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quinta-feira, 31 de março de 2022

BMC fecha parceria com equipe Red Bull de Fórmula 1

Bicicleta da BMC no box da Red Bull Racing


A marca de bicicletas premium BMC Switzerland agora é parceira oficial da equipe Red Bull Racing. A notícia da parceria foi divulgada na quarta-feira, 30 de março, e tem a transferência de tecnologia da Fórmula 1 para o ciclismo como um dos objetivos.

A relação da BMC com a Fórmula 1 não é novidade. Desde 2018, a marca de bicicletas trabalha com a Red Bull Advanced Technologies (divisão de engenharia da Red Bull Racing) para explorar áreas onde a experiência da maior categoria do automobilismo poderia ser aplicada ao ciclismo de alto rendimento.


Na busca pelo aprimoramento no desempenho, a BMC começou a trabalhar com a equipe de engenharia da Red Bull Advanced Technologies com foco inicial na ciência e aerodinâmica. O resultado foi a criação de diversos protótipos de bicicletas que chegaram a ser modelos de produção.

Como parceira oficial da Red Bull Racing, a BMC está estreitando seu relacionamento com a equipe de automobilismo. Agora ela também será responsável por fornecer bicicletas para deslocamento pela fábrica da Red Bull, no Reino Unido. Também os pilotos Max Verstappen e Sergio Perez vão contar com bikes da BMC para fazer o reconhecimento dos circuitos antes dos GP de Fórmula 1.

"Trabalhamos em estreita colaboração com a BMC há quase quatro anos e a aplicação das tecnologias da Fórmula 1 ao ciclismo de desempenho rendeu alguns resultados impressionantes. Agora, estamos aproveitando esse sucesso para abranger uma nova parceria que aumentará a visibilidade, aumentará o engajamento e conectará os fãs do ciclismo e do esporte a motor de maneiras novas e empolgantes", destaca o CEO e chefe de equipe da Oracle Red Bull Racing, Christian Horner.

"Levar o que tem sido uma colaboração de alta tecnologia contínua e inspiradora entre a BMC e a Red Bull Racing para o próximo nível, nos permite elevar nosso desempenho e capacidades de engenharia e, finalmente, inspirar nossos fãs e ciclistas a 'Criar velocidade'. Estamos ansiosos para a temporada emocionante que está por vir", ressaltou o CEO da BMC Switzerland, David Zurcher.

Foto: Red Bull Racing / Red Bull Content Pool
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quarta-feira, 30 de março de 2022

Fox tem nova distribuição exclusiva no Brasil

Bicicleta MTB com suspensão dianteira da FOX


Referência no mundo do ciclismo, o grupo Fox Factory Inc, responsável pelas marcas Fox, Raceface, Easton e Marzocchi, tem uma nova distribuição no Brasil. Trata-se de uma parceria entre a Escola Park Tool e a distribuidora Corsa Bike Parts. 

A medida vai democratizar o acesso à capacitação dos produtos e também facilitar o suporte comercial e assistência técnica, beneficiando ciclistas, lojistas e profissionais de mecânica de bikes.


“Acredito que essa tenha sido a solução ideal para beneficiar todas as pontas do mercado, facilitando o acesso ao conhecimento das tecnologias Fox e também aos produtos  das outras três marcas. No final disso, quem ganha é cada ciclista que tem uma experiência ainda melhor, com profissionais preparados e autorizados para atender às necessidades”, explica Henrique Zompero, fundador e diretor de ensino da Escola Park Tool.

Responsável pela parte comercial da parceria no país, a importadora Corsa Bike Parts passa a ser a distribuidora oficial dos produtos Fox, Raceface, Easton e Marzocchi. Com isso, o acesso a produtos e peças de reposição será facilitado e muito mais prático de chegar até mecânicos, lojistas credenciados e, consequentemente, ciclistas, que terão o atendimento mais ágil, de forma oficial e segura.

Com um peso importante para a valorização do mercado de ciclismo e também das marcas que agora contam com representantes no país, a parceria é estratégica: a Escola Park Tool promove a capacitação de profissionais, enquanto a Corsa Bike Parts faz a distribuição das peças e atendimento pós-venda.


De forma muito prática, todas as vendas desses produtos serão feitas pelo portal B2B da Corsa Bike Parts, assim como já é feito com produtos Magura. Exclusivo para lojistas, basta ter o CNPJ ativo para realizar o cadastro no portal.

Capacitação do mercado de bicicletas


Com a nova parceria, a partir de agora a Escola Park Tool é o único centro de capacitação habilitado a promover cursos sobre os produtos e tecnologias das marcas. A grade de ensino será ampliada com cursos e módulos exclusivos de formação e atualização sobre os principais produtos, componentes e tecnologias da Fox. Assim como já acontece com outras marcas.

Se pelo aspecto da formação profissional já é uma grande notícia, uma vez que os novos cursos vão preparar e habilitar mecânicos para oferecerem a assistência técnica credenciada dos produtos, qualificando o atendimento e serviço, a outra novidade diz respeito mais ao setor comercial, do acesso e facilidade para comprar produtos e peças de reposição.

Já os cursos de capacitação profissional estarão disponíveis no site da Escola Park Tool.

Foto: Divulgação
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quinta-feira, 10 de março de 2022

2022 pode ser ano das bicicletas elétricas no Brasil

Pessoa ajustando bicicleta elétrica


O ano de 2022 mal começou e já está confirmando que será o ano das bicicletas elétricas no Brasil. Seja nas ruas, trilhas, estradas ou notícias relacionadas ao ciclismo, esse tipo de bike vem ganhando terreno ano após ano.

