalhes da bike.

Naquela ocasião, Letourneur, 20 vezes vencedor de "corridas de seis dias" nos Estados Unidos e Canadá, conseguiu a façanha de chegar aos 175,29 Km/h em uma bicicleta Schwinn Paramount que foi apelidada de Red Devil (Diabo Vermelho) no vácuo de um carro especialmente equipado. O feito aconteceu em uma rodovia perto de Bakersfield, Califórnia.

Letourneur, com a histórica Schwinn Paramount Red Devil, entrou para a história como a primeira pessoa a andar de bicicleta a mais de 160 Km/h.

Schwinn Paramount Red Devil


A transmissão da bicicleta é realmente impressionante. A coroa do pedivela tinha 57 dentes amplamente espaçados e, no cog traseiro, apenas 6 dentes. Ou seja, para cada giro do pedal dava 9,5 giros. Melhorando ainda mais essa informação, ao ver a ficha técnica da Red Devil, consta que a cada volta do pedal a bicicleta percorria cerca de 18 metros.

Detalhe interessante é que Letourneur levou quase 5 quilômetros para alcançar os 175 Km/h e pouco mais de 6 quilômetros para parar totalmente a bicicleta. Se levar em conta que era uma bike fixa, pensa na força do cidadão para acelerar e para parar ela...
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Renato Rezende conquista resultado histórico para o Brasil no BMX Racing das Olimpíadas de Tóquio

Renato Rezende na semifinal do BMX Racing nos Jogos Olímpicos de Tóquio - Foto: Gaspar Nóbrega / COB


Último representante brasileiro nas competições de ciclismo das Olimpíadas de Tóquio, Renato Rezende, do BMX Racing, terminou sua terceira participação em Jogos Olímpicos com sua melhor campanha e um 14ª lugar histórico para o Brasil na modalidade.

Renato Rezende disputou a semifinal do BMX Racing nesta quinta-feira, 29 de julho, mas não teve um bom dia. Ele começou bem a primeira descida fechando em quarto lugar. Mas, na segunda disputa, acabou sofrendo uma queda e terminou em último. 

Na última descida as chances de Renato Rezende conseguir a vaga para a final do BMX Racing dos Jogos de Tóquio eram remotas e ele fechou a bateria em sétimo lugar.

Com o resultado, Renato Rezende teve sua melhor campanha em Jogos Olímpicos obtendo o 14º lugar, melhor resultado do Brasil na modalidade.

"Essa foi a minha melhor participação em olimpíadas, cheguei muito bem preparado e me sentindo confiante. Mas eu sabia que agora, na semifinal, tinha que andar muito próximo dos adversários, arriscando bastante e diminuindo qualquer zona de segurança, devido ao nível muito alto da competição. Isso acabou acarretando na minha queda, durante a segunda corrida da semi, e depois disso ficou bem difícil recuperar a pontuação para entrar na final", declarou Renato Rezende.

"Eu estou muito muito feliz de ter representado o Brasil e sair com um resultado histórico para o nosso país. Entreguei tudo que eu consegui para defender a nossa bandeira da melhor maneira. Foi emocionante ver tanta gente me apoiando, incentivando, muito obrigado mesmo", completou o brasileiro.

O BMX Racing masculino das Olimpíadas de Tóquio terminou com Niek Kimmann (Holanda) levando o ouro, Kye Whyte (Inglaterra) com a prata e a medalha de bronze para Carlos Alberto Ramirez Yepes (Colômbia).

No feminino, a campeã foi a britânica Bethany Shriever. A medalha de prata foi para a colombiana Mariana Pajon e o bronze para Merel Smulders (Holanda).

Foto: Gaspar Nóbrega / COB
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Niek Kimmann e Bethany Shriever são ouro no BMX Racing das Olimpíadas de Tóquio

O brasileiro Renato Rezende terminou em 14º, o melhor resultado do Brasil no BMX Racing em Olimpíadas.


Niek Kimmann e Bethany Shriever campeões do BMX Racing em Tóquio


As finais do BMX Racing das Olimpíadas de Tóquio foram disputadas nesta quinta-feira, 29 de julho, no Ariake Urban Sport Park. O holandês Niek Kimmann foi campeão no masculino e a britânica Bethany Shriever no feminino.

A prova do BMX racing em Tóquio teve imprevistos relativos ao tempo. Choveu antes da competição e o iniciou precisou ser adiado. Teve quedas e favoritos ficando de fora.

O norte americano Connor Fields, (campeão na Rio 2016) sofreu queda junto com seu compatriota Sylvain Andre e o holandês Twan van Gent. O atleta da Holanda caiu desacordado e precisou sair de maca para a ambulância.

Na disputa feminina do BMX Racing dos Jogos Olímpicos de Tóquio, algumas favoritas a medalhas ficaram fora da final. A atleta dos Estados Unidos, Alise Willoughby - primeira colocada das quartas de final - sofreu duas quedas e terminou em último. Outra que foi vitma de quedas e ficou fora foi a suíça Zoe Claessen. Também sobrou para a australiana Saya Sakakibara que, após uma queda, precisou ser levada ao centro médico.

No fim, o BMX Racing masculino terminou com Niek Kimmann (Holanda) levando o ouro, Kye Whyte (Inglaterra) com a prata e a medalha de bronze para Carlos Alberto Ramirez Yepes (Colômbia).

O BMX Racing feminino das Olimpíadas de Tóquio consagrou como campeã a britânica Bethany Shriever. A medalha de prata foi para a colombiana Mariana Pajon e o bronze para Merel Smulders (Holanda).

