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sexta-feira, 18 de março de 2022

Quais as datas de treinos na pista da Copa do Mundo de MTB em Petrópolis?

Avancini de bicicleta na pista da Copa do Mundo de MTB em Petrópolis


A edição da Copa do Mundo de Mountain Bike em Petrópolis (RJ) será histórica, não só por ser a primeira vez que a cidade imperial recebe o evento, mas também por ser o retorno dessa disputa ao Brasil após 17 anos de espera.

Os dias para o evento estão cada vez mais próximos: será entre os dias 7 e 10 de abril na pista construída no São José Bike Club, em Petrópolis (RJ). Vai ser a primeira vez que a Copa do Mundo de MTB desembarca na América Latina com o atual formato, composto por Short Track (XCC) e Cross Country Olímpico (XCO).


A pista a ser utilizada na Copa do Mundo de MTB se chama XCO Henrique Avancini. Nos dias do evento ela contará com uma agenda restrita de prática liberada. Assim, vale a pena atletas e equipes estarem atentos às datas disponíveis para treinos para poderem aproveitar cada instante.

A primeira oportunidade para fazer um verdadeiro treinamento de luxo para a Copa do Mundo de MTB no XCO Henrique Avancini vai ser durante a realização da Copa Internacional de Mountain Bike (CIMTB). O evento acontece entre os dias 1º e 3 de abril, uma sema antes da Copa do Mundo. Já são quase de 600 inscritos, representantes de 30 países. Mais de 80 estrangeiros já garantiram suas vagas, bem como grandes nomes do ciclismo nacional.

Sexta-feira, dia 1º de abril, será o primeiro momento em que as pistas de XCO e XCC estarão abertas oficialmente para treinos, entre 10h e 16h. No sábado (2), os treinos acontecem entre 10h e 13h. Já no domingo (3), será a vez dos ciclistas fazerem praticamente uma Copa do Mundo antes da competição oficial da UCI, marcada para o fim de semana seguinte. Vale lembrar que a entrada do público será gratuita na CIMTB.

Pista fechada entre os dias 4 e 6


Entre segunda-feira (4) e quarta-feira (6), as pistas do XCC e XCO estarão fechadas para manutenção e montagem de estrutura da transmissão ao vivo, entre outras atividades. Enquanto o primeiro dia será reservado única e exclusivamente para ajustes, na terça será liberado o passeio a pé pelo circuito pelas equipes e atletas inscritos, entre 9h e 17h. Na quarta, a pista estará liberada para caminhada apenas das 9h00 às 12h00, pois à tarde serão realizadas as inspeções finais da UCI e da transmissão TV.

Pista volta a ser aberta no dia 7


No dia 7 de abril, quinta-feira, será a hora da ação voltar ao São José Bike Club. Entre 12h e 17h haverá os treinos livres de acordo com categorias. Das 12h às 13h30, sub-23 e elite feminina, das 13h30 às 15h, sub-23 e elite masculina, e, das 15h às 17h, a pista está liberada a todos, incluindo a Junior Series.


No dia 8 de abril, sexta-feira, mais três horários de treinos no XCO: 9h30 às 11h, sub-23 e elite feminina, 11h às 12h30, sub-23 e elite masculina; 13h às 14h30, categoria júnior. Ainda no mesmo dia, haverá o treino do XCC, das 14h45 até 15h30 para as mulheres, e das 15h30 até 16h15 para os homens.

No sábado (9), os atletas da júnior podem treinar das 8h às 9h, enquanto os ciclistas da sub-23 e elite masculina treinam entre 12h30 e 13h30, e as atletas da sub-23 e elite feminina, das 13h30 às 14h30. No domingo (10), dia de encerramento, também haverá pista aberta para ambas as categorias da elite, entre 9h e 10h30.

Cronograma de atividades no XCO Henrique Avancini


1 de abril - Treinos e competição
2 de abril - Treinos e competição
3 de abril - Dia de competição
4 de abril - Fechada para manutenção
5 de abril - Fechada para a bike e aberta para caminhada
6 de abril - Fechada para a bike e aberta para caminhada
7 de abril - Aberta para treinos
8 de abril - Treinos e competição
9 de abril - Treinos e competição
10 de abril - Treinos e competição

Foto: Fabio Piva / Red Bull Content Pool
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segunda-feira, 14 de março de 2022

Primeiro Pan-Americano de ciclismo paralímpico será no Brasil

Lauro Chaman em disputa no paraciclismo


A Confederação Pan-Americana de Ciclismo (COPACI) anunciou a realização do primeiro Campeonato Pan-Americano de ciclismo paralímpico, que será disputado entre os dias 17 e 20 de março de 2022, em Maringá (PR). A competição, chancelada pela União Ciclística Internacional (UCI), receberá 170 atletas de 11 países em provas de pista e estrada. 

Entre os participantes, haverá alguns atletas campeões mundiais, como o paulista Lauro Chaman, que também tem duas medalhas em Jogos Paralímpicos: prata e bronze no Rio, em 2016. As nações representadas no Pan-Americano serão, além do anfitrião Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, República Dominicana, Jamaica, Panamá, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela.


A competição distribuirá pontos nos rankings mundiais, tanto no individual como no de nações. Tais rankings serão utilizados como base para a classificação dos ciclistas ao Parapan-Americano de Santiago 2023 e aos Jogos Paralímpicos de Paris 2024. 

As provas do Pan-Americano de ciclismo paralímpico serão divididas da seguinte forma: as disputas na pista acontecerão nos dias 17 e 18, enquanto as competições de estrada ocorrerão nos dias 19 e 20.

Presidente da Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC), José Luis Vasconcellos afirmou que, para muitos atletas, o Campeonato Pan-Americano será a primeira oportunidade de brilharem em um evento internacional. 