O mercado de bicicletas elétricas no Brasil segue vivendo um crescimento contínuo. O ano de 2021 manteve esse histórico recente: a movimentação financeira de bicicletas elétricas no Brasil chegou a R$ 289,3 milhões, crescimento de 52,2% em relação ao ano de 2020.
 
Não por acaso, o país também registrou recorde em unidades comercializadas. Em 2021, foram 40.891 unidades de e-bikes, entre produção e importação, representando um volume 27,3% superior ao ano anterior, que já havia sido o mais alto até então.
 

Os dados são da Aliança Bike (Associação Brasileira do Setor de Bicicletas), contemplando três fontes distintas: a base Siscori, da Receita Federal; monitoramento de associados da Aliança Bike; e dados de produção no Polo Industrial de Manaus, da Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares).
 
“São resultados muito relevantes, já que a bicicleta elétrica é importantíssima em diversos aspectos. Para a mobilidade urbana, porque é inclusiva e pode também desafogar o trânsito; e também na questão econômica, pois o mercado de e-bikes já é o que mais cresce no mundo”, explica Felipe Praça, coordenador do Grupo de Trabalho de Bicicletas Elétricas da Aliança Bike.

“Economicamente pode ser estratégico para o Brasil incentivar o uso de bicicletas elétricas, criando divisas importantes para o crescimento do país. Acredito que as elétricas representarão a maior fatia do mercado de bicicletas nos próximos 10 anos”, garante Felipe.

Produção das bikes elétricas no brasil em 2021


Em 2021, o pico de bicicletas elétricas produzidas e importadas aconteceu no mês de outubro, com 5.225 unidades. Mês a mês, assim se comportou o mercado de elétricas em 2021:

- Janeiro: 3.517 unidades
- Fevereiro: 3.830 unidades
- Março: 2.355 unidades
- Abril: 2.795 unidades
- Maio: 3.546 unidades
- Junho: 2.393 unidades
- Julho: 3.372 unidades
- Agosto: 4.862 unidades
- Setembro: 3.826 unidades
- Outubro: 5.225 unidades
- Novembro: 1.693 unidades
- Dezembro: 3.476 unidades
 

Raio-X do mercado de elétricas no Brasil

 
Além do expressivo aumento de movimentação financeira e também em unidades vendidas, 2021 apresentou um cenário diferente de anos anteriores. No ano passado, empresas que importam componentes e realizam a montagem de bicicletas elétricas no Brasil representaram 61% deste mercado – crescimento de 35% em relação ao período anterior.
 
Do total de bicicletas elétricas comercializadas em 2021, 15.963 foram importadas inteiras, enquanto que 24.955 foram montadas no Brasil. Das e-bikes montadas no Brasil, 10.294 foram produzidas no Polo Industrial de Manaus, enquanto que 14.661 foram produzidas fora do Polo.
 

De acordo com o levantamento realizado pela Aliança Bike, o preço médio das bicicletas elétricas em 2021 foi calculado em R$ 7.075,71 – acréscimo de 20% em relação ao número de 2020. Além dos consumidores procurarem por e-bikes com maior valor agregado, outros pontos que podem explicar esse acréscimo são a alta do dólar e o aumento do frete marítimo.
 
A Aliança Bike iniciou o monitoramento do mercado de bicicletas elétricas no Brasil no ano de 2016. Nestes 6 anos, já foram colocadas em circulação mais de 135 mil bicicletas elétricas no país.
 
Histórico do mercado de bicicletas no Brasil, em unidades:
 
2016: 7.600 unidades
2017: 7.200 unidades
2018: 22.500 unidades
2019: 25.000 unidades
2020: 32.110 unidades
2021: 40.891 unidades
 

Vitórias na tributação das bicicletas elétricas

 
As expectativas para o mercado brasileiro de bikes elétricas são boas para 2022. Em um cenário mais conservador, considerando o crescimento orgânico dos últimos anos, o segmento deve chegar a uma alta de 22%, alcançando 49,8 mil unidades. Em um cenário mais otimista apontado pelas principais empresas deste mercado, o crescimento seria de 50%, totalizando 61,3 mil unidades neste ano de 2022.
 
Homem adulto com bicicleta elétrica


Paralelamente aos números do mercado, o ano de 2022 começou com boas notícias em relação à tributação das e-bikes – apontada por especialistas e pessoas do mercado como um dos principais empecilhos para a popularização deste modelo de bicicletas. Foram duas conquistas importantes:
 
1) a primeira se refere exclusivamente ao estado de São Paulo, que excluiu as bicicletas elétricas do regime de substituição tributária do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços). A mudança veio a partir de um pedido da Aliança Bike feito em 2019, que agora trabalhará para obter esta mudança igualmente em outros estados;
 
2) em novo pleito apresentado pela Aliança Bike, o Ministério da Economia decidiu favoravelmente à redução do imposto de importação para motores de bicicletas elétricas, de 18% para 0%. A decisão do governo brasileiro será comunicada aos demais países do Mercosul, que terão até 90 dias para se manifestar. Após esse período, a redução tarifária terá validade por 365 dias (com possibilidade de prorrogação por igual período) e terá quantitativos preestabelecidos. No caso dos motores, foi aprovada a quantia de 120 mil motores pelo período de 1 ano.
 
Ainda não é possível dizer qual será o impacto das medidas no valor das bicicletas elétricas. O que se sabe é que, até este momento, os impostos relacionados às e-bikes alcançam 85% do custo – cerca de 10% acima das convencionais.

