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sexta-feira, 30 de julho de 2021

O francês que foi a primeira pessoa a ultrapassar 160 Km/h de bicicleta

Alfred Letourneur e a Red Devil


Você não leu errado no título! É isso mesmo! No ano de 1941, o ciclista francês Alfred Letourneur estabeleceu um novo recorde de velocidade com a bicicleta da foto do início desse post e vamos te contar um pouquinho de quando isso aconteceu e alguns detalhes da bike.

Naquela ocasião, Letourneur, 20 vezes vencedor de "corridas de seis dias" nos Estados Unidos e Canadá, conseguiu a façanha de chegar aos 175,29 Km/h em uma bicicleta Schwinn Paramount que foi apelidada de Red Devil (Diabo Vermelho) no vácuo de um carro especialmente equipado. O feito aconteceu em uma rodovia perto de Bakersfield, Califórnia.

Letourneur, com a histórica Schwinn Paramount Red Devil, entrou para a história como a primeira pessoa a andar de bicicleta a mais de 160 Km/h.

Schwinn Paramount Red Devil


A transmissão da bicicleta é realmente impressionante. A coroa do pedivela tinha 57 dentes amplamente espaçados e, no cog traseiro, apenas 6 dentes. Ou seja, para cada giro do pedal dava 9,5 giros. Melhorando ainda mais essa informação, ao ver a ficha técnica da Red Devil, consta que a cada volta do pedal a bicicleta percorria cerca de 18 metros.

Detalhe interessante é que Letourneur levou quase 5 quilômetros para alcançar os 175 Km/h e pouco mais de 6 quilômetros para parar totalmente a bicicleta. Se levar em conta que era uma bike fixa, pensa na força do cidadão para acelerar e para parar ela...
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sexta-feira, 16 de julho de 2021

Associação convoca voluntários para realização da pesquisa nacional Perfil do Ciclista 2021

Acipe convoca voluntários para pesquisa Perfil do Ciclista 2021 - Foto: Acipe / Facebook


A Associação dos Ciclistas de Petrópolis (Acipe) realiza, até o dia 20 de julho, o cadastro de voluntários para a produção da pesquisa nacional Perfil do Ciclista 2021. O levantamento será feito em todo o território nacional pelas organizações Transporte Ativo, LabMob e Observatório das Metrópoles e irá gerar um documento que, em Petrópolis (RJ) servirá, também, para fundamentar a confecção do Plano Diretor Cicloviário (PDC), que está em fase de preliminar elaboração dentro da Comissão Especial de Mobilidade Cicloviária, que ocorre na Câmara Municipal de Vereadores desde o início de 2020

“Os voluntários terão papel fundamental no fomento de políticas públicas no município, no que diz respeito à ciclomobilidade. Ou seja, nas ações que pensam a integração da bicicleta como meio de transporte seguro em nossas vias”, lembra a presidente da Acipe, Isabela Guedes.

A presidente da Acipe destaca também que a coleta de dados é um ponto de partida fundamental para a elaboração do PDC. “Com base em informações como: quais são as pessoas que utilizam a bicicleta na cidade; como elas se deslocam; quantas vezes na semana fazem esse deslocamento; qual o trajeto, nós geramos subsídios para os gestores públicos, engenheiros de tráfego e urbanistas pensarem soluções para tornar esse modal de transporte mais viável”.

Esta é a primeira vez que a Acipe, ou seja, Petrópolis, participa da aplicação da pesquisa. “Por aqui, nossa meta é entrevistar 654 ciclistas que usam a bicicleta como meio de transporte pelo menos uma vez na semana. Os dados precisam ser coletados em diferentes pontos da cidade, especialmente em vias que interligam bairros. E a coleta deve ser realizada entre segunda e sexta-feira, justamente para ter como alvo os ciclistas que usam a bicicleta como meio de transporte”, ressalta a presidente da associação de ciclistas.

O objetivo do levantamento é de que os dados supram parte da grande necessidade de informação sobre a ciclomobilidade em Petrópolis e alimentem o PDC, cujo desenvolvimento iniciará em breve. “O planejamento da cidade, das rotas e da infraestrutura necessária para estimular o uso da bicicleta parte do levantamento de dados. Um bom plano cicloviário servirá de base para pensar as políticas públicas não apenas de um governo, mas das gestões futuras. Ele é um documento que deve ser seguido no planejamento viário, assim como o Plano de Mobilidade Urbana”, destaca a arquiteta e Urbanista Alline Serpa, do Núcleo de Arquitetura e Urbanismo da Acipe.