"Há uma grande satisfação em realizar esta competição, pois temos a consciência de que estaremos na presença das maiores estrelas do ciclismo das Américas. São atletas que poderão obter medalhas nas próximas edições dos Jogos Paralímpicos", avaliou. 

Foto: Divulgação / Juan Bautista Benavent / CBC
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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022

Evie Richards e Jolanda Neff confirmam presença para CIMTB em Petrópolis

Jolanda Neff e Evie Richards estarão em Petrópolis na CIMTB


Atual campeã mundial de mountain bike cross country olímpico (XCO), Evie Richards confirmou sua presença na etapa de abertura da Copa Internacional de Mountain Bike (CIMTB), em Petrópolis (RJ). Além da britânica, Jolanda Neff que é a atual campeã olímpica da disciplina da também está confirmada para a prova.

A informação foi divulgada pela organização da CIMTB que destacou ainda que já são 50 ciclistas estrangeiros inscritos para a etapa de abertura da Copa Internacional de MTB, em Petrópolis. A prova será entre os dias 1º e 3 de abril, uma semana antes da primeira etapa da Copa do Mundo de MTB que vai acontecer no mesmo local.


Entre os atletas estrangeiros inscritos para a CIMTB, os maiores destaques, até o momento, estão na elite feminina, com as confirmações de Evie Richards (GBR), número 1 do ranking mundial e dona da jersey de campeã do mundo, a atual campeã olímpica, Jolanda Neff (SUI), Yana Belomoina (UCR), Anne Tauber (NED), Léna Gerault (FRA), dentre outras. 

Na disputa masculina também não faltam estrelas do MTB mundial, como Anton Cooper (NZE), Vlad Dascalu (ROM), Martin Vidaure (CHI), entre outros. Em comum aos atletas citados, o fato de eles fazerem parte do top 20 do ranking mundial de cross country.

Evie Richards e Jolanda Neff durante prova de MTB
Evie Richards e Jolanda Neff - Fotos: Armin Kuestenbrueck


Na super elite feminina, Evie Richards e Jolanda Neff puxam a fila de favoritas ao título da prova no XCO Henrique Avancini, localizado no São José Bike Club. “Estou muito feliz em voltar ao Brasil. Estive no país duas vezes, uma antes das Olimpíadas, em 2014, para um training camp com minha equipe, e a outra para competir na Rio 2016 pela seleção do meu país. Tive uma estadia incrível e guardo na memória lugares lindos, em que tive o prazer de vivenciar. Estou muito animada para voltar, com o meu time, Trek Factory Racing”, comentou Jolanda Neff.

Já entre os homens, Anton Cooper, Vlad Dascalu e Martin Vidaurre não terão vida fácil. Nomes como Martins Blums (LTV) e David Nordemann (NED), pupilos do neerlandês Bart Brentjens, Léandre Bouchard (CAN), Anton Sistov (RUS), e Nicolás Pardo (CHI), além de diversos ciclistas brasileiros, prometem fazer frente aos favoritos. 

Ao todo, 50 ciclistas estrangeiros estão confirmados na prova da CIMTB Michelin, que antecede a Copa do Mundo Mercedes-Benz de Mountain Bike. Além do Brasil, outros 19 países têm representantes inscritos: Chile, Colômbia, Porto Rico, México, EUA, Canadá, Inglaterra, Itália, Ucrânia, Dinamarca, Suíça, Portugal, Letônia, República Tcheca, Romênia, França, Holanda, Rússia e Nova Zelândia.

Competições podem ajudar Petrópolis após tragédia das chuvas


A realização da CIMTB e da Copa do Mundo de MTB em Petrópolis podem contribuir com mais doações e ajuda econômica para a cidade que teve o seu Primeiro Distrito duramente atingido por chuvas no dia 15 de fevereiro.


Em vídeo, Rogério Bernardes, que é o organizador da CIMTB e Copa do Mundo de MTB no Brasil, destacou que farão “um grande esforço para que tudo aconteça da melhor forma” e disse que será uma oportunidade de geração de emprego e renda, pois sempre priorizam “contração de mão de obra local e fornecedores locais”.


Rogério ainda disse recordou que os atletas costumam doar 2 kg de alimentos e isso será revertido à cidade de Petrópolis.

A CIMTB não cobra ingresso da torcida, mas Rogério pede que o público "traga o que puder: fraldas, itens de higiene pessoal coisas que hoje o pessoal (desabrigados) estão precisando mais".

"Na Copa do Mundo quem quiser trazer alguma coisa voluntariamente nós vamos fazer um ponto de coleta. Isso vale para os atletas e também para o público que estará presente", afirmou Rogério.

Foto de destaque: Bartek Wolinski / Red Bull Content Pool
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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2022

UCI faz visita técnica à pista da Copa do Mundo de MTB em Petrópolis

Rogério Bernardes (CIMTB) e Simon Burney (UCI)


Faltando poucos meses para a realização da Copa Internacional Michelin de Moutain Bike (CIMTB) e da Copa do Mundo Mountain Bike a União Ciclística Internacional (UCI) enviou o britânico Simon Burney para Petrópolis (RJ) para realizar a primeira visita técnica no local onde está realizada a pista das provas.

Simon Burney é o responsável por todos os detalhes da Copa do Mundo de MTB. O representante da UCI esteve em Petrópolis por dois dias para fazer uma visita técnica ao São José Bike Club, no Vale do Cuiabá, em Itaipava. Ao lado do organizador brasileiro da CIMTB e da Copa do Mundo, Rogério Bernardes, e do ciclista Henrique Avancini, o britânico percorreu a pé os 4,5 km do circuito que será o palco das duas competições, nos dias 1 a 3 e no período de 7 a 10 de abril, respectivamente.


