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sexta-feira, 23 de julho de 2021

GTSM1 lança nova bicicleta full suspension com melhor custo benefício da categoria

Com o melhor custo/benefício da categoria, a GTSM1 Rav3 Blue/Orange Edition é uma bicicleta de alta performance desenvolvida em parceria com Márcio Ravelli


GTSM1 lança a RAV3 - Foto: Divulgação / GTSM1


A GTSM1 anunciou esta semana a inclusão de um novo modelo de bicicleta full suspension à linha de bicicletas desenvolvidas pelo em parceria com o multicampeão de MTB, Márcio Ravelli.

O novo modelo divulgado pela GTSM1 é a RAV3 Blue/Orange Edition, que possui quadro GTS de Carbono Super light modular Toray T700 com suspensão Mastershock MT-30 Air Tapered Boost e grupo Shimano Deore M6100 1x12.

Segundo Ravelli, o modelo é ideal para amadores que buscam alta performance. "Este é um dos modelos mais básicos da linha PRÓ, ideal para quem está evoluindo no cross country ou outras modalidades. É um modelo de transição para atletas amadores que estão começando a competir em alta performance", explica o campeão.

Pesando cerca de 12,5 Kg, a bicicleta GSTM1 RAV3 conta com suspensão Mastershock MT-30, o grande diferencial desta edição limitada, pois permite que atletas intermediários usufruam de um componente profissional. O sistema de 12 velocidades Shimano Deore garante muito versatilidade para o uso misto em diferentes modalidades do mountain bike.

Detalhes da bicicleta GTSM1 RAV3 - Foto: Divulgação / GTSM1


"Os componentes da GTSM1 RAV3 Blue/Orange Edition são resistentes e eficientes. Conseguimos desenvolver uma bicicleta que irá ajudar muitos ciclistas que vivem esta transição para o profissional pois possui o melhor custo/benefício do mercado", conclui Ravelli.

Preço e disponibilidade da GTSM1 RAV3


A nova GTSM1 RAV3 Blue/Orange Edition pode ser adquirida nas revendas da marca em todo o país e também no site da própria marca.

A RAV3 está disponível nos tamanhos 16", 18" e 20" pelo valor de R$ 19.999,00.
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terça-feira, 13 de julho de 2021

CBC e Aliança Bike lançam nota de repúdio ao humorista Murilo Couto


A Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC) e a Aliança Bike publicaram nota de repúdio às declarações do humorista Murilo Couto que viralizaram nas redes sociais no último domingo, 11 de julho.

No vídeo, Murilo Couto faz uma piada de péssimo gosto sobre o atropelamento proposital de ciclistas, o que, de acordo com nota da Aliança Bikes, mesmo sendo uma piada pode promover mortes. "A atitude do humorista pode ser interpretada como incitação ao crime (art. 286 do Código Penal) e discurso de ódio, travestidos de "humor".

A CBD afirmou que a apresentação de Murilo Couto, além de debochar da prática do ciclismo, "incentiva e incita o ódio e a violência contra os ciclistas".

"Os ciclistas já são diariamente alvos da insegurança no transito, resultando muitas vezes em atropelamentos e acidentes fatais. Então, sem nenhuma graça, não cabe humor nem piada nesse assunto. Atropelar ciclistas é crime", declarou a CBC.

Também nós do blog Foto e Bike repudiamos veementemente a 'brincadeira' do humorista Murilo Couto. Da mesma forma, repudiamos de todos aqueles que aplaudiram e ainda os que manifestaram apoio ao que foi dito pelo humorista, pois, como repetimos várias e várias vezes: sobre a bicicleta vai uma vida.


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sexta-feira, 21 de maio de 2021

Trincas nos quadros das bicicletas Sense: saiba o que a fabricante diz sobre o assunto

Homem andando em bicicleta da Sense


Na maioria dos grupos de ciclismo, sobretudo no Facebook, é quase certo encontrar pessoas falando sobre as bicicletas da Sense, de modo específico, sobre rachaduras e quadros da Sense trincados.

Os usuários relatam que o problema ocorre, geralmente na solda que une o seat stay ao seat tube. E não são poucos os bikers que fazem tal reclamação sobre os quadros da Sense nas redes sociais e sites de reclamação.

O blog Foto e Bike entrou em contato com o setor de dúvidas técnicas da Sense para esclarecimentos e conhecer quais ações a marca está tomando para que não ocorra mais tal tipo de problemas.

"Fizemos melhorias para corrigir os problemas de quebra dos quadros", afirmou a equipe de relacionamento da Sense ao listar os principais investimentos para a solução do problema.

Quais melhorias a Sense fez e está fazendo para corrigir o problema?


Dentre os investimentos e melhorias, a Sense informou ao blog Foto e bike que contrataram "uns dos melhores engenheiros de solda no Brasil" e "fizemos grandes investimentos em maquinários e dispositivos para cada vez mais melhorar a qualidade", afirmou.

