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terça-feira, 14 de setembro de 2021

Redução da carga tributária de bicicletas vira projeto de lei no Brasil



A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) transformou em projeto de lei a sugestão legislativa que pede a redução da carga tributária da cadeia produtiva de bicicletas no Brasil. A aprovação aconteceu nesta segunda-feira, 13 de setembro, e começará a tramitar pela CDH assim que receber o número de projeto.

A sugestão legislativa SG 21/2020 foi apresentada pelo internauta André Fraga em 2 de junho de 2020 e recebeu mais de 20 mil assinaturas de apoio em cerca de quatro meses. O senador Paulo Paim (PT-RS) foi o relator e deu parecer favorável à sugestão.

Como justificativa para sugestão legislativa, André Fraga ressaltou que os impostos sobre as bicicletas não incentivam à compra e impedem lojas e industrias de crescerem.

"Enquanto nos países que incentivam a bicicleta, lojas e indústrias crescem, no Brasil, metade das lojas tiveram queda no faturamento, igual ou superior a 50%. Estima-se que a desoneração tributária para o setor representaria incremento de 14% apenas sobre o consumo de bicicletas, sem contar nos benefícios em cascata da economia de rede", argumentou André.

Em fevereiro de 2021 chegou a ser publicada no Diário Oficial da União a redução do imposto de importação de bicicletas, mas em março do mesmo ano a medida foi revogada.

Reduzir os impostos favorece o uso da bicicleta


Em seu parecer, o senador Paulo Paim reconheceu que "é inegável a importância de fomentar o uso de bicicletas no País em linha com o que defendido na Ideia Legislativa sob análise desta Comissão".

Paim citou o estudo Análise Econômica do Setor de Bicicletas e suas Regras Tributárias, encomendado pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo) à Tendências Consultoria Integrada, em 2013. O estudo traz as principais características do setor e evidencia como a redução da carga tributária pode proporcionar benefícios aos consumidores, fabricantes, distribuidores e ao governo.

O estudo também destaca a cidade de Bogotá, na Colômbia, que passa por uma ampla reformulação do transporte público desde o final da década de 1990 e percebe o aumento do uso de bicicletas e as políticas de desestímulo ao uso de automóvel. O trabalho também ressalta que no Brasil as condições para o uso de bicicletas não são favoráveis devido aos preços elevados – em grande parte por conta da alta carga tributária – e pouca infraestrutura cicloviária.

"Esses exemplos revelam a importância de se avançar nesse setor no Brasil, de sorte a colher esses benefícios que o estímulo às bicicletas acarreta a toda população", afirmou o senador Paulo Paim. 

"Com esse propósito, a Associação Brasileira do Setor de Bicicletas (Aliança Bike) lançou um conjunto de 10 propostas, que incluem, entre outras, a ampliação da rede de ciclovias, a criação de linha de crédito para financiar a aquisição de bicicletas, a implementação de um programa nacional de fortalecimento da economia verde e a redução da carga tributária sobre as bicicletas", disse o senador.

Paim também reconheceu a alta carga tributária sobre as bicicletas e que o Congresso Nacional deve atuar para "incentivar a aquisição de bicicletas por meio da desoneração de parte dos tributos incidente sobre a cadeia produtiva". O senador ainda defendeu a redução que a redução dos impostos atinja não só as bicicletas convencionais, mas também as elétricas. "É inegável que, como meio de transporte, a bicicleta elétrica, inclusive para fins de mobilidade urbana, pode e deve ter sua entrada no País e produção incentivados".

À Agência Senado, o presidente da CDH, senador Humberto Costa (PT-PE), afirmou que a medida poderá incentivar o uso de bicicletas, ajudando a diminuir a poluição ao mesmo tempo que alavanca o uso de veículo barato e que faz bem à saúde do usuário.
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sábado, 11 de setembro de 2021

Tembici vai aumentar número de bikes com financiamento do Santander



O Santander Brasil e a Tembici fecharam uma linha de financiamento ver de R$ 29 milhões. A informação foi confirmada pelo banco no dia 29 de setembro e a ação vai viabilizar a expansão das operações da startup de mobilidade elevando em mil o número de bicicletas de seu sistema, sendo 500 para Brasília, até o final deste ano.

Trata-se da primeira operação de crédito verde (ESG Linked Loan) feita pelo Banco para uma empresa brasileira do setor. As concessões de empréstimos verdes pelo Santander condicionam desconto nos juros à medida que a empresa comprova a melhora de indicadores ESG pré-definidos. Além das novas bikes da Tembici, a capital federal receberá 70 novas estações.

"Os negócios verdes crescerão exponencialmente nos próximos anos. Atrelar metas socioambientais às operações de crédito com benefício para o cliente é uma forma de estimular o mercado na adoção das melhores práticas, fortalecendo negócios mais preparados para uma economia limpa e mais inclusiva", avalia Carolina Learth, responsável pela área de Sustentabilidade do Santander Brasil.

Com base sustentável, a Tembici busca neutralizar as emissões de CO2 de sua operação. Somente em 2020, foram economizadas mais de 4 mil toneladas de gás carbônico. Se emitido, o gás somente seria neutralizado com o plantio de aproximadamente 30 mil árvores. Ao final das pedaladas, os usuários da plataforma têm acesso ao número de calorias gastas e CO2 economizado.

Já o Santander tem investido na melhoria da infraestrutura para ciclistas. Em maio deste ano, o Banco anunciou o incentivo ao esporte tendo como representante o biker Henrique Avancini. Entre as novidades, estão uma linha de financiamento exclusiva para compra de bicicletas e peças, e oferta de seguro com cobertura para acidentes pessoais e apólices de vida. Além disso, casos de roubo ou furto foram incluídos nos planos de seguro residencial.