"Não é muito frequente irmos a novos lugares excitantes como aqui. Fomos para a Austrália em Cairns, para a Copa do Mundo e Campeonatos Mundiais há alguns anos. Agora, temos a oportunidade de chegar a um lugar como este, onde tudo é diferente. Nova língua, nova cultura, nova natureza, novos animais, novos pássaros. É tudo diferente. Você pode misturar esporte com outras coisas também. O que é ótimo para todos. Normalmente vamos às mesmas corridas, a maioria delas na Europa. É bom ir a algum lugar novo. É emocionante começar o ano aqui", comentou Simon.

"Tenho a certeza de que os espectadores vão a loucura durante as provas em Petrópolis. E acho que vai marcar esta cidade pelos espectadores e pelo barulho da multidão. A atmosfera vai ser incrível. Estou realmente animado. Tenho certeza que será uma experiência incrível para todos. Estou bastante confiante. Aguardo muito a chegada de abril", completou o chefe da UCI.

O XCO Henrique Avancini


Tanto a CIMTB quando a Copa do Mundo de MTB, em Petrópolis, vão acontecer no XCO Henrique Avancini. A pista conta com um percurso que tem cerca de 4,5 km e, aproximadamente, 200 metros de altimetria acumulada por volta. Desde o início de janeiro, a equipe de percurso da CIMTB trabalha diariamente no local, fazendo melhorias e acertos técnicos no seu traçado com novos trechos, pontes etc. 

CIMTB 2019 em Petrópolis
Largada da CIMTB em Petrópolis, 2019, no XCO Henrique Avancini - Foto: Davi Corrêa


Alguns detalhes da pista, antes das modificações feitas para a Copa do Mundo podem ser vistas nessa publicação que conta com um vídeo preparado pelo Henrique Avancini.

"A pista é muito interessante. É um local completamente único. Nunca vimos um local como este, acho que não parece com nenhuma Copa do Mundo. O curso é realmente físico. Muito desafiante. Acho que o clima vai fazer a diferença. Tem chovido muito forte recentemente. Então, o percurso agora está molhado e com lama. Se secar, será um pouco mais rápido. Acho que vai ser muito difícil, porque é a primeira etapa da Copa do Mundo de XCO e XCC da temporada. Vai surpreender algumas pessoas com o quão difícil é, mesmo que elas estejam na melhor forma. Mas, eu realmente gosto dessa perspectiva", avaliou Simon.


Experiências no Brasil


Simon Burney já esteve no Brasil em outras ocasiões, como na primeira vez que o país recebeu uma etapa da Copa do Mundo de MTB, em 2005, em Balneário Camboriú (SC), e também para organizar provas de ciclismo antes e durante os Jogos Olímpicos Rio/2016. Embora tenha ficado pouco tempo em Petrópolis, o britânico já pode dar algumas opiniões a respeito da cidade de Henrique Avancini.

"Eu realmente não vi muito de Petrópolis ainda, mas estou realmente surpreso com o tamanho das montanhas nesta área. As montanhas ao redor impressionam. Para qualquer um que venha da Europa, é realmente interessante. É completamente diferente do que vemos lá. Quem vier, virá para curtir a experiência", profetizou.

Expectativa para abril de 2022


O representante da UCI também comentou o que espera das disputas das categorias elite masculina e feminina, sem esconder que acredita que entre os homens o petropolitano Henrique Avancini seja o favorito, por estar pedalando, literalmente, no quintal de sua casa.


"Acredito que o Avancini seja muito difícil de ser batido aqui. Acho que ele vai competir super motivado. Foi muito bom tê-lo na caminhada de reconhecimento de percurso, em que ele dividiu sua experiência conosco. Obviamente, ele está muito orgulhoso da pista e da área toda, onde ele vai querer fazer um bom show para o público. Ele terá que lidar com a pressão da torcida. Mas acho que ele vai aproveitar a ocasião para se apresentar muito bem. Espero que ele seja o favorito, mas vamos ter os nomes normais brigando pelas vitórias. Mathias Fluckinger, Nino, os franceses, entre outros competidores", contou Simon.

"Na corrida feminina será muito interessante ver a nova companheira (Mona Mitterwallner) da equipe de Avancini. Em ambas as corridas de elite a competição será muito forte, mas na corrida feminina há dez ciclistas que podem vencer, o que torna esta categoria muito emocionante. Este é um percurso desafiador, mesmo para os melhores atletas. Será um concurso de 'quem consegue escalar melhor' e temos alguns ciclistas que são favoritos nos percursos de escalada", finalizou.

Foto de destaque: CIMTB / Divulgação
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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2022

Vendas de bicicletas no Brasil em 2021 mantêm patamar superior ao período pré-pandemia



Um levantamento realizado pela Aliança Bike (Associação Brasileira do Setor de Bicicletas) com centenas de lojistas de todo o Brasil revela que as vendas de bicicletas recuaram 2% em 2021 em relação ao ano anterior. Levando-se em conta que as vendas em 2020 bateram recordes no território nacional – com crescimento de 50% em comparação com 2019 – o momento continua positivo para a bicicleta.

Considerando os dados consolidados do último biênio, as vendas estão em um patamar superior ao período pré-pandemia e a estimativa de vendas do comércio varejista de bicicleta dos últimos anos continua indicando crescimento.

De acordo com o levantamento da associação, em 2021 o mercado de bicicletas viveu momentos distintos. No primeiro semestre os números foram positivos, com crescimento de 34% em relação a 2020 e a franca recuperação das importações dos componentes. Já no segundo semestre, a retração foi de 36% nas vendas de bicicletas em comparação com o ano anterior.