A pesquisa será aplicada, presencialmente, de 16 de agosto a 16 de setembro, seguindo todos os protocolos de segurança sanitária (distanciamento, uso de máscara e higienização com álcool em gel). “Os pontos de coleta de dados ainda estão sendo definidos”, informa a presidente da associação, que lembra que os voluntários precisam ser maiores de 18 anos, serem pessoas com facilidade de comunicação e que desejam conhecer um pouco mais sobre o uso da bicicleta como meio de transporte em deslocamentos cotidianos. 

“Eles trabalharão em duplas, ao ar livre, em dias úteis, e irão entrevistar um ciclista de cada vez, não havendo aglomeração. Também haverá cadastro para voluntários trabalharem inserindo as informações da pesquisa presencial no sistema online, sem sair de casa. Indicado para pessoas que não terão disponibilidade em participar presencialmente, mas possuem facilidade com computadores, tenham boa atenção e capacidade de concentração”, afirma Guedes. 

O levantamento conta com o apoio da Prefeitura de Petrópolis, por meio da Companhia Petropolitana de Trânsito e Transportes (CPTrans), da Coordenadoria de Planejamento e Gestão Estratégica (CPGE) e da secretaria de Esportes, além da Câmara Municipal de Vereadores de Petrópolis. “Para os estudantes universitários, a participação na pesquisa ainda resultará em horas complementares”, informa Guedes.

Para se cadastrar para ser voluntário na pesquisa é só acessar o link https://docs.google.com/forms. Mais informações também podem ser obtidas pelo e-mail acipe.br@gmail.com ou pelo telefone (24) 98837-2638.

Foto: Acipe / Facebook
Texto: Acipe com adaptações de Foto e Bike
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quinta-feira, 6 de maio de 2021

Bicicleta é o meio de transporte que se associa com mais benefícios à saúde, diz estudo

Pessoas andando de bicicleta


Em estudo liderado pelo Instituto de Saúde Global de Barcelona (ISGlobal) a bicicleta aparece como o meio de transporte que se relaciona com o maior número de benefícios para a saúde, estando associada a uma melhor autopercepção de saúde, melhor saúde mental e menor sensação de solidão.

 

Os meios de transporte incluídos no estudo foram  carros, motocicletas, transporte público, bicicletas elétricas, bicicletas e caminhada. Os efeitos de todos eles foram estudados separadamente e em combinação.

 

A investigação, desenvolvida no âmbito projeto europeu PASTA, foi realizada em sete cidades europeias - Antuérpia, Barcelona, ​​Londres, Örebro, Roma, Viena e Zurique. Mais de 8 mil pessoas responderam a um questionário inicial e, destes, mais de 3,5 mil fizeram um teste final com diferentes questões sobre transporte e saúde. As questões sobre saúde mental destacaram o conhecimento de suas quatro dimensões principais (ansiedade, depressão, perda de controle emocional e bem-estar psicológico), vitalidade (nível de energia e fadiga) e percepção de estresse. Também questionaram sobre as relações sociais, como sentimento de solidão e contato com familiares e/ou amigos.

 

As conclusões, publicadas na revista Environment International, indicam que a bicicleta foi o meio de transporte com os melhores resultados em todas as análises. Esteve associada a uma melhor autopercepção de saúde geral, melhor saúde mental, maior vitalidade e menor autopercepção de estresse e sentimento de solidão. Após as bicicletas, a caminhada ficou em segundo lugar e foi associada à autopercepção de boa saúde geral, maior vitalidade e maior contato com a família e/ou amigos.

 

A investigadora do ISGlobal e primeira autora da publicação, Ione Avila-Palencia, explica que "este é o primeiro trabalho que relaciona a utilização de múltiplos meios de transporte urbano com efeitos sobre a saúde, como saúde mental ou contatos sociais". "Dessa forma, podemos analisar os efeitos de forma mais realista, uma vez que as pessoas que vivem nas cidades hoje tendem a usar mais de um meio de transporte", afirma a pesquisadora.

 

Além do ciclismo e da caminhada, os resultados para os demais meios de transporte analisados ​​não foram totalmente conclusivos.


Foto de destaque: Yoav Aziz/Unsplash

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quarta-feira, 17 de março de 2021

Governo recua e anula medida que reduzia imposto de importação de bicicletas

Três bicicletas Specialized


Matéria atualizada em 18/03/2021, às 11h53 - O senador Eduardo Braga (MDB-AM) confirmou em seu Twitter que o Comitê Executivo de Gestão (Gecex) da Câmara de Comércio Exterior (Camex) revogou a resolução que diminuía o imposto de importação sobre bicicletas de forma progressiva até o final do ano.


Segundo o senador, a resolução 159, publicada em 18 de fevereiro de 2021, que diminuía o imposto de importação sobre bicicletas de forma progressiva até o final do ano, "colocava em risco empregos no setor de bicicletas na Zona Franca de Manaus".


A revogação era esperada, principalmente após os senadores da bancada do Amazonas pressionarem o governo federal para rever a medida. De acordo com senadores, a medida do governo grande risco de desindustrialização para o setor, com incentivo de substituição da capacidade produtiva interna. Para eles, o setor de bicicletas é decisivo para a geração de empregos em Manaus. 


No último dia 16 o Senado Federal adiou a votação do Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 87/2021, já aguardando a mudança de posição do governo.


Imposto de importação de bicicletas cairá em 10%


A resolução 159 da Câmara de Comércio Exterior (Camex), publicada em 18 de fevereiro de 2021, reduzia o imposto de importação de bicicletas de 35% para 20%.


Após pressão imposta por senadores do Amazonas, a alíquota terá redução de apenas 10% sobre o número atual, saindo de 35% para 31,5%.


Em nota, a Associação Brasileira do Setor de Bicicletas (Aliança Bike) considerou a decisão como um retrocesso para a economia nacional.

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sexta-feira, 5 de março de 2021

Quem vai de bicicleta para o trabalho tem menos risco de estresse

Pessoas se deslocando de bicicleta

Um estudo do Instituto de Salud Global de Barcelona (ISGlobal) concluiu que o papel da bicicleta como um meio de transporte que contribui para a melhoria da saúde pública e do bem-estar nas cidades, reduzindo significativamente o nível de estresse.

Segundo o estudo do ISGlobal, as pessoas que se deslocam de bicicleta para trabalhar ou estudar correm menos risco de sofrer estresse do que aquelas que se deslocam por outro meio de transporte. Contudo, é importante ressaltar a necessidade e investimento em mobilidade urbana para que isso ocorra de forma eficaz.

Usar a bicicleta nos deslocamentos ajuda no bem-estar


A pesquisa, publicada na revista BMJ Open, destaca que quem se desloca de bicicleta para o trabalho ou para a escola pelo menos uma vez por semana tem risco 20% menor de estresse do que quem nunca pedala. Especificamente, as pessoas que pedalam quatro dias por semana reduzem o risco de estresse em até 52%, em comparação com aquelas que nunca pedalavam.

Em geral, as pessoas usam mais a bicicleta quando os deslocamentos são mais curtos e quando há estações de bicicletas públicas perto de suas casas e locais de trabalho ou de estudo. Além disso, os resultados da pesquisa mostram que o risco de estresse é menor quando o ambiente urbano é mais favorável ao ciclismo, por exemplo, quando há estações públicas e ciclovias próximas. Dessa forma, o estudo conclui que um desenho do ambiente urbano que leva em consideração a bicicleta pode potencializar o uso desse meio de transporte e reduzir o risco de estresse.

O estudo, que faz parte do projeto TAPAS, foi realizado a partir de questionários telefônicos a cerca de 800 adultos saudáveis da cidade de Barcelona, entre 18 e 69 anos, que estudam ou trabalham.

A bicicleta pode reduzir os níveis estresse da sociedade


"Este é o primeiro estudo que foca a relação entre o ciclismo e o estresse autopercebido", explica Ione Avila-Palencia, pesquisadora do ISGlobal e primeira autora do estudo. "Temos uma sociedade bastante estressada e as conclusões desta publicação indicam que o ciclismo pode ajudar a reduzir os níveis de estresse da população", acrescenta a pesquisadora.

Mark J. Nieuwenhuijsen, diretor da Iniciativa de Planejamento Urbano, Meio Ambiente e Saúde do ISGlobal, destaca que "esses resultados sugerem que os responsáveis políticos devem promover o uso de bicicletas e priorizá-las no planejamento urbano e de transporte para reduzir os níveis de estresse e melhorar a saúde pública e bem-estar".


Foto principal: Candid Shots/Pixabay

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