Foto: Santander / Divulgação
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sexta-feira, 10 de setembro de 2021

Loja Visual Bike é assaltada em Moema (SP) e fica com prejuízo milionário

Visual Bike de Moema foi assaltada durante feriadão de 7 de setembro - Foto: Visual Bike (Ipiranga) / Top Tour Virtual


A Visual Bike situada em Moema (SP) foi invadida e assaltada durante o feriadão de 7 de setembro. Os assaltantes levaram mais de 50 modelos top de linha da loja que é representante da Trek, causando prejuízo milionário ao estabelecimento.

Em áudio compartilhado no WhatsApp, uma mulher chamada Nanda que se identifica como funcionária da Visual Bike relata ter encontrado a porta arrebentada ao chegar para trabalhar no dia 8 de setembro.

"Levaram todas as bikes. Para não falar que levaram tudo, sobraram seis bikes", conta Nanda que ainda registrou que todas as bicicletas levadas foram as mais caras.

O proprietário da Visual Bike, Bruno Soares Barbosa, gravou vídeo que foi publicado no Instagram da Visual Bike e contou que foi um "prejuízo gigantesco". Segundo ele, a loja tinha seguro para uma parte do estoque, mas nunca imaginaram que pudessem roubar a loja inteira.

"Entraram na loja e limparam a loja inteira. [Foram] aproximadamente 55 bicicletas da loja mais umas seis bikes de clientes, acessórios, Garmin, pontencímetro... enfim, levaram bastante coisas", disse Bruno.

Como as câmeras de segurança e equipamento de gravação das imagens do circuito interno da loja também foram roubados, não foi possível saber como os bandidos agiram.

Nas redes sociais circulou um vídeo mostrando como os funcionários da Visual Bike encontraram a loja após o assaltando. As imagens mostram o estabelecimento sem as bicicletas e alguns produtos que foram deixados no chão pelos assaltantes.


Dentre as bicicletas que foram roubadas na Visual Bike, estão as da linha Madone, Domane, Emonda, E-Caliber, Rail, Verve+, Supercaliber, Slash, Top Fuel, Procaliber, Fuel, Marlin, X Caliber, FX e bikes da linha infantil da Trek. A faixa de preço dos itens varia entre 85 mil e 2 mil reais.

Fica o alerta: se virem preços muito baixos desconfiem. Exijam nota fiscal.

Foto: Visual Bike (Ipiranga) / Top Tour Virtual
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quinta-feira, 26 de agosto de 2021

Bicicletas da KTM chegam ao mercado brasileiro por meio da 2W Motors

O Grupo 2W Motors anunciou que é o importador oficial da KTM Bikes no Brasil. As bicicletas já estão à venda no showroom do grupo

KTM Bikes chega ao Brasil por meio da 2W Motors - Foto: Divulgação


Em tempos nos quais a bicicleta deixou de ser apenas um equipamento de lazer e tornou-se um veículo de trabalho e um dos meios de transporte que mais têm atraído a atenção nos grandes centros urbanos, o Grupo 2W Motors anuncia que é o importador oficial da KTM Bike Industries no país. Os amantes da marca poderão pedalar em uma dessas preciosidades “Made in Áustria”, de alta performance e design arrojado, sem precisar buscar no exterior.

“A chegada da KTM Bikes faz parte dos planos de expansão da 2W Motors, com o incremento de mais uma marca no nosso portfólio de bicicletas. Escolhemos a marca em função do vínculo com os produtos off-road que comercializamos e por ser de renome, ter muito apelo na gama que atuamos e, principalmente, vinculado aos clientes que temos da Fantic, além das motocicletas da linha off-road da Husqvarna”, explica Raul Fernandes Jr, um dos sócios do grupo já consagrado por ser uma das referências no segmento de duas rodas.

Ao lado do irmão Maurício Fernandes, Raul comanda o grupo que representa também a italiana Fantic, que produz bicicletas elétricas (e-bikes) e que chegou ao Brasil há um ano.

Os modelos que estão sendo comercializados no showroom do grupo, no bairro de Moema, em São Paulo, são os da linha urban, road, mountain e, ainda kids. Entre eles: Wild Buddy 12, Chicago Disk 292, Chicago Disk 291, Ultra Sport 29, Scarp MT Exonic, Revelator Alto Elite, Revelator Alto Pro e a Revelator Alto Master (réplica usada no Tour de France – maior corrida de ciclismo de mundo que está acontece na França).

KTM Revelator Alto Master - Foto: Divulgação


Os valores variam de acordo com o modelo e o nível de ciclística. Para os iniciantes MTB é possível adquirir uma Chicago Disk 292, a partir de R$ 4.990,00. Uma bike em alumínio, versátil, de aro 29 e indicada para trilhas de mountain bike.

“Realmente fiquei surpreso com a finesse e a performance dos dois modelos. Já nos primeiros treinos melhorei meus tempos. As bikes evoluíram muito com a inclusão da marca no Tour de France, mundial de MTB”, explica Maurício referindo-se aos treinos na Revelator Alto Master e na Scarp MT Exonic. O empresário que também é piloto, concilia a sua rotina no grupo com as competições de Enduro e Rali, Brasil afora.

Sobre a KTM Bikes


A marca nasceu, em 1934, em uma oficina mecânica na cidade de Mattighfen, na Áustria. Mas foi em 1964 que começaram a ser produzidas as primeiras bicicletas da KTM Bike Industries, o modelo Fleetwing chega a ser comercializado nos EUA. Em 1978 veio a primeira bike de estrada (Fórmula S) e 10 anos depois, começa a ser fabricada a primeira mountain bike (Ultra Cross 1988).