Tendo em conta que o foco do problema apontado pelos usuários está na solda dos quadros das bicicletas, a Sense disse ter feito melhorias em "todos os processos de solda e parâmetros de tratamentos".

"Testamos todos os nossos quadros na Europa, em laboratório independente, conforme os testes da ISO (norma Europeia); investimos em um laboratório interno a fábrica, com processos de metalografia para análise de qualidade de solda", declarou.

Além disso, a Sense também afirmou ter dobrado a intensidade dos testes em máquinas de fadiga e que estão investindo em análise e testes dos tubos dos quadros através de método de metalografia de varredura a fins de sanar todo e qualquer problema relativo a trincas.

Por fim, as bicicletas da Sense já serão produzidas sendo resultado das medidas de correção e investimentos feitos pela empresa.

"Estamos aumentando nossa capacidade fabril com uma nova fábrica e aumento do quadro pessoal para que possamos inovar tecnologicamente e aperfeiçoar processos com intuito de gerar mais qualidade aos nossos produtos".

"Problemas podem acontecer, mas estamos muitos seguros em relação a engenharia e qualidade dos quadros produzidos para atender a garantia e os modelos 2021/22", concluiu.

Imagem de destaque: reprodução / Sense
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quarta-feira, 19 de maio de 2021

Indústria de bicicletas registra queda na produção em abril

Produção de bicicletas fábricas


Os fabricantes de bicicletas instalados no Polo Industrial de Manaus (PIM) registraram queda na produção no mês de abril e atribuem o impacto negativo à falta de insumos provocada pela pandemia do Covid-19.

De acordo com os números da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares – Abraciclo, em abril foram produzidas 51.281 bicicletas, volume 11,3% menor em comparação com as 57.843 unidades registradas em março do mesmo ano.

Na comparação com o mesmo mês no ano de 2020, quando houve a suspensão de operações na maioria das fábricas em decorrência da primeira onda do coronavírus na cidade de Manaus, houve alta de 409,2%. Naquele ano foram produzidas 10.071 bicicletas no PIM.

De acordo com o levantamento da Abraciclo, no primeiro quadrimestre de 2021 a produção totalizou 222.183 unidades, valor correspondente a um aumento de 22,8% em relação à quantidade de bicicletas produzidas no mesmo período no ano passado.

De acordo com o vice-presidente do segmento de bicicletas da Abraciclo, Cyro Gazola, o setor segue limitado pela falta de insumos que atinge toda a cadeia global de suprimentos. "Há falta de alguns componentes como sistemas de freios e de transmissões, por exemplo, que dificultam a montagem e gera a falta de alguns modelos no mercado", afirmou.

Gazola ainda avaliou que "a demanda por bicicletas continua alta e acreditamos que o fornecimento de peças será normalizado no segundo semestre deste ano".

Produção de bicicletas por categoria


Em abril, a categoria mais produzida foi a Mountain Bike (MTB), com 30.111 unidades e 58,7% de participação no mercado.  A categoria Infanto-Juvenil foi a que apresentou maior crescimento percentual. Foram fabricadas 4.867 bicicletas, alta de 103,5% na comparação com março (2.392 unidades).
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quarta-feira, 28 de abril de 2021

Fabricantes do Polo de Manaus produzem 57 mil bicicletas em março

Bicicletas armazenadas em fábrica

As fabricantes de bicicletas instaladas no Polo Industrial de Manaus (PIM) produziram 57.843 bicicletas em março. Segundo dados da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares – Abraciclo, o segmento segue impactado pela falta de insumos que atinge a indústria globalmente. Em março, o volume produtivo foi 3,1% maior que o registrado em fevereiro (56.078 unidades) e 6,9% superior às 54.115 bicicletas produzidas no mesmo mês do ano passado.


Ainda de acordo com levantamento da Abraciclo, no primeiro trimestre 170.902 bicicletas saíram das linhas de montagem, número bastante semelhante ao atingido no mesmo período do ano passado, que foi de 170.923 unidades.


A melhora da crise sanitária causada pela segunda onda da Covid-19 em Manaus permitiu que as fabricantes retomassem seus turnos regulares de trabalho. No entanto, a escassez de insumos impede que a produção volte ao ritmo mais acelerado.


O principal gargalo do setor é o fornecimento de peças e componentes. Cerca de 50% dos insumos são provenientes de fornecedores mundiais, principalmente do continente asiático. O vice-presidente do segmento de bicicletas da Abraciclo, Cyro Gazola, acredita que o abastecimento deverá ser normalizado no segundo semestre deste ano. “A partir daí, a produção deverá entrar numa curva ascendente. Esse processo, no entanto, será gradual, pois haverá necessidade de ajustar a capacidade das fábricas, o que requer um planejamento minucioso”, afirma.