"2021 manteve um ótimo volume de vendas para o mercado, graças especialmente ao primeiro semestre. Os seis meses iniciais do ano passado foram de recuperação das importações, após a escassez de produtos do setor em escala global, por conta da alta nas vendas da bicicleta em todo o mundo. Em consequência, as montagens das bicicletas também cresceram no Brasil, o que alavancou o mercado", explica o vice-presidente da Aliança Bike, André Ribeiro. 

A partir da pesquisa realizada com centenas de lojistas foi possível constatar também que a retração do segundo semestre se deve especialmente a uma queda na procura por bicicletas novas, especialmente entre as chamadas bicicletas de entrada, com valores entre R$ 800 e R$ 2mil. Como comparação, foram justamente estas as bicicletas mais comercializadas durante 2020 e que elevaram os índices de vendas a patamares recordes no país.

Contexto da bicicleta no mercado em 2020 e em 2021


Como explicou Ribeiro, o mercado de bicicletas vivia um momento diferente nos dois últimos anos. Especialmente nos primeiros meses de pandemia, lojas e montadoras precisaram lidar com a falta de componentes e insumos para a linha de montagem das bicicletas. Esta escassez foi causada especialmente pelo boom de vendas mundial, quando as principais fabricantes em nível global não conseguiram atender à crescente demanda.

Desta maneira, em 2020, principalmente, as lojas venderam bikes que já estavam no estoque, além de comercializarem mais bicicletas usadas. Ou seja: houve uma queda na produção e importação de modelos, mas ainda assim ocasionou o pico de vendas.

A queda registrada no segundo semestre do ano passado pode estar associada também a uma maior flexibilização da quarentena e das regras de circulação, com a abertura de comércios e espaços de lazer que ocorreram a partir de junho de 2021.


"Os números da minha loja no ano passado refletem bem a tendência do mercado: no primeiro semestre se estabilizou em alta, assim como o ano de 2020. Já no segundo semestre as coisas deram uma baixada, acredito que também pelo momento econômico negativo, com indicadores como IPCA, alta do dólar e inflação puxando essa fila e mudando o cenário do mercado de bicicletas", explica Graysson Júnior, da loja King Bike, em São José dos Campos-SP.

De acordo com o monitoramento da Aliança Bike, os estoques nas lojas para bicicletas de entrada e intermediárias já estão praticamente normalizados. Contudo, ainda há deficiência na oferta de componentes para o mercado especializado, especialmente de sistemas de transmissão e suspensões.

O que se espera de 2022 para o mercado de bicicletas


Segundo lojistas que participaram do levantamento, a expectativa para o ano de 2022 é positiva, de manutenção do patamar de vendas de bicicletas de 2021. Os profissionais ouvidos, porém, lembram que o otimismo se deve a outro fator: o crescimento considerável pelo serviço de mecânica e revisão de bicicletas, além da compra de acessórios e vestuário.

Isso se dá em decorrência do aumento da base de novos ciclistas que ocorreu desde o início da pandemia, acarretando em uma demanda maior por serviços, principalmente.

Em 2021, a Pesquisa Anual de Comércio Varejista de Bicicletas, realizada pela Aliança Bike com o apoio do Itaú, apontou que os serviços mecânicos aumentaram em 30% em relação a 2020 e já representam mais de 27% do faturamento de uma loja de bicicletas.
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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2022

Venda de bicicletas no Brasil está em alta nos últimos anos

Bicicleta fazendo sombra no chão


Uma coisa que sempre se percebe é o número casa vez maior de ciclistas pedalando nas diversas regiões do Brasil. Ao ver isso, uma pergunta chega quase sempre de forma inevitável: quantas bicicletas existem no Brasil? É uma curiosidade e tanto, mas será que existe um estimativa para esse número?

A resposta é: claro que sim! E já falamos disso aqui no blog Foto e Bike quando trouxemos um post sobre a pesquisa feita pela especialista em mobilidade urbana e fundadora da Multiplicidade Mobilidade Urbana, Glaucia Pereira, que estimava o número de bicicletas no Brasil.


Pois é, agora já temos mais um levantamento que mostra o quanto o crescimento na estimativa venda de bicicletas está aumentando desde 2018.

Estimativas de vendas no comércio varejista de bicicletas no últimos anos


A Aliança Bike (Associação Brasileira do Setor de Bicicletas) possui um monitoramento de estimativa de bicicletas no Brasil onde informações são baseadas nos dados de produção, montagem e importação de bicicletas e componentes e contempla bikes novas e usadas.

O levantamento realizado pela Aliança Bike contempla o período entre 2018 até 2021 e revela um crescimento constante. Olha só:

2018: 4 milhões de unidades
2019: 4 milhões de unidades
2020: 6 milhões de unidades
2021: 5,8 milhões de unidades

Para os lojistas que participaram do levantamento feito pela Aliança Bike a expectativa para o ano de 2022 é que o crescimento do número de vendas de bicicletas continue positivo. Contudo, os profissionais destacam que o otimismo se deve a outro fator: o crescimento do serviço de mecânica e revisão de bicicletas, além da compra de acessórios e vestuário.

E aí, você também está otimista para 2022?

Foto: Freepik
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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2022

Saiba como participar da Copa do Mundo de MTB no Brasil, em 2022

Henrique Avancini competindo em Mont Saint Anne, agosto de 2019


Entre os dias 8 e 10 de abril de 2022 acontece a primeira etapa da UCI MTB Word Cup XCO/XCC (a famosa Copa do Mundo de Mountain Bike). E essa edição será especial, pois acontece no Brasil, mais especificamente em Petrópolis, região serrana do Rio de Janeiro. Se você quer saber como participar da Copa do Mundo de MTB como atleta ou espectador, essa publicação tem informações que vão te ajudar.