Já a as bicicletas elétricas entraram na produção a partir de 1994. Mas foi em 2006 que as primeiras bikes com chassis full-carbon chegaram ao mercado e com sistema PDS (Prowler AT1). Após três anos, a marca apresenta a primeira e-montain bike (eRace 2010).

O empresário Raul Fernandes Jr com uma KTM Revelator Alto Elite - Foto: Divulgação
Empresário Raul Fernandes Jr com a KTM Revelator Alto Elite - Foto: Divulgação
Também conhecida como KTM Fahrrad GmbH, a empresa orgulha-se em rotular as bikes fabricadas com “Made in Áustria” que representam a história da KTM e seus produtos de design e tecnologia de ponta. Atualmente a empresa produz aproximadamente 240 mil bicicletas ao ano, destas 60% são de e-bikes.

Embaixador das marcas


Com mais de três décadas no segmento de duas rodas, seja como piloto de motos e de bikes, apresentador, comentarista e consultor esportivo, o paulistano Luciano Lancellotti, o KDRa, foi escolhido pelo grupo para ser o embaixador das duas marcas no Brasil: KTM Bikes e Fantic. Lancellotti diz estar feliz e muito honrado por poder trabalhar com a 2W Motors, a partir desta temporada. 

“KTM é uma marca de muita importância já no cenário da motocicleta e agrega um grande valor ao mercado nacional das bikes por ser uma marca icônica, assim como a Fantic, do cenário das motocicletas que também produz bicicletas de primeira linha e vai de encontro com o objetivo do grupo”, afirma.

Sobre o Grupo 2W Motors


Os irmãos Raul Fernandes Jr e Mauricio Fernandes são conhecidos por representarem marcas de peso do mercado mundial e transformaram a 2W Motors no grupo referência no Brasil, quando o assunto é duas rodas. Tudo começou em 2011, quando criaram a BMW Power Motorrad e um ano depois a Triple Triumph e, a partir de 2015, passaram a representar a Husqvarna Motorcycles no Brasil.

Em 2017 nasceu a 2W Motors, grupo sob direção de Raul, Maurício e, ainda, pela irmã mais nova Marcela Fernandes. Um ano depois inauguraram a Power Husky, em São Paulo, concessionária Flagship Husqvarna que trabalha com todos os modelos disponíveis no mercado internacional.

A partir de 2020, o grupo entrou também no mercado de bicicletas elétricas ao trazer a italiana Fantic para o país. Já em 2021, foi a vez da KTM Bikes, a tradicional marca austríaca, fazer parte da 2W Motors.

As bicicletas da KTM estão disponíveis para pronta entrega no showroom à Avenida Indianópolis, 564, Moema/SP e também podem ser adquiridas pelo e-commerce.

Mais informações pelo e-mail contato@2wmotors.com.br ou ainda no www.ktmbikesbrasil.com.brFacebook/KTM Bikes Brasil e Instagram @ktmbikesbr.
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segunda-feira, 2 de agosto de 2021

Pesquisa inédita revela número estimado de bicicletas no Brasil

Pesquisa inédita revela número estimado de bicicletas no Brasil - Foto: Fabrício Macedo / Pixabay


Uma pesquisa feita pela especialista em mobilidade urbana e fundadora da Multiplicidade Mobilidade Urbana, Glaucia Pereira, revela que o Brasil tem uma frota estimada de mais de 33 milhões de bicicletas. O trabalho apresenta ainda Vitória (ES), Campo Grande (MS) e Aracaju (SE) como as três cidades brasileiras com maior concentração de bikes.

De acordo com Glaucia, “o trabalho apresenta dados inéditos da frota de bicicletas no Brasil, que podem ser usados para diagnóstico de mobilidade urbana em relação à população a outros modos de transporte, e para desenvolvimento de políticas públicas baseadas em evidências”.

A pesquisa estima que o Brasil tenha 33.230.198 bicicletas, o que representa a média de 16 bicicletas para cada 100 habitantes.

Uma das grandes dificuldades em determinar com exatidão o número de bicicletas no Brasil é o fato de que esse é um veículo que não precisa de registro administrativo, como os carros, por exemplo. Para chegar ao resultado da pesquisa, Glaucia Pereira usou dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares 2017-2018 (POF) do Instituto Nacional de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados em 2019.

“Vale ressaltar que a POF possui metodologia domiciliar. Assim, é provável que o dado aqui estimado não inclua bicicletas presentes em casas de veraneio, imóveis de temporada e similares. A POF também não contempla posse de bicicletas por pessoas jurídicas, como lojas de aluguel e ciclologística”, explica a Glaucia.

5 capitais com maior número de bicicletas no Brasil


Com base na pesquisa elaborada por Glaucia Pereira, é possível verificar quais são as cidades brasileiras com maior número de bicicletas proporcionais ao número de habitantes.

1. Vitória (ES): 81.328 bicicletas - 23 bikes para cada 100 pessoas
2. Campo Grande (MS): 192.425 bicicletas - 22 bikes para cada 100 pessoas
3. Aracaju (SE): 124.674 bicicletas - 19 bikes para cada 100 pessoas
4. Goiânia (GO): 279.522 bicicletas - 19 bikes para cada 100 pessoas
5. Curitiba (PR): 336.873 bicicletas - 18 bikes para cada 100

O artigo da pesquisa de Glaucia Pereira com a estimativa de bicicletas no Brasil pode ser visto na íntegra contem o ranking completo das capitais e também dos estados separados por região.