Fotos: Freepik
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sábado, 12 de fevereiro de 2022

Dica: bagageiro para bicicleta aro 29 bom e barato

Bicicleta com bagageiro Yamada instalado


Um bagageiro pode ser a melhor opção para quem pretende fazer deslocamentos diários de bicicleta. Junto com os alforjes, eles são ideais para carregar roupas, sapatos, marmita e outras coisas. Mas como encontrar um bagageiro que seja bom e que atenda às suas necessidades e as da sua bike?

Nessa publicação falo um pouco sobre o perrengue que passei até achar um bagageiro ideal para minha bicicleta e te conto o que achei dele. Isso vai te ajudar a encontrar um bagageiro bom e barato para você também.


Como já havia relatado aqui no blog Foto e Bike, comprei minha bicicleta em 2016 e um dos objetivos era utilizar o equipamento para fazer o deslocamento diário para o trabalho porque o preço da gasolina estava muito alto (ainda está!). Porém, com o tempo comecei a perceber que fazer isso com a mochila nas costas era possível, mas não era tão confortável e aí precisei buscar outras opções.
 
Fiz várias buscas por bagageiros para bicicleta aqui em minha cidade, mas não encontrei nada que se adequasse à minha bike, uma aro 29 com freios a disco e sem furação no quadro para esse tipo de suporte.

Pesquisei um pouco na internet e vi que havia modelos de bagageiro para bicicletas aro 29 muito bons, mas como o dinheiro estava curto e os que achei estavam bem acima do meu orçamento, peguei o mais simples e tive que adaptar. Ficou até bom, mas quando o alforje estava cheio e as vias muito esburacadas, o conjunto ficava trepidando demais e os parafusos com muita folga. Quando a gambiarra não fica boa o resultado é esse!

Bicicleta GTSM1 com bagageiro
Minha bicicleta na época do bagageiro adaptado

Em 2018 retomei o projeto de ir pedalando para o trabalho e usar a bicicleta mais vezes ao dia para ir ao mercado e fazer certas atividades. Com isso, tive que resolver o problema do bagageiro para poder fazer os 30 km diários para ir e voltar de bicicleta ao trabalho. 

Bagageiro de bicicleta Yamada H27-4: foi o ideal para mim


A solução foi alcançada com um bagageiro da Yamada, modelo H27-4. Esse bagageiro serve para bicicletas aro 26 e aro 29 e se encaixa perfeitamente nas bikes de freio v-brake ou a disco. Além do mais, a bicicleta não precisa ter furação para bagageiro, pois ele conta com blocagem para se fixar no canote do selim. 

Outro ponto que me fez escolher o bagageiro Yamada H27-4 foi a versatilidade dele. Ele tem capacidade para suportar de 9 Kg até 25 Kg. E aqui é preciso explicar direitinho: esse bagageiro conta com duas barras de reforço que vem junto com ele. Quando essas barras estão instaladas, você pode ultrapassar os 9 kg de carga aplicadas nele.

Bagageiro Yamada H27-4 instalado
Bagageiro Yamada H27-4 instalado

Em alguns locais é possível encontrar a informação de que esse bagageiro da Yamada suporta até 50 kg, mas eu acho que essa é uma visão muito otimista da situação e prefiro a parte mais conservadora: na dúvida, não sobrecarregue o bagageiro e sua bicicleta.

O bagageiro Yamada H27-4 atendeu às minhas expectativas tanto em relação à qualidade quanto ao preço. Vou ser sincero: não lembro quanto paguei na época, mas hoje em dia ainda é possível encontrar o mesmo bagageiro por menos de R$ 200,00.

Bagageiro de bicicleta da Yamada é bom mesmo?


Talvez você esteja com dúvidas em relação a esse bagageiro só porque ele é da Yamada. Bom, não é fazer propaganda da marca (até porque não sou fã deles quando se trata de câmbio de bicicleta), mas esse bagageiro de bicicleta realmente surpreendeu e durou muito. Como disse antes, eu comprei ele em 2018 e usei direto pegando sol, chuva, poeira e tudo o que tem direito. Conclusão: ainda tenho o produto e ele continua me atendendo muito bem. Ainda pretendo utilizar ele numa cicloviagem em breve.


A título de curiosidade, utilizei ele na minha aro 29 que tem freio a disco e também utilizei em uma outra bicicleta que era aro 26 e com freios v-brake. Ficou perfeito nas duas!

Pontos positivos do bagageiro Yamada H27-4


Como já falado, o bagageiro Yamada H27-4 serve tanto para bicicletas aro 26 quanto aro 29, de freio a disco ou v-brake. Ele é fabricado em alumínio e sua fixação é feita por meio de blocagem que prende no canote. Então é preciso ficar atento a um detalhe fundamental: ele só pode ser instalado em canotes de 22,2 mm a 31,8 mm.

Blocagem do bagageiro Yamada H27-4
Blocagem do bagageiro Yamada

Um detalhe muito interessante é que após usar esse bagageiro na minha bicicleta durante um mês inteiro os parafusos não apresentaram nenhum sinal de folga e ele não ficaram batendo ou vibrando como ficavam naquele outro bagageiro que eu tinha adaptado.

Outro ponto muito positivo do bagageiro Yamada H27-4 é sem sombra de dúvida o preço: como eu não tinha condições de investir muito comprando bagageiros renomados, pegar um por menos de R$ 200,00 para mim foi excelente. E quando junto isso ao fator de que ele é muito durável posso concluir que tem um excelente custo benefício.