Entre os componentes que estão em falta, destacam-se sistemas de freios, sistemas de transmissões, suspensões e selins. Gazola explica que a Abraciclo e suas associadas estão trabalhando com fornecedores locais para reduzir a dependência de fornecedores globais. No entanto, a indústria ainda é bastante dependente dos itens importados.


Produção de bicicletas por categoria


Com 39.771 unidades produzidas e 68,8% do volume total fabricado, a Moutain Bike (MTB) foi a categoria mais produzida em março, seguida pela Urbana/Lazer, que teve 14.191 bicicletas fabricadas (24,5% do total). Em termos percentuais, a Estrada foi a que registrou maior crescimento. Foram fabricadas, 1.067 bicicletas, o que corresponde a um aumento de 73,5% na comparação com fevereiro (615 unidades).

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quarta-feira, 31 de março de 2021

Ever Given foi liberado, mas entrega de bicicletas e peças continuará atrasada

Imagem aérea do Ever Given quando encalhado. Foto: Maxar


A saga de navios do Canal de Suez que cativou a mídia social e impediu o comércio global parece estar acabando, embora a carteira de remessas provavelmente continuará a afetar os prazos de entrega das peças e das bicicletas por mais algum período.


O navio cargueiro Ever Given, que encalhou no Canal de Suez em 23 de março, foi finalmente liberado após seis dias de dragagem e reboque. Embora o canal seja reaberto em breve (depois de passar por uma inspeção de segurança), os especialistas estimam que pode levar pelo menos 10 dias para limpar o congestionamento em ambos os lados da via, de acordo com o comunicado da Associated Press.


Canyon Bikes disse na semana passada que há várias remessas Canyon presas no gargalo (incluindo no Ever Given) e mencionou o efeito cascata que provavelmente ocorrerá como resultado das centenas de navios que agora estão atrasados. No contexto da escassez de peças de bicicletas induzida pela COVID-19, as empresas que montam e despacham as bicicletas assim que as peças são entregues sofrerão com a interrupção repentina dos embarques.


No entanto, as coisas estão melhorando novamente para aqueles que esperam pacientemente por bicicletas enquanto a frágil cadeia de suprimentos é remontada.

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quarta-feira, 24 de março de 2021

Produção de bicicletas registra 56 mil unidades em fevereiro

Bicicletas da Sense dentro da loja


A indústria de bicicletas instalada no Polo Industrial de Manaus (PIM) produziu 56.078 unidades em fevereiro e segue impactada pela falta de insumos. De acordo com levantamento da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares – Abraciclo, o volume é 1,6% inferior ao registrado em janeiro (56.981 unidades) e 7,2% menor na comparação com as 60.398 unidades produzidas no mesmo mês do ano passado.


Ainda de acordo com dados da Abraciclo, foram fabricadas 113.059 bicicletas no primeiro bimestre de 2021, o que representa uma retração de 3,2% na comparação com o mesmo período de 2020 (116.808 unidades).


De acordo com o vice-presidente do segmento de bicicletas da Abraciclo, Cyro Gazola, o agravamento dos casos de coronavírus na cidade de Manaus, no início deste ano, foi a principal causa da queda de volume da produção. “Todas as fábricas precisaram readequar seus turnos de produção e ajustar as programações para atender à determinação do governo estadual que restringiu a circulação de pessoas para conter a pandemia”, comenta.


Outro fator que impactou no volume produtivo foi a falta de componentes e insumos. Na avaliação de Cyro Gazola o setor ainda deve sofrer com a escassez de peças até o terceiro trimestre deste ano. “A demanda por bicicletas cresceu no mundo todo e os fornecedores globais de componentes não conseguem atender aos nossos pedidos nem de outros países”, explica. “Cerca de 50% das peças de uma bicicleta são importadas. Há alguns anos, a Abraciclo e suas associadas vem trabalhando com fornecedores locais para reduzir essa parcela, no entanto, ainda somos muito dependemos dos componentes importados”, afirma o vice-presidente do segmento de bicicletas da Abraciclo.


Produção de bicicletas por categoria por categoria


A Mountain Bike (MTB) foi a categoria mais produzida em fevereiro, com 29.573 unidades e 52,7% do volume total fabricado. Em segundo lugar ficou a Urbana/Lazer (17.479 unidades e 31,2% do total fabricado). No terceiro lugar está a Infanto-Juvenil (6.975 unidades e 12,4% do total fabricado).


A categoria de bicicletas que mais cresceu em produção foi a Elétrica. Foram 1.436 unidades produzidas em fevereiro contra 182 em janeiro, o que representa um crescimento de 689%. Na comparação com o mesmo mês de 2020, o aumento foi de 101,1%. Na ocasião, foram fabricadas 714 bicicletas da categoria Elétrica.


No resultado do bimestre a MTB seguiu como a categoria mais produzida com 66.048 unidades e 58,4% do volume fabricado. Na sequência vieram a Urbana/Lazer (35.631 unidades e 31,5%) e Infanto-Juvenil (8.424 unidades e 7,5%).