Renato Rezende conseguiu seu melhor resultado em Jogos Olímpicos


O brasileiro Renato Rezende disputou a semifinal, mas não teve um bom dia. Ele começou bem a primeira descida fechando em quarto lugar. Mas, na segunda disputa, acabou sofrendo uma queda e terminou em último. 

Na última descida as chances de Renato Rezende conseguir a vaga para a final do BMX Racing dos Jogos de Tóquio eram remotas e ele fechou a bateria em sétimo lugar.

Renato Rezende na semifinal do BMX Racing nos Jogos Olímpicos de Tóquio - Foto: Gaspar Nóbrega / COB
Renato Rezende na semifinal - Foto: Gaspar Nóbrega / COB


Com o resultado, Renato Rezende teve sua melhor campanha em Jogos Olímpicos obtendo o 14º lugar, melhor resultado do Brasil na modalidade.

"Essa foi a minha melhor participação em olimpíadas, cheguei muito bem preparado e me sentindo confiante. Mas eu sabia que agora, na semifinal, tinha que andar muito próximo dos adversários, arriscando bastante e diminuindo qualquer zona de segurança, devido ao nível muito alto da competição. Isso acabou acarretando na minha queda, durante a segunda corrida da semi, e depois disso ficou bem difícil recuperar a pontuação para entrar na final", declarou Renato Rezende.

"Eu estou muito muito feliz de ter representado o Brasil e sair com um resultado histórico para o nosso país. Entreguei tudo que eu consegui para defender a nossa bandeira da melhor maneira. Foi emocionante ver tanta gente me apoiando, incentivando, muito obrigado mesmo", completou o brasileiro.

Top 8 do BMX Racing masculino de Tóquio 2020


1. Niek Kimmann (Holanda) 39.053
2. Kye Whyte (Inglaterra) +0.114
3. Carlos Alberto Ramirez Yepes (Colômbia) +1.519
4. Sylain Andre (França) +1.623
5. Alfredo Campo (Equador) +1.652
6. Romain Mahieu (França) +2.899
7. Joris Daudet (França) não finalizou
8. Connor Fields (EUA) não finalizou

Top 8 do BMX Racing feminino de Tóquio 2020


1. Bethany Shriever (Inglaterra) 44.358
2. Mariana Pajon (Colombia) +0.090
3. Merel Smulders (Holanda) +0.363
4. Felicia Stancil (USA) +0.773
5. Lauren Reynolds (Austrália) +1.043
6. Simone Christensen (Dinamarca) +1.224
7. Axelle Etienne (França) +1.495
8. Drew Mechielsen (Canadá) +2.525
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quinta-feira, 29 de julho de 2021

CIMTB redefine calendário da temporada 2021 e Petrópolis (RJ) fica de fora

Largada da CIMTB em Congonhas - Foto: César Delong / CIMTB


Depois de inúmeras viagens e reuniões dos organizadores com as Prefeituras Municipais, o calendário da temporada 2021 da Copa Internacional Michelin de Mountain Bike (CIMTB Michelin) foi definido e a cidade de Petrópolis, que será palco de uma das etapas da Copa do Mundo de mountain bike em 2022, ficou fora do calendário para esse ano.

A organização da CIMTB optou por adiar o evento para dar continuidade à construção da pista, já com olhos na Copa do Mundo de 2022.

Os atletas podem se programar para a etapa de abertura em Congonhas, entre 3 e 5 de setembro, Araxá, de 1º a 3 de outubro e Taubaté, fechando a temporada, no final de semana de 22 a 24 de outubro.

“Esse segundo semestre está sendo atípico pois teremos que concentrar toda a temporada de 2021 em pouco tempo. Isso será um grande desafio para toda a nossa equipe”, diz Rogério Bernardes, organizador da CIMTB Michelin.

De fato, a organização teve que tomar decisões levando em conta inúmeras situações atípicas, mas sempre priorizando os atletas, para que pudessem programar sua logística de viagem e competições.

Uma das realidades que vieram para ficar é o teste de covid-19, que será efetuado em todos os atletas, equipes, patrocinadores e membros da organização antes de entrar nas arenas das etapas. “Depois do sucesso na realização dos testes em Carandaí, vamos repetir o protocolo para dar o máximo de segurança a todos os presentes. E em tempos de pandemia, e com o surgimento de novas variantes , não podemos baixar a guarda. O grande desafio é voltar com o evento, mas com toda a segurança”, afirma Rogério.

Motivos da organização da CIMTB para adiamento da etapa Petrópolis em 2021


Em relação à etapa Petrópolis, a organização decidiu adiar o evento para dar continuidade na construção da pista, já com olhos para a Copa do Mundo de 2022. Além disso, ficou definido que a primeira etapa da CIMTB Michelin será na semana anterior à Copa do Mundo, na mesma pista onde as feras do mundo todo estarão competindo.

“Muitos atletas de Elite chegarão antes para competir na pista, e isso trará uma integração dos atletas brasileiros com eles e, principalmente, um intercâmbio que promete ser muito importante no desenvolvimento técnico do mountain bike brasileiro. Além disso, será a oportunidade de somar pontos importantes para garantir a vaga na Copa do Mundo por muitos atletas”, comenta Rogério Bernardes. Outro detalhe importante é que os atletas poderão se programar e passar uma semana inesquecível, com sua família e amigos, em uma cidade maravilhosa e com grandes atrativos históricos e naturais, aquecendo o turismo local e gerando emprego e renda na cidade.

Calendário da CIMTB para a temporada 2021


Congonhas


Congonhas fará a etapa de abertura, de 3 a 5 de setembro, no Parque Ecológico da Cachoeira, tendo como novidade uma prova de XCO para as categorias oficiais e outro formato com pista maior para a Copa Sense CIMTB de Maratona, isso sem falar do XCC para Elite. A etapa conta pontos para o ranking brasileiro da CBC (XCO e XCC) e ranking mineiro da FMC (XCO).