Foto: Fabrício Macedo / Pixabay
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sexta-feira, 23 de julho de 2021

GTSM1 lança nova bicicleta full suspension com melhor custo benefício da categoria

Com o melhor custo/benefício da categoria, a GTSM1 Rav3 Blue/Orange Edition é uma bicicleta de alta performance desenvolvida em parceria com Márcio Ravelli


GTSM1 lança a RAV3 - Foto: Divulgação / GTSM1


A GTSM1 anunciou esta semana a inclusão de um novo modelo de bicicleta full suspension à linha de bicicletas desenvolvidas pelo em parceria com o multicampeão de MTB, Márcio Ravelli.

O novo modelo divulgado pela GTSM1 é a RAV3 Blue/Orange Edition, que possui quadro GTS de Carbono Super light modular Toray T700 com suspensão Mastershock MT-30 Air Tapered Boost e grupo Shimano Deore M6100 1x12.

Segundo Ravelli, o modelo é ideal para amadores que buscam alta performance. "Este é um dos modelos mais básicos da linha PRÓ, ideal para quem está evoluindo no cross country ou outras modalidades. É um modelo de transição para atletas amadores que estão começando a competir em alta performance", explica o campeão.

Pesando cerca de 12,5 Kg, a bicicleta GSTM1 RAV3 conta com suspensão Mastershock MT-30, o grande diferencial desta edição limitada, pois permite que atletas intermediários usufruam de um componente profissional. O sistema de 12 velocidades Shimano Deore garante muito versatilidade para o uso misto em diferentes modalidades do mountain bike.

Detalhes da bicicleta GTSM1 RAV3 - Foto: Divulgação / GTSM1


"Os componentes da GTSM1 RAV3 Blue/Orange Edition são resistentes e eficientes. Conseguimos desenvolver uma bicicleta que irá ajudar muitos ciclistas que vivem esta transição para o profissional pois possui o melhor custo/benefício do mercado", conclui Ravelli.

Preço e disponibilidade da GTSM1 RAV3


A nova GTSM1 RAV3 Blue/Orange Edition pode ser adquirida nas revendas da marca em todo o país e também no site da própria marca.

A RAV3 está disponível nos tamanhos 16", 18" e 20" pelo valor de R$ 19.999,00.
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terça-feira, 13 de julho de 2021

CBC e Aliança Bike lançam nota de repúdio ao humorista Murilo Couto


A Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC) e a Aliança Bike publicaram nota de repúdio às declarações do humorista Murilo Couto que viralizaram nas redes sociais no último domingo, 11 de julho.

No vídeo, Murilo Couto faz uma piada de péssimo gosto sobre o atropelamento proposital de ciclistas, o que, de acordo com nota da Aliança Bikes, mesmo sendo uma piada pode promover mortes. "A atitude do humorista pode ser interpretada como incitação ao crime (art. 286 do Código Penal) e discurso de ódio, travestidos de "humor".

A CBD afirmou que a apresentação de Murilo Couto, além de debochar da prática do ciclismo, "incentiva e incita o ódio e a violência contra os ciclistas".

"Os ciclistas já são diariamente alvos da insegurança no transito, resultando muitas vezes em atropelamentos e acidentes fatais. Então, sem nenhuma graça, não cabe humor nem piada nesse assunto. Atropelar ciclistas é crime", declarou a CBC.

Também nós do blog Foto e Bike repudiamos veementemente a 'brincadeira' do humorista Murilo Couto. Da mesma forma, repudiamos de todos aqueles que aplaudiram e ainda os que manifestaram apoio ao que foi dito pelo humorista, pois, como repetimos várias e várias vezes: sobre a bicicleta vai uma vida.


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sexta-feira, 21 de maio de 2021

Trincas nos quadros das bicicletas Sense: saiba o que a fabricante diz sobre o assunto

Homem andando em bicicleta da Sense


Na maioria dos grupos de ciclismo, sobretudo no Facebook, é quase certo encontrar pessoas falando sobre as bicicletas da Sense, de modo específico, sobre rachaduras e quadros da Sense trincados.

Os usuários relatam que o problema ocorre, geralmente na solda que une o seat stay ao seat tube. E não são poucos os bikers que fazem tal reclamação sobre os quadros da Sense nas redes sociais e sites de reclamação.

O blog Foto e Bike entrou em contato com o setor de dúvidas técnicas da Sense para esclarecimentos e conhecer quais ações a marca está tomando para que não ocorra mais tal tipo de problemas.

"Fizemos melhorias para corrigir os problemas de quebra dos quadros", afirmou a equipe de relacionamento da Sense ao listar os principais investimentos para a solução do problema.

Quais melhorias a Sense fez e está fazendo para corrigir o problema?


Dentre os investimentos e melhorias, a Sense informou ao blog Foto e bike que contrataram "uns dos melhores engenheiros de solda no Brasil" e "fizemos grandes investimentos em maquinários e dispositivos para cada vez mais melhorar a qualidade", afirmou.

Tendo em conta que o foco do problema apontado pelos usuários está na solda dos quadros das bicicletas, a Sense disse ter feito melhorias em "todos os processos de solda e parâmetros de tratamentos".

"Testamos todos os nossos quadros na Europa, em laboratório independente, conforme os testes da ISO (norma Europeia); investimos em um laboratório interno a fábrica, com processos de metalografia para análise de qualidade de solda", declarou.

Além disso, a Sense também afirmou ter dobrado a intensidade dos testes em máquinas de fadiga e que estão investindo em análise e testes dos tubos dos quadros através de método de metalografia de varredura a fins de sanar todo e qualquer problema relativo a trincas.