Pontos negativos do bagageiro Yamada H27-4


Como nem tudo são flores, o bagageiro Yamada não é perfeito. O ponto negativo não vai nem para o produto em si, mas é que ele não veio com manual de instruções para auxiliar na instalação. Beleza que não é difícil de instalar o bagageiro na bicicleta, mas é que se viesse com manual esse poderia conter recomendações sobre o uso correto, formas de conservação e todas aquelas informações do fabricante.


Pensei que a situação do manual tinha acontecido só comigo, mas não. Soube de vários relatos de outros usuários que também tiveram esse problema, mas que também não tiveram dificuldade para instalar o bagageiro em suas bicicletas. 

Outra coisa que também não gostei muito é que precisei de pelo menos pelo menos quatro ferramentas diferentes para conseguir instalar o esse bagageiro Yamada H27-4 completo na minha bicicleta. Mas mesmo assim não foi difícil (nada que aquele canivete de ferramentas não resolva).

Ficha técnica do bagageiro de bicicletas Yamada H27-4


- Fabricado em alumínio super-resistente;
- Tipo de fixação: blocagem para canote do selim;
- Medidas do canote: de 22,2 mm a 31,8 mm com borracha ajustadora inclusa e/ou 31,6 mm diretamente no canote;
- Medidas da base: 14 X 35 cm;
- 2 barras de reforço para fixação no seat stay
- Carga Recomendada: 9 kg a 25 kg;
- Acompanha um elástico extensor;
- Peso aproximado: 1160 g

Bom, é isso galera! Se você está procurando um bagageiro para instalar em sua bicicleta eu recomendo o Yamada H27-4 por três motivos: ele é bom, é durável e o melhor de tudo: é barato!
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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2022

Vendas de bicicletas no Brasil em 2021 mantêm patamar superior ao período pré-pandemia



Um levantamento realizado pela Aliança Bike (Associação Brasileira do Setor de Bicicletas) com centenas de lojistas de todo o Brasil revela que as vendas de bicicletas recuaram 2% em 2021 em relação ao ano anterior. Levando-se em conta que as vendas em 2020 bateram recordes no território nacional – com crescimento de 50% em comparação com 2019 – o momento continua positivo para a bicicleta.

Considerando os dados consolidados do último biênio, as vendas estão em um patamar superior ao período pré-pandemia e a estimativa de vendas do comércio varejista de bicicleta dos últimos anos continua indicando crescimento.

De acordo com o levantamento da associação, em 2021 o mercado de bicicletas viveu momentos distintos. No primeiro semestre os números foram positivos, com crescimento de 34% em relação a 2020 e a franca recuperação das importações dos componentes. Já no segundo semestre, a retração foi de 36% nas vendas de bicicletas em comparação com o ano anterior.


"2021 manteve um ótimo volume de vendas para o mercado, graças especialmente ao primeiro semestre. Os seis meses iniciais do ano passado foram de recuperação das importações, após a escassez de produtos do setor em escala global, por conta da alta nas vendas da bicicleta em todo o mundo. Em consequência, as montagens das bicicletas também cresceram no Brasil, o que alavancou o mercado", explica o vice-presidente da Aliança Bike, André Ribeiro. 

A partir da pesquisa realizada com centenas de lojistas foi possível constatar também que a retração do segundo semestre se deve especialmente a uma queda na procura por bicicletas novas, especialmente entre as chamadas bicicletas de entrada, com valores entre R$ 800 e R$ 2mil. Como comparação, foram justamente estas as bicicletas mais comercializadas durante 2020 e que elevaram os índices de vendas a patamares recordes no país.

Contexto da bicicleta no mercado em 2020 e em 2021


Como explicou Ribeiro, o mercado de bicicletas vivia um momento diferente nos dois últimos anos. Especialmente nos primeiros meses de pandemia, lojas e montadoras precisaram lidar com a falta de componentes e insumos para a linha de montagem das bicicletas. Esta escassez foi causada especialmente pelo boom de vendas mundial, quando as principais fabricantes em nível global não conseguiram atender à crescente demanda.

Desta maneira, em 2020, principalmente, as lojas venderam bikes que já estavam no estoque, além de comercializarem mais bicicletas usadas. Ou seja: houve uma queda na produção e importação de modelos, mas ainda assim ocasionou o pico de vendas.

A queda registrada no segundo semestre do ano passado pode estar associada também a uma maior flexibilização da quarentena e das regras de circulação, com a abertura de comércios e espaços de lazer que ocorreram a partir de junho de 2021.


"Os números da minha loja no ano passado refletem bem a tendência do mercado: no primeiro semestre se estabilizou em alta, assim como o ano de 2020. Já no segundo semestre as coisas deram uma baixada, acredito que também pelo momento econômico negativo, com indicadores como IPCA, alta do dólar e inflação puxando essa fila e mudando o cenário do mercado de bicicletas", explica Graysson Júnior, da loja King Bike, em São José dos Campos-SP.

De acordo com o monitoramento da Aliança Bike, os estoques nas lojas para bicicletas de entrada e intermediárias já estão praticamente normalizados. Contudo, ainda há deficiência na oferta de componentes para o mercado especializado, especialmente de sistemas de transmissão e suspensões.