Araxá


Araxá receberá a etapa da CIMTB Michelin pelo 19º ano consecutivo nas dependências do Tauá Grande Hotel, entre 1º e 3 de outubro. Será uma das mais importantes etapas de toda história de Araxá, pois o evento recebeu a classificação mais alta pela UCI, de XCO Classe HC, que dará muitos pontos para o ranking mundial. A pontuação será fundamental para os atletas brasileiros e de outros países que almejam se classificar para a etapa da Copa do Mundo no Brasil, que acontecerá em abril de 2022, em Petrópolis. Além da prova de XCO teremos a prova de XCC (short Track) Classe 3 que também somará pontos importantes. As competições também vão contar pontos para o ranking brasileiro da CBC e estadual da FMC.

Taubaté


A cidade recebe a CIMTB Michelin pela primeira vez, entre 22 e 24 de outubro, e está gerando grande expectativa entre atletas, equipes e amantes do mountain bike. A pista está pronta desde o ano passado e já recebeu muitos elogios por todos que passaram por lá. Além disso, a localização do Parque Municipal do Itaim é excelente. Ele fica bem próximo do aeroporto de Guarulhos e ao lado da Via Dutra, uma das principais rodovias do país. Outro fator positivo, que promete ser decisivo para Taubaté entrar no calendário da CIMTB Michelin de forma definitiva, é a infra-estrutura existente na cidade e região, com muitas opções de hotéis, restaurantes e outros recursos. Outro destaque é que a etapa contará pontos para o ranking mundial no XCO Classe 1, XCC Classe 3 e será uma etapa da UCI Júnior Series, uma espécie de Copa do Mundo para a categoria Júnior. As competições também vão contar pontos para o ranking brasileiro da CBC e estadual da FPC.

Foto: César Delong / CIMTB
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Renato Rezende avança para semifinal do BMX Racing nas Olimpíadas e Priscilla Stevaux fica de fora

Renato Rezende na classificatória do BMX Racing em Tóquio 2020 - Foto: Wander Roberto / COB


O ciclismo BMX Racing estreou nos Jogos Olímpicos de Tóquio no final da noite de quarta-feira, 28 de julho, e confirmou a classificação do brasileiro Renato Rezende, que conseguiu três boas descidas. Priscilla Stevaux, que representou o Brasil na prova feminina, não conseguiu avançar para as semifinais.

Rezende fechou duas vezes na terceira colocação e em uma das descidas ficou em quarto, passando com certa tranquilidade. Com sua terceira participação em Jogos Olímpicos, Renato chega pela primeira vez às semifinais.

"Foi a primeira vez, em minha terceira participação olímpica, que consegui passar para as semifinais e eu quero muito entrar na final e disputar uma medalha para o Brasil. Agora eu vou recuperar bem e amanhã, se Deus quiser, vai ser mais um dia positivo como foi hoje", declarou Renato Rezende após a prova em Tóquio.

No BMX Racing feminino das Olimpíadas de Tóquio, o Brasil esteve representado por Priscilla Stevaux que não conseguiu atingir a pontuação necessária para as semifinais e se despediu levando grande aprendizado após sua participação.

Priscilla Stevaux na classificatória do BMX Racing em Tóquio 2020 - Foto: Wander Roberto / COB


"Apesar de não ter conseguido o resultado esperado, eu levo pelo lado positivo, como um aprendizado para voltar ainda mais forte. Por outro lado, estou muito feliz por estar representando a minha família, o nosso país, podendo contar com a torcida de tantas pessoas, só tenho a agradecer, realmente", disse Priscilla.

As etapas finais do BMX Racing nos Jogos Olímpicos de Tóquio acontecem nesta quinta-feira, a partir das 22h, horário de Brasília. Confira a programação do ciclismo.

Resultados do BMX Racing masculino nas Olimpíadas de Tóquio


Obs.: os nomes em negrito estão qualificados para as semifinais.

1ª Bateria


1. Sylvain Andre (França) 3 pontos
2. Kye Whyte (Inglaterra) 9 pontos
3. Romain Mahieu (França) 10 pontos
4. Corben Sharrah (EUA) 11 pontos
5. Yoshitaku Nagasako (Japão) 12 pontos
6. Alex Limberg (África do Sul) 18 pontos

2ª Bateria


1. Niek Kimmann (Holanda) 4 pontos
2. Twan van Gendt (Holanda) 5 pontos
3. Renato Rezende (Brasil) 10 pontos
4. Nicolas Torres (Argentina) 13 pontos
5. Helvijs Babris (Letônia) 15 pontos
6. James Palmer (Canadá) 16 pontos

3ª Bateria


1. Joris Daudet (França) 3 pontos
2. Joris Harmsen (Holanda) 6 pontos
3. Tore Navrestad (Noruega) 9 pontos
4. Vincent Pelluard (Colômbia) 14 pontos
5. Simon Maquart (Suíça) 14 pontos
6. Evgeny Kleshchenko (Comitê Olímpico Russo) 17 pontos

4ª Bateria


1. Connor Fields (EUA) 4 pontos
2. David Graf (Suíça) 6 pontos
3. Carlos Alberto Ramirez Yepes (Colômbia) 11 pontos
4. Alfredo Campo (Equador) 12 pontos
5. Giacomo Fantoni (Itália) 14 pontos
6. Anthony Dean (Austrália) 16 pontos

Resultados do BMX Racing feminino nas Olimpíadas de Tóquio


Obs.: os nomes em negrito estão qualificados para as semifinais.