Por fim, as bicicletas da Sense já serão produzidas sendo resultado das medidas de correção e investimentos feitos pela empresa.

"Estamos aumentando nossa capacidade fabril com uma nova fábrica e aumento do quadro pessoal para que possamos inovar tecnologicamente e aperfeiçoar processos com intuito de gerar mais qualidade aos nossos produtos".

"Problemas podem acontecer, mas estamos muitos seguros em relação a engenharia e qualidade dos quadros produzidos para atender a garantia e os modelos 2021/22", concluiu.

Imagem de destaque: reprodução / Sense
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quarta-feira, 19 de maio de 2021

Indústria de bicicletas registra queda na produção em abril

Produção de bicicletas fábricas


Os fabricantes de bicicletas instalados no Polo Industrial de Manaus (PIM) registraram queda na produção no mês de abril e atribuem o impacto negativo à falta de insumos provocada pela pandemia do Covid-19.

De acordo com os números da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares – Abraciclo, em abril foram produzidas 51.281 bicicletas, volume 11,3% menor em comparação com as 57.843 unidades registradas em março do mesmo ano.

Na comparação com o mesmo mês no ano de 2020, quando houve a suspensão de operações na maioria das fábricas em decorrência da primeira onda do coronavírus na cidade de Manaus, houve alta de 409,2%. Naquele ano foram produzidas 10.071 bicicletas no PIM.

De acordo com o levantamento da Abraciclo, no primeiro quadrimestre de 2021 a produção totalizou 222.183 unidades, valor correspondente a um aumento de 22,8% em relação à quantidade de bicicletas produzidas no mesmo período no ano passado.

De acordo com o vice-presidente do segmento de bicicletas da Abraciclo, Cyro Gazola, o setor segue limitado pela falta de insumos que atinge toda a cadeia global de suprimentos. "Há falta de alguns componentes como sistemas de freios e de transmissões, por exemplo, que dificultam a montagem e gera a falta de alguns modelos no mercado", afirmou.

Gazola ainda avaliou que "a demanda por bicicletas continua alta e acreditamos que o fornecimento de peças será normalizado no segundo semestre deste ano".

Produção de bicicletas por categoria


Em abril, a categoria mais produzida foi a Mountain Bike (MTB), com 30.111 unidades e 58,7% de participação no mercado.  A categoria Infanto-Juvenil foi a que apresentou maior crescimento percentual. Foram fabricadas 4.867 bicicletas, alta de 103,5% na comparação com março (2.392 unidades).
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quarta-feira, 28 de abril de 2021

Fabricantes do Polo de Manaus produzem 57 mil bicicletas em março

Bicicletas armazenadas em fábrica

As fabricantes de bicicletas instaladas no Polo Industrial de Manaus (PIM) produziram 57.843 bicicletas em março. Segundo dados da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares – Abraciclo, o segmento segue impactado pela falta de insumos que atinge a indústria globalmente. Em março, o volume produtivo foi 3,1% maior que o registrado em fevereiro (56.078 unidades) e 6,9% superior às 54.115 bicicletas produzidas no mesmo mês do ano passado.


Ainda de acordo com levantamento da Abraciclo, no primeiro trimestre 170.902 bicicletas saíram das linhas de montagem, número bastante semelhante ao atingido no mesmo período do ano passado, que foi de 170.923 unidades.


A melhora da crise sanitária causada pela segunda onda da Covid-19 em Manaus permitiu que as fabricantes retomassem seus turnos regulares de trabalho. No entanto, a escassez de insumos impede que a produção volte ao ritmo mais acelerado.


O principal gargalo do setor é o fornecimento de peças e componentes. Cerca de 50% dos insumos são provenientes de fornecedores mundiais, principalmente do continente asiático. O vice-presidente do segmento de bicicletas da Abraciclo, Cyro Gazola, acredita que o abastecimento deverá ser normalizado no segundo semestre deste ano. “A partir daí, a produção deverá entrar numa curva ascendente. Esse processo, no entanto, será gradual, pois haverá necessidade de ajustar a capacidade das fábricas, o que requer um planejamento minucioso”, afirma.


Entre os componentes que estão em falta, destacam-se sistemas de freios, sistemas de transmissões, suspensões e selins. Gazola explica que a Abraciclo e suas associadas estão trabalhando com fornecedores locais para reduzir a dependência de fornecedores globais. No entanto, a indústria ainda é bastante dependente dos itens importados.


Produção de bicicletas por categoria


Com 39.771 unidades produzidas e 68,8% do volume total fabricado, a Moutain Bike (MTB) foi a categoria mais produzida em março, seguida pela Urbana/Lazer, que teve 14.191 bicicletas fabricadas (24,5% do total). Em termos percentuais, a Estrada foi a que registrou maior crescimento. Foram fabricadas, 1.067 bicicletas, o que corresponde a um aumento de 73,5% na comparação com fevereiro (615 unidades).

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quarta-feira, 31 de março de 2021

Ever Given foi liberado, mas entrega de bicicletas e peças continuará atrasada

Imagem aérea do Ever Given quando encalhado. Foto: Maxar


A saga de navios do Canal de Suez que cativou a mídia social e impediu o comércio global parece estar acabando, embora a carteira de remessas provavelmente continuará a afetar os prazos de entrega das peças e das bicicletas por mais algum período.


O navio cargueiro Ever Given, que encalhou no Canal de Suez em 23 de março, foi finalmente liberado após seis dias de dragagem e reboque. Embora o canal seja reaberto em breve (depois de passar por uma inspeção de segurança), os especialistas estimam que pode levar pelo menos 10 dias para limpar o congestionamento em ambos os lados da via, de acordo com o comunicado da Associated Press.


