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sexta-feira, 12 de março de 2021

Pode ou não bicicleta em rodovias sem acostamento?

Ciclistas pedalando em rodovia

Muitas das vezes andar de bicicleta nas estradas brasileiras representa um risco ao ciclista, visto que várias delas são mal sinalizadas, têm infraestrutura falha e, diversas foram projetadas bem antes da inclusão da bike no Código de Trânsito Brasileiro como meio de transporte. Mas o problema vai além disso. O conhecimento dos membros que fazem parte do sistema de trânsito também é muito ruim.

Recentemente um caso teve grande repercussão nas redes sociais de grupos relacionados ao ciclismo. Uma carreta passou tirando uma fina de um grupo de ciclistas que pedalavam na BR-101, em um trecho sem acostamento conhecido como Subida do Morro dos Cavalos, em Palhoça/SC. Assustados, os ciclistas chegaram a parar o pedal.

Uns disseram que o CTB não permite a circulação de bicicletas em rodovias sem acostamento. Alguns falaram que os ciclistas estavam errados por pedalar em local tão perigoso. Outros disseram que é obrigação do motorista manter 1,5m de distância ao ultrapassar ciclistas e que os bikers estavam certos ao pedalar ali. Afinal, quem está certo?

Bicicletas na estrada: o que diz o CTB?


Muitos que afirmaram que bicicletas não podem circular em rodovias sem acostamento se apoiaram no artigo 244 do CTB, especificamente no  parágrafo 1º, alínea b. Esse trecho diz que ciclos não podem "transitar em vias de trânsito rápido ou rodovias, salvo onde houver acostamento ou faixas de rolamento próprias" (o parágrafo 2º enquadra os ciclomotores na mesma condição).

Como visto, não se pode utilizar esse artigo 244 do CTB para falar do trânsito de bicicletas em estradas ou rodovias sem acostamento. É um grande equívoco que pode ser corrigido com a leitura do artigo completo, não só um recorte.

Ciclista pedalando sozinho
Imagem referencial. Foto: Daniela Jakob/Pixay

Cabe ressaltar que o CTB, quando fala de bicicletas, sempre o faz dizendo claramente bicicletas, conforme é possível ver no anexo I do Código. Ciclos são outra coisa!

Artigo 58 do CTB: esse fala da circulação de bicicletas


Sobre a circulação de bicicletas, o trecho correto  a ser analisado é o artigo 58. Esse trecho sim é que deve ser observado, tanto por ciclistas, motorista e para quem quer falar sobre o assunto o opinar.

O artigo 58 do CTB vai dizer que a circulação de bicicletas, seja em vias urbanas ou rurais de pista dupla "deverá ocorrer, quando não houver ciclovia, ciclofaixa, ou acostamento, ou quando não for possível a utilização destes, nos bordos da pista de rolamento, no mesmo sentido de circulação regulamentado para a via, com preferência sobre os veículos automotores".

Afinal, pode pedalar em rodovia sem acostamento?


Poder, pode. A lei permite isso tranquilamente. No caso do episódio dos ciclistas de em Santa Catarina, a circulação deles ali também estava dentro daquilo que orienta o artigo 58 do CTB (a pista era dupla, sem acostamento e a circulação era dos bordos). Porém, é sempre bom avaliar o risco antes de ir.

E aqui exponho minha opinião: se eu tivesse que pedalar num trecho como o da Subida do Morro dos Cavalos, na BR-101, poderia fazê-lo com respaldo Legal. Contudo, não faria por conta do risco existente e da deficiência de grande parte dos membros do sistema de trânsito brasileiro, sobretudo os habilitados, em conhecê-lo e respeitá-lo.
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quinta-feira, 14 de março de 2019

Idosa aposentada percorreu mais de 16 mil quilômetros de bicicleta

Ethel MacDonald. Foto: Reprodução/Facebook

Norte americana e professora de francês aposentada, Ethel MacDonald escolheu fazer viagens incomuns àquelas que a maioria dos aposentados faz. Desde 2003, quando se aposentou, ela vem conhecendo o mundo pedalando.


Ethel tem duas bicicletas: uma na casa de uma amiga na Europa e outra em Missoula – Montana (EUA) onde vive. A primeira cicloviagem começou na costa atlântica francesa. Normalmente suas viagens duram entre três e quatro semanas.