1ª Bateria


1. Mariana Pajon (Colômbia) 3 pontos
2. Simone Christensen (Dinamarca) 7 pontos
3. Merel Smulders (Holanda) 10 pontos
4. Elke Vanhoof (Bélgica) 12 pontos
5. Payton Ridenour (EUA) 13 pontos
6. Chutikan Kitwanitsathian (Tailândia) 18 pontos

2ª Bateria


1. Laura Smulders (Holanda) 4 pontos
2. Felicia Stancil (EUA) 5 pontos
3. Axelle Etienne (França) 9 pontos
4. Drew Mechielsen (Canadá) 13 pontos
5. Natalia Suvorova (Comitê Olímpico Russo) 14 pontos
6. Priscilla Stevaux (Brasil) 18 pontos

3ª Bateria


1. Bethany Shriever (Inglaterra) 5 pontos
2. Zoe Claessens (Suíça) 7 pontos
3. Lauren Reynolds (Austrália) 9 pontos
4. Saya Sakakibara (Austrália) 11 pontos
5. Manon Valentino (França) 15 pontos
6. Vineta Petersone (Letõnia) 16 pontos

4ª Bateria


1. Alise Willoughby (EUA) 3 pontos
2. Judy Baauw (Holanda) 7 pontos
3. Rebecca Petch (Nova Zelândia) 10 pontos
4. Natalia Afremova (Comitê Olímpico Russo) 12 pontos
5. Domenica Azuero (Ecuador) 13 pontos
6. Sae Hatekeyama (Japão) 22 pontos

Fotos: Wander Roberto / COB
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Último colocado no contrarrelógio em Tóquio tem grande história de superação

Ahmad Badreddin Wais nas Olimpíadas de Tóquio - Foto: Ahmad Badreddin Wais


O último colocado na prova do contrarrelógio no ciclismo de estrada das Olimpíadas de Tóquio, ocorrida nesta quarta-feira (28 de julho) tem uma grande história de superação. O nome dele é Ahmad Badreddin Wais, da Equipe Olímpica de Refugiados do COI.

O clima quente e úmido de Tóquio dificultou as condições e o atleta, nascido na Síria, parecia exausto ao cruzar a linha de chegada depois de dar tudo de si durante a competição.

Ao fim da prova do contrarrelógio nos Jogos Olímpicos de Tóquio, Ahmad terminou na última posição 13 minutos atrás do esloveno Primoz Roglic, que conquistou a medalha de ouro.

Com certeza foi um esforço fantástico para um ciclista que há pouco tempo estava fugindo da guerra em sua terra natal, ficando alguns anos afastado das competições.

No site oficial dos Jogos Olímpicos você encontra uma matéria completa contando a história de um sonho que virou realidade para esse corajoso atleta.

Foto: Facebook / Ahmad Badreddin Wais
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quarta-feira, 28 de julho de 2021

Olimpíadas de Tóquio consagra nova campeã no contrarrelógio

Desde Atenas 2004, contrarrelógio feminino não tinha novo nome como campeã. No masculino, vitória de Primoz Roglic.



Após conquistar a medalha de prata no ciclismo de estrada no último domingo, a holandesa Annemiek van Vleuten foi ouro no contrarrelógio nas Olimpíadas de Tóquio ao redor do Fuji International Speedway.

Van Vleuten conquistou a vitória ao superar suíça Marlen Reusser por 56 segundos de diferença. A Holanda também garantiu a medalha de bronze com Anna van der Breggen.

Desde as Olimpíadas de Atenas 2004 o contrarrelógio feminino não tinha uma nova campeã. A detentora do título até então era a norte americana Kristin Armstron.

No contrarrelógio masculino, Primoz Roglic venceu


Sem dar chances aos adversários na disputa do contrarrelógio masculino das Olimpíadas de Tóquio, o esloveno Primoz Roglic conquistou a medalha de ouro ao completar o percurso  com o tempo de 55min04s.



O holandês Tom Dumoulin ficou com a medalha de prata ao terminar a prova sendo um minuto mais lento que o líder. O medalhista de bronze no contrarrelógio dos Jogos Olímpicos de Tóquio foi o australiano Rohan Dennis.

Top 10 do contrarrelógio feminino em Tóquio 2020


1. Annemiek van Vleuten (Holanda) 30:13.49
2. Marlen Reusser (Suíça) +56.47
3. Anna van der Breggen (Holanda) +1:01.63
4. Grace Brown (Austrália) +1:08.73
5. Amber Neben (EUA) +1:12.64
6. Lisa Brennauer (Alemanha) +1:57.22
7. Chloe Dygert (EUA) +2:16.40
8. Ashleigh Moolman-Pasio (África do Sul) +2:24.11
9. Juliette Labous (França) +2:28.65
10. Elisa Longo Borghini (Itália) +2:47.40

Top 10 do contrarrelógio masculino em Tóquio 2020


1. Primoz Roglic (Eslovênia) 55:04.19
2. Tom Dumoulin (Holanda) +1:01.39
3. Rohan Dennis (Austrália) +1:03.90
4. Stefan Kueng (Suíça) +1:04.30
5. Filippo Ganna (Itália) +1:05.74
6. Wout van Aert (Bélgica) +1:40.53
7. Kasper Asgreen (Dinamarca) +1:48.02
8. Rigoberto Uran (Colômbia) +2:14.50
9. Remco Evenepoel (Bélgica) +2:17.08
10. Patrick Bevin (Nova Zelândia) +2:20.10

Ainda há mais eventos de ciclismo nas Olimpíadas de Tóquio. Confira a programação completa.