Essa edição da Copa do Mundo de MTB tem um caráter especial, pois acontece no Brasil, mais especificamente em Petrópolis, região serrana do Rio de Janeiro, cidade do brasileiro Henrique Avancini, ciclista campeão mundial de XCM (2018) e vice-campeão mundial de XCO (2021). O palco da prova será o São José Bike Club, no Vale do Cuiabá, e os melhores mountain bikers do mundo estão inscritos na competição.


Diante das muitas perguntas sobre como fazer para participar da Copa do Mundo de MTB no Brasil, em 2022, a organização do evento e a comissária da Union Cycliste Internacionale (UCI) e da Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC), Regina Barbieri esclareceram algumas dúvidas durante entrevista na edição 99 do podcast da CIMTB Michelin.

Como participar da Copa do Mundo de MTB como espectador


A torcida é um fator de grande importância nas competições de ciclismo e na Copa do Mundo de Mountain Bike é diferente. E se tem uma coisa que o brasileiro sabe fazer muito bem é torcer pelos seus atletas favoritos.

Henrique Avancini e Luiz Henrique Cocuzzi disputam na CIMTB, etapa Petrópolis de 2019
Torcida vendo disputa entre Avancini e Cocuzzi etapa Petrópolis da CIMTB 2019 - Foto: Davi Corrêa


Os ingressos para quem quiser ir ao São José Bike Club assistir a Copa do Mundo de MTB em Petrópolis começaram a ser vendidos em novembro de 2020 no site oficial do evento.

Serão 4 dias de evento e estão disponíveis três tipos de passaporte:

- Passaporte de 4 dias (7 a 10 de abril)
- Passaporte de 2 dias (quinta e sexta)
- Passaporte de 2 dias (sábado e domingo)

Os preços variam entre R$ 180,00 e R$ 440,00 dependendo do passaporte escolhido e há valores reduzidos para crianças até 10 anos de idade.

Quem quiser assistir a Copa do Mundo de MTB, em Petrópolis, mas não quiser comprar um dos passaportes listados anteriormente, poderá comprar ingressos diários bastando escolher qual o dia. Para esse tipo de acesso, os preços são diferentes, vejam só:

- Ingresso para quinta: R$ 50,00
- Ingresso para sexta: R$ 180,00
- Ingresso para sábado: R$ 160,00
- Ingresso para domingo: R$ 250,00

Assim como os outros passaportes, o ingresso diário da Copa do Mundo de MTB em Petrópolis também têm valores reduzidos para crianças com até 10 anos de idade. Idosos e pessoas com deficiência terão descontos com esse tipo de ingresso.

Ainda falando sobre o evento, se você tiver curiosidade em saber como deve estar a pista, em 2019 o blog Foto e Bike esteve no local. Você pode conferir o que achamos da Pista XCO Henrique Avancini nessa publicação que fizemos. Às vésperas da prova, a UCI fez alterações na pista: confira os detalhes nessa matéria.

Como participar da Copa do Mundo de MTB como ciclista


Competir na Copa do Mundo de MTB não é algo tão simples. Existe uma série de regras, critérios e pontuações que precisam ser observadas e que qualificam o ciclista a participar da UCI MTB Word Cup.

Para atender o critério de pontuação para participar da Copa do Mundo de MTB no Brasil, em Petrópolis, os ciclistas participaram das competições do calendário de mountain bike de 2021. Segundo Regina Barbieri, a prova de XCO da segunda etapa da Copa Internacional de Mountain Bike (CIMTB), que aconteceu no começo de outubro de 2021, foi a única prova na América Latina com pontuação Hors Class, o que significa que houve distribuição de pontos até o 25º colocado.

Regina também recordou que o Campeonato Brasileiro de 2021 foi uma excelente oportunidade de pontuação, sobretudo para atletas sub-23. Com a mudança nas pontuações por parte da UCI, atualmente até o 10º colocado no short track do Brasileiro consegue pontuar. Isso era diferente até 2020, os pontos iam do vencedor até o 5º colocado. Outra mudança foi ter aumentado a pontuação para 50 pontos para o primeiro, em comparação com 10 pontos como era em 2020.

Regina ainda explicou sobre os critérios para todas as categorias que participarão da Copa do Mundo de MTB em Petrópolis 2022, que são a sub-23 e a elite tanto no feminino quanto no masculino (a categoria Júnior não correrá nessa etapa). Ela lembrou ainda, que além desses critérios, os atletas devem ser filiados à Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC) e aptos a pontuar no ranking internacional. "É a CBC que cadastra esses atletas, então é importante lembrar desse detalhe".

Critérios para competir na Copa do Mundo de MTB no Brasil


Categoria Sub-23 feminina


A UCI define que existem três formas de atletas sub-23 participarem das etapas da Copa do Mundo. 

1ª: Fazer parte de uma equipe UCI.

2ª: Ter no mínimo 20 pontos no ranking internacional de XCO para poderem se inscrever na corrida de Petrópolis.

3ª: Ir como integrante da federação nacional.

Pelotão de mulheres na Copa do Mundo de MTB em Snowshoe (2021)
Ciclistas na Copa do Mundo, em Snowshoe (2021) - Foto: Bartek Wolinski / Red Bull Content Pool


Segundo Regina, a seleção brasileira pode levar seis atletas normalmente, e como o Brasil vai sediar o evento, ganha o direito de ter mais seis competidoras em uma equipe B, somando 12 brasileiras no bolsão de largada pela seleção do Brasil, além das classificadas por pontos ou via equipe UCI. 

Caso as atletas não atinjam os critérios da CBC, um número menor de competidoras pode ser convocado.