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terça-feira, 2 de março de 2021

[VÍDEO] Que tipo de ciclista você é?

- Imagem referencial. Foto: pasja1000/Pixabay -

O pessoal do grupo Guia dos Pedais publicou esse vídeo bem humorado que retrata de maneira divertida alguns tipos de ciclistas que vemos por aí com certa frequência.


Afinal, quem aí não um amigo que só pedala em cadência alta, ou um que se diz profissional. Sem falar dos que empurram, mas não fingem e dos distraídos de plantão.


Assista o vídeo e diga aí: qual tipo de ciclista você é?


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sexta-feira, 22 de março de 2019

Gravel bike: nova Trek Checkpoint AL3 já está à venda

Gravel bike Trek Checkpoint AL3 2019 - Foto: Trek/Divulgação

A Trek divulgou a versão da Trek Checkpoint AL3 2019, uma gravel bike rápida no asfalto e estável em terrenos mais acidentados. Segundo a empresa, é uma bicicleta que "está sempre pronta para uma aventura".

A bicicleta é equipada com tecnologia econômica e robusta que o acompanha tanto no deslocamento para o trabalho quanto ao explorar estradas de cascalho.




Construída com suportes adicionais para paralamas, bagageiros traseiros e dianteiros, um alforje no tubo superior e um terceiro suporte para caramanhola, a Trek Checkpoint AL3 também é um bom equipamento para realizar cicloviagens.

Trek Checkpoint AL3 2019 com bagageiro - Foto: Trek/Divulgação

O quadro da Checkpoint AL3 é de Alpha Alumínio da série 200, resistente, estável e confortável em suas pedaladas mais longas e difíceis. Suporta o peso acumulado de 125Kg. Já o peso da bike é de 10,44kg.




A versão 2019 da Checkpoint AL3 conta com novos freios a disco Flat Mount, mais leves, elegantes, menores e mais limpos que os freios a disco tradicionais, oferecendo melhor desempenho e poder de frenagem em condições difíceis.

Quer mais informações sobre essa bike? Elas estão disponíveis no site da Trek.
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terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Empresa envia bicicletas de 3 mil dólares em caixas de TV para evitar danos no frete

Caixa usada pela empresa para enviar bicicletas

Para solucionar os problemas com danos às bicicletas durante o transporte, uma empresa holandesa de bikes elétricas, a VanMoof, passou a fazer o envio de seus produtos, que custam a partir de $3000, em caixas de TV.

Quem já recebeu bicicletas arranhadas ou com algumas partes amassadas devido à falta de cuidado durante o transporte sabe o quão ruim é receber um produto em tais condições. A ideia criativa da VanMoof reduziu os danos na bicicletas, visto que os entregadores manuseiam com mais cuidado o objeto ao pensarem que se trata de uma televisão frágil.

"Estávamos sofrendo enormes danos na entrega, especialmente nos EUA, e enfrentando grandes despesas com devoluções, substituições e reembolsos", disse Taco Carlier, co-fundador da VanMoof, à CNNMoney.

A VanMoof começou a adotar essa estratégia em 2016 e desde então, os problemas com bicicletas danificadas durante o processo de transporte para entrega reduziram para menos de 80%.

"Foi realmente incrível", disse Carlier. "Quase não recebemos mais reclamações".

Bicicleta da VanMoof
Bicicletas da VanMoof custam a partir de $3000. Foto: Divulgação

A iniciativa do pessoal da logística da VanMoof foi tão genial que a empresa não pode nem ser questionada por fazer propaganda enganosa. Eles não informam que existe de fato uma TV dentro da embalagem. Só há desenhos do aparelho impresso na caixa e dentro dessa ilustração, uma bicicleta. Uma estratégia brilhante.
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terça-feira, 6 de novembro de 2018

5 bicicletas diferentes que você nunca viu antes

Depois de um tempo sem publicações, vamos escrever novamente! O post de hoje é só de bike e não vai ter foto, mas é bem interessante. Na verdade, é mais o compartilhamento de um vídeo que assisti no canal TechZone, no YouTube, e, com fala de bike, resolvi compartilhar aqui.

E o assunto curioso é exatamente esse: 5 bicicletas diferentes que talvez você ainda não tenha visto - e acredite, tem coisa legal e muita tecnologia envolvida. Confira o vídeo logo abaixo e depois dê uma olhadinha no que eu achei delas.



São interessantes essas bikes, não é verdade? Tudo bem: algumas são esquisitas, mas interessantes elas são. Enfim, relembre os nomes delas e veja um pequeno comentário que fiz sobre elas (comentário pessoal, ok. Não tem análise técnica aqui).





1) Denny Bike


O projeto é interessante e chama bastante atenção. E ainda tem itens de segurança inteligentes.

2) Twicycle 


Eu não me arriscaria a levar um tombo com essa. A ideia parece ser boa, mas, pelo menos nos vídeos, a prática não me conveceu muito. E tenho uma dúvida: com os pés se pedala; e com as mãos?