Fotos: Divulgação / UCI
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terça-feira, 27 de julho de 2021

Olimpíadas de Tóquio vai consagrar nova campeã olímpica no contrarrelógio do ciclismo de estrada



Pela primeira vez desde as Olimpíadas de Atenas 2004 haverá uma nova campeã olímpica no contrarrelógio do ciclismo de estrada.

A norte americana Kristin Armstrong mantinha a hegemonia na modalidade. Além de ter vencido nos Jogos Olímpicos de Atenas 2004, foi campeã em Pequim 2008, Londres 2012 e Rio 2016.

Como a atleta não está nas Olimpíadas de Tóquio, a certeza de um novo nome para o ouro olímpico é certa.

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Jaqueline Mourão agradece torcida e sinaliza encerramento de carreira após Olimpíadas

Jaqueline Mourão sinaliza encerramento de carreira - Foto: COB

Representante brasileira na prova de mountain bike cross-country nas Olimpíadas de Tóquio, Jaqueline Mourão fez uma publicação nas redes sociais agradecendo o apoio da torcida e sinalizou o encerramento da carreira. Ela concluiu a prova de MTB cross-country feminino na 35ª colocação.

"O ciclo da menina que sonhava seguir o pôr do sol está se encerrando na terra do nascer do sol, e com ele a renovação de um novo ciclo na minha vida", disse Jaqueline.

A MTB XCO feminino de Tóquio aconteceu nesta terça-feira, 27 de julho, e contou com a vitória de Jolanda Neff (Suíça). Mesmo sendo a atleta mais experiente na prova, Jaqueline Mourão não conseguiu um bom desempenho por conta de problemas relacionados à dores no ombro.

"Foi a prova mais desafiadora da minha carreira, circuito num outro nível, muito técnico, exigência de atenção o tempo todo. Me preparei muito para essa prova. Estou com o ombro lesionado, então, foi um desafio grande antes da prova. Feliz na minha parte técnica. Senti a respiração, não consegui entrar no ritmo da prova", afirmou.

A brasileira ainda declarou que está "fechando um ciclo muito bonito de 30 anos no mountain bike", afirmou estar muito feliz por fazer isso nos Jogos Olímpicos e agradeceu ao público e torcedores.

Confira a publicação de Jaqueline Mourão sinalizando o fim de sua carreira



Foto de destaque: COB
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Giugiu vence na categoria Júnior da Taça Brasil de MTB Cross-Country Olímpico

Competição foi realizada em Goiânia, Goiás, sendo válida como Campeonato Estadual de MTB XCO



No último domingo, dia 25 de julho, a petropolitana Giuliana Morgen voltou ao lugar mais alto do pódio em uma prova de alto nível. Desta vez, a vitória da atleta aconteceu na Taça Brasil de MTB XCO, etapa realizada em Goiânia, Goiás, no circuito do laboratório, conhecido pelo elevado nível técnico e por diversos obstáculos naturais, muitos singles-tracks, áreas de mata e rock gardens.

A competição reuniu os maiores nomes do Mountain Bike Cross-Country Olímpico do Brasil e, para vencer na Júnior, Giugiu encarou mais um dia de forte calor e muita velocidade. 

Durante a prova, a atleta apresentou um excelente rendimento e, mesmo tendo largado na Júnior, na última fila depois da elite e da Sub-23, a atleta da Sense Factory Racing imprimiu um ritmo implacável - no fim, ela passou todas as atletas da Sub-23 e, ao final de suas quatro voltas, já havia alcançado boa parte das atletas da elite. 

“Conquistei a vitória na Júnior com um desempenho bem consistente. Estou me sentindo cada vez melhor, e a última semana foi de bastante treino, então saio feliz com o resultado e com a evolução. A cada dia estou melhorando um pouquinho”, comentou a atleta.

No mês passado, Giugiu retornou de uma intensa temporada de competições na Europa, onde ela correu nada menos do que seis provas em sete semanas consecutivas, em condições climáticas que foram do calor super intenso, até temperaturas quase congelantes, sempre contra as melhores atletas do mundo. 

Depois deste um período bastante cansativo no velho continente, a atleta ainda voltou para o Brasil para participar na final da Copa Internacional de MTB, e também da Internacional Estrada Real Race TV, competição que aconteceu no último dia 13 de julho.

Agora, depois de passar duas semanas sem competir, Giugiu aproveita a vitória deste fim de semana para focar suas atenções na preparação para o restante da temporada, com diversas aparições confirmadas em provas de nível internacional, quase todas contando pontuação para o ranking da UCI, a entidade máxima do ciclismo no mundo. 

Próximas competições para Giugiu


No próximo dia 8 de agosto, Giugiu deve largar em mais uma etapa da Taça Brasil de MTB XCO, mas desta vez a prova acontecerá no Rio de Janeiro. Depois disso, a atleta corre outra etapa da Copa Internacional de MTB, largando nas competições de cross-country Olímpico e Cross-Country Short Track que serão realizadas em Petrópolis, nos dias 25 e 26 de Setembro. 



“Ainda me sinto um pouco cansada da viagem para a Europa, mas terei muitas provas daqui até o fim do ano e, com certeza, até o fim da temporada, vou trazer muitos resultados positivos como o de hoje”, finalizou Giugiu.  

Fotos: Felipe Almeida
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Jolanda Neff é ouro e Suíça garante pódio histórico no MTB feminino em Tóquio


A competição do mountain bike feminino dos Jogos Olímpicos de Tóquio aconteceu nesta terça-feira, 27 de julho, e teve um pódio histórico com as três integrantes da equipe suíça e Jolanda Neff conquistando a vitória e o ouro, Sina Frei com a prata e Linda Indergand com o bronze.