O que se espera de 2022 para o mercado de bicicletas


Segundo lojistas que participaram do levantamento, a expectativa para o ano de 2022 é positiva, de manutenção do patamar de vendas de bicicletas de 2021. Os profissionais ouvidos, porém, lembram que o otimismo se deve a outro fator: o crescimento considerável pelo serviço de mecânica e revisão de bicicletas, além da compra de acessórios e vestuário.

Isso se dá em decorrência do aumento da base de novos ciclistas que ocorreu desde o início da pandemia, acarretando em uma demanda maior por serviços, principalmente.

Em 2021, a Pesquisa Anual de Comércio Varejista de Bicicletas, realizada pela Aliança Bike com o apoio do Itaú, apontou que os serviços mecânicos aumentaram em 30% em relação a 2020 e já representam mais de 27% do faturamento de uma loja de bicicletas.
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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2022

Venda de bicicletas no Brasil está em alta nos últimos anos

Bicicleta fazendo sombra no chão


Uma coisa que sempre se percebe é o número casa vez maior de ciclistas pedalando nas diversas regiões do Brasil. Ao ver isso, uma pergunta chega quase sempre de forma inevitável: quantas bicicletas existem no Brasil? É uma curiosidade e tanto, mas será que existe um estimativa para esse número?

A resposta é: claro que sim! E já falamos disso aqui no blog Foto e Bike quando trouxemos um post sobre a pesquisa feita pela especialista em mobilidade urbana e fundadora da Multiplicidade Mobilidade Urbana, Glaucia Pereira, que estimava o número de bicicletas no Brasil.


Pois é, agora já temos mais um levantamento que mostra o quanto o crescimento na estimativa venda de bicicletas está aumentando desde 2018.

Estimativas de vendas no comércio varejista de bicicletas no últimos anos


A Aliança Bike (Associação Brasileira do Setor de Bicicletas) possui um monitoramento de estimativa de bicicletas no Brasil onde informações são baseadas nos dados de produção, montagem e importação de bicicletas e componentes e contempla bikes novas e usadas.

O levantamento realizado pela Aliança Bike contempla o período entre 2018 até 2021 e revela um crescimento constante. Olha só:

2018: 4 milhões de unidades
2019: 4 milhões de unidades
2020: 6 milhões de unidades
2021: 5,8 milhões de unidades

Para os lojistas que participaram do levantamento feito pela Aliança Bike a expectativa para o ano de 2022 é que o crescimento do número de vendas de bicicletas continue positivo. Contudo, os profissionais destacam que o otimismo se deve a outro fator: o crescimento do serviço de mecânica e revisão de bicicletas, além da compra de acessórios e vestuário.

E aí, você também está otimista para 2022?

Foto: Freepik
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terça-feira, 1 de fevereiro de 2022

Specialized disponibiliza venda direta ao consumidor final

Bicicletas da Specialized vistas de frente


A Specialized Bicycle Components anunciou que a partir de fevereiro de 2022 terá um canal de venda direta ao consumidor final. Dessa forma, os clientes que quiserem comprar bicicletas da marca poderão fazer isso diretamente pelo site, com direito à entrega em domicílio e sem passar por lojas físicas. A novidade vale apenas para as bikes não elétricas da Specialized.

Por enquanto a novidade não vale para as bikes elétricas da Specialized, mas é possível especular que elas também venham a ser incluídas na nova modalidade de venda, mesmo que a marca ainda não tenha falado sobre o assunto.


A Specialized já contava com o serviço “click-and-collect” e agora se torna a primeira grande marca de bicicletas a oferecer a opção de ter uma bicicleta comprada pelo site e envio diretamente ao endereço do comprador, sem o envolvimento do revendedor.

O anúncio faz parte de uma série de mudanças na estratégia de vendas das Specialized, que agora possibilita aos fãs da marca cinco opções diferentes para comprar bicicletas a partir de fevereiro de 2022.

5 formas para comprar bicicletas Specialized


De acordo com informações publicadas no site Bicycle Retailer, a partir de fevereiro o cliente que quiser comprar uma bicicleta Specialized poderá fazer em uma das seguintes formas:

1 - Direto em loja física

Modelo tradicional de compra no qual o consumidor vai a um revendedor Specialized comprar sua bike.

2 - Escolha no site e encontre na loja

Nessa opção, o cliente vai encontrar a bicicleta que tem interesse no site da Specialized e utilizar a ferramenta de localização para encontrara loja física mais próxima com a bike em estoque para ver o produto e efetivar a compra.


3 - Compra no site e envio para a loja

O cliente compra diretamente no site da Specialized com envio da bicicleta e retirada na loja física, sendo a montagem da bike feita pela loja.

4 - Compra direta pelo site da Specialized

Essa é a grande novidade. Nessa opção, o cliente faz a compra da bicicleta direto no site da Specialized com envio da bicicleta semimontada direto ao endereço do comprador. O cliente deverá finalizar a montagem da bicicleta por conta própria.

5 - Compra em site de revendedores 

Nessa opção, o cliente compra no site de um revendedor Specialized, que poderá fazer a montagem e entrega da bicicleta e ainda oferecer outros produtos e serviços.

Foto: Divulgação / Specialized Bicycles
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sexta-feira, 28 de janeiro de 2022

Governo zera imposto de importação para pedivelas e suas partes

Pedivela terá imposto de importação reduzido no Brasil


O Comitê-executivo de Gestão da CAMEX (GECEX) aprovou a redução temporária do imposto de importação para pedivelas e suas partes, de 16% para 0%. A aprovação ocorreu no dia 26 de janeiro em resposta ao novo pleito apresentado pela Aliança Bike.