3) Elliptgo


É um patinete? Parece, mas não é! Talvez seja algo como a "evolução" dele. A ideia também parece ser boa em relação à questão da reabilitação de atletas etc. Entretanto, acho que eu não compraria uma para mim.

4) Flash


Projeto interessante para deslocamentos urbanos. Gostei da ideia! E se um ladrão tentar roubar a bike, ainda vai tomar um choque elétrico de brinde (nada demais; só um susto!).

5) Self-driving Bicycle


Juntar holandeses e o Google só podia dar nisso: uma bike que não precisa de ciclista!
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segunda-feira, 8 de outubro de 2018

VÍDEO | Antes de instalar um bagageiro, algumas dicas

O pessoal do canal Pedaleria, no YouTube, fez um vídeo dando algumas dicas sobre bagageiros. Então, sem nenhuma enrolação, assista o vídeo abaixo.

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segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Acessórios para bike: vale a pena comprar da China?


Certa vez também fiquei com essa dúvida e lancei a pergunta para uns e outros para saber qual seria a resposta. Sei lá, geralmente sempre se fica com um pé atrás quando vemos preços baratos (e vindo da China, é barato mesmo) e acabamos duvidando muito.

Sobre a questão de comprar da China, há um paradigma que é difícil de ser quebrado e se você perguntar se vale ou não a pena comprar coisas desse país, muitas pessoas irão dizer: “tudo o que vem da China não presta”. Acredite, vão muitos vão dizer isso e também disseram para mim, mas mesmo assim eu comprei e vou partilhar com você como foi.


Em primeiro lugar, até quero a dizer que até hoje comprei três produtos da China para usar na minha bike e não tive NENHUM problema com ambos. Logo, não é verdadeira aquela máxima de que produto vindo da China não presta ou não tem qualidade. O consultor de importação Rodrigo Giraldelli tem um texto muito interessante para responder a seguinte pergunta: “Será que os produtos da China têm qualidade?”. Recomendo a leitura!

Chega de ficar enrolando! Vou falar dos três produtos que comprei. São a acessórios para a bike que, na época em que procurei no Brasil, achei os valores um tanto altos (em lojas físicas e também na internet) e isso me fez olhar para as vendas da China. Ambos foram comprados por meio do site AliExpress e vou deixar os links de onde peguei para que, caso se interesse, dê uma olhadinha.

Sapatilhas


Antes mesmo de ter compra um pedal clip (na verdade eu já estava planejando comprar um), pesquisei os preços das sapatilhas. Moro em Petrópolis/RJ e as coisas por aqui são um tanto caras, mas mesmo assim fui ver preços em algumas lojas. Como grana estava curta, não rolou e a mesma coisa aconteceu quando pesquisei em sites do Brasil.

As sapatilhas quando chegaram

Encontrei algumas sapatilhas no AliExpress e o preço estava bom para mim e em novembro de 2016 fechei a compra das sapatilhas por $ 42,20 (cerca de R$ 143,00 na época), sem frete. Fiz a compra e após cerca de 25 dias recebi o produto. Já faço uso dela há dois anos e nunca tive problemas e também não se desmanchou como muitos me falaram que iria acontecer.

As sapatilhas hoje (sujas, mas muito boas)

Dica importante sobre

Se você for comprar sapatilhas preste bastante atenção na forma como o vendedor apresenta o tamanho. No meu caso, comprei utilizando o sistema norte americano (assim estava no site), mas há vendedores que apresentam o sistema europeu e ambos diferem da forma que sempre vemos no Brasil.

Clique no link para acessar do anúncio AliExpress com das sapatilhas falei acima.

Pedal clip


Foto: divulgação/internet 

Pouco tempo depois de ter comprado a sapatilha, enquanto aguardava a chegada da mesma, e já tendo visto o preço dos pedais clip aqui na minha cidade e alguns sites, encontrei o Shimano PD-M520 no AliExpress (eu queria um Shimano, então...). Em dezembro de 2016 fechei a compra por $ 36,56 (cerca de R$ 124,00). Detalhe: esse é o valor total da minha com frete e tudo. Os pedais chegaram uma semana após das sapatilhas.

Meus pedais atualmente

Sobre os pedais, disseram que não durariam muito. Ainda estou usando e estão cumprindo seu papel sem me decepcionar.

Clique no link para acessar o anúncio do AliExpress do pedal clip que falei acima.

Garmin EDGE 200


Eu usava um ciclocomputador que nem lembro a marca, mas era daqueles que você coloca um sensor nos raios e outro no garfo da bicicleta para que ele possa fazer as leituras. Com pouco tempo de uso ele parou de funcionar. Foi nesse período que comecei a usar o Strava pelo celular, mas como eu não queria deixar o mesmo preso no quadro para poder ficar lendo as informações de velocidade de distância percorrida, voltei a fazer pesquisas. Dessa vez eu nem vi nas lojas físicas.