Ao completar a prova do MTB em Tóquio com 1:15:26, Jolanda Neff desbancou o favoritismo das francesas Pauline Ferrand-Prevot e Loana Lecomte. Prevot concluiu na 10ª posição e Lecomte em 6º.

Com temperatura de 28 graus alta umidade, a corrida começou com 38 ciclistas no pelotão no Izu Mountain Bike Park. O percurso havia recebido chuva no início do dia, trazendo novos desafios de tração, e um caráter diferente do MTB XCO masculino do dia anterior, vencido por Pidcock.

Jolanda Neff durante vitória em Tóquio - Foto: Swiss Olympic Team


No start loop, houve boas escapadas e Jolanda Neff conseguiu abrir grande vantagem para as adversárias logo no início da prova, fechando a primeira volta a quase 20 segundos das demais atletas. Neff manteve o ritmo impressionante aumentando a distância.

Pauline Ferrand-Prevot, uma das grandes favoritas, teve problemas em sua bicicleta no início da terceira volta e precisou parar para trocar uma roda. Com isso, perdeu tempo e abriu espaço para o domínio das suíças.

Já na passagem da quarta volta, Jolanda já tinha colocado mais de um minuto em cima da segunda colocada e continuou mantendo a pressão nos pedais.

Para as suíças, a última volta do MTB nas Olimpíadas de Tóquio foi apenas para cumprir o protocolo, pois a vantagem já era confortável para garantir os três primeiros lugares e assegurar as medalhas olímpicas.

Prova desafiadora para Jaqueline Mourão nos Jogos de Tóquio


A representante brasileira na prova de mountain bike nas Olimpíadas de Tóquio foi Jaqueline Mourão, fazendo história ao participar pela sétima vez de uma Olimpíada (a terceira de verão).

Jaqueline Mourão - Foto: COB


Mesmo sendo a atleta mais experiente na prova, Jaqueline não conseguiu um bom desempenho por conta de problemas relacionados à dores no ombro. Ela concluiu na 35º colocação, duas voltas atrás da líder.

"Foi a prova mais desafiadora da minha carreira, circuito num outro nível, muito técnico, exigência de atenção o tempo todo. Me preparei muito para essa prova. Estou com o ombro lesionado, então, foi um desafio grande antes da prova. Feliz na minha parte técnica. Senti a respiração, não consegui entrar no ritmo da prova", disse Jaqueline.

A brasileira ainda declarou que está "fechando um ciclo muito bonito de 30 anos no mountain bike", afirmou estar muito feliz por fazer isso nos Jogos Olímpicos e agradeceu ao público e torcedores. Em publicação nas redes sociais, Jaqueline Mourão também sinalizou o encerramento de sua carreira com o fim ao término dos jogos de Tóquio.

"Dei tudo que eu pude e queria agradecer a todos pela torcida, pelo carinho. Minha volta ao MTB foi muito importante para mim e muito feliz de poder representar meu país mais uma vez", concluiu.

Top 10 do MTB feminino de Tóquio 2020


1. Jolanda Neff (Suíça) 1:15:46
2. Sina Frei (Suíça) +1:11
3. Linda Indergand (Suíça) +1:19
4. Blanka Vas Kata (Hungria) +2:09
5. Anne Terpstra (Holanda) +2:35
6. Loana Lecomte (França) +2:57
7. Evie Richards (Inglaterra) +3:23
8. Yana Belomoina (Ucrânia) +3:54
9. Haley Batten (EUA) +4:27
10. Pauline Ferrand-Prevot (França) +4:32

Foto de destaque: Swiss Olympic Team
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segunda-feira, 26 de julho de 2021

Ritmo forte prejudica performance de Avancini e brasileiro fica fora do top 10 em Tóquio

Henrique Avancini nas Olimpíadas de Tóquio - Foto: Jonne Roriz / COB


Mesmo com a boa largada na prova de mountain bike XCO nas Olimpíadas de Tóquio, Henrique Avancini não conseguiu performar como esperava e concluiu a corrida na 13ª colocação.

"Eu estava muito tranquilo em relação a como eu poderia performar. Não consegui tirar tudo que meu corpo tinha pra dar e isso é muito ruim", disse Avancini.

O ritmo do MTB masculino nos Jogos Olímpicos de Tóquio foi forte desde o início e Avancini chegou a liderar a primeira volta. Com a alternância nas primeiras colocações, Henrique acabou perdendo algumas posições importantes, mas se manteve sempre na perseguição e fechou sua participação na 13ª posição.

Ao fim da prova em Tóquio, Henrique Avancini entrou para a história ao estabelecer o melhor resultado do Brasil no MTB em olimpíadas. Contudo, o atleta se disse decepcionado por não ter conseguido entregar toda a performance.

"Falo com muita segurança que cheguei na minha melhor forma física e não consegui entregar isso. Meu último treino na pista foi extremamente bom, me senti muito rápido no circuito. Não sei se essa é minha última participação ou não, mas não vim para adquirir experiência, vim pra entregar performance. A satisfação é pelo que trabalhei para estar aqui, mas fico decepcionado porque busquei defender o país da forma mais honrosa possível. Agora é tentar tirar o melhor proveito disso", declarou Avancini.

Estreia de Luiz Henrique Cocuzzi em Jogos Olímpicos


Outro brasileiro na prova de MTB foi Luiz Henrique Cocuzzi, que teve sua estreia em olimpíadas nos Jogos de Tóquio e fechou sua participação na 27ª posição.