Com a decisão, as pedivelas se juntam ao grupo de outros quatro componentes de bicicleta que já tiveram o imposto de importação reduzidos para 0% no início de 2022.

No caso específico da pedivelas e suas partes, a redução do imposto de importação só não se aplica aos modelos de peça única (chamados de monobloco), pois estes têm produção em território nacional.


Os pleitos apresentados pela Aliança Bike estão enquadrados como casos de desabastecimento, de acordo com a Resolução GMC Nº 49/19 do Mercosul. A medida foi criada para ajustar desequilíbrios entre oferta e demanda de produtos específicos.

Cabe ainda ressaltar que a medida precisa ser aprovada pelos demais países membros do Mercusul e, após isso, terá validade de 365 dias com possibilidade de extensão.

Confira na tabela abaixo o que foi aprovado pelo GECEX, com a inclusão das pedivelas.

Tabela de redução do imposto de importação de peças de bicicleta

Foto: SRAM Brasil / Divulgação
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quinta-feira, 27 de janeiro de 2022

Nova bicicleta Rockrider hardtail parece estar chegando

Nova bicicleta da Rockrider deve ser lançada em fevereiro de 2022


Um novo modelo de bicicleta para mountain bike da Rockrider parece estar a caminho. Ao menos é o que tudo indica após o Instagram oficial da marca publicar a foto da silhueta de uma bicicleta com o texto "coming soon" (em breve).

A marca Rockrider, que pertencente à Decathlon, e é muito apreciada pelos ciclistas pela sua excelente relação entre qualidade e preço. O anúncio deixou deixou muitos fãs da marca na expectativa.

A única pista deixada pela Rockrider foi a data 2 de fevereiro de 2022 e os dizeres: "Temos uma ótima surpresa para você! Esteja pronto!".


Novo modelo hardtail da Rockrider?


Ao que parece, a Rockrider quer dar um salto qualitativo, já que um novo modelo hardtail está pronto há algum tempo e foi testado em Albstadt, pelo francês Lucas Dubau, durante uma etapa da Copa do Mundo de Mountain Bike.

Outra indicação nesse caminho é que há algumas semanas a Rockrider fechou com a campeã olímpica Julie Bresset como embaixadora da marca.

Foi a própria Bresset quem fez aumentar o interesse dos fãs ao fazer um post no Instagram indicando que o que será apresentado no dia 2 de fevereiro de 2022 refere-se ao projeto intitulado projet2p24.


Como disse a publicação da Rockrider, agora é aguardar!

Foto: Rockrider / Divulgação
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segunda-feira, 24 de janeiro de 2022

Dicas para levar bicicleta no transbike sem tomar multa

Carro com duas bicicletas no transbike de porta-malas e régua de sinalização


Volta e meia as pessoas têm dúvidas sobre como levar a bicicleta no teto do carro ou na tampa do porta-malas. É que existe a possibilidade de tomar multas caso você não siga algumas determinações do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Pensando nisso, o blog Foto e Bike traz algumas dicas que vão te ajudar.

Os primeiros pontos que o ciclista deve observar quando vai transportar sua bicicleta no carro têm relação com a questão da segurança: da bike, dos outros e a sua própria. Isso vale tanto para quem vai levar a bicicleta no teto quanto para aqueles que transportarão no transbike da tampa do porta-malas do carro. 

E é isso que o Contran estabelece na resolução 349/2010 com "critérios para o transporte eventual de cargas e de bicicletas nos veículos classificados na espécie automóvel, caminhonete, camioneta e utilitário" (cf. Art. 1º).

Então, respondendo a uma pergunta que muitas vezes surge: sim, você pode transportar bicicletas no teto ou na tampa do porta-malas do seu carro. Mas não é só amarrar ela lá e achar que está tudo certo. Existem regras e acredite: pode ser difícil levar multa por não cumpri-las, mas é melhor seguir do que perder dinheiro.

Como carregar bicicleta em transbike de porta-malas


Os transbike para porta-malas são os mais procurados por quem quer levar as bicicleta no carro. Em contrapartida, ele é o que tem mais regrinhas para serem seguidas e é o vilão da história. 

O artigo 3º da resolução 349 do Contran é quem explica sobre como transportar a bicicleta no transbike de porta-malas do carro de maneira segura e sem infringir as regras de trânsito. 

Carro com três bicicletas no transbike de porta-malas com régua de sinalização
Transbikes de porta-malas são cheios de regras para uso - Foto: SaiKrishna Saketh Yellapragada_Unsplash

Analisando esse artigo do Contran é possível encontrar as 5 formas de como as bicicletas NÃO devem estar nos transbikes de porta-malas. Confira item por item da lista abaixo e sempre fique atento a isso.

1. Não coloque em perigo as pessoas nem cause danos a propriedades públicas ou privadas

2. Não se arraste pela via nem caia sobre esta

3. Não provoque ruído nem poeira

4. Não oculte as luzes, incluídas as luzes de freio, setas e os dispositivos refletores

5. Não exceda a largura máxima do veículo

Se você transportar sua bicicleta em transbike para porta-malas em qualquer uma das situações listadas acima (ou em todas as situações acima) saiba que estará indo contra o Código de Trânsito Brasileiro e cometendo infrações graves e gravíssimas que podem te dar um presente: multas que variam de R$ 190,00 a R$ 290,00 e ainda pode ter retenção do veículo.