No Mercado Livre e outros sites encontrei o Garmin EDGE 200 por quase R$ 300,00. Quando procurei no AliExpress, encontrei por $ 64,50 (cerca de R$ 200,00), com frete e tudo, e fechei a compra em março de 2017. Demorou mais ou menos 35 dias para chegar.

Sobre esse produto muitos disseram que era falsificado e que eu não conseguiria fazer o registro no site Garmin Connect. Consegui registrar tranquilamente e sigo usando o produto até hoje, sem nenhum defeito.

Hoje o link que utilizei para comprar esse item não está mais disponível no AliExpress.

Conclusão


Para mim valeu muito a pena comprar pelo AliExpress e, antes que apareça a pergunta, não tive que pagar tributação. Sobre quais componentes a compra da China é indicada e quais não são recomendo um post do Bike Tribe sobre o assunto: Coisas que você pode, e as que você não deve comprar de jeito nenhum na China para sua bike.

Também acho que vale a pena recordar que os produtos que comprei foram antes de 27 de agosto de 2018, quando os Correios estabeleceram uma taxa de 15 reais que, segundo eles, é são referentes “às atividades de suporte ao tratamento aduaneiro realizadas pelo operador postal, como o recebimento dos objetos e inspeção por raio X, formalização da importação no sistema da Receita Federal (quando for o caso), tratamento de eventuais inconformidades (objetos proibidos, perigosos ou com exigências específicas impostas pela autoridade aduaneira para admissão), recolhimento e repasse dos impostos à Receita Federal (quando houver tributação), disponibilização de informações ao importador para desembaraço da remessa via internet, entre outras”.

No mais, boas compras da China!

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segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Vamos de foto? Algumas fotos que fiz no BES 2017, em Petrópolis

Talvez, ao acessar o blog Foto e Bike, você se pergunte: onde estão as fotos? Ok, é bem verdade que muitas imagens das imagens que uso aqui são capturas de vídeo ou fotos de outros autores, cuja fonte é sempre citada, mas, como está dito como slogan: aqui devem estão reunidos "dois hobbies traduzidos em palavras".




Na postagem que fala do por que o nome do blog é Foto e Bike comentei que aqui "também serão publicadas algumas fotos que tenham relação - ou não - com a bike". Sendo assim, nesta publicação vou colocar algumas imagens que registrei e falar um pouquinho sobre elas. Vamos conferir?

Brasil Enduro Series (BES) 2017


Essas fotos foram feitas em Petrópolis/RJ durante o Brasil Enduro Series. Eu nunca tinha assistido in loco uma competição de ciclismo e, como este evento aconteceu na minha cidade, tive a oportunidade de fazer algumas fotos. Achei impressionante a habilidade que os bikers têm de descer a montanha rapidamente. Às vezes dava até medo!

Brazil Enduro Series - Stage Petropolis

Competition "Brasil Enduro Series" - Stage Petrópolis




As fotos abaixo, com marcas d'água do Shutterstock, também foram feitas por mim durante o BES. Talvez você se pergunte: por que então as fotos estão com marca d'água? Eu também tenho feito algumas fotos para publicar em sites de microstock, ou seja, bancos de imagens.

Sendo assim, te convido a acessar meu portfólio no Shutterstock.




Bom, por hora são essas as primeiras fotos que publiquei. Em breve farei mais postagens com algumas imagens registradas por mim e falarei um pouco sobre elas.

Ah, já ia me esquecendo! Fiz um post contando um pouquinho sobre uma foto que fiz na Basílica de São Paulo Fora dos Muros, em Roma. Não deixe de conferir, pois está muito legal!
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sexta-feira, 13 de julho de 2018

Transmissão Driven da CeramicSpeed é novidade ou reinvenção?


Em uma publicação anterior, falamos do protótipo que a CeramicSpeed apresentou no Eurobike, o Driven, como algo que repensa o sistema de transmissão de uma bicicleta. Ocorre que esse modelo de transmissão não é uma novidade, mas aperfeiçoamento de algo que já foi usado em diversas bicicletas anos atrás com o mesmo princípio de funcionamento: eixo cardã.

Em seu site, a CeramicSpeed afirma que o Driven é "um revolucionário conceito de transmissão que estabelece novos padrões de eficiência e elimina a necessidade de desviadores e correntes". E, de fato, o conceito do eixo cardã (que, em suma, é o que está sendo utilizado) é tão revolucionário que algumas motocicletas chegam a fazer uso dele (algumas motos da BMW usam isso).

O uso do eixo cardã em bicicletas no sistema de transmissão é bem antigo e sua aplicação em bicicletas já tem para mais de 100 anos. Por exemplo, em 1900, a empresa American Bicycle Co ("The Trust", como era mais conhecida) já promovia o uso de bicicletas sem corrente aos ciclistas daquela época. Para exemplo, seguem abaixo duas fotos de uma bike fabricada por tal empresa.

