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sexta-feira, 15 de março de 2019

Quem são os brasileiros participantes do Cape Epic 2019?

Equipe Cannondale Factory Racing (Henrique Avancini e Manuel Fumic) no Cape Epic 2017

Domingo, 17 de março, tem início a 15ª edição do Cape Epic, prova descrita pelo primeiro vencedor de mountain bike em Olimpíadas, Bart Brentjens, como o "Tour de France do mountain bike". Durante 8 dias os atletas, profissionais e amadores, darão seu máximo para completar os 700 km de prova.




Este ano, além do brasileiro e campeão mundial de maratona (XCM) em 2019, Henrique Avancini (Cannondale Factory Racing), haverão outros 28 atletas do Brasil no Cape Epic.

Confira abaixo a lista de competidores brasileiros inscritos na 15ª edição do Cape Epic para torcer por eles durante as transmissões ao vivo.

  • Henrique Avanici (Cannondale Factory Racing)
  • Abraão Azevedo (CST Sandd Bafang)
  • Tatiana Furlan (Especialissma/Valdameri)
  • Elciones Gervasio Valdameri (Especialissma/Valdameri)
  • Robert Baur Mendes Ribeiro (Os Mineirinhos)
  • Marcelo Araújo (Os Mineirinhos)
  • Leonardo Mello (Gato Gordo)
  • Rafael Campos (Gato Gordo)
  • Andre Assis (Ventura Bike Race)
  • Matheus Ventura (Ventura Bike Race)
  • Celio Vinícius Oliveira (CEL Engenharia)
  • Paulo Sérgio Borges de Freitas (CEL Engenharia)
  • André Costa (Clarity)
  • Leonardo Sampaio Julio (Clarity)
  • Fernando Lima (Junka/OCE)
  • André Junqueira (Junka/OCE)
  • Leandro Becker (Pangarés)
  • João Sichieri (Pangarés)
  • Guilherme Turano (FIP Moc Race)
  • Denis Henriques (FIP Moc Race)
  • Remerson Neri (TFAL Cannondale Brasil)
  • Juarez Soares Pitta (TFAL Cannondale Brasil)
  • Gabriel Cabral Tavares Ferreira (Kchaça MTB-Walter Tuche)
  • Christiano Fernandes Marinho (Kchaça MTB-Walter Tuche)
  • Fábio Augusto Kich Gontijo (Mavericks Pro)
  • Luiz Gatti (Mavericks Pro)
  • Ricardo Purri (SSCC - GT)
  • Luiz Eduardo Vieira (SSCC - GT)




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terça-feira, 3 de julho de 2018

MetrôRio está liberado para embarque de bikes dobráveis

Desde o dia 12 de junho de 2018, está liberado o embarque de passageiros com bicicletas dobráveis em todas as estações das linhas 1, 2 e 4 do MetrôRio no último carro do trem, durante o horário de funcionamento, em todos os dias da semana.

A iniciativa, anunciada pelo MetrôRio, coincidiu com a Velo-city 2018, maior conferência mundial sobre bicicleta, que aconteceu no Rio entre os dias 12 e 15 de junho. Na abertura oficial do evento, no Armazém 3 do Pier Mauá, na região portuária, o prefeito Marcelo Crivella destacou a importância de se debater o transporte por bicicleta como forma de evolução da cidade.




"É a maneira mais barata de preservar o meio ambiente e a saúde. E de aumentar a qualidade de vida, com menos trânsito e menos poluição", ressaltou. Ele também disse que a bicicleta é um meio de inclusão social. "É a maneira em que o rico e o pobre se deslocam na mesma velocidade, e com grandes benefícios para nós. Nosso trânsito está cada dia mais confuso, e nós temos também muita poluição", acrescentou, reafirmando o interesse de aumentar o número de ciclovias na cidade, acompanhando esse "movimento de sustentabilidade" global.

Imagem referencial. Foto: Pixabay/Domínio público

Regras para levar a bicicleta no metrô


É importante ressaltar que as bicicletas dobráveis deverão estar acomodadas em capa própria para transporte. Não será permitido o transporte de bicicletas pelas escadas rolantes, tapetes rolantes, plataformas inclinadas e verticais e elevadores, assim como montar sobre a bicicleta nas dependências do metrô ou mesmo no interior dos trens.