Ethel utiliza sites conhecidos dos cicloturistas e mochileiros para encontrar lugar para dormir (o Warm Showers e o Couchsurfing), mas, segundo ela, além de economizar com a hospedagem o principal motivo para utilizar-los é o de conhecer pessoas “fantásticas e inspiradoras”. Ela acredita já ter ficado em mais de 165 casas diferentes e recebido mais de 200 outros viajantes em sua casa.


Curiosamente, Ethel só aprendeu a andar de bicicleta aos 30 anos. Em 2016 ela calculou já ter percorrido mais de 16 mil quilômetros viajando de bike e não pretende parar.
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segunda-feira, 8 de outubro de 2018

VÍDEO | Antes de instalar um bagageiro, algumas dicas

O pessoal do canal Pedaleria, no YouTube, fez um vídeo dando algumas dicas sobre bagageiros. Então, sem nenhuma enrolação, assista o vídeo abaixo.

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segunda-feira, 2 de julho de 2018

14 cicloviagens para conhecer o Brasil

Ciclista de bicicleta praticando cicloviagem
- Há várias opções para cicloviagens no Brasil. Foto: Fernando Northpak/Pixabay -

Força, disposição e tranquilidade para percorrer o caminho no próprio tempo e respeitando os limites do corpo são essenciais para uma cicloviagem de sucesso – isso e muita água, é claro. Um país imenso como o Brasil tem muito mais a oferecer do que os já inúmeros, diversos e fascinantes destinos turísticos.

O mais comum é passar por paisagens estonteantes sem percebê-las direito, com a pressa em chegar, fazer check-in no hotel e “começar a aproveitar”. Em uma cicloviagem, essa lógica se inverte: a cereja do bolo é o caminho percorrido e o ponto de chegada é o fim do passeio.

Entre uma cidade, praia, cachoeira e outra, a terra está repleta de pássaros silvestres cantando bonito, flores cheirosas, riachinhos de água fresca, plantas desconhecidas, animais selvagens que podem (ou não) dar o ar da graça, mas só aproveita quem permanece mais tempo no trajeto, o que é difícil usando um meio de transporte motorizado, que passa zunando e assustando a fauna mais tímida.

Uma grande vantagem do cicloturismo – e do ecoturismo em geral – é a preocupação com a preservação do meio ambiente, seja no uso de meios de transporte sustentáveis (na bicicleta, o único combustível é a comida que o ciclista consome) ou na preocupação dos viajantes em cuidar do ambiente que está percorrendo, fazendo descarte consciente do próprio lixo, por exemplo.

Numa viagem de bike, também é preciso praticar o desapego: não dá pra levar uma muda de roupa para cada dia, nem todos os produtos de higiene que está acostumado a usar em casa no dia a dia. Ao experimentar um modo de vida mais simples na estrada, quem sabe não inspira a simplificar também o cotidiano?

14 cicloviagens para conhecer o Brasil sobre duas rodas de bicicleta

1. Serra da Canastra (MG)


O Parque Nacional da Serra da Canastra e dezenas de reservas ecológicas particulares na região têm estradinhas de terra que dão acesso a cachoeiras e mirantes belíssimos, muito procurados por cicloturistas e travessias à pé. Há uma grande oferta de campings, alguns deles próximos a piscinas de água termal e quente, hmmm! A região fica próxima à capital Belo Horizonte e pode ser percorrida em um, dois ou mais dias, seja carregando todos os equipamentos a cada deslocamento ou estabelecendo bases onde deixar a maioria da bagagem para explorar as cachoeiras e subir as serras com menos carga (Mathias Fingermann/Flickr)

2. Circuito das Araucárias (SC)


Este percurso está bem sinalizado com placas ao longo dos seus 250 km de estrada de terra, que começa e termina em São Bento do Sul. Entre as atrações, estão as florestas de araucárias, coníferas da Mata Atlântica do sul do Brasil que estão em extinção a Rota das Cachoeiras (só pode ser percorrida à pé, mas vale a pena deixar a bike por cerca de 4 horas para percorrê-la!) e a área de proteção ambiental dos Campos do Quiriri (foto). Mais informações na página oficial do circuito (Fabricio Celso/Flickr)

3. Circuito Vale Europeu (SC)


Os 350 km de estradas de terra tranquilas formam o primeiro roteiro brasileiro planejado para o cicloturismo. O circuito passa por pequenos vilarejos construídos por imigrantes europeus no final do século 19 e pode ser percorrido com calma em 7 dias de viagem. O site oficial do circuito tem excelentes informações sobre a região, preparos, roteiros e outras dicas úteis sobre o Vale Europeu (Carlos Neckel/Flickr)