Sistema de transmissão da bicicleta Crescent com eixo cardã. Foto: Old Bike

Bicicleta Crescent utilizava transmissão sem corrente. Foto: Old Bike

Por curiosidade, você pode acessar o site Old Bike para ter acesso às peculiaridades de bicicletas antigas como essa Crescent e outras.

Corrigida a forma de apresentar o protótipo, segue abaixo um vídeo do Samuca Zarref que foi publicado no canal Power Link Bike. Apenas para contextualizar, o vídeo está a metade final do vídeo, visto que no começo o Samuca trava de outras questões.


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segunda-feira, 9 de julho de 2018

Driven: novo conceito para sistemas de transmissão nas bikes


E se você quisesse repensar completamente o sistema de transmissão de uma bicicleta para ter menos atrito, menos peso e ocupar menos espaço? Isso é o que a CeramicSpeed ​​fez com seu novo conceito de transmissão Driven, contando com um par de pinhões em um eixo de transmissão de carbono acoplado a um cassete completamente plano.

Outros destaques para você:


De acordo com a CeramicSpeed, Driven é "um revolucionário conceito de transmissão que estabelece novos padrões de eficiência e elimina a necessidade de desviadores e correntes". "Nosso objetivo era claro: projetar o sistema de transmissão mais eficiente que se possa imaginar. Em parceria com o Departamento de Engenharia Mecânica da Universidade do Colorado, criamos um conceito de eixo de transmissão que utiliza 21 rolamentos CeramicSpeed ​​e define uma nova referência como o sistema de tração mais eficiente do mundo".




De acordo com a CeramicSpeed, "Driven cria 49% menos fricção quando comparado com o sistema de transmissão líder de mercado. Um sistema de transmissão tradicional de corrente contem oito pontos de atrito de deslizamento, que são gerados a partir da articulação da corrente nesses pontos. Driven impressionantemente elimina todos os oito pontos de atrito de deslizamento.


Para obter o máximo desempenho, o Driven utiliza rolamentos CeramicSpeed ​​em um sistema de eixo de transmissão estilo pinhão. No total, 21 rolamentos desempenham um papel crucial na funcionalidade e eficiência. Graças ao atrito de rolamento extremamente baixo e longevidade, os rolamentos transferem o torque do anel dianteiro através do eixo de acionamento, em seguida, para a engrenagem traseira de 13 velocidades.




Os testes da CeramicSpeed ​​mostram que a eficiência máxima típica de um Dura-Ace é de cerca de 98%, e uma versão otimizada do CeramicSpeed ​​é de 98,5%. Nós realmente estamos falando sobre ganhos incrementais. O novo sistema Driven alcançou 99% de eficiência no mesmo teste. Quando você começa a adicionar coisas como degradação de lubrificantes de cadeia e atrito de cadeia cruzada, as coisas pioram para o sistema de transmissão tradicional. E esses números de pico? Isso é em uma potência média de cerca de 500 watts. Se você não está colocando esse tipo de poder, os números ficam um pouco piores. Em 200 watts, o DA está em torno de 96,75% e a versão otimizada é 97,75%. O sistema Driven está em 98,75%. Colocando os números em outro formato, eles dizem que em 250 watts, Driven tem 32% menos atrito do que o sistema de transmissão DA otimizado CeramicSpeed ​​e 49% menos atrito do que um grupo de ações Dura-Ace.


Se os números de atrito não o impressionarem, há outros benefícios também. É potencialmente muito mais aerodinâmico e é definitivamente mais leve. O medidor de energia pode ser integrado ao eixo de acionamento e as combinações de engrenagens são quase infinitas. O cassete pode adicionar quantas velocidades quiser (dentro da razão, é claro), porque não precisa de largura adicional para adicionar mais velocidades.

Vencedor do Prêmio Eurobike 2018


Driven foi o vencedor do prêmio Eurobike, um dos prêmios de design mais reconhecidos na indústria de bicicletas. 366 entradas foram acessadas e avaliadas por um painel independente de juízes especialistas. O protótipo original será exibido no estande da CeramicSpeed ​​na Eurobike B3-205, de 8 a 10 de julho de 2018.


Com informações de CeramicSpeedBikeRumor!
Tradução livre
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sexta-feira, 15 de junho de 2018

Bagageiro para bicicleta aro 29 bom e barato? Encontrei um

Minha bike com alforge da Curtlo

Uma das melhores opções para quem pretende fazer deslocamentos diários de bicicleta e precisa carregar roupas, sapatos e/ou marmita são os bagageiros (junto com alforges, é claro). Mas como encontrar um que seja bom, que atenda às suas necessidades e as da sua bike? Nesta publicação falo um pouco sobre a minha procura até encontrar um bagageiro ideal para mim, o que pode te ajudar a encontrar um bom para você também.