Luiz Henrique Cocuzzi nas Olimpíadas de Tóquio - Foto: Jonne Roriz / COB


"Eu levo muita coisa dos Jogos Olímpicos. Nessa prova você aprende no que tem que melhorar. O que eu aprendi com esses Jogos é que por mais que você treine, trabalhe, sempre temos algo a melhorar, um detalhe para acertar. Apesar de tudo, gostaria de agradecer o trabalho da comissão técnica e todos que ficaram torcendo no Brasil", comentou Cocuzzi.

A prova masculina do mountain bike XCO dos Jogos Olímpicos de Tóquio aconteceu nesta segunda-feira, 26. O britânico Tom Pidcock conquistou o ouro e se tornou o atleta mais jovem a vencer na modalidade.

Mathias Flueckiger ganhou a medalha de prata após cruzar a linha de chegada com 20 segundos atrás de Pidcock. O espanhol David Serrano Valero completou o pódio com a medalha de prata.

A prova feminina do MTB acontece nesta terça-feira, 27, às 3h. Jaqueline Mourão estará alinhada para representar o Brasil.


Fotos: Jonne Roriz / COB
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Pidcock é campeão olímpico de MTB nos jogos de Tóquio

Thomaz Pidcock se tornou o atleta mais jovem a vencer na modalidade em Olimpíadas. Henrique Avancini terminou em 13º.



A prova masculina do mountain bike XCO dos Jogos Olímpicos de Tóquio aconteceu nesta segunda-feira, 26, e o britânico Thomaz Pidcock fez uma prova impecável para conquistar o lugar mais alto do pódio e o ouro olímpico.

Além de conquistar a vitória, Pidcock, que tem 21 anos, também se tornou o atleta mais jovem a vencer na modalidade.

Mathias Flueckiger ganhou a medalha de prata após cruzar a linha de chegada com 20 segundos atrás de Pidcock. O espanhol David Serrano Valero completou o pódio com a medalha de prata.


Mathieu van der Poel, que era forte candidato a vencer a prova do MTB nas Olimpíadas de Tóquio, sofreu uma queda impressionante no Sakura Drop aos 10 minutos de prova. Após se recuperar do tombo, o neerlandês foi para a 35ª colocação e ainda seguiu por um tempo antes de abandonar.

Outro nome icônico que ficou fora do pódio foi com vencedor do MTB da Rio 2016, Nino Schurter. O suíço fechou na 4ª colocação.

Avancini e Cocuzzi no MTB de Tóquio


O ritmo da prova foi forte desde o início e o brasileiro Henrique Avancini chegou a assumir a liderança ainda na primeira volta, mas com a alternância nas primeiras colocações, acabou perdendo algumas posições importantes, mas se manteve sempre na perseguição e fechou sua participação na 13ª colocação, registrando o seu nome mais uma vez na história do ciclismo ao conquistar o melhor resultado olímpico do MTB brasileiro.

Luiz Cocuzzi, outro brasileiro na competição, e estreante em Jogos Olímpicos, largou motivado, mas acabou enfrentando trechos de congestionamento, o que comprometeu sua estratégia. Em Tóquio, ele finalizou na 27ª posição.

A prova feminina do MTB acontece nesta terça-feira, 27, às 3h. Jaqueline Mourão estará alinhada para representar o Brasil.

Top 10 do MTB masculino de Tóquio 2020


1. Thomas Pidcock (Inglaterra) 1:25:14
2. Mathias Flueckger (Suíça) +0:20
3. David Valero Serrano (Espanha) +0:34
4. Nino Schurter (Suíça) +0:42
5. Victor Koretzky (França) +0:46
6. Anton Cooper (Nova Zelândia) +0:46
7. Vlad Dascalu (Romênia) +0:49
8. Alan Hatherly (África do Sul) +1:19
9. Jordan Sarrou (França) +1:36
10. Milan Vader (Holanda) +2:07

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domingo, 25 de julho de 2021

Horários do BMX nas Olimpíadas de Tóquio



Para os apaixonados por ciclismo que querem acompanhar os eventos do BMX nas Olimpíadas de Tóquio 2020, separamos aqui no Foto e Bike os dias e horários das competições.

As provas do BMX nos jogos de Tóquio vão ter dois brasileiros contando com nossa torcida: Renato Rezende e Priscilla Stevaux.

Datas e horários do BMX em Tóquio


BMX Racing nos Jogos Olímpicos


Masculino

28/07, quarta-feira: Quartas de final – Bateria 1 22h00
28/07, quarta-feira: Quartas de final – Bateria 2 22h42
28/07, quarta-feira: Quartas de final – Bateria 3 23h24
29/07, quinta-feira: Semifinais – Bateria 1 22h00
29/07, quinta-feira: Semifinais – Bateria 2 22h31
29/07, quinta-feira: Semifinais – Bateria 3 23h02
29/07, quinta-feira: Final 23h40

Feminino

28/07, quarta-feira: Quartas de final – Bateria 1 22h21
28/07, quarta-feira: Quartas de final – Bateria 2 23h03
28/07, quarta-feira: Quartas de final – Bateria 3 23h45
29/07, quinta-feira: Semifinais – Bateria 1 22h15
29/07, quinta-feira: Semifinais – Bateria 2 22h46
29/07, quinta-feira: Semifinais – Bateria 3 23h17
29/07, quinta-feira: Final 23h50

Ciclismo BMX freestyle park nas Olimpíadas de Tóquio


Feminino

30/07, sexta-feira: Classificação - 22h10
31/07, sábado: Final - 22h10

Masculino

30/07, sexta-feira: Classificação - 23h20
31/07, sábado: Final - 23h20

As informações já estão no horário de Brasília.