4. Parque Nacional de Aparados da Serra, Serra Geral e São Joaquim (RS/SC)


Os três parques nacionais somam mais de 40 mil hectares na fronteira entre Rio Grande do Sul e Santa Catarina. É possível acampar em um ou dois lugares diferentes e usá-los como base para explorar as montanhas e cânions em volta. São diversas trilhas que podem ser percorridas de bicicleta, que passam pelos 64 cânions da região, algumas exigem bastante preparo físico. Os mais famosos são os do Itaimbezinho, Fortaleza, Malacara, Churriado e Coroados. O cânion do Itaimbezinho tem profundidade de mais de 1.500 metros, mais que o Grand Canyon, nos Estados Unidos! No Parque São Joaquim, apesar das montanhas, há vários trechos planos bons para pedalar – e a vista estonteante do Morro da Igreja (foto), que tem 1822 metros de altitude e temperaturas abaixo de zero no inverno (Otávio Nogueira/Flickr)

5. Circuito Costa Verde e Mar (SC)


Uma rota de cicloturismo que passa pelo litoral catarinense. Nela, ciclistas pedalam com vista para o mar e passam por pequenos vilarejos no interior do estado de Santa Catarina. São 270 km que passam por estradas de terra e vias urbanas, com o mínimo de rodovias. O caminho começa (ou termina) em Balneário Camboriú, uma das praias mais badaladas do estado, e vai até Camboriú, no interior. Leia o guia completo para realizar a rota (Júnior Dias/Flickr)

6. Estação Ecológica Juréia — Itatins (SP)


A estrada é de terra, mas é boa e não são permitidos carros, o que torna tudo mais seguro. O caminho desce pela úmida e exuberante Serra do Mar até a vila Barra do Una, à beira da praia. Dá pra fazer o passeio em uma manhã e almoçar em Barra do Una. Para voltar... Você pode pedalar morro acima ou pegar um ônibus (MAndrade/Flickr)


7. Estrada do Sol (SP)


Essa estrada de 75 km de Salesópolis à estrada Rio-Santos entre as cidades praianas de Caraguatatuba (+10 km) e São Joaquim (+17 km). Ela é também conhecida como “Estrada da Petrobrás”, usada em algumas ocasiões por funcionários da empresa. Na maior parte do tempo, as bicicletas são os únicos veículos nessa rota que passa por dentro do Parque Estadual da Serra do Mar. No começo do trajeto, há subidas bastante íngremes, mas a estrada está em boas condições e, depois do primeiro terço do caminho, há muito mais descidas (e a bela vista da Serra do Mar em seu estado bruto) (Hélio Bertolucci Jr/Flickr)

8. Caminho da Luz (MG)


Esta rota de 200 km passa por Minas Gerais quase na fronteira com Espírito Santo e Rio de Janeiro. Ela começa na cidade de Tombos e termina em Alto Caparaó. As vias são, em sua maioria, de estrada de terra, e cortam distritos pequenos e muita natureza. O trajeto todo pode ser percorrido em 4 dias com folga. De Alto Caparaó, é possível subir até o Pico da Bandeira.Veja mais informações no site oficial (ilejr/Flickr)

9. Estrada Real (MG)


A Estrada Real é uma rota turística que pode ser percorrida de carro, a cavalo, de bicicleta e até a pé. São mais de 1630 km de extensão, nos estados de Minas Gerais (principalmente), São Paulo e Rio de Janeiro. Alguns trechos da Estrada são melhores para o cicloturismo que outros, sendo que o Caminho dos Diamantes e o Caminho Velho têm estradas menores com menos trânsito de carros, o que os torna mais seguros e agradáveis para as duas rodas. A Estrada Real passa por diversos parques nacionais e estaduais, tem dezenas de cachoeiras, cidades charmosas, boa gastronomia, sítios arqueológicos e não faltam opções de hospedagem para todos os orçamentos. (Mathias Fingermann/Flickr)

10. Serra da Mantiqueira de Monte Verde (MG) a Mauá (RJ)


O caminho pelas estradas de terra do sul de Minas até o interior do Rio de Janeiro passando por Campos do Jordão em São Paulo percorre uma parte da imponente Serra da Mantiqueira. O caminho é cheio de altos e baixos e pode ser percorrido em 8 a 10 dias de viagem, dependendo das condições físicas dos cicloturistas (e da pressa). Cidadezinhas pequenas, cachoeiras, o Pico dos Maris e o impressionante Parque Nacional do Itatiaia são algumas das belezas do caminho, que termina nas cachoeiras de Mauá (Glauco Umbelino/Flickr)