Canyon Bikes disse na semana passada que há várias remessas Canyon presas no gargalo (incluindo no Ever Given) e mencionou o efeito cascata que provavelmente ocorrerá como resultado das centenas de navios que agora estão atrasados. No contexto da escassez de peças de bicicletas induzida pela COVID-19, as empresas que montam e despacham as bicicletas assim que as peças são entregues sofrerão com a interrupção repentina dos embarques.


No entanto, as coisas estão melhorando novamente para aqueles que esperam pacientemente por bicicletas enquanto a frágil cadeia de suprimentos é remontada.

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quarta-feira, 24 de março de 2021

Produção de bicicletas registra 56 mil unidades em fevereiro

Bicicletas da Sense dentro da loja


A indústria de bicicletas instalada no Polo Industrial de Manaus (PIM) produziu 56.078 unidades em fevereiro e segue impactada pela falta de insumos. De acordo com levantamento da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares – Abraciclo, o volume é 1,6% inferior ao registrado em janeiro (56.981 unidades) e 7,2% menor na comparação com as 60.398 unidades produzidas no mesmo mês do ano passado.


Ainda de acordo com dados da Abraciclo, foram fabricadas 113.059 bicicletas no primeiro bimestre de 2021, o que representa uma retração de 3,2% na comparação com o mesmo período de 2020 (116.808 unidades).


De acordo com o vice-presidente do segmento de bicicletas da Abraciclo, Cyro Gazola, o agravamento dos casos de coronavírus na cidade de Manaus, no início deste ano, foi a principal causa da queda de volume da produção. “Todas as fábricas precisaram readequar seus turnos de produção e ajustar as programações para atender à determinação do governo estadual que restringiu a circulação de pessoas para conter a pandemia”, comenta.


Outro fator que impactou no volume produtivo foi a falta de componentes e insumos. Na avaliação de Cyro Gazola o setor ainda deve sofrer com a escassez de peças até o terceiro trimestre deste ano. “A demanda por bicicletas cresceu no mundo todo e os fornecedores globais de componentes não conseguem atender aos nossos pedidos nem de outros países”, explica. “Cerca de 50% das peças de uma bicicleta são importadas. Há alguns anos, a Abraciclo e suas associadas vem trabalhando com fornecedores locais para reduzir essa parcela, no entanto, ainda somos muito dependemos dos componentes importados”, afirma o vice-presidente do segmento de bicicletas da Abraciclo.


Produção de bicicletas por categoria por categoria


A Mountain Bike (MTB) foi a categoria mais produzida em fevereiro, com 29.573 unidades e 52,7% do volume total fabricado. Em segundo lugar ficou a Urbana/Lazer (17.479 unidades e 31,2% do total fabricado). No terceiro lugar está a Infanto-Juvenil (6.975 unidades e 12,4% do total fabricado).


A categoria de bicicletas que mais cresceu em produção foi a Elétrica. Foram 1.436 unidades produzidas em fevereiro contra 182 em janeiro, o que representa um crescimento de 689%. Na comparação com o mesmo mês de 2020, o aumento foi de 101,1%. Na ocasião, foram fabricadas 714 bicicletas da categoria Elétrica.


No resultado do bimestre a MTB seguiu como a categoria mais produzida com 66.048 unidades e 58,4% do volume fabricado. Na sequência vieram a Urbana/Lazer (35.631 unidades e 31,5%) e Infanto-Juvenil (8.424 unidades e 7,5%).

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terça-feira, 2 de março de 2021

[VÍDEO] Que tipo de ciclista você é?

- Imagem referencial. Foto: pasja1000/Pixabay -

O pessoal do grupo Guia dos Pedais publicou esse vídeo bem humorado que retrata de maneira divertida alguns tipos de ciclistas que vemos por aí com certa frequência.


Afinal, quem aí não um amigo que só pedala em cadência alta, ou um que se diz profissional. Sem falar dos que empurram, mas não fingem e dos distraídos de plantão.


Assista o vídeo e diga aí: qual tipo de ciclista você é?


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sexta-feira, 22 de março de 2019

Gravel bike: nova Trek Checkpoint AL3 já está à venda

Gravel bike Trek Checkpoint AL3 2019 - Foto: Trek/Divulgação

A Trek divulgou a versão da Trek Checkpoint AL3 2019, uma gravel bike rápida no asfalto e estável em terrenos mais acidentados. Segundo a empresa, é uma bicicleta que "está sempre pronta para uma aventura".

A bicicleta é equipada com tecnologia econômica e robusta que o acompanha tanto no deslocamento para o trabalho quanto ao explorar estradas de cascalho.




Construída com suportes adicionais para paralamas, bagageiros traseiros e dianteiros, um alforje no tubo superior e um terceiro suporte para caramanhola, a Trek Checkpoint AL3 também é um bom equipamento para realizar cicloviagens.

Trek Checkpoint AL3 2019 com bagageiro - Foto: Trek/Divulgação

O quadro da Checkpoint AL3 é de Alpha Alumínio da série 200, resistente, estável e confortável em suas pedaladas mais longas e difíceis. Suporta o peso acumulado de 125Kg. Já o peso da bike é de 10,44kg.




A versão 2019 da Checkpoint AL3 conta com novos freios a disco Flat Mount, mais leves, elegantes, menores e mais limpos que os freios a disco tradicionais, oferecendo melhor desempenho e poder de frenagem em condições difíceis.