A bicicleta não pode tampar a placa do carro


Além dos itens listados acima, se a bicicleta no transbike de porta-malas estiver obstruindo de forma total ou parcial a placa do carro você está cometendo uma infração e pode levar multa. O artigo 4º do Contran fala sobre isso e também dá orientações sobre como fazer (obs.: fica com a gente que vamos te explicar o que fazer nesse tipo de situação, é só seguir o texto).

Como transportar a bicicleta no carro sem levar multa


Como dito acima, mesmo que os transbike para porta-malas sejam os mais procurados por quem vai levar bicicletas no carro (por conta do custo e outros fatores), eles são os que mais têm regras para serem seguidas por quem não quer correr risco de levar multas. 

Sendo assim, a melhor solução para quem quer levar as bikes no carro seria a aquisição de um suporte de bicicletas para instalar no teto, pois as regras para transporte nessa condição são mais simples e o investimento pode valer apena (cada caso é um caso). 

Carro com duas bicicletas no transbike de teto
Levar bicicletas no transbike de teto pode ser a melhor solução - Foto: Davi Corrêa


Para ter uma ideia de como as regras são mais simples para o transporte de bicicleta no teto de carros, o Contran vai dizer que, sendo transportadas nessa condição, as bicicletas não devem se sobressair ou se projetar para além do veículo pela frente (cf. Art. 3º, VIII).

Mas, como cada caso é um caso, se você não tiver condição de adquirir um transbike de teto no momento, compre um para utilizar no porta-malas visto que na maioria das vezes, são mais viáveis para compra. Então, se você optar por transportar sua bicicleta em um desses, lembre de nunca transportar a bicicleta das formas que foram listadas anteriormente aqui e tenha em mente os seguintes pontos para não levar multas.

1. Veja se a bicicleta vai exceder a largura do carro

Se quando instalar a bicicleta no transbike do porta-malas ela exceder a largura do carro (contando os retrovisores) é melhor você não sair pelas ruas nessa condição, pois cabe multa aí e é infração de trânsito. Uma dica que pode ajudar é tentar retirar uma das rodas ou as duas e veja se a situação fica adequada. Se ainda assim não resolver, a dica é: não arrisque.

2. Cuide para não encobrir placa e luzes de sinalização

Aqui não vale tentar se enganar dizendo que dá para ver as luzes pelos raios da roda da bicicleta. Quando o Contran diz encobrir está querendo dizer que não pode encobrir nem parcialmente nem totalmente. O mesmo vale para a placa: é proibido o encobrimento total ou parcial.

Para corrigir essa situação você deve comprar uma régua de sinalização e uma segunda placa traseira de identificação. Essa régua tem medidas específicas e características próprias e a segunda placa tem que ser de modelo oficial estabelecido pelo CTB, ou seja: vai ter que pagar o Documento Único de Arrecadação, o famoso DUDA.

Agora é só escolher a melhor opção


É isso e não tem jeito! As regras foram criadas e estão aí. Agora que você já tem as dicas de como transportar sua bicicleta no transbike seja de teto ou de porta-malas sem levar multas, basta escolher qual produto te atenderá melhor, colocar a bike nele e ir até o ponto onde quer começar a pedalar.

Foto de destaque: gmeurope / sob licença CC BY-NC-ND 2.0
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sexta-feira, 14 de janeiro de 2022

Escola Park Tool lança curso de Bike Fit para capacitar novos profissionais

Curso de Bike Fit da Escola Park Tool - Foto: Divulgação


Com o objetivo de capacitar novas pessoas para prestar serviços no mercado de bicicletas, que está em constante crescimento, a Escola Parkt Tool está com vagas para o curso de Bike Fit aberta para.

Com um constante crescimento no número de usuários de bicicleta Brasil e no mundo, o Bike Fit é um serviço essencial que consiste em ajustar a bicicleta para o ciclista, considerando suas medidas, capacidades e demandas, deixando o equipamento perfeito e exclusivo para o seu uso. 

Esse serviço vem ganhando muita popularidade devido a sua eficácia e é indicado para qualquer tipo de ciclista, desde os mais iniciantes, até competidores profissionais.

"Para tudo isso se tornar viável, nós fizemos uma parceria com a Bike Fit Up, uma empresa que desenvolveu um sistema extremamente barato e funcional, se destacando em relação aos demais sistemas do mercado", afirma a Escola Park Tool.

"Vale ressaltar que não é necessário ter uma formação em educação física, fisioterapia ou algo do tipo. Qualquer um, com um treinamento adequado, pode se tornar um fitter", desta a Escola Park Tool.

De acordo com a instituição, "ao término do curso o aluno recebe um certificado de conclusão, entra em nosso mapa de alunos formados e leva para casa diversas ferramentas, para já sair do curso apto para trabalhar; como guia de pés, régua de parede adesivada, banqueta, estadiômetro, marcadores refletivos, nível a laser e muito mais".

Mais informações sobre o curso de Bike Fit da Escola Park Took você encontra clicando aqui.

Foto: Divulgação / Escola Park Took
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quarta-feira, 12 de janeiro de 2022

Nova E-MTB da Oggi, Big Wheel 8.3 2022 chega com geometria para trilhas mais técnicas



Fabricante brasileira com a maior linha de bicicletas elétricas do país, a Oggi Bikes começa o ano com a Oggi Big Wheel 8.3 2022. A nova E-MTB da marca chega com nova geometria mais moderna e permite que a bike seja utilizada em pedais mais técnicos.

A Oggi Big Wheel 8.3 2022 está equipada com uma caixa de direção mais relaxada e alguns centímetros a mais no tubo superior. Com isso, a nova bicicleta elétrica ganha uma pegada para quem gosta de um cross-country mais agressivo, com curvas, buracos e desafios de todos os tamanhos.