Foto: COB / Divulgação
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Anna Kiesenhofer é ouro no ciclismo de estrada nas Olimpíadas de Tóquio



Neste domingo, 25 de julho, a austríaca Anna Kiesenhofer conquistou a medalha de ouro do ciclismo de estrada nas Olimpíadas de Tóquio. A atleta completou os 147 km da prova em 3:52:45.

Aos 30 anos, Kiesenhofer conquistou a primeira medalha da Áustria nessa edição dos jogos olímpicos. Completaram o pódio a neerlandesa Annemiek van Vleuten, com a prata, e a italiana Elisa Borghini com o bronze.

Após passar praticamente a prova inteira na frente, Anna Kiesenhofer venceu com um minuto e 15 segundos de vantagem para a segunda colocada, van Vleuten.

Annemiek também ficou por muito tempo no segundo pelotão junto com a equipe dos Países Baixos. Se aproximando do final, a ciclista disparou em busca da medalha.

Já Borghini chegou a passar na 35ª colocação nas parciais finais, mas, em um sprint fantástico, alcançou o terceiro lugar chegando 15 segundos atrás da segunda colocada. A italiana repetiu o resultado dos jogos Rio 2016.

Na prova masculina, realizada no sábado, o equatoriano Richard Carapaz garantiu o ouro. A prata ficou com o Belga Wout Van Aert e o bronze foi para o esloveno Tadej Pogacar.

Top 10 do ciclismo de estrada feminino de Tóquio 2020


1. Anna Kiesenhofer (Áustria) 3:52:45
2. Annemiek van Vleuten (Holanda) 0:01:15
3. Elisa Longo Borghini (Itália) 0:01:29
4. Lotte Kopecky (Bélgica) 0:01:39
5. Marianne Vos (Holanda) 0:01:46
6. Lisa Brennauer (Alemanha)
7. Coryn Rivera (EUA)
8. Marta Cavalli (Itália)
9. Olga Zabelinskaya (Uzbequistão)
10. Cecilie Uttrup Ludwig (Dinamarca)

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sábado, 24 de julho de 2021

Michelin anuncia chegada dos pneus Force AM² e Wild AM² no mercado brasileiro

Novos pneus foram projetados para oferecer o equilíbrio ideal entre aderência, eficiência de rolagem, longevidade, resistência ao peso e danos


A Michelin anunciou duas novas opções de pneus para os competidores e amantes do ciclismo. De acordo com a fabricante, as novidades da linha Force e Wild prometem atender aos ciclistas que precisa de alta performance em subidas e em terrenos desafiadores.

Os lançamentos proporcionam mais resistência a impactos, mais rigidez e mais aderência, estando alinhados com o desempenho oferecido pelas bikes mais modernas. Os resultados são mais velocidade e menor incidência de danos.

"Mais uma vez temos o prazer de ampliar nossa gama no mercado brasileiro de bike. As novidades são direcionadas a bicicletas de competição e têm como diferenciais seu desempenho e segurança", afirma Adriana Shoshan – Diretora de Marketing para Passeio, Caminhonete, Moto e Bicicletas.

Michelin Force AM²


O Michelin Force AM² é um pneu de rolamento rápido para terrenos duros e mistos. Ele possui uma banda de rodagem direcional projetada para proporcionar o máximo de eficiência de rolagem, mas com altos níveis de aderência em frenagem e nas curvas. A banda de rodagem possui blocos centrais alongados para redução da resistência à rolagem e menos penetração no solo, além de inúmeras bordas de bloco para aderência e frenagem. Os blocos de ombro são inspirados no pneu Michelin DownHill DH22, garantindo aderência e estabilidade nas curvas.  O pneu também oferece uma relação otimizada entre blocos de banda de rodagem e ranhuras, que mantém a performance e a dinâmica do pedal nos percursos de trilha.

Michelin Wild AM²

O Michelin Wild AM² foi projetado para terrenos mistos a macios, onde a sua banda de rodagem mais agressiva garante altos níveis de aderência e ao mesmo tempo baixa resistência a rodagem. Os blocos centrais altos são inspirados no DownHill DH34. Eles oferecem máxima penetração no solo durante a frenagem e garantem uma excelente estabilidade a transferência de forças de frenagem em condições suaves. Os blocos do ombro são novamente inspirados pelo DH22, mas foram modificados para aumentar a pegada para maior aderência, estabilidade e uma direção progressiva em condições difíceis.

Os compostos de borracha e as carcaças de ambos os pneus foram projetados para oferecer o equilíbrio ideal entre aderência, eficiência de rolagem, longevidade, resistência ao peso e danos. Eles foram testados e validados em corridas de enduro de alto nível.

Tecnologias


A tecnologia GUM-X de composto duplo de borracha apresenta uma área central mais dura para a eficiência de rolagem ideal e maior vida útil dos pneus, combinada com borracha mais macia nos ombros para aderência nas curvas.

A carcaça com a tecnologia Gravity Shield usa uma fibra de alta densidade para aumentar a resistência a impacto e danos, a cortes da parede lateral e furos, além de uma carcaça 3x60TPI para rigidez e estabilidade, mantendo bons níveis de conforto.

Os dois pneus podem ser misturados e montados nas posições dianteiras ou traseiras, conforme apresentados abaixo para se adequarem às várias condições, preferências do piloto e estilos de pilotagem.

Dimensões disponíveis


Force AM² - 61-622 (29" x 2.40")
Wild AM² - 61-584 (27,5" x 2.40")
Wild AM² - 66-584 (27,5" x 2.60")
Wild AM² - 61-622 (29" x 2.40")
Wild AM² - 66-622 (29" x 2.60")

Preços dos pneus Force AM² E Wild AM²


Preço do pneu Michelin Force AM²: R$ 599,90
Preço do pneu Michelin Wild AM²: R$ 659,90
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