Quer mais informações sobre essa bike? Elas estão disponíveis no site da Trek.
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terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Empresa envia bicicletas de 3 mil dólares em caixas de TV para evitar danos no frete

Caixa usada pela empresa para enviar bicicletas

Para solucionar os problemas com danos às bicicletas durante o transporte, uma empresa holandesa de bikes elétricas, a VanMoof, passou a fazer o envio de seus produtos, que custam a partir de $3000, em caixas de TV.

Quem já recebeu bicicletas arranhadas ou com algumas partes amassadas devido à falta de cuidado durante o transporte sabe o quão ruim é receber um produto em tais condições. A ideia criativa da VanMoof reduziu os danos na bicicletas, visto que os entregadores manuseiam com mais cuidado o objeto ao pensarem que se trata de uma televisão frágil.

"Estávamos sofrendo enormes danos na entrega, especialmente nos EUA, e enfrentando grandes despesas com devoluções, substituições e reembolsos", disse Taco Carlier, co-fundador da VanMoof, à CNNMoney.

A VanMoof começou a adotar essa estratégia em 2016 e desde então, os problemas com bicicletas danificadas durante o processo de transporte para entrega reduziram para menos de 80%.

"Foi realmente incrível", disse Carlier. "Quase não recebemos mais reclamações".

Bicicleta da VanMoof
Bicicletas da VanMoof custam a partir de $3000. Foto: Divulgação

A iniciativa do pessoal da logística da VanMoof foi tão genial que a empresa não pode nem ser questionada por fazer propaganda enganosa. Eles não informam que existe de fato uma TV dentro da embalagem. Só há desenhos do aparelho impresso na caixa e dentro dessa ilustração, uma bicicleta. Uma estratégia brilhante.
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terça-feira, 6 de novembro de 2018

5 bicicletas diferentes que você nunca viu antes

Depois de um tempo sem publicações, vamos escrever novamente! O post de hoje é só de bike e não vai ter foto, mas é bem interessante. Na verdade, é mais o compartilhamento de um vídeo que assisti no canal TechZone, no YouTube, e, com fala de bike, resolvi compartilhar aqui.

E o assunto curioso é exatamente esse: 5 bicicletas diferentes que talvez você ainda não tenha visto - e acredite, tem coisa legal e muita tecnologia envolvida. Confira o vídeo logo abaixo e depois dê uma olhadinha no que eu achei delas.



São interessantes essas bikes, não é verdade? Tudo bem: algumas são esquisitas, mas interessantes elas são. Enfim, relembre os nomes delas e veja um pequeno comentário que fiz sobre elas (comentário pessoal, ok. Não tem análise técnica aqui).





1) Denny Bike


O projeto é interessante e chama bastante atenção. E ainda tem itens de segurança inteligentes.

2) Twicycle 


Eu não me arriscaria a levar um tombo com essa. A ideia parece ser boa, mas, pelo menos nos vídeos, a prática não me conveceu muito. E tenho uma dúvida: com os pés se pedala; e com as mãos?





3) Elliptgo


É um patinete? Parece, mas não é! Talvez seja algo como a "evolução" dele. A ideia também parece ser boa em relação à questão da reabilitação de atletas etc. Entretanto, acho que eu não compraria uma para mim.

4) Flash


Projeto interessante para deslocamentos urbanos. Gostei da ideia! E se um ladrão tentar roubar a bike, ainda vai tomar um choque elétrico de brinde (nada demais; só um susto!).

5) Self-driving Bicycle


Juntar holandeses e o Google só podia dar nisso: uma bike que não precisa de ciclista!
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segunda-feira, 8 de outubro de 2018

VÍDEO | Antes de instalar um bagageiro, algumas dicas

O pessoal do canal Pedaleria, no YouTube, fez um vídeo dando algumas dicas sobre bagageiros. Então, sem nenhuma enrolação, assista o vídeo abaixo.

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segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Acessórios para bike: vale a pena comprar da China?


Certa vez também fiquei com essa dúvida e lancei a pergunta para uns e outros para saber qual seria a resposta. Sei lá, geralmente sempre se fica com um pé atrás quando vemos preços baratos (e vindo da China, é barato mesmo) e acabamos duvidando muito.

Sobre a questão de comprar da China, há um paradigma que é difícil de ser quebrado e se você perguntar se vale ou não a pena comprar coisas desse país, muitas pessoas irão dizer: “tudo o que vem da China não presta”. Acredite, vão muitos vão dizer isso e também disseram para mim, mas mesmo assim eu comprei e vou partilhar com você como foi.


Em primeiro lugar, até quero a dizer que até hoje comprei três produtos da China para usar na minha bike e não tive NENHUM problema com ambos. Logo, não é verdadeira aquela máxima de que produto vindo da China não presta ou não tem qualidade. O consultor de importação Rodrigo Giraldelli tem um texto muito interessante para responder a seguinte pergunta: “Será que os produtos da China têm qualidade?”. Recomendo a leitura!

Chega de ficar enrolando! Vou falar dos três produtos que comprei. São a acessórios para a bike que, na época em que procurei no Brasil, achei os valores um tanto altos (em lojas físicas e também na internet) e isso me fez olhar para as vendas da China. Ambos foram comprados por meio do site AliExpress e vou deixar os links de onde peguei para que, caso se interesse, dê uma olhadinha.

Sapatilhas


Antes mesmo de ter compra um pedal clip (na verdade eu já estava planejando comprar um), pesquisei os preços das sapatilhas. Moro em Petrópolis/RJ e as coisas por aqui são um tanto caras, mas mesmo assim fui ver preços em algumas lojas. Como grana estava curta, não rolou e a mesma coisa aconteceu quando pesquisei em sites do Brasil.