Categoria Sub-23 Masculina


A UCI é mais criteriosa para esta categoria. Para alinhar na Copa do Mundo de MTB em Petrópolis, o atleta precisa ter no mínimo 80 pontos no ranking da UCI. "É uma pontuação alta", avalia Regina. Além disso, há a possibilidade de participar pela seleção, que em Petrópolis também terá direito a 12 atletas, seis principais e mais seis por ser a sede do evento, como na feminina.

Elite feminina e masculina


O critério é o mesmo para as duas categorias. É necessário ser federado na CBC e ter um mínimo de 60 pontos no ranking UCI para competir com a camisa da equipe, uma pontuação menor que a sub-23. Outra possibilidade é ser convidado para correr pela seleção. 

No caso da Elite, não existe a equipe B, portanto, o Brasil pode ter até seis atletas competindo pela seleção na categoria mais alta da Copa do Mundo de MTB em Petrópolis.

Foto de destaque: Bartek Wolinski / Red Bull Content Pool
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quinta-feira, 20 de janeiro de 2022

CIMTB e prefeitura de Petrópolis acertam detalhes para Copa do Mundo de MTB

Organização da CIMTB ao lado de Rubens Bomtempo, prefeito de Petrópolis


A organização da Copa Internacional de Mountain Bike (CIMTB) esteve na cidade de Petrópolis (RJ) para uma série de reuniões sobre as etapas da CIMTB e da Copa do Mundo de Mountain Bike que acontecerão no município entre os dias 1º e 10 de abril. Na segunda-feira (17), foram apresentadas todas as informações dos eventos ao prefeito do município, Rubens Bomtempo, e todos os demais secretários.

De acordo com o organizador da CIMTB, Rogério Bernardes, a reunião com o prefeito de Petrópolis e os secretários foi excelente e foi criada uma Comissão de Eventos que será liderada pelas Secretarias de Desenvolvimento Econômico e Turismo que irá dar suporte nos temas pertinentes à etapa da Copa Internacional de MTB e da Copa do Mundo.

"Além disso, o prefeito assinou nesta reunião o convênio com o Ministério da Cidadania, onde faremos um trabalho com as crianças da rede pública de ensino, entre a Copa Internacional Michelin de MTB e a Copa do Mundo Mercedes de MTB. Este convênio foi firmado através de uma verba do Deputado Federal Hugo Legal", completou.

"A Prefeitura de Petrópolis será uma grande parceira para agregar valor a esses importantes eventos esportivos, que são a Copa Internacional de Mountain Bike e a Copa Mundo Mercedes Benz de Mountain Bike de 2022. Vamos trabalhar junto com os organizadores, pois esta é uma oportunidade de mostrarmos a cidade para o mundo, tendo em vista que estaremos recebendo atletas dos quatro continentes", comentou o prefeito, Rubens Bomtempo.

Estão envolvidas no apoio a CIMTB Michelin praticamente todas as secretarias da Prefeitura Municipal como Turismo, Desenvolvimento Econômico, Cultura, CPtrans, Segurança, Serviços e Ordem Pública (SSOP), Comdep, Esportes, Obras, Educação, Saúde, Comunicação e Fazenda. Fato esse que mostra a importância que Petrópolis dá ao evento, também sendo valorizado com a criação de um Comitê formado para a Copa do Mundo.

"A reunião desta segunda-feira foi muito produtiva, porque considero que tanto o prefeito, vice-prefeito e secretários puderam perceber a importância e a grandeza do evento, que certamente movimentará a economia do município, aquecerá o turismo e levará a imagem da Cidade Imperial para todos os continentes. Mostrará Petrópolis como um destino turístico que tem muito a oferecer: turismo cultural, gastronômico, de compras, ecoturismo, esportivo, de negócios, dentre outros", enalteceu Silvia Guedo, secretária de Turismo da cidade.

Foto: Divulgação / CIMTB
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terça-feira, 11 de janeiro de 2022

Marcela Lima divulga campanha para ajudar moradores de Itabirito afetados pelas chuvas



Marcela Lima, ciclista de mountain bike e integrante do Team Groove Bikes, publicou um vídeo no Instagram falando sobre a situação de sua cidade, Itabirito (MG), que foi fortemente atingida pelas chuvas no último final de semana. A atleta também divulgou uma campanha de arrecadação para ajudar para pessoas do município mineiro.

"Minha cidade sofre com um dos piores momentos que ela já enfrentou. Tem diversas pessoas passando fome, pessoas precisando de ajuda, pessoas sem lugares para ficar, sem o que vestir. Então, diante disso, eu também quero ajudar de alguma forma", conta Marcela.

"Diante deste fato, eu Marcela Lima, atleta da região me senti na postura de ajudar as pessoas nesta situação e fazer está campanha online para que vocês possam ajudar comigo", disse a ciclista.

Marcela destacou que "se cada pessoa colaborar com um real a gente já tem um saldo bacana para poder ajudar essas pessoas". A atleta disponibilizou a chave Pix marcelalibrama@gmail.com para receber as doações.

Cidade de Itabirito em estado de calamidade pública


No domingo, 9 de janeiro, o prefeito de Itabirito, Orlando Caldeira (Cidadania) assinou o decreto declarando estado de calamidade pública no município que foi afetado por um "volume histórico de chuvas".

Em nota, a Prefeitura de Itabirito esclareceu que "tem priorizado as ações de salvamento emergencial e a retirada de pessoas de áreas de risco e áreas mais afetadas".

Foto: Captura de tela de vídeo no Instagram
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terça-feira, 5 de outubro de 2021

Leo Aversa desqualifica ciclismo e ofende seus praticantes em texto publicado no Globo

Foto: Pavla Kozáková / Pixabay


Nesta terça-feira, 5 de outubro, foi publicado um artigo do fotógrafo e colunista Leo Aversa intitulado 'A invasão dos playboys ciclistas' na editoria de cultura do O Globo. No texto, o articulista critica algumas atitudes dos ciclistas, vestimentas, equipamentos... enfim, só reclama parecendo um daqueles que querem as bikes fora das ruas e tenta de todo jeito desqualificar o esporte e seus praticantes!