Como já havia relatado aqui no FOTO E BIKE, comprei minha bicicleta em 2016 e um dos objetivos era utilizar o equipamento para fazer o deslocamento diário para o trabalho. Porém, fazer isso com mochila nas costas é um tanto ruim, então precisei buscar outras opções.
 
No começo, eu usava mochila mesmo. Só que o suor fica incomodando bastante, pois ela não tinha espaço para ventilação. Após isso, fiz várias buscas por bagageiros para bicicleta aqui em minha cidade, mas não encontrei nada que se adequasse na minha bicicleta: uma aro 29, com freios à disco e sem furação para esse tipo de suporte.

Abrindo um parêntese, fiz uma publicação sobre um outro tema que também pode te interessar. Nela falo um pouco sobre alguns acessórios para bike que comprei na China e conto se valeu a pena ou não. O nome da publicação é Acessórios para bike: vale a pena comprar da China?. Confira esse post!

Voltando ao assunto, apelei para internet e comprei um. Como haviam modelos muito caros e a grana estava curtíssima, peguei um bem simples (e que não era para o meu tipo de bike) e tive que fazer várias adaptações. Ficou até bom, mas quando o alforge estava cheio e as vias muito esburacadas, o conjunto ficava trepidando demais e os parafusos com muita folga (não sou engenheiro e deu nisso!).

Minha bike com bagageiro adaptado que não deu muito certo

Já em 2018, retomei o projeto de vir pedalando para o trabalho. A decisão foi tomada por causa do preço muito alto do combustível (em minha cidade, Petrópolis, tem postos com R$ 5,19 o litro da gasolina comum). Como consequência, tive que resolver o problema do bagageiro para poder fazer os 15Km ida e volta para o trabalho. Voltei a procurar na internet, mas ainda sem poder investir em produtos como Topeak e outras marcas top de linha neste assunto.

A solução foi alcançada com o bagageiro da Yamada, modelo H27-4, com blocagem de para canote. Com capacidade para suportar 9Kg ou até 25Kg se utilizado com as duas barras de reforço que vem junto com ele, o item atendeu às minhas expectativas e o preço também estava dentro daquilo que eu podia pagar sem ficar duro: R$ 120,00.

Já com o bagageiro instalado (relou escada, por isso as marcas)

O produto é fabricado em alumínio e é ideal para bikes com freio à disco. Como a fixação é feita no canote do selim e o aperto feito através de blocagem, não é preciso que a bike tenha furações e nem necessita de adaptações. Pode ser instalado em canotes de 22,2 à 31,8mm.

Detalhe da blocagem

Um detalhe muito importante: estou usando esse bagageiro da Yamada há quase um mês. Até agora, os parafusos não apresentaram nenhum sinal de folga e ele não fica batendo ou vibrando.

Fixação da barra da barra de reforço no seat stay

O ponto negativo do produto é que ele não veio com manual de instruções. Achei que tinha acontecido apenas comigo, mas vi relatos em vídeos e outros blogs falando a mesma coisa. Você também precisará de, pelo menos quatro ferramentas diferentes para conseguir instalar o mesmo por completo (isso é, com as barras de reforço - que não são "obrigatórias"). Mas, não é difícil.

Vou deixar o link do vendedor onde fiz a compra no Mercado Livre para que, caso se interesse, possa fazer a aquisição também.
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terça-feira, 12 de junho de 2018

Bike do Itaú terá tarifa zero no plano diário nos dias de jogos da Seleção Brasileira


Para facilitar a mobilidade das pessoas nos dias dos jogos, o Itaú Unibanco e a Tembici (operadora dos sistemas de bicicletas compartilhas) irão zerar a tarifa do plano diário do Bike Itaú sempre que o Brasil entrar em campo.

A ação, segundo o banco, já está valendo desde este domingo, 10 de junho, quando a Seleção Brasileira enfrentou a Áustria em jogo amistoso, e é válida em todas as praças atendidas pelo projeto: Pernambuco, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo – além do Bike BH, onde o sistema é operado pela Serttel.




O objetivo da iniciativa, segundo nota do Itaú, é "estimular o uso de outros modais de transporte urbano, além de promover um olhar mais solidário e mais ecológico sobre a questão da mobilidade nas cidades".

Quem não for usuário do programa e quiser ter acesso às bikes precisa se cadastrar pelo site bikeitau.com.br, no aplicativo Bike Itaú ou nos terminais de autoatendimento.

As regras para uso do sistema nos dias de jogos serão as mesmas do resto do ano: não há limitação no número de empréstimos que podem ser realizados, desde que cada período não ultrapasse uma hora de duração, com intervalo de 15 minutos entre uma utilização e outra. Em caso de descumprimento dessas diretrizes será cobrada multa de R$ 5 por hora.

Com informações de Itau Tembici
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quinta-feira, 7 de junho de 2018

VÍDEO | Bicicleta com piloto automático?

Só para descontrair um pouco!

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