Trata-se da bike ideal para quem quer encarar trilhas a sério, com a força adicional do motor para acompanhar outros ciclistas, ou mesmo para ampliar o tempo e as possibilidades de suas pedaladas. 

A Big Wheel 8.3 2022 é montada ao redor de um quadro de alumínio 6061 com bateria no tubo inferior, cabeamento interno, espaçamento boost com eixo passante e caixa de direção cônica, com componentes de nível intermediário, ideais para quem quer qualidade e desempenho, sem dores de cabeça.

Seguro grátis e dois anos de garantia do quadro


Assim como outras bicicletas da Oggi, a Bike Wheel 8.3 2022 já vem com seguro grátis de um ano, garantia de 2 anos para o quadro, 3 meses para componentes e 6 meses para pintura. A bike está disponível nos tamanhos 15.5, 17 e 19 polegadas, e em duas opções de cores. 

Nova geometria para XC e Trail


Com trilhas e circuitos ficando cada vez mais desafiadores nos últimos anos, o mountain biking vem passando por uma verdadeira revolução. Por isso, assim como outras bicicletas da Oggi, como a nova Big Wheel 7.6 2022 e a Big Wheel 7.2 2022, a Big Wheel 8.3 também teve sua geometria totalmente revisada, para ganhar uma dose extra de controle em situações mais extremas.

Oggi Big Wheel 8.3 2022 tem nova geometria


O detalhe mais importante é a nova caixa de direção, que saiu de 71 para 68 graus de inclinação. Com isso, a bike fica mais estável em descidas inclinadas, velocidades elevadas e degraus mais altos. Além disso, a suspensão ganha capacidade de absorção de impactos, deixando a pedalada mais confortável. 

A bike ainda teve sua porção dianteira bastante alongada pela equipe de desenvolvimento da Oggi. No tamanho 17, por exemplo, o alcance (reach) foi de 395 mm para 435 mm. Com isso, o piloto fica mais centralizado entre os eixos, o que melhora a distribuição de peso e o controle em trilhas mais desafiadoras. 

Ainda seguindo outra tendência importante, o tubo do selim da nova bicicleta elétrica da Oggi ficou mais em pé, saindo de 73 para 74.5 graus. Pode parecer pouco, mas a mudança significa que o piloto da Big Wheel 8.3 2022 fica melhor posicionado para encarar subidas inclinadas e desafiadoras - uma verdadeira fonte de diversão quando você tem a potência de um motor elétrico para ajudar.

Big Wheel 8.3 2022 tem componentes precisos e confiáveis


Conforme informações da Oggi, para que ciclistas de todos os níveis possam encarar trilhas variadas, a Big Wheel 8.3 2022 aposta no sistema elétrico Shimano Steps E7000, que tem um motor capaz de oferecer 250 watts de potência nominal, com até 60 Nm de torque.



Usando sensores avançados para detectar a força da pedalada do ciclista, o funcionamento do motor é super natural, com a assistência podendo ser configurada em três níveis: Eco, Trail e Boost. Todo o sistema pode ser ajustado ao gosto do ciclista através do aplicativo E-Tube da Shimano. 

Com capacidade de carga de 418 Wh, a bateria oferece uma autonomia de até 81Km, e todos os aspectos da pedalada podem ser monitorados por meio de um display de controle instalado no guidão da bike. 

Além disso, a Big Wheel 8.3 2022 aposta na transmissão Shimano Deore M5100 de 11 velocidades, para criar uma combinação perfeita entre desempenho, durabilidade e custo mais acessível de manutenção.



O grupo conta com um cassete 11-51 de grande amplitude, que permite encarar trechos planos, descidas e subidas extremamente desafiadoras com total competência, tudo para dar aquela turbinada no nível e na duração de sua diversão.

Para absorver os impactos, ela conta com uma suspensão dianteira Rock Shox Recon Silver RL com 100mm de curso, hastes de 32mm de diâmetro, trava remota, mola pneumática Solo Air e controle hidráulico de retorno. Com eixo boost de 110mm de comprimento e 15mm de diâmetro e espiga cônica, ela oferece o controle e a rigidez lateral que fazem toda a diferença em uma elétrica. 

As rodas são montadas com cubos Shimano, raios de inox e aros Alexrims de 25mm de largura interna, calçando pneus Kenda Booster Pro Tubeless Race com 2.4’’ de largura e grande volume de ar, o que melhora o conforto, a tração e a velocidade de rodagem.

As frenagens ficam garantidas pelo conjunto Shimano BR-MT 410, com disco de 180mm na frente e 160mm atrás, e ela vem montada com cockpit feitos em alumínio, com o selim e as manoplas sendo feitos pela Velo.

Mini ficha técnica da Oggi Big Wheel 8.3 2022




Quadro: Alumínio 6061 T6 tratado com suporte da bateria ao tubo inferior com rota interna dos cabos
Grupo: Shimano Deore 11 velocidades
Suspensão: RockShox Recon Silver RL 29 Solo Air tapered - curso de 100 mm (boost)
Motor Central: Shimano E7000 / 250W / 60Nm
Rodas: Cubos Shimano MT 400B com aros Alexrims MD 25
Pneus: Pneu Kenda Booster 29x2,40 kevlar
Pedais: MTB-Plataforma
Preço Mínimo Sugerido: R$ 20.480,00

Fotos: Divulgação / Oggi Bikes
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