Resumindo o conteúdo, Aversa critica as cores das roupas utilizadas pelos ciclistas (playboys ou não) e o fato de serem, em sua maioria, coloridas e justas. O autor também afirma ter "ranço" por conta dos ciclistas comprarem acessórios caros e bicicletas caras também (vai vendo).

"Se o objetivo é fazer gastar energia, não seria mais adequado uma Caloi Barra Forte ou uma Monark Barra Circular?", questionou Leo Aversa no decorrer de seu texto. E a resposta à questão é: depende! O biker que quiser andar com essas bicicletas e estiver feliz com o equipamento não tem de que reclamar. O mesmo podemos aplicar para a questão do investimento: quem define o quanto vai querer gastar em equipamentos é o próprio ciclista.

Em seu artigo, Leo Aversa apresenta o que pensa do ciclismo ao deixar transparecer que o objetivo de pedalar é só para gastar energia ou "impressionar as louras wellness e matar de inveja os tiozões". O que o autor não leva em consideração é que qualquer pessoa (playboy ou não) pode andar de bike simplesmente por gostar de fazer isso, por sentir prazer ao praticar o esporte.

Aversa fala da expressão "fechada e tensa" do "ciclista gourmet" quando está pedalando sua bike e diz que é "como se estivesse pilotando uma nave espacial". Bom, e qual o problema nisso? Nenhum! O que há aí é só o descontentamento do cara que escreveu o artigo, pois geralmente quem vai na bike está feliz.

Ainda arrisco dizer que talvez Leo Aversa tenha tido sensação parecida quando conquistou sua primeira câmera fotográfica e depois uma superior e outra ainda melhor do que a primeira e a segunda.

Não é porque tem duas rodas que é algo simples


É certo que as bicicletas são veículos de "propulsão humana, dotado de duas rodas", conforme define o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), mas isso não quer dizer que não haja bikes exclusivas e diferenciadas, pois há.

Além do mais, querer reduzir as bicicletas ao simplório - como fez Leo Aversa em seu artigo - é desvalorizar o trabalho de tantos engenheiros, projetistas e todo o corpo técnico que emprega esforços no desenvolvimento e aperfeiçoamento das bikes no Brasil e no mundo inteiro. E sim, eles projetam bicicletas para o 'tio Zé' da barra forte, para o ciclista amador, profissional e se o cara for playboy o projeto é para ele também.

Sobre os motoristas de ônibus


A maioria da galera que pedala, ao ser questionada sobre as cores das roupas de ciclismo, diz que é para chamar a atenção dos motoristas. Contudo, Aversa também se sente incomodado com isso.

Leo Aversa lida com estética: o cara é fotógrafo. Porém, não vamos entrar nesse campo visto que não é foco. Ao invés disso, um zoom em outro trecho do artigo dele pode ser mais interessante.

"Alguém deve explicar aos praticantes [de ciclismo] que não é que o chofer do ônibus, por exemplo, não os veja: é que ele simplesmente não se importa", disse Leo Aversa. Ora, se a situação é essa evidentemente existe: 1) falta de humanidade, pois sobre a bike vai uma vida; 2) falta de desconhecimento das leis de trânsito; 3) falta de conscientização e aplicação da lei.

Leo Aversa só acertou em uma coisa


No meio de tantas coisas que Aversa falou em seu artigo 'A invasão dos playboys ciclistas', só tem uma coisa que onde ele tinha razão: tem muito ciclista que não para nos sinais fechados. Galera, no Brasil, sinal vermelho é para parar, inclusive de bike! Há estudos que sugerem a revisão disso, mas enquanto não muda a norma é a que está no CTB.

De resto, Leo Aversa só disse caca!

Foto: Pavla Kozáková / Pixabay
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segunda-feira, 27 de setembro de 2021

Fredy Tejada morre aos 65 anos após acidente no L'Étape Brasil

Fredy Tejada durante competição em 2015 - Foto: Fredy Tejada / Arquivo Pessoal


O ciclista Fredy Tejada (65 anos) morreu neste domingo (26) após um acidente durante o L'Étape Brasil, em Campos do Jordão, interior de São Paulo. Tejada envolveu em um acidente com outros ciclistas durante o trecho de descida na Serra Nova.

Pedro Tejada, que é filho de Fredy, falou sobre o acidente nas redes sociais. Ele relata largou no L'Étape Brasil ao lado de seu pai, mas "infelizmente, dessa vez o destino fez ele subir uma estrada diferente".

"Meu pai se envolveu num acidente com outros ciclistas descendo a Serra Nova e, como resultado da queda, teve um traumatismo craniano gravíssimo. Ele foi atendido e transportado de helicóptero ao hospital mas, depois de horas de luta dele e da equipe médica, nos deixou as 19:45 (sic) do dia 26 de setembro de 2021", disse Pedro Tejada.

"O que mais nos conforta nesse momento é que ele nos deixou fazendo o que mais amava", continuou Pedro.

Amigo de Fredy Tejada, o ciclista e bike fitter Cleber Anderson também falou sobre a perda em suas redes sociais.

"Deus vai receber um cara muito gente fina como foi por toda a vida, e entre nós ficará eternizado por sua calma e simpatia com a imagem de um esportista fantástico" publicou Cleber Anderson.

Henrique Avancini, que participou da prova do L'Étape Brasil caracterizado como idoso como parte de uma ação promocional, publicou um story em rede social onde informou que, "resolvemos segurar a comunicação (da ação promocional) em respeito à família e amigos do ciclista Freddy Tejada (sic). Meus sentimentos", declarou.

Em nota ao blog Olhar Olímpico, a organização do L'Étape Brasil lamentou a morte de Fredy Tejada e manifestou solidariedade à família.

"A organização do L'Étape Brasil by Tour de France lamenta o ocorrido e presta profundas condolências à família de Freddy, uma pessoa querida por todos e um dos fidelis (atletas que competiram em todas as edições) da prova. Freddy era um apaixonado pelo ciclismo. Nossa única preocupação nesse momento de dor é confortar a família", disse a organização ao Olhar Olímpico.

Foto: Fredy Tejada / Arquivo Pessoal
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quinta-feira, 16 de setembro de 2021

TSW apresenta nova Full Quest TR Fast 21/22 com geometria de alto desempenho

Nova Full Quest TR Fast 21/22 com geometria de alto desempenho - Foto: TSW Bike / Divulgação


A TSW acaba de apresentar a bicicleta TSW Full Quest TR Fast 21/22, mais uma novidade na sua linha de bicicletas. A bike chega com quadro totalmente em fibra de carbono com construção monocoque, geometria moderna e um paco de componentes que associa custo competitivo e muito desempenho.

A apresentação da TSW Full Quest TR Fast 21/22 acontece menos de dez dias após a divulgação de outro modelo da marca: a Full Quest Starter.

Seguindo as últimas tendências do mercado, a TSW Full Quest TR Fast utiliza suspensões com mais curso do que uma XC tradicional, para quem quer controle total nas descidas. Além disso, ela aposta no novíssimo acabamento com efeito rainbow, também conhecido como "camaleão", que chama atenção pela beleza e pela qualidade.

Geometria da nova TSW Full Quest TR Fast para trilhas mais agressivas


Nos últimos anos, as geometrias das bicicletas de trilha passaram por um processo de modernização. Com a filosofia do long, low e slack, além de ficarem mais baixas, as bicicletas ganharam comprimento no triângulo dianteiro, e uma angulação mais relaxada na caixa de direção, tudo para garantir mais controle em trilhas super inclinadas e técnicas.



A TSW Full Quest TR Fast conta com 120mm de curso na suspensão dianteira RockShox Recon Silver RL e 100mm de curso na traseira. Dessa forma, a bicicleta encaixa-se perfeitamente na categoria XC, sendo super indicada para quem quer fazer trilhas que vão além do XC tradicional, com desafios técnicos como drops, rock gardens e inclinados que exigem confiança do piloto.

De acordo com a TSW, o coração Full Quest TR Fast é o exclusivo quadro da marca, que aposta em uma suspensão traseira com sistema horst-link sem pivô, com 100mm de curso que usa a flexibilidade do seat-stay para garantir o bom funcionamento, usando o eixo como pivô, possibilitando a redução de peso e diminuição da manutenção.

Além disso, a nova Full Quest TR Fast conta com construção de última geração com eixos boost passantes, caixa cônica e cabeamento interno.

A caixa de direção, por exemplo, tem 67 graus de inclinação, o que melhora a estabilidade em altas velocidades. Mas, com um alcance generoso de 475 mm no tamanho M, a nova Full Quest TR Fast 21/22  coloca o peso do piloto bem centralizado entre os eixos, e é aí que mora o segredo para manter o controle mesmo nas trilhas mais desafiadoras

Sobre os componentes da nova TSW Full Quest TR Fast


Para manter o nível elevado em sua nova linha de bicicletas full-suspension de carbono, a TSW apostou em um pacote de componentes de alto rendimento para a TSW Full Quest TR Fast 21/22.

Ela vem equipada com transmissão Shimano Deore M6100 de 12 velocidades, completo com câmbio traseiro, cassete 10-51 microspline e pedivela com braços de 170mm, que ajuda a evitar que os pedais batam em pedras ou outros obstáculos - o passador de trocas é SLX.



O Deore M6100 utiliza muitas das tecnologias encontradas no XTR M9100, inclusive o câmbio traseiro com polias grandes e sistema de engate Hyperglide +, que permite trocas de marcha precisas, mesmo sem aliviar a pressão nos pedais. 

Para absolver o terreno sem dificuldades, ela aposta no garfo RockShox Recon Silver RL com 120 mm com mola de ar Solo Air e sistema hidráulico Motion Control. TSW Full Quest TR Fast 21/22, o garfo e o shock RockShox SIDLuxe  Select + podem ser travados remotamente, pela trava de guidão.



Para garantir o controle em todas as situações, a mesa é mais curta, de 70mm, e o guidão tem 740 mm de largura. Além disso, os aros WTB ST I30 Tubeless de 30 mm de largura interna, calçando pneus Vittoria, garantem a aderência e a estabilidade, já que aros mais largos aumentam a área de contato do pneu no chão, além de permitirem o uso de pressões menores, sem que os pneus flexionem lateralmente. 

Ficha técnica resumida da TSW Full Quest TR Fast 21/22


Quadro: 29” | TSW Full Quest | Full Suspension | Carbono | Monocoque | Link e Triângulo traseiro carbono | Direção Tapered | Disc brake post mount | Boost 148x12mm THRU AXLE | Curso traseiro 100mm | Press-Fit 
Garfo: 29” | RockShox Recon Silver RL | 120 mm | Solo Air | Tapered | 15 x 110 mm | Offset 51 mm
Shock: RockShox SIDluxe Select + | 165 x 40 mm | Trava Remota
Transmissão: Shimano Deore M6100 12 velocidades
Rodas: WTB ST I30 | Tubeless Ready | 30 mm largura interna / Raio Inox 
Pneus: Vittoria
Peso: 13.35 Kg
Preço sugerido: R$22.999,00

Fotos: TSW Bike / Divulgação

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