11. Trans Mantiqueira, travessia pela Serra da Mantiqueira (MG)


Este é um caminho mais curto que também passa pela Mantiqueira. A travessia tem 100 km, dura dois dias e se restringe aos municípios de Baependi, Caxambu, Aiuruoca e Vale do Matutu. São trilhas de mata fechada, estradas de terra e belas paisagens (Mathias Fingermann/Flickr)

12. Serra do Espinhaço (MG e BA)


A Serra do Espinhaço costumava ser uma cordilheira há milhões de anos. Com a ação do tempo, ela já não é mais uma cadeia de montanhas, mas ainda é uma formação rochosa imponente e comprida, que vai do centro de Minas Gerais até o sertão da Bahia. A travessia começa pelo Caminho dos Diamantes, da Estrada Real, e depois continua pelos Parques Estaduais de Grão Mogol e Serra Nova até cruzar a fronteira com a Bahia e seguir caatinga adentro até a Chapada Diamantina. É uma travessia dura, longa (quase 2 mil km!) e que passa por três ecossistemas brasileiros: Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga (Denise Mayumi/Flickr)

13. Caminhos do Imperador (AL)


Esta cicloviagem refaz o caminho percorrido pelo Imperador Dom Pedro II em 1859 pelo estado do Alagoas. A rota vai subindo o Rio São Francisco partindo de Penedo até Piranhas. O Imperador, na época, foi até Delmiro Gouveia e Paulo Afonso, mas essas duas cidades não existem mais devido às hidrelétricas que inundaram a região, então o ponto final dos ciclistas é mesmo em Piranhas (foto). De lá, é possível fazer uma trilha até a Grota de Angicos, onde Lampião, Maria Bonita e seu bando foram emboscados e mortos depois de 30 anos de cangaço (Erika Morais/Flickr)

14. Arqueologia do Sertão (PI)


O Parque Nacional da Serra da Capivara abriga diversas pinturas pré-históricas e achados arqueológicos impressionantes! Sua importância histórica se junta à beleza da região, que está coberta por vegetação agreste de flores coloridas da caatinga, tem formações geológicas impressionantes e cânions profundos. Seu tempo de permanência na região vai depender da sua disposição. Não há apenas um caminho – para conhecer tudo, será preciso uma semana pelo menos. Há algumas boas estradas asfaltadas e outras de terra e é possível hospedar-se em alguns povoados no caminho. Leve grandes contêineres de água, pois o parque é grande, o calor é intenso e há poucos pontos de abastecimento.

Publicado originalmente em Viagem


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segunda-feira, 18 de junho de 2018

Já pensou em fazer uma cicloviagem pela região da Toscana, Itália?

Às vezes encontro eventos tão incríveis envolvendo ciclismo que fico impressionado. Dentre os que já encontrei, há uma categoria que gosto muito: o cicloturismo. Acho que a ideia de imaginar os locais onde a bike pode te levar e as possibilidades que ela proporciona sempre me encantam.

Eu ainda não fiz nenhuma cicloviagem, mas estou me programando para fazer a primeira de 15 a 17 de novembro deste ano para a Igreja histórica de São José das Três Ilhas, em Minas Gerais, via duas cidades do Rio de Janeiro: Barra do Piraí e Valença. Irei junto com os Ciclo Romeiros, porém, isso é assunto para outra publicação.
Hoje vamos falar sobre o Toscana MTB Tour! Navegando pela internet, encontrei esse evento proporcionado pela agência de turismo Logística Aventura.

Foto: Divulgação/Logística Aventura

A viagem será pela famosa Toscana, aquela região italiana tão amada pelos cineastas. O ciclistas que ingressarem nesta aventura, irão pedalar pelos lugares qeu representam o cartão postal desta bela região da Itália. Serão cinco tours regados a boa gastronomia, desgustação de vinhos e apreciação das mais belas paisagens do mundo.

A cicloviagem terá a duração de 7 dias e 6 noites e a distância a ser percorrida é de 230Km. Os cicloviajantes irão passar por Florença, pela região de Chianti, Val d'Orcia, Cipressi d San Quirico, Bagno Vignoni (onde há águas termais), Montalcino, Pienza (cidade linda demais), Monticchiello e Montalcino.
Já estive em alguns lugares da Toscana, mas não foi de bike. O que posso dizer é que, com certeza, os bikers não vão se decepcionar com o local, pois é muito, mas muito belo mesmo.

Para 2018, a Logística Aventura ainda tem mais duas datas previstas para realizar esta cicloviagem. São elas: de 09/09 à 15/09 e de 07/10 à 13/10. O preço informado por eles é de € 2.200,00 e, sendo sincero: não achei caro devido a tudo que estão oferecendo!

Para mais informações sobre o Toscana MTB Tour, visite o site http://www.logisticaaventura.com.br/files/arquivos/Ks6n43T91u4We8Wp43qz.pdf ou faça contato com a Logística Aventura pelo WhatsApp: (61) 98143-4048.
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sexta-feira, 15 de junho de 2018

Bagageiro para bicicleta aro 29 bom e barato? Encontrei um

Minha bike com alforge da Curtlo

Uma das melhores opções para quem pretende fazer deslocamentos diários de bicicleta e precisa carregar roupas, sapatos e/ou marmita são os bagageiros (junto com alforges, é claro). Mas como encontrar um que seja bom, que atenda às suas necessidades e as da sua bike? Nesta publicação falo um pouco sobre a minha procura até encontrar um bagageiro ideal para mim, o que pode te ajudar a encontrar um bom para você também.

Como já havia relatado aqui no FOTO E BIKE, comprei minha bicicleta em 2016 e um dos objetivos era utilizar o equipamento para fazer o deslocamento diário para o trabalho. Porém, fazer isso com mochila nas costas é um tanto ruim, então precisei buscar outras opções.
 
No começo, eu usava mochila mesmo. Só que o suor fica incomodando bastante, pois ela não tinha espaço para ventilação. Após isso, fiz várias buscas por bagageiros para bicicleta aqui em minha cidade, mas não encontrei nada que se adequasse na minha bicicleta: uma aro 29, com freios à disco e sem furação para esse tipo de suporte.

Abrindo um parêntese, fiz uma publicação sobre um outro tema que também pode te interessar. Nela falo um pouco sobre alguns acessórios para bike que comprei na China e conto se valeu a pena ou não. O nome da publicação é Acessórios para bike: vale a pena comprar da China?. Confira esse post!

Voltando ao assunto, apelei para internet e comprei um. Como haviam modelos muito caros e a grana estava curtíssima, peguei um bem simples (e que não era para o meu tipo de bike) e tive que fazer várias adaptações. Ficou até bom, mas quando o alforge estava cheio e as vias muito esburacadas, o conjunto ficava trepidando demais e os parafusos com muita folga (não sou engenheiro e deu nisso!).

Minha bike com bagageiro adaptado que não deu muito certo

Já em 2018, retomei o projeto de vir pedalando para o trabalho. A decisão foi tomada por causa do preço muito alto do combustível (em minha cidade, Petrópolis, tem postos com R$ 5,19 o litro da gasolina comum). Como consequência, tive que resolver o problema do bagageiro para poder fazer os 15Km ida e volta para o trabalho. Voltei a procurar na internet, mas ainda sem poder investir em produtos como Topeak e outras marcas top de linha neste assunto.

A solução foi alcançada com o bagageiro da Yamada, modelo H27-4, com blocagem de para canote. Com capacidade para suportar 9Kg ou até 25Kg se utilizado com as duas barras de reforço que vem junto com ele, o item atendeu às minhas expectativas e o preço também estava dentro daquilo que eu podia pagar sem ficar duro..

Já com o bagageiro instalado (relou escada, por isso as marcas)

O produto é fabricado em alumínio e é ideal para bikes com freio à disco. Como a fixação é feita no canote do selim e o aperto feito através de blocagem, não é preciso que a bike tenha furações e nem necessita de adaptações. Pode ser instalado em canotes de 22,2 à 31,8mm.

Detalhe da blocagem

Um detalhe muito importante: estou usando esse bagageiro da Yamada há quase um mês. Até agora, os parafusos não apresentaram nenhum sinal de folga e ele não fica batendo ou vibrando.

Fixação da barra da barra de reforço no seat stay

O ponto negativo do produto é que ele não veio com manual de instruções. Achei que tinha acontecido apenas comigo, mas vi relatos em vídeos e outros blogs falando a mesma coisa. Você também precisará de, pelo menos quatro ferramentas diferentes para conseguir instalar o mesmo por completo (isso é, com as barras de reforço - que não são "obrigatórias"). Mas, não é difícil.

É possível fazer a compra do bagageiro Yamada H27-4 pelo site das Lojas Americanas.
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