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segunda-feira, 24 de janeiro de 2022

Dicas para levar bicicleta no transbike sem tomar multa

Carro com duas bicicletas no transbike de porta-malas e régua de sinalização


Volta e meia as pessoas têm dúvidas sobre como levar a bicicleta no teto do carro ou na tampa do porta-malas. É que existe a possibilidade de tomar multas caso você não siga algumas determinações do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Pensando nisso, o blog Foto e Bike traz algumas dicas que vão te ajudar.

Os primeiros pontos que o ciclista deve observar quando vai transportar sua bicicleta no carro têm relação com a questão da segurança: da bike, dos outros e a sua própria. Isso vale tanto para quem vai levar a bicicleta no teto quanto para aqueles que transportarão no transbike da tampa do porta-malas do carro. 

E é isso que o Contran estabelece na resolução 349/2010 com "critérios para o transporte eventual de cargas e de bicicletas nos veículos classificados na espécie automóvel, caminhonete, camioneta e utilitário" (cf. Art. 1º).

Então, respondendo a uma pergunta que muitas vezes surge: sim, você pode transportar bicicletas no teto ou na tampa do porta-malas do seu carro. Mas não é só amarrar ela lá e achar que está tudo certo. Existem regras e acredite: pode ser difícil levar multa por não cumpri-las, mas é melhor seguir do que perder dinheiro.

Como carregar bicicleta em transbike de porta-malas


Os transbike para porta-malas são os mais procurados por quem quer levar as bicicleta no carro. Em contrapartida, ele é o que tem mais regrinhas para serem seguidas e é o vilão da história. 

O artigo 3º da resolução 349 do Contran é quem explica sobre como transportar a bicicleta no transbike de porta-malas do carro de maneira segura e sem infringir as regras de trânsito. 

Carro com três bicicletas no transbike de porta-malas com régua de sinalização
Transbikes de porta-malas são cheios de regras para uso - Foto: SaiKrishna Saketh Yellapragada_Unsplash

Analisando esse artigo do Contran é possível encontrar as 5 formas de como as bicicletas NÃO devem estar nos transbikes de porta-malas. Confira item por item da lista abaixo e sempre fique atento a isso.

1. Não coloque em perigo as pessoas nem cause danos a propriedades públicas ou privadas

2. Não se arraste pela via nem caia sobre esta

3. Não provoque ruído nem poeira

4. Não oculte as luzes, incluídas as luzes de freio, setas e os dispositivos refletores

5. Não exceda a largura máxima do veículo

Se você transportar sua bicicleta em transbike para porta-malas em qualquer uma das situações listadas acima (ou em todas as situações acima) saiba que estará indo contra o Código de Trânsito Brasileiro e cometendo infrações graves e gravíssimas que podem te dar um presente: multas que variam de R$ 190,00 a R$ 290,00 e ainda pode ter retenção do veículo.

A bicicleta não pode tampar a placa do carro


Além dos itens listados acima, se a bicicleta no transbike de porta-malas estiver obstruindo de forma total ou parcial a placa do carro você está cometendo uma infração e pode levar multa. O artigo 4º do Contran fala sobre isso e também dá orientações sobre como fazer (obs.: fica com a gente que vamos te explicar o que fazer nesse tipo de situação, é só seguir o texto).

Como transportar a bicicleta no carro sem levar multa


Como dito acima, mesmo que os transbike para porta-malas sejam os mais procurados por quem vai levar bicicletas no carro (por conta do custo e outros fatores), eles são os que mais têm regras para serem seguidas por quem não quer correr risco de levar multas. 

Sendo assim, a melhor solução para quem quer levar as bikes no carro seria a aquisição de um suporte de bicicletas para instalar no teto, pois as regras para transporte nessa condição são mais simples e o investimento pode valer apena (cada caso é um caso). 

Carro com duas bicicletas no transbike de teto
Levar bicicletas no transbike de teto pode ser a melhor solução - Foto: Davi Corrêa


Para ter uma ideia de como as regras são mais simples para o transporte de bicicleta no teto de carros, o Contran vai dizer que, sendo transportadas nessa condição, as bicicletas não devem se sobressair ou se projetar para além do veículo pela frente (cf. Art. 3º, VIII).

Mas, como cada caso é um caso, se você não tiver condição de adquirir um transbike de teto no momento, compre um para utilizar no porta-malas visto que na maioria das vezes, são mais viáveis para compra. Então, se você optar por transportar sua bicicleta em um desses, lembre de nunca transportar a bicicleta das formas que foram listadas anteriormente aqui e tenha em mente os seguintes pontos para não levar multas.

1. Veja se a bicicleta vai exceder a largura do carro

Se quando instalar a bicicleta no transbike do porta-malas ela exceder a largura do carro (contando os retrovisores) é melhor você não sair pelas ruas nessa condição, pois cabe multa aí e é infração de trânsito. Uma dica que pode ajudar é tentar retirar uma das rodas ou as duas e veja se a situação fica adequada. Se ainda assim não resolver, a dica é: não arrisque.

2. Cuide para não encobrir placa e luzes de sinalização

Aqui não vale tentar se enganar dizendo que dá para ver as luzes pelos raios da roda da bicicleta. Quando o Contran diz encobrir está querendo dizer que não pode encobrir nem parcialmente nem totalmente. O mesmo vale para a placa: é proibido o encobrimento total ou parcial.

Para corrigir essa situação você deve comprar uma régua de sinalização e uma segunda placa traseira de identificação. Essa régua tem medidas específicas e características próprias e a segunda placa tem que ser de modelo oficial estabelecido pelo CTB, ou seja: vai ter que pagar o Documento Único de Arrecadação, o famoso DUDA.

Agora é só escolher a melhor opção


É isso e não tem jeito! As regras foram criadas e estão aí. Agora que você já tem as dicas de como transportar sua bicicleta no transbike seja de teto ou de porta-malas sem levar multas, basta escolher qual produto te atenderá melhor, colocar a bike nele e ir até o ponto onde quer começar a pedalar.

Foto de destaque: gmeurope / sob licença CC BY-NC-ND 2.0
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segunda-feira, 17 de janeiro de 2022

Férias e pré-temporada: como aproveitar para construir melhor desempenho?

Fazer uma boa pré-temporada para construir melhor desempenho - Foto: Divulgação


Entre os apaixonados pelo esporte, uma das expressões mais ouvidas entre o final de um ano e início do outro é pré-temporada. No mundo do ciclismo não é diferente. Porém, o que os amantes do esporte nem sempre associam é que a pré-temporada não é privilégio de atletas ou equipes profissionais. Na verdade, aproveitar bem o período de férias pode ser o diferencial para ganho de performance.

Nessa publicação você irá conferir recomendações importantes do diretor da Taka Fisioterapia Especializada, Ricardo Takahashi, sobre a pré-temporada. Essas orientações podem ser utilizadas em conjunto com as dicas para voltar a pedalar depois das festas do fim de ano, já publicadas aqui no blog Foto e Bike.

Nas férias, se manter ativo

Se manter ativo nas férias evita sofrimento no retorno ao esporte. Afinal, como todo mundo sabe é muito mais fácil ficar em forma do que voltar à forma.

É importante encontrar uma maneira agradável de treinar nas férias. Não é só o corpo que precisa relaxar. A cabeça também! Atividades mais leves a prazerosas ajudam na manutenção do condicionamento físico e ainda evitam lesões.

Uma dica importante. Só inicie a pré-temporada após um período de descanso físico e mental. São aqueles poucos dias de puro “relax” mesmo. Isso é importante porque, sem a recuperação adequada, podem haver ramificações negativas ao longo do ano de treinos e competições.

Descanso ativo

Você sabe o que é descanso ativo? É o equilíbrio entre a recuperação e a manutenção da forma física. Pode ser praticado participando de uma atividade diferente e divertida. De preferência, algo que inclua diferentes grupos musculares e uma nova maneira de pensar.

Por exemplo, se a maioria dos exercícios que está habituado envolve força pesada e treinamento com pesos, tente exercícios relacionados ao cárdio no período de férias. E vice-versa.

Uma dica para encontrar um descanso ativo ideal é procurar exercícios que sejam o mais próximo possível do oposto em relação ao esporte sazonal. Outro ponto importante é mantê-los mais leves do que os praticados na temporada.

Aeróbio e anaeróbio

O desenvolvimento da saúde aeróbica e anaeróbica durante o período de férias não só promove a recuperação, mas também dá aos esportistas uma vantagem competitiva a longo prazo. Perto do final do jogo, por exemplo, quando outras equipes estão cansadas e esgotadas, aqueles com sistemas saudáveis e desenvolvidos poderão continuar.

É importante notar que o processo de desenvolvimento realizado nas férias não deve ser tão extremo ou intenso quanto a prática sazonal. Nesse período de descanso ativo, o exercício e o treinamento devem ser realizados com volume mais baixos.

Os esportistas que desejam manter a forma devem diminuir a frequência e a duração do treinamento, mas se concentrar em manter a intensidade. A falta de intensidade do exercício resultará em perda de aptidão, portanto, o período de férias é um momento importante para encurtar a duração, mas manter o esforço competitivo.

Força

O período de férias é quando se pode melhorar a força e trabalhar para que esse desenvolvimento ocorra por igual. Não importa a modalidade, os esportistas colocam pressões desiguais em partes do corpo. Esses desequilíbrios podem ser perigosos se não forem controlados. Portanto, corrigi-los pode melhorar a saúde, o desempenho e prevenir lesões.

Após lidar com os desequilíbrios musculares, os esportistas podem se concentrar em aumentar a força. Aprimorar conjuntos de músculos específicos de forma isolada e com outros grupos ajuda os atletas a alcançar os resultados desejados.

Quase acabando

Perto do final do período de férias, as pessoas devem começar a redirecionar seu foco de volta para exercícios específicos ao seu esporte, mantendo a mesma intensidade, mas a duração e a quantidade ainda diminuídas.

A pré-temporada, seja ela curta ou não, é essencial para uma boa prática de atividade física ao longo do ano que se inicia.

Pensando nisso, a equipe do Centro Taka Fisioterapia Especializada, liderado por Ricardo Takahashi, que atua como fisioterapeuta esportivo há mais de 20 anos, preparou um programa direcionado para esses praticantes. Mais informações podem ser obtidas no site da instituição.

Foto: Divulgação
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quinta-feira, 6 de janeiro de 2022

Dicas para voltar a pedalar depois das festas do fim de ano

Dicas para andar de bicicleta após festas de fim de ano - Foto: Sean Berry / Red Bull Content Pool


"Ano novo, vida nova" é o que diz a popular frase de virada de ano. Mas como fazer para recuperar a forma e voltar a andar de bicicleta depois de parar a rotina de pedais e treinos para curtir as festas de fim de ano?

Esse é o primeiro desafio para os ciclistas no início de cada ano. A galera sempre relaxa um pouco mais nessas festividades e é normal. Porém, para voltar à forma é preciso ter calma e paciência. Então, para te dar um auxílio listamos 5 pontos que podem de ajudar a recuperar a forma antes de encarar os treinos e competições do ano.

5 dicas para voltar a pedalar depois do fim de ano


1. Retorne aos seus hábitos alimentares saudáveis 


Refaça sua rotina alimentar para que ela se adeque às suas necessidades no ciclismo. Se você cometeu algum excesso nas festas de fim de ano, não se preocupe, pois dá para se recuperar. Você pode ir começando com uma dieta rica em frutas, vegetais e proteínas, por exemplo.

Além disso, pense nas suas refeições diárias e, claro, planeje a sua alimentação nos dias de treino: você vai queimar mais, vai exigir mais, então terá que planejar melhor. 

Seu corpo é inteligente e rapidamente voltará aos hábitos anteriores.

2. Elabore um plano de treinamento progressivo


Você está retornando aos pedais então não espere uma recuperação excessivamente rápida. No ciclismo é assim: você vai ganhando forma (ou recuperando a forma) de maneira devagar e progressiva, mas pode perder muito em uma semana ruim.

É possível retomar a forma rápido? Sim, desde que você não submeta seu corpo a um esforço para o qual estaria pronto antes do Natal. Lembre-se: você quebrou sua preparação por uma semana (tem gente que parou por um mês). Não dá para fazer mágica! Tenha calma e mantenha o foco.

Algumas recomendações importantes do diretor da Taka Fisioterapia Especializada, Ricardo Takahashi, sobre a pré-temporada também podem te ajudar aqui. Então, não deixe de conferir a publicação que conta como aproveitar o período de férias e pré-temporada para construir melhor desempenho. Isso vai ajudar e muito, tanto profissionais quanto amadores.

3. Faça pedaladas leves


Depois de uma pausa na rotina de pedaladas e treinos é importante retornar aos poucos, com foi dito anteriormente. Nos seus primeiros 3 ou 4 pedais, faça giros leves, com calma e sem pressa.

É como se recuperar de uma lesão: não tente colocar o carro na frente dos bois! Gire com calma e acumule quilometragens nas pernas. Aos poucos você vai queimando os excessos e recuperando tanto a forma física quando a atitude mental.

4. Não se pressione e nem se cobre muito


Qualquer plano de treinamento tem muito a ver com expectativas: se você se colocar em um patamar muito alto, a pressão te impedirá de aproveitar e realmente ganhar forma. Por outro lado, se você não estabelecer um objetivo, não terá evolução.

Portanto, tente ser realista,  consistente, evite baixar a guarda e também tome cuidado para não exagerar se esforçando demais. Plataformas de monitoramento de atividades como o Strava, por exemplo, podem ajudar no seu progresso.

Andar de bicicleta também é um estado de espírito, não se esqueça disso!

5. Calma, paciência e tempo


É isso mesmo! Parece uma dica estranha, mas é a dica de ouro para você que precisa recuperar a forma após uma parada na rotina de pedaladas.

Não exagere: tenha em mente que você perdeu forma física se ficou parado. Não saia como louco querendo reconquistar tudo o que perdem em duas ou três semanas.

Exercícios extremos e maratonas extralongas e exigentes? Recupere sua forma e depois encere esse tipo de desafio.

O ciclismo é assim, ele é feio disso. Andar de bicicleta e voltar à forma requer calma, paciência, dedicação, perseverança e tempo. Não se esqueça disso.

Traduzido e adaptado de Brujula Bike
Foto: Sean Berry / Red Bull Content Pool
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terça-feira, 31 de agosto de 2021

GPS Atrio Iron é bom? Principais características, pontos positivos e negativos

Review do GPS Atrio Iron: é bom ou não?


Quem pedala sempre procura por um ciclocomputador com GPS para bicicletas que facilite a visualização da velocidade, tempo de pedalada, distância percorrida e mais algumas coisas interessantes de se ver durante um pedal. O Atrio Iron é uma das opções que podem ser levadas em conta para quem procura esse tipo de produto.

Para monitorar essas estatísticas, há várias opções de GPS para bicicletas disponíveis, mas hoje vamos fazer um breve review do GPS Atrio Iron e falar se ele atende bem o monitoramento dos principais recursos que a maioria dos bikers quer ver enquanto pedala.

Principais características do GPS Ario Iron


O ponto principal que podemos destacar é que dá para fazer upload das atividades gravadas com o GPS Atrio Iron direto no Strava e também em outras plataformas utilizadas. Outro fator que influencia de forma positiva é o preço: varia entre 300 e 360 reais, sendo um dos valores mais baixos do mercado, sem perder a qualidade.

Com design simples, o GPS Atrio Iron é fácil de ser utilizado e conta com três telas para disponibilizar informações ao ciclista. As telas estão dispostas da seguinte forma:

Primeira tela

• Velocidade em tempo real
• Horário atual
• Distância percorrida
• Altitude atual (em relação ao nível do mar)

Segunda tela

• Velocidade média
• Tempo de pedalada
• Odometro total
• Percentual de inclinação

Terceira tela

• Velocidade máxima atingida na pedalada
• Data atual
• Temperatura
• Estimativa de consumo calórico

Uma pena é mostrar o ganho de altimetria. Assim você só fica sabendo o quando subiu quando termina o pedal e sobe a atividade no Strava.

As dimensões dele também são tranquilas. O GPS Atrio Iron tem 4,6 cm de largura, 7,1 cm de comprimento e 2,2 cm de altura. A tela tem 30 x 38 mm. À prova d’água, ele está na categoria IPX7, o que significa que suporta jatos d'água poderosos.

Duração da bateria do GPS Atrio Iron


O fabricante informa que o GPS Atrio Iron tem autonomia de 22 horas de funcionamento proporcionadas pela bateria de lítio de alta duração e recarregável via cabo USB. O GPS também tem capacidade para armazenar até 90 horas de atividades realizadas.



O Atrio Iron ainda conta com iluminação de tela automática, que acende ao anoitecer e apaga ao amanhecer.

Pontos positivos do GPS Atrio Iron


• Baixo custo para aquisição em relação aos outros disponíveis no mercado
• GPS simples e fácil de mexer
• Permite a sincronização das atividades no Strava
• Tem bateria de longa duração
• Recarrega via USB
• Tela com bom tamanho e fácil visualização das informações
• Baixo custo de compra
• Fácil de fixar no guidão da bike
• Não precisa de sensor na roda da bicicleta
• Boa precisão do GPS
• Proteção à prova d’água nível IPX6

Pontos negativos do GPS Atrio Iron


• Não tem bluetooth
• A sincronização com o Strava é manual com USB (por meio de arquivo)
• Disposição dos dados (poderia ser melhor distribuído)
• Não mostra ganho de altimetria
• Não aceita potencímetro, frequencímetro e sensor de cadência
• Não gera rotas para o ciclista seguir durante o pedal
• Backlight automática não pode ser desligada manualmente

Indicações de locais para compra do GPS Atrio Iron


O GPS Atrio Iron pode ser comprado com dentro da faixa de valores informados aqui no blog Foto e Bike no site da Decathlon.
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segunda-feira, 31 de maio de 2021

Thiago Velardi "Feio" abre escola de bike em Jundiaí (SP)

Thiago Feio


Lenda nacional das modalidades de gravidade, um dos maiores construtores de trilhas do país e incentivador do esporte, Thiago "Feio" Velardi pretende passar seu conhecimento para novas gerações do MTB.

Conhecido por sua longa carreira com a bike, Thiago Velardi já fez um pouco de tudo sobre duas rodas. Praticando mountain bike desde 1994, ele é um dos maiores incentivadores do esporte no Brasil, sempre organizando provas, andando de bike com sua família e amigos,  participando de eventos e construindo trilhas nos quatro cantos do país, principalmente na cidade de Jundiaí, em São Paulo.

Recentemente, o atleta foi vice-campeão brasileiro de E-XCO. Além disso, ele representou o Brasil no primeiro campeonato mundial de E-MTB da história.

Responsável por boa parte dos cuidados com as trilhas da Serra do Japi, o atleta que ficou conhecido como Feio acaba de apresentar um novo projeto para a região: a Escola de Bike do Feio, um trabalho que promete passar um pouco de seu conhecimento para ciclistas de todas as idades e modalidades, com uma atenção especial para o aspecto social que a bike pode ter na vida dos mais jovens. 

"O objetivo é passar um pouco do conhecimento que adquiri ao longo de mais de 20 anos praticando MTB, e 15 competindo profissionalmente", comentou Thiago.

Escola do Feio - Foto: Fala Biker


"Não quero ensinar apenas a técnica, também assuntos relacionados com a prática do esporte como: noção do equipamento, meio ambiente, boas condutas, manutenção de trilha, leis de trânsito que influenciam a bike, história da bicicleta e do MTB, entre outros assuntos", complementou. 

"Com as aulas, podemos melhorar a cultura dos praticantes para sermos melhores vistos nos ambientes que frequentamos, principalmente pelas comunidades locais. Além disso, iremos realizar projetos sociais com jovens carentes de Jundiaí. Ensinar a andar de bike e ter respeito pela trilha, pela sociedade e pela natureza. Acredito que o esporte é uma ótima maneira de formar cidadãos conscientes", explicou Feio.

Escola de Bike do Feio em fase inicial de implementação


Especialista em criar percursos fluidos das diversas modalidades do MTB, Thiago Feio já deu início aos trabalhos de construção em sua Escola. A ideia é criar um pacote variado de opções, com obstáculos para ensinar ciclistas com diferentes níveis de pedal.

Cultura do Trail Building - Foto: Fala Biker


"Por enquanto, estamos construindo as trilhas, mas já temos bastante variedade de níveis e modalidades do MTB. Já fizemos um circuito para bikes sem pedal, para crianças, área de habilidade, trilhas de descidas e um circuito XCO de alto nível. A próxima fase será a infraestrutura com banheiros, área de alimentação, outras comodidades para os alunos, Pump Track, Dirt Jump e mais trilhas", explicou Feio. 

Devido ao atual momento da pandemia de Covid-19, o início das atividades vai acontecer sem grupos, e a matrícula poderá ser feita de forma mensal, bimestral, trimestral e semestral.

As aulas serão ministradas em até 4 dias da semana, com quatro horários por dia. Provando que a bike é para todos, a idade mínima para se matricular na Escola de Bike do Feio é de apenas 1 ano. Os valores serão divulgados em breve.

"Acreditamos no processo de aprendizado a longo prazo, tanto do lado de quem quer aprender, como do nosso de ensinar. E como nossa metodologia de ensino irá abranger outras disciplinas, é necessário mais tempo para ser produtivo e alcançar melhores resultados", explicou.

Experiência nas trilhas


Tendo estudado Educação Física, Thiago Feio  trabalha ensinando esporte de aventura desde 1999. As aulas de bike começaram no início dos anos 2000, com foco em turistas, treinamentos empresariais, recreação, condomínios e, recentemente, para diversos atletas de Cross-Country Olímpico, modalidade que cada vez mais exige habilidade e técnica dos pilotos.

Aulas para todos os sexos e idades - Foto: Fala Biker


"Minha aluna Fabiana Brandão foi Campeã Brasileira Master de XCO ano passado, depois de 2 meses de aulas específicas, já que ela vem do Cross-Country Maratona, que é menos técnico", explicou Feio, exemplificando um dos frutos de seu trabalho. 

"Faz mais de 10 anos que penso em dar aulas de bike, mas sempre acabei focando em competir, organizar eventos e construir trilhas. Aí, fui adiando este projeto. Agora, com o aumento dos praticantes e muita procura por aulas, decidi criar a Escola de Bike do Feio, em um local projetado especificamente para isso, já que muitos estão dando aulas em trilhas compartilhadas", complementou.

"Em um local exclusivo, a aula torna-se mais eficiente e segura, pois não tem interferência de outros praticantes", finalizou Feio. 

Para saber mais informações, acompanhe a Escola de Bike do Feio no Instagram.

Fotos: Fala Biker
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sexta-feira, 19 de março de 2021

Strava #statmaps: veja como personalizar o mapa da sua atividade

Mapa de percurso no Strava



Desde outubro de 2020, o Strava conta com #statmaps, um recurso que pode deixar o feed de atividades mais divertido com a possibilidade do usuário poder escolher o estilo de mapa para destacar determinado aspecto de cada atividade realizada.


As linhas de atividades personalizadas estão disponíveis apenas para os assinantes do Strava. Com o #statmaps, a polilinha da atividade será exibida como um gradiente de cor com base nos dados escolhidos pelo usuário, substituindo a linha padrão de cor única.


Como utilizar o #statmaps no Strava


São sete opções disponíveis que você pode escolher. Basta adicionar uma delas junto ao título ou descrição de sua atividade para acionar o estilo de mapa correspondente.


#maparitmo ou #mapavelocidade: uma velocidade mais alta/um ritmo mais lento será indicado por um azul mais escuro.


#mapafrequênciacardíaca: uma frequência cardíaca mais alta será indicada por um vermelho mais escuro.


#mapaelevação: uma elevação absoluta mais baixa será indicada em preto e uma elevação superior será indicada em amarelo.


#mapainclinação: as descidas serão indicadas em amarelo e as subidas em vermelho.


#mapapotência: uma potência mais alta será indicada por um roxo mais escuro. Lembre-se que este estilo de mapa não está disponível para atividades com potência estimada.


#mapatempo: um tempo decorrido mais longo será indicado em vermelho mais escuro.


#mapatemperatura: temperaturas mais altas serão indicadas em vermelho mais escuro.

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quinta-feira, 4 de março de 2021

Alguns sinais e gestos para quando estiver de bicicleta na rua


Aqui no Brasil, o uso da bicicleta como meio de transporte cotidiano vem crescendo cada vez mais e todos os dias há pessoas iniciando nos pedais casa-trabalho-casa ou simplesmente adotando a bike de vez como ferramenta de lazer, e isso é muito bom. Porém, é sempre bom ficar aprender alguns sinais e gestos que podem ajudar a fazer com que tudo flua melhor, sobretudo no ciclismo urbano.

Como já ressaltamos aqui com alguns pontos que o ciclista precisa observar ao pedalar no trânsito, além dos acessórios básicos (uns exigidos até mesmo por lei), quais são os sinais, gestos e comportamentos que os ciclistas devem fazer para conviver bem com os outros modais de transporte, pedestres e com a cidade como um todo?

Renata Falzoni (Bike é Legal) e Edu Capivara (Pedaleria) gravaram uma matéria com indicações importantes para quem costuma pedalar na rua ou em estradas. São dicas que ajudam os outros membros do sistema de trânsito a saber qual a intenção do ciclista e também podem ajudar a evitar acidentes.

Tanto Edu quanto a Renata Falzoni tem anos e anos de experiência e esse vídeo que produziram contém material instrutivo e de fácil compreensão, tanto para ciclistas como para motoristas.

Quer saber alguns sinais que os ciclistas devem fazer quando pedalam na rua? Confira no vídeo abaixo.


Foto: Mark Stosberg/Unsplash

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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021

5 pontos que o ciclista precisa observar ao pedalar no trânsito

- Imagem referencial. Foto: Pexels/Pixabay -
Utilