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quinta-feira, 16 de setembro de 2021

TSW apresenta nova Full Quest TR Fast 21/22 com geometria de alto desempenho

Nova Full Quest TR Fast 21/22 com geometria de alto desempenho - Foto: TSW Bike / Divulgação


A TSW acaba de apresentar a bicicleta TSW Full Quest TR Fast 21/22, mais uma novidade na sua linha de bicicletas. A bike chega com quadro totalmente em fibra de carbono com construção monocoque, geometria moderna e um paco de componentes que associa custo competitivo e muito desempenho.

A apresentação da TSW Full Quest TR Fast 21/22 acontece menos de dez dias após a divulgação de outro modelo da marca: a Full Quest Starter.

Seguindo as últimas tendências do mercado, a TSW Full Quest TR Fast utiliza suspensões com mais curso do que uma XC tradicional, para quem quer controle total nas descidas. Além disso, ela aposta no novíssimo acabamento com efeito rainbow, também conhecido como "camaleão", que chama atenção pela beleza e pela qualidade.

Geometria da nova TSW Full Quest TR Fast para trilhas mais agressivas


Nos últimos anos, as geometrias das bicicletas de trilha passaram por um processo de modernização. Com a filosofia do long, low e slack, além de ficarem mais baixas, as bicicletas ganharam comprimento no triângulo dianteiro, e uma angulação mais relaxada na caixa de direção, tudo para garantir mais controle em trilhas super inclinadas e técnicas.



A TSW Full Quest TR Fast conta com 120mm de curso na suspensão dianteira RockShox Recon Silver RL e 100mm de curso na traseira. Dessa forma, a bicicleta encaixa-se perfeitamente na categoria XC, sendo super indicada para quem quer fazer trilhas que vão além do XC tradicional, com desafios técnicos como drops, rock gardens e inclinados que exigem confiança do piloto.

De acordo com a TSW, o coração Full Quest TR Fast é o exclusivo quadro da marca, que aposta em uma suspensão traseira com sistema horst-link sem pivô, com 100mm de curso que usa a flexibilidade do seat-stay para garantir o bom funcionamento, usando o eixo como pivô, possibilitando a redução de peso e diminuição da manutenção.

Além disso, a nova Full Quest TR Fast conta com construção de última geração com eixos boost passantes, caixa cônica e cabeamento interno.

A caixa de direção, por exemplo, tem 67 graus de inclinação, o que melhora a estabilidade em altas velocidades. Mas, com um alcance generoso de 475 mm no tamanho M, a nova Full Quest TR Fast 21/22  coloca o peso do piloto bem centralizado entre os eixos, e é aí que mora o segredo para manter o controle mesmo nas trilhas mais desafiadoras

Sobre os componentes da nova TSW Full Quest TR Fast


Para manter o nível elevado em sua nova linha de bicicletas full-suspension de carbono, a TSW apostou em um pacote de componentes de alto rendimento para a TSW Full Quest TR Fast 21/22.

Ela vem equipada com transmissão Shimano Deore M6100 de 12 velocidades, completo com câmbio traseiro, cassete 10-51 microspline e pedivela com braços de 170mm, que ajuda a evitar que os pedais batam em pedras ou outros obstáculos - o passador de trocas é SLX.



O Deore M6100 utiliza muitas das tecnologias encontradas no XTR M9100, inclusive o câmbio traseiro com polias grandes e sistema de engate Hyperglide +, que permite trocas de marcha precisas, mesmo sem aliviar a pressão nos pedais. 

Para absolver o terreno sem dificuldades, ela aposta no garfo RockShox Recon Silver RL com 120 mm com mola de ar Solo Air e sistema hidráulico Motion Control. TSW Full Quest TR Fast 21/22, o garfo e o shock RockShox SIDLuxe  Select + podem ser travados remotamente, pela trava de guidão.



Para garantir o controle em todas as situações, a mesa é mais curta, de 70mm, e o guidão tem 740 mm de largura. Além disso, os aros WTB ST I30 Tubeless de 30 mm de largura interna, calçando pneus Vittoria, garantem a aderência e a estabilidade, já que aros mais largos aumentam a área de contato do pneu no chão, além de permitirem o uso de pressões menores, sem que os pneus flexionem lateralmente. 

Ficha técnica resumida da TSW Full Quest TR Fast 21/22


Quadro: 29” | TSW Full Quest | Full Suspension | Carbono | Monocoque | Link e Triângulo traseiro carbono | Direção Tapered | Disc brake post mount | Boost 148x12mm THRU AXLE | Curso traseiro 100mm | Press-Fit 
Garfo: 29” | RockShox Recon Silver RL | 120 mm | Solo Air | Tapered | 15 x 110 mm | Offset 51 mm
Shock: RockShox SIDluxe Select + | 165 x 40 mm | Trava Remota
Transmissão: Shimano Deore M6100 12 velocidades
Rodas: WTB ST I30 | Tubeless Ready | 30 mm largura interna / Raio Inox 
Pneus: Vittoria
Peso: 13.35 Kg
Preço sugerido: R$22.999,00

Fotos: TSW Bike / Divulgação

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quarta-feira, 8 de setembro de 2021

Nova TSW Full Quest Starter alia tecnologia e beleza para acelerar nas trilhas técnicas

Nova TSW Full Quest Starter - Foto: TSW Bike / Divulgação


A TSW acaba de divulgar a nova Full Quest Starter 21/22 uma bicicleta voltada para quem quer acelerar nas trilhas mais técnicas em qualquer condição de uso. A bike é montada ao redor de um novo quadro de fibra de carbono com suspensão integral e construção monocoque.

Trata-se de uma bike capaz de levar você para treinos e competições de XCO e XCM com a mesma desenvoltura para encarar trilhas técnicas e desafiadoras daquele pedal épico com os amigos.

Atleta da TSW Racing Team, Hercilia Najara Ferreira estreou a sua TSW Full Quest com vitória na etapa Rio da Taça Brasil no dia 8 de agosto e descreveu relatou uma sensação muito boa ao pilotar a nova bicicleta.

“Ainda não consigo expressar com palavras a felicidade que estou sentindo por ter a oportunidade de pilotar essa bike”, disse Hercilia Najara sobre a nova TSW Full Quest às vésperas da competição.

O coração da TSW Full Quest Starter 21/22 e é o novo quadro monocoque com suspensão integral da TSW Bike, que aposta em uma geometria moderna, uma suspensão de 120mm e em um avançado sistema de suspensão traseira para oferecer um ótimo rendimento nas subidas, mas uma dose extra de controle e confiança para as trilhas mais técnicas.

Detalhes do Downtube da TSW Full Quest Starter - Foto: TSW Bike / Divulgação


A construção com técnicas superavançadas permitiu criar uma suspensão traseira horst-link sem pivô, com 100mm de curso, que usa a flexibilidade do seat-stay para garantir o bom funcionamento. Usando o eixo como pivô, é possível reduzir o peso e diminuir a manutenção.

Geometria da nova TSW Full Quest Starter segue últimas tendências do mercado


Não é só a beleza que atrai o olhar de quem vê a Full Quest: sua geometria tem o que há demais moderno em termos de projeto. Ela aposta no espaçamento boost dos eixos e na caixa cônica para oferecer mais rigidez, eficiência de pedalada e precisão na pilotagem.

A beleza em si fica por conta do cabeamento interno refinado e da pintura vermelha com detalhes em preto que harmonizam com as rodas e com o cockpit. Mas, sem sombra de dúvidas, o maior destaque da TSW Full Quest certamente fica por conta de seus ângulos e comprimentos.

Com uma caixa de direção angulada em 68 graus e com espaçosos 430mm de alcance no tamanho M, a nova Full Quest Starter 21/22 ainda utiliza uma mesa mais curta, de 70mm, para encarar Rock Gardens, trilhas inclinadas e altas velocidades sem dificuldades.

Dados da TSW Full Quest Starter 21/22 -  Foto: TSW Bike / Divulgação


Mas, com um seat-tube angulado em 74.5 graus e com um chainstay de 438mm de comprimento, a bike é ágil e roda em alta velocidade em trechos planos e também nas subidas mais íngremes e desafiadoras. 

Nova TSW Full Quest com componentes de entrada no alto desempenho


O pacote de componentes da nova TSW Full Quest Starter 21/22 toma como base a transmissão mais destacada da atualidade, quando falamos em relação custo benefício com desempenho. Trata-se do Shimano Deore M6100 de 12 velocidades, um grupo que possui as tecnologias de auto desempenho da Shimano, tendo de diferente os materiais, consequente peso e resistência, inclusive o câmbio traseiro com polias grandes e sistema de engates Hyperglide +, que permite trocas de marcha precisas, sem aliviar a força nos pedais. 

Uma das maiores vantagens deste grupo é seu cassete 10-51 de grande amplitude, com freehub microspline, com as trocas sendo realizadas por um trocador da mesma linha. Além disso, a TSW equipou a Full Quest Starter com pedivela de 170mm, que permite um giro mais eficiente, e menos risco de bater o pedal em pedras e obstáculos.

Detalhes da suspensão e shock RockShox da Full Quest Starter -  Foto: TSW Bike / Divulgação


Tudo isso aliado à suspensão RockShox Recon Silver RL com 120 mm de curso, Solo Air, sistema hidráulico Motion Control e trava remota no guidão e ao shock traseiro RockShox Deluxe Select + possui duas opções de funcionamento e proporciona 100mm de curso deixou a Full Quest Starter fácil de controlar nas descidas.

Rodas e cubos da nova Full Quest Starter 21/22


As rodas são montadas com cubos Shimano no espaçamento boost e aros WTB ST I30 Tubeless de 30 mm de largura interna, calçando pneus Vittoria. Por serem mais largos, estes aros melhoram a estabilidade da bike e a aderência dos pneus, que ganham uma maior área de contato e a possibilidade de rodar com menos pressão sem dobrar.

O cockpit é todo em alumínio, contando com uma mesa de 70mm de comprimento e um guidão de 740 de largura, completo com manoplas de espuma super leves e confortáveis. Para segurar o ímpeto dos pilotos mais agressivos, o modelo vem equipado com freios Shimano MT4100 de acionamento hidráulico.

Ficha técnica resumida da TSW Full Quest Starter 21/22


Quadro: 29” | TSW Full Quest | Full Suspension | Carbono | Monocoque | Link e Triângulo traseiro carbono | Direção Tapered | Disc brake post mount | Boost 148x12mm THRU AXLE | Curso traseiro 100mm | Press-Fit 
Suspensão: 29” | RockShox Recon Silver RL | 120 mm | Solo Air | Tapered | 15 x 110 mm | Offset 51 mm
Shock: RockShox Deluxe Select + | 165 x 40 mm | Duas posições de compressão
Transmissão: Shimano Deore M6100 12 velocidades
Rodas: WTB ST I30 | Tubeless Ready | 30 mm largura interna / Raio Inox
Pneus: Vittoria
Peso: 13.74 Kg
Preço sugerido: R$21.999,00

Fotos: TSW Bike / Divulgação
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quinta-feira, 26 de agosto de 2021

Bicicletas da KTM chegam ao mercado brasileiro por meio da 2W Motors

O Grupo 2W Motors anunciou que é o importador oficial da KTM Bikes no Brasil. As bicicletas já estão à venda no showroom do grupo

KTM Bikes chega ao Brasil por meio da 2W Motors - Foto: Divulgação


Em tempos nos quais a bicicleta deixou de ser apenas um equipamento de lazer e tornou-se um veículo de trabalho e um dos meios de transporte que mais têm atraído a atenção nos grandes centros urbanos, o Grupo 2W Motors anuncia que é o importador oficial da KTM Bike Industries no país. Os amantes da marca poderão pedalar em uma dessas preciosidades “Made in Áustria”, de alta performance e design arrojado, sem precisar buscar no exterior.

“A chegada da KTM Bikes faz parte dos planos de expansão da 2W Motors, com o incremento de mais uma marca no nosso portfólio de bicicletas. Escolhemos a marca em função do vínculo com os produtos off-road que comercializamos e por ser de renome, ter muito apelo na gama que atuamos e, principalmente, vinculado aos clientes que temos da Fantic, além das motocicletas da linha off-road da Husqvarna”, explica Raul Fernandes Jr, um dos sócios do grupo já consagrado por ser uma das referências no segmento de duas rodas.

Ao lado do irmão Maurício Fernandes, Raul comanda o grupo que representa também a italiana Fantic, que produz bicicletas elétricas (e-bikes) e que chegou ao Brasil há um ano.

Os modelos que estão sendo comercializados no showroom do grupo, no bairro de Moema, em São Paulo, são os da linha urban, road, mountain e, ainda kids. Entre eles: Wild Buddy 12, Chicago Disk 292, Chicago Disk 291, Ultra Sport 29, Scarp MT Exonic, Revelator Alto Elite, Revelator Alto Pro e a Revelator Alto Master (réplica usada no Tour de France – maior corrida de ciclismo de mundo que está acontece na França).

KTM Revelator Alto Master - Foto: Divulgação


Os valores variam de acordo com o modelo e o nível de ciclística. Para os iniciantes MTB é possível adquirir uma Chicago Disk 292, a partir de R$ 4.990,00. Uma bike em alumínio, versátil, de aro 29 e indicada para trilhas de mountain bike.

“Realmente fiquei surpreso com a finesse e a performance dos dois modelos. Já nos primeiros treinos melhorei meus tempos. As bikes evoluíram muito com a inclusão da marca no Tour de France, mundial de MTB”, explica Maurício referindo-se aos treinos na Revelator Alto Master e na Scarp MT Exonic. O empresário que também é piloto, concilia a sua rotina no grupo com as competições de Enduro e Rali, Brasil afora.

Sobre a KTM Bikes


A marca nasceu, em 1934, em uma oficina mecânica na cidade de Mattighfen, na Áustria. Mas foi em 1964 que começaram a ser produzidas as primeiras bicicletas da KTM Bike Industries, o modelo Fleetwing chega a ser comercializado nos EUA. Em 1978 veio a primeira bike de estrada (Fórmula S) e 10 anos depois, começa a ser fabricada a primeira mountain bike (Ultra Cross 1988).

Já a as bicicletas elétricas entraram na produção a partir de 1994. Mas foi em 2006 que as primeiras bikes com chassis full-carbon chegaram ao mercado e com sistema PDS (Prowler AT1). Após três anos, a marca apresenta a primeira e-montain bike (eRace 2010).

O empresário Raul Fernandes Jr com uma KTM Revelator Alto Elite - Foto: Divulgação
Empresário Raul Fernandes Jr com a KTM Revelator Alto Elite - Foto: Divulgação
Também conhecida como KTM Fahrrad GmbH, a empresa orgulha-se em rotular as bikes fabricadas com “Made in Áustria” que representam a história da KTM e seus produtos de design e tecnologia de ponta. Atualmente a empresa produz aproximadamente 240 mil bicicletas ao ano, destas 60% são de e-bikes.

Embaixador das marcas


Com mais de três décadas no segmento de duas rodas, seja como piloto de motos e de bikes, apresentador, comentarista e consultor esportivo, o paulistano Luciano Lancellotti, o KDRa, foi escolhido pelo grupo para ser o embaixador das duas marcas no Brasil: KTM Bikes e Fantic. Lancellotti diz estar feliz e muito honrado por poder trabalhar com a 2W Motors, a partir desta temporada. 

“KTM é uma marca de muita importância já no cenário da motocicleta e agrega um grande valor ao mercado nacional das bikes por ser uma marca icônica, assim como a Fantic, do cenário das motocicletas que também produz bicicletas de primeira linha e vai de encontro com o objetivo do grupo”, afirma.

Sobre o Grupo 2W Motors


Os irmãos Raul Fernandes Jr e Mauricio Fernandes são conhecidos por representarem marcas de peso do mercado mundial e transformaram a 2W Motors no grupo referência no Brasil, quando o assunto é duas rodas. Tudo começou em 2011, quando criaram a BMW Power Motorrad e um ano depois a Triple Triumph e, a partir de 2015, passaram a representar a Husqvarna Motorcycles no Brasil.

Em 2017 nasceu a 2W Motors, grupo sob direção de Raul, Maurício e, ainda, pela irmã mais nova Marcela Fernandes. Um ano depois inauguraram a Power Husky, em São Paulo, concessionária Flagship Husqvarna que trabalha com todos os modelos disponíveis no mercado internacional.

A partir de 2020, o grupo entrou também no mercado de bicicletas elétricas ao trazer a italiana Fantic para o país. Já em 2021, foi a vez da KTM Bikes, a tradicional marca austríaca, fazer parte da 2W Motors.

As bicicletas da KTM estão disponíveis para pronta entrega no showroom à Avenida Indianópolis, 564, Moema/SP e também podem ser adquiridas pelo e-commerce.

Mais informações pelo e-mail contato@2wmotors.com.br ou ainda no www.ktmbikesbrasil.com.brFacebook/KTM Bikes Brasil e Instagram @ktmbikesbr.
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sexta-feira, 30 de julho de 2021

O francês que foi a primeira pessoa a ultrapassar 160 Km/h de bicicleta

Alfred Letourneur e a Red Devil


Você não leu errado no título! É isso mesmo! No ano de 1941, o ciclista francês Alfred Letourneur estabeleceu um novo recorde de velocidade com a bicicleta da foto do início desse post e vamos te contar um pouquinho de quando isso aconteceu e alguns detalhes da bike.

Naquela ocasião, Letourneur, 20 vezes vencedor de "corridas de seis dias" nos Estados Unidos e Canadá, conseguiu a façanha de chegar aos 175,29 Km/h em uma bicicleta Schwinn Paramount que foi apelidada de Red Devil (Diabo Vermelho) no vácuo de um carro especialmente equipado. O feito aconteceu em uma rodovia perto de Bakersfield, Califórnia.

Letourneur, com a histórica Schwinn Paramount Red Devil, entrou para a história como a primeira pessoa a andar de bicicleta a mais de 160 Km/h.

Schwinn Paramount Red Devil


A transmissão da bicicleta é realmente impressionante. A coroa do pedivela tinha 57 dentes amplamente espaçados e, no cog traseiro, apenas 6 dentes. Ou seja, para cada giro do pedal dava 9,5 giros. Melhorando ainda mais essa informação, ao ver a ficha técnica da Red Devil, consta que a cada volta do pedal a bicicleta percorria cerca de 18 metros.

Detalhe interessante é que Letourneur levou quase 5 quilômetros para alcançar os 175 Km/h e pouco mais de 6 quilômetros para parar totalmente a bicicleta. Se levar em conta que era uma bike fixa, pensa na força do cidadão para acelerar e para parar ela...
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sexta-feira, 16 de julho de 2021

Associação convoca voluntários para realização da pesquisa nacional Perfil do Ciclista 2021

Acipe convoca voluntários para pesquisa Perfil do Ciclista 2021 - Foto: Acipe / Facebook


A Associação dos Ciclistas de Petrópolis (Acipe) realiza, até o dia 20 de julho, o cadastro de voluntários para a produção da pesquisa nacional Perfil do Ciclista 2021. O levantamento será feito em todo o território nacional pelas organizações Transporte Ativo, LabMob e Observatório das Metrópoles e irá gerar um documento que, em Petrópolis (RJ) servirá, também, para fundamentar a confecção do Plano Diretor Cicloviário (PDC), que está em fase de preliminar elaboração dentro da Comissão Especial de Mobilidade Cicloviária, que ocorre na Câmara Municipal de Vereadores desde o início de 2020

“Os voluntários terão papel fundamental no fomento de políticas públicas no município, no que diz respeito à ciclomobilidade. Ou seja, nas ações que pensam a integração da bicicleta como meio de transporte seguro em nossas vias”, lembra a presidente da Acipe, Isabela Guedes.

A presidente da Acipe destaca também que a coleta de dados é um ponto de partida fundamental para a elaboração do PDC. “Com base em informações como: quais são as pessoas que utilizam a bicicleta na cidade; como elas se deslocam; quantas vezes na semana fazem esse deslocamento; qual o trajeto, nós geramos subsídios para os gestores públicos, engenheiros de tráfego e urbanistas pensarem soluções para tornar esse modal de transporte mais viável”.

Esta é a primeira vez que a Acipe, ou seja, Petrópolis, participa da aplicação da pesquisa. “Por aqui, nossa meta é entrevistar 654 ciclistas que usam a bicicleta como meio de transporte pelo menos uma vez na semana. Os dados precisam ser coletados em diferentes pontos da cidade, especialmente em vias que interligam bairros. E a coleta deve ser realizada entre segunda e sexta-feira, justamente para ter como alvo os ciclistas que usam a bicicleta como meio de transporte”, ressalta a presidente da associação de ciclistas.

O objetivo do levantamento é de que os dados supram parte da grande necessidade de informação sobre a ciclomobilidade em Petrópolis e alimentem o PDC, cujo desenvolvimento iniciará em breve. “O planejamento da cidade, das rotas e da infraestrutura necessária para estimular o uso da bicicleta parte do levantamento de dados. Um bom plano cicloviário servirá de base para pensar as políticas públicas não apenas de um governo, mas das gestões futuras. Ele é um documento que deve ser seguido no planejamento viário, assim como o Plano de Mobilidade Urbana”, destaca a arquiteta e Urbanista Alline Serpa, do Núcleo de Arquitetura e Urbanismo da Acipe.

A pesquisa será aplicada, presencialmente, de 16 de agosto a 16 de setembro, seguindo todos os protocolos de segurança sanitária (distanciamento, uso de máscara e higienização com álcool em gel). “Os pontos de coleta de dados ainda estão sendo definidos”, informa a presidente da associação, que lembra que os voluntários precisam ser maiores de 18 anos, serem pessoas com facilidade de comunicação e que desejam conhecer um pouco mais sobre o uso da bicicleta como meio de transporte em deslocamentos cotidianos. 

“Eles trabalharão em duplas, ao ar livre, em dias úteis, e irão entrevistar um ciclista de cada vez, não havendo aglomeração. Também haverá cadastro para voluntários trabalharem inserindo as informações da pesquisa presencial no sistema online, sem sair de casa. Indicado para pessoas que não terão disponibilidade em participar presencialmente, mas possuem facilidade com computadores, tenham boa atenção e capacidade de concentração”, afirma Guedes. 

O levantamento conta com o apoio da Prefeitura de Petrópolis, por meio da Companhia Petropolitana de Trânsito e Transportes (CPTrans), da Coordenadoria de Planejamento e Gestão Estratégica (CPGE) e da secretaria de Esportes, além da Câmara Municipal de Vereadores de Petrópolis. “Para os estudantes universitários, a participação na pesquisa ainda resultará em horas complementares”, informa Guedes.

Para se cadastrar para ser voluntário na pesquisa é só acessar o link https://docs.google.com/forms. Mais informações também podem ser obtidas pelo e-mail acipe.br@gmail.com ou pelo telefone (24) 98837-2638.

Foto: Acipe / Facebook
Texto: Acipe com adaptações de Foto e Bike
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quinta-feira, 6 de maio de 2021

Bicicleta é o meio de transporte que se associa com mais benefícios à saúde, diz estudo

Pessoas andando de bicicleta


Em estudo liderado pelo Instituto de Saúde Global de Barcelona (ISGlobal) a bicicleta aparece como o meio de transporte que se relaciona com o maior número de benefícios para a saúde, estando associada a uma melhor autopercepção de saúde, melhor saúde mental e menor sensação de solidão.

 

Os meios de transporte incluídos no estudo foram  carros, motocicletas, transporte público, bicicletas elétricas, bicicletas e caminhada. Os efeitos de todos eles foram estudados separadamente e em combinação.

 

A investigação, desenvolvida no âmbito projeto europeu PASTA, foi realizada em sete cidades europeias - Antuérpia, Barcelona, ​​Londres, Örebro, Roma, Viena e Zurique. Mais de 8 mil pessoas responderam a um questionário inicial e, destes, mais de 3,5 mil fizeram um teste final com diferentes questões sobre transporte e saúde. As questões sobre saúde mental destacaram o conhecimento de suas quatro dimensões principais (ansiedade, depressão, perda de controle emocional e bem-estar psicológico), vitalidade (nível de energia e fadiga) e percepção de estresse. Também questionaram sobre as relações sociais, como sentimento de solidão e contato com familiares e/ou amigos.

 

As conclusões, publicadas na revista Environment International, indicam que a bicicleta foi o meio de transporte com os melhores resultados em todas as análises. Esteve associada a uma melhor autopercepção de saúde geral, melhor saúde mental, maior vitalidade e menor autopercepção de estresse e sentimento de solidão. Após as bicicletas, a caminhada ficou em segundo lugar e foi associada à autopercepção de boa saúde geral, maior vitalidade e maior contato com a família e/ou amigos.

 

A investigadora do ISGlobal e primeira autora da publicação, Ione Avila-Palencia, explica que "este é o primeiro trabalho que relaciona a utilização de múltiplos meios de transporte urbano com efeitos sobre a saúde, como saúde mental ou contatos sociais". "Dessa forma, podemos analisar os efeitos de forma mais realista, uma vez que as pessoas que vivem nas cidades hoje tendem a usar mais de um meio de transporte", afirma a pesquisadora.

 

Além do ciclismo e da caminhada, os resultados para os demais meios de transporte analisados ​​não foram totalmente conclusivos.


Foto de destaque: Yoav Aziz/Unsplash

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quarta-feira, 17 de março de 2021

Governo recua e anula medida que reduzia imposto de importação de bicicletas

Três bicicletas Specialized


Matéria atualizada em 18/03/2021, às 11h53 - O senador Eduardo Braga (MDB-AM) confirmou em seu Twitter que o Comitê Executivo de Gestão (Gecex) da Câmara de Comércio Exterior (Camex) revogou a resolução que diminuía o imposto de importação sobre bicicletas de forma progressiva até o final do ano.


Segundo o senador, a resolução 159, publicada em 18 de fevereiro de 2021, que diminuía o imposto de importação sobre bicicletas de forma progressiva até o final do ano, "colocava em risco empregos no setor de bicicletas na Zona Franca de Manaus".


A revogação era esperada, principalmente após os senadores da bancada do Amazonas pressionarem o governo federal para rever a medida. De acordo com senadores, a medida do governo grande risco de desindustrialização para o setor, com incentivo de substituição da capacidade produtiva interna. Para eles, o setor de bicicletas é decisivo para a geração de empregos em Manaus. 


No último dia 16 o Senado Federal adiou a votação do Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 87/2021, já aguardando a mudança de posição do governo.


Imposto de importação de bicicletas cairá em 10%


A resolução 159 da Câmara de Comércio Exterior (Camex), publicada em 18 de fevereiro de 2021, reduzia o imposto de importação de bicicletas de 35% para 20%.


Após pressão imposta por senadores do Amazonas, a alíquota terá redução de apenas 10% sobre o número atual, saindo de 35% para 31,5%.


Em nota, a Associação Brasileira do Setor de Bicicletas (Aliança Bike) considerou a decisão como um retrocesso para a economia nacional.

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sexta-feira, 5 de março de 2021

Quem vai de bicicleta para o trabalho tem menos risco de estresse

Pessoas se deslocando de bicicleta

Um estudo do Instituto de Salud Global de Barcelona (ISGlobal) concluiu que o papel da bicicleta como um meio de transporte que contribui para a melhoria da saúde pública e do bem-estar nas cidades, reduzindo significativamente o nível de estresse.

Segundo o estudo do ISGlobal, as pessoas que se deslocam de bicicleta para trabalhar ou estudar correm menos risco de sofrer estresse do que aquelas que se deslocam por outro meio de transporte. Contudo, é importante ressaltar a necessidade e investimento em mobilidade urbana para que isso ocorra de forma eficaz.

Usar a bicicleta nos deslocamentos ajuda no bem-estar


A pesquisa, publicada na revista BMJ Open, destaca que quem se desloca de bicicleta para o trabalho ou para a escola pelo menos uma vez por semana tem risco 20% menor de estresse do que quem nunca pedala. Especificamente, as pessoas que pedalam quatro dias por semana reduzem o risco de estresse em até 52%, em comparação com aquelas que nunca pedalavam.

Em geral, as pessoas usam mais a bicicleta quando os deslocamentos são mais curtos e quando há estações de bicicletas públicas perto de suas casas e locais de trabalho ou de estudo. Além disso, os resultados da pesquisa mostram que o risco de estresse é menor quando o ambiente urbano é mais favorável ao ciclismo, por exemplo, quando há estações públicas e ciclovias próximas. Dessa forma, o estudo conclui que um desenho do ambiente urbano que leva em consideração a bicicleta pode potencializar o uso desse meio de transporte e reduzir o risco de estresse.

O estudo, que faz parte do projeto TAPAS, foi realizado a partir de questionários telefônicos a cerca de 800 adultos saudáveis da cidade de Barcelona, entre 18 e 69 anos, que estudam ou trabalham.

A bicicleta pode reduzir os níveis estresse da sociedade


"Este é o primeiro estudo que foca a relação entre o ciclismo e o estresse autopercebido", explica Ione Avila-Palencia, pesquisadora do ISGlobal e primeira autora do estudo. "Temos uma sociedade bastante estressada e as conclusões desta publicação indicam que o ciclismo pode ajudar a reduzir os níveis de estresse da população", acrescenta a pesquisadora.

Mark J. Nieuwenhuijsen, diretor da Iniciativa de Planejamento Urbano, Meio Ambiente e Saúde do ISGlobal, destaca que "esses resultados sugerem que os responsáveis políticos devem promover o uso de bicicletas e priorizá-las no planejamento urbano e de transporte para reduzir os níveis de estresse e melhorar a saúde pública e bem-estar".


Foto principal: Candid Shots/Pixabay

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