Os clientes com bicicletas devem respeitar o limite da faixa amarela, observando que a roda da bicicleta deve ficar antes da faixa. Além disso, não será permitido deitar a bicicleta no chão da composição ou prendê-la no balaústre. Bicicletas motorizadas, mesmo que dobráveis, não são permitidas.




De acordo com o MetrôRio, a liberação do transporte de bicicleta dobrável em todos os horários é mais uma iniciativa no sentido de estimular o transporte sustentável. O acesso aos clientes com bicicletas comuns já é permitido aos sábados, domingos e feriados durante toda a operação, e também nos dias úteis após as 21h, no último carro de cada composição.

"O MetrôRio, como transporte de massa, é um pilar da mobilidade no Rio de Janeiro.  Além de reafirmar nossa vocação, as iniciativas de apoio ao uso da bicicleta são mais uma contribuição da nossa empresa para proporcionar comodidade, bem-estar e inclusão, tanto para seus habitantes quanto para os visitantes, colaborando, assim, para a construção de uma cidade mais sustentável", diz Guilherme Ramalho, presidente do MetrôRio.

Com informações de Diário do Porto e MetrôRio
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segunda-feira, 2 de julho de 2018

14 cicloviagens para conhecer o Brasil

Ciclista de bicicleta praticando cicloviagem
- Há várias opções para cicloviagens no Brasil. Foto: Fernando Northpak/Pixabay -

Força, disposição e tranquilidade para percorrer o caminho no próprio tempo e respeitando os limites do corpo são essenciais para uma cicloviagem de sucesso – isso e muita água, é claro. Um país imenso como o Brasil tem muito mais a oferecer do que os já inúmeros, diversos e fascinantes destinos turísticos.

O mais comum é passar por paisagens estonteantes sem percebê-las direito, com a pressa em chegar, fazer check-in no hotel e “começar a aproveitar”. Em uma cicloviagem, essa lógica se inverte: a cereja do bolo é o caminho percorrido e o ponto de chegada é o fim do passeio.

Entre uma cidade, praia, cachoeira e outra, a terra está repleta de pássaros silvestres cantando bonito, flores cheirosas, riachinhos de água fresca, plantas desconhecidas, animais selvagens que podem (ou não) dar o ar da graça, mas só aproveita quem permanece mais tempo no trajeto, o que é difícil usando um meio de transporte motorizado, que passa zunando e assustando a fauna mais tímida.

Uma grande vantagem do cicloturismo – e do ecoturismo em geral – é a preocupação com a preservação do meio ambiente, seja no uso de meios de transporte sustentáveis (na bicicleta, o único combustível é a comida que o ciclista consome) ou na preocupação dos viajantes em cuidar do ambiente que está percorrendo, fazendo descarte consciente do próprio lixo, por exemplo.

Numa viagem de bike, também é preciso praticar o desapego: não dá pra levar uma muda de roupa para cada dia, nem todos os produtos de higiene que está acostumado a usar em casa no dia a dia. Ao experimentar um modo de vida mais simples na estrada, quem sabe não inspira a simplificar também o cotidiano?

14 cicloviagens para conhecer o Brasil sobre duas rodas de bicicleta

1. Serra da Canastra (MG)


O Parque Nacional da Serra da Canastra e dezenas de reservas ecológicas particulares na região têm estradinhas de terra que dão acesso a cachoeiras e mirantes belíssimos, muito procurados por cicloturistas e travessias à pé. Há uma grande oferta de campings, alguns deles próximos a piscinas de água termal e quente, hmmm! A região fica próxima à capital Belo Horizonte e pode ser percorrida em um, dois ou mais dias, seja carregando todos os equipamentos a cada deslocamento ou estabelecendo bases onde deixar a maioria da bagagem para explorar as cachoeiras e subir as serras com menos carga (Mathias Fingermann/Flickr)

2. Circuito das Araucárias (SC)


Este percurso está bem sinalizado com placas ao longo dos seus 250 km de estrada de terra, que começa e termina em São Bento do Sul. Entre as atrações, estão as florestas de araucárias, coníferas da Mata Atlântica do sul do Brasil que estão em extinção a Rota das Cachoeiras (só pode ser percorrida à pé, mas vale a pena deixar a bike por cerca de 4 horas para percorrê-la!) e a área de proteção ambiental dos Campos do Quiriri (foto). Mais informações na página oficial do circuito (Fabricio Celso/Flickr)

3. Circuito Vale Europeu (SC)


Os 350 km de estradas de terra tranquilas formam o primeiro roteiro brasileiro planejado para o cicloturismo. O circuito passa por pequenos vilarejos construídos por imigrantes europeus no final do século 19 e pode ser percorrido com calma em 7 dias de viagem. O site oficial do circuito tem excelentes informações sobre a região, preparos, roteiros e outras dicas úteis sobre o Vale Europeu (Carlos Neckel/Flickr)

4. Parque Nacional de Aparados da Serra, Serra Geral e São Joaquim (RS/SC)


Os três parques nacionais somam mais de 40 mil hectares na fronteira entre Rio Grande do Sul e Santa Catarina. É possível acampar em um ou dois lugares diferentes e usá-los como base para explorar as montanhas e cânions em volta. São diversas trilhas que podem ser percorridas de bicicleta, que passam pelos 64 cânions da região, algumas exigem bastante preparo físico. Os mais famosos são os do Itaimbezinho, Fortaleza, Malacara, Churriado e Coroados. O cânion do Itaimbezinho tem profundidade de mais de 1.500 metros, mais que o Grand Canyon, nos Estados Unidos! No Parque São Joaquim, apesar das montanhas, há vários trechos planos bons para pedalar – e a vista estonteante do Morro da Igreja (foto), que tem 1822 metros de altitude e temperaturas abaixo de zero no inverno (Otávio Nogueira/Flickr)

5. Circuito Costa Verde e Mar (SC)


Uma rota de cicloturismo que passa pelo litoral catarinense. Nela, ciclistas pedalam com vista para o mar e passam por pequenos vilarejos no interior do estado de Santa Catarina. São 270 km que passam por estradas de terra e vias urbanas, com o mínimo de rodovias. O caminho começa (ou termina) em Balneário Camboriú, uma das praias mais badaladas do estado, e vai até Camboriú, no interior. Leia o guia completo para realizar a rota (Júnior Dias/Flickr)

6. Estação Ecológica Juréia — Itatins (SP)


A estrada é de terra, mas é boa e não são permitidos carros, o que torna tudo mais seguro. O caminho desce pela úmida e exuberante Serra do Mar até a vila Barra do Una, à beira da praia. Dá pra fazer o passeio em uma manhã e almoçar em Barra do Una. Para voltar... Você pode pedalar morro acima ou pegar um ônibus (MAndrade/Flickr)


7. Estrada do Sol (SP)


Essa estrada de 75 km de Salesópolis à estrada Rio-Santos entre as cidades praianas de Caraguatatuba (+10 km) e São Joaquim (+17 km). Ela é também conhecida como “Estrada da Petrobrás”, usada em algumas ocasiões por funcionários da empresa. Na maior parte do tempo, as bicicletas são os únicos veículos nessa rota que passa por dentro do Parque Estadual da Serra do Mar. No começo do trajeto, há subidas bastante íngremes, mas a estrada está em boas condições e, depois do primeiro terço do caminho, há muito mais descidas (e a bela vista da Serra do Mar em seu estado bruto) (Hélio Bertolucci Jr/Flickr)

8. Caminho da Luz (MG)


Esta rota de 200 km passa por Minas Gerais quase na fronteira com Espírito Santo e Rio de Janeiro. Ela começa na cidade de Tombos e termina em Alto Caparaó. As vias são, em sua maioria, de estrada de terra, e cortam distritos pequenos e muita natureza. O trajeto todo pode ser percorrido em 4 dias com folga. De Alto Caparaó, é possível subir até o Pico da Bandeira.Veja mais informações no site oficial (ilejr/Flickr)

9. Estrada Real (MG)


A Estrada Real é uma rota turística que pode ser percorrida de carro, a cavalo, de bicicleta e até a pé. São mais de 1630 km de extensão, nos estados de Minas Gerais (principalmente), São Paulo e Rio de Janeiro. Alguns trechos da Estrada são melhores para o cicloturismo que outros, sendo que o Caminho dos Diamantes e o Caminho Velho têm estradas menores com menos trânsito de carros, o que os torna mais seguros e agradáveis para as duas rodas. A Estrada Real passa por diversos parques nacionais e estaduais, tem dezenas de cachoeiras, cidades charmosas, boa gastronomia, sítios arqueológicos e não faltam opções de hospedagem para todos os orçamentos. (Mathias Fingermann/Flickr)

10. Serra da Mantiqueira de Monte Verde (MG) a Mauá (RJ)


O caminho pelas estradas de terra do sul de Minas até o interior do Rio de Janeiro passando por Campos do Jordão em São Paulo percorre uma parte da imponente Serra da Mantiqueira. O caminho é cheio de altos e baixos e pode ser percorrido em 8 a 10 dias de viagem, dependendo das condições físicas dos cicloturistas (e da pressa). Cidadezinhas pequenas, cachoeiras, o Pico dos Maris e o impressionante Parque Nacional do Itatiaia são algumas das belezas do caminho, que termina nas cachoeiras de Mauá (Glauco Umbelino/Flickr)

11. Trans Mantiqueira, travessia pela Serra da Mantiqueira (MG)


Este é um caminho mais curto que também passa pela Mantiqueira. A travessia tem 100 km, dura dois dias e se restringe aos municípios de Baependi, Caxambu, Aiuruoca e Vale do Matutu. São trilhas de mata fechada, estradas de terra e belas paisagens (Mathias Fingermann/Flickr)

12. Serra do Espinhaço (MG e BA)


A Serra do Espinhaço costumava ser uma cordilheira há milhões de anos. Com a ação do tempo, ela já não é mais uma cadeia de montanhas, mas ainda é uma formação rochosa imponente e comprida, que vai do centro de Minas Gerais até o sertão da Bahia. A travessia começa pelo Caminho dos Diamantes, da Estrada Real, e depois continua pelos Parques Estaduais de Grão Mogol e Serra Nova até cruzar a fronteira com a Bahia e seguir caatinga adentro até a Chapada Diamantina. É uma travessia dura, longa (quase 2 mil km!) e que passa por três ecossistemas brasileiros: Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga (Denise Mayumi/Flickr)

13. Caminhos do Imperador (AL)


Esta cicloviagem refaz o caminho percorrido pelo Imperador Dom Pedro II em 1859 pelo estado do Alagoas. A rota vai subindo o Rio São Francisco partindo de Penedo até Piranhas. O Imperador, na época, foi até Delmiro Gouveia e Paulo Afonso, mas essas duas cidades não existem mais devido às hidrelétricas que inundaram a região, então o ponto final dos ciclistas é mesmo em Piranhas (foto). De lá, é possível fazer uma trilha até a Grota de Angicos, onde Lampião, Maria Bonita e seu bando foram emboscados e mortos depois de 30 anos de cangaço (Erika Morais/Flickr)

14. Arqueologia do Sertão (PI)


O Parque Nacional da Serra da Capivara abriga diversas pinturas pré-históricas e achados arqueológicos impressionantes! Sua importância histórica se junta à beleza da região, que está coberta por vegetação agreste de flores coloridas da caatinga, tem formações geológicas impressionantes e cânions profundos. Seu tempo de permanência na região vai depender da sua disposição. Não há apenas um caminho – para conhecer tudo, será preciso uma semana pelo menos. Há algumas boas estradas asfaltadas e outras de terra e é possível hospedar-se em alguns povoados no caminho. Leve grandes contêineres de água, pois o parque é grande, o calor é intenso e há poucos pontos de abastecimento.

Publicado originalmente em Viagem


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