As sapatilhas quando chegaram

Encontrei algumas sapatilhas no AliExpress e o preço estava bom para mim e em novembro de 2016 fechei a compra das sapatilhas por $ 42,20 (cerca de R$ 143,00 na época), sem frete. Fiz a compra e após cerca de 25 dias recebi o produto. Já faço uso dela há dois anos e nunca tive problemas e também não se desmanchou como muitos me falaram que iria acontecer.

As sapatilhas hoje (sujas, mas muito boas)

Dica importante sobre

Se você for comprar sapatilhas preste bastante atenção na forma como o vendedor apresenta o tamanho. No meu caso, comprei utilizando o sistema norte americano (assim estava no site), mas há vendedores que apresentam o sistema europeu e ambos diferem da forma que sempre vemos no Brasil.

Clique no link para acessar do anúncio AliExpress com das sapatilhas falei acima.

Pedal clip


Foto: divulgação/internet 

Pouco tempo depois de ter comprado a sapatilha, enquanto aguardava a chegada da mesma, e já tendo visto o preço dos pedais clip aqui na minha cidade e alguns sites, encontrei o Shimano PD-M520 no AliExpress (eu queria um Shimano, então...). Em dezembro de 2016 fechei a compra por $ 36,56 (cerca de R$ 124,00). Detalhe: esse é o valor total da minha com frete e tudo. Os pedais chegaram uma semana após das sapatilhas.

Meus pedais atualmente

Sobre os pedais, disseram que não durariam muito. Ainda estou usando e estão cumprindo seu papel sem me decepcionar.

Clique no link para acessar o anúncio do AliExpress do pedal clip que falei acima.

Garmin EDGE 200


Eu usava um ciclocomputador que nem lembro a marca, mas era daqueles que você coloca um sensor nos raios e outro no garfo da bicicleta para que ele possa fazer as leituras. Com pouco tempo de uso ele parou de funcionar. Foi nesse período que comecei a usar o Strava pelo celular, mas como eu não queria deixar o mesmo preso no quadro para poder ficar lendo as informações de velocidade de distância percorrida, voltei a fazer pesquisas. Dessa vez eu nem vi nas lojas físicas.

No Mercado Livre e outros sites encontrei o Garmin EDGE 200 por quase R$ 300,00. Quando procurei no AliExpress, encontrei por $ 64,50 (cerca de R$ 200,00), com frete e tudo, e fechei a compra em março de 2017. Demorou mais ou menos 35 dias para chegar.

Sobre esse produto muitos disseram que era falsificado e que eu não conseguiria fazer o registro no site Garmin Connect. Consegui registrar tranquilamente e sigo usando o produto até hoje, sem nenhum defeito.

Hoje o link que utilizei para comprar esse item não está mais disponível no AliExpress.

Conclusão


Para mim valeu muito a pena comprar pelo AliExpress e, antes que apareça a pergunta, não tive que pagar tributação. Sobre quais componentes a compra da China é indicada e quais não são recomendo um post do Bike Tribe sobre o assunto: Coisas que você pode, e as que você não deve comprar de jeito nenhum na China para sua bike.

Também acho que vale a pena recordar que os produtos que comprei foram antes de 27 de agosto de 2018, quando os Correios estabeleceram uma taxa de 15 reais que, segundo eles, é são referentes “às atividades de suporte ao tratamento aduaneiro realizadas pelo operador postal, como o recebimento dos objetos e inspeção por raio X, formalização da importação no sistema da Receita Federal (quando for o caso), tratamento de eventuais inconformidades (objetos proibidos, perigosos ou com exigências específicas impostas pela autoridade aduaneira para admissão), recolhimento e repasse dos impostos à Receita Federal (quando houver tributação), disponibilização de informações ao importador para desembaraço da remessa via internet, entre outras”.

No mais, boas compras da China!

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segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Vamos de foto? Algumas fotos que fiz no BES 2017, em Petrópolis

Talvez, ao acessar o blog Foto e Bike, você se pergunte: onde estão as fotos? Ok, é bem verdade que muitas imagens das imagens que uso aqui são capturas de vídeo ou fotos de outros autores, cuja fonte é sempre citada, mas, como está dito como slogan: aqui devem estão reunidos "dois hobbies traduzidos em palavras".




Na postagem que fala do por que o nome do blog é Foto e Bike comentei que aqui "também serão publicadas algumas fotos que tenham relação - ou não - com a bike". Sendo assim, nesta publicação vou colocar algumas imagens que registrei e falar um pouquinho sobre elas. Vamos conferir?

Brasil Enduro Series (BES) 2017


Essas fotos foram feitas em Petrópolis/RJ durante o Brasil Enduro Series. Eu nunca tinha assistido in loco uma competição de ciclismo e, como este evento aconteceu na minha cidade, tive a oportunidade de fazer algumas fotos. Achei impressionante a habilidade que os bikers têm de descer a montanha rapidamente. Às vezes dava até medo!

Brazil Enduro Series - Stage Petropolis

Competition "Brasil Enduro Series" - Stage Petrópolis




As fotos abaixo, com marcas d'água do Shutterstock, também foram feitas por mim durante o BES. Talvez você se pergunte: por que então as fotos estão com marca d'água? Eu também tenho feito algumas fotos para publicar em sites de microstock, ou seja, bancos de imagens.

Sendo assim, te convido a acessar meu portfólio no Shutterstock.




Bom, por hora são essas as primeiras fotos que publiquei. Em breve farei mais postagens com algumas imagens registradas por mim e falarei um pouco sobre elas.

Ah, já ia me esquecendo! Fiz um post contando um pouquinho sobre uma foto que fiz na Basílica de São Paulo Fora dos Muros, em Roma. Não deixe de conferir, pois está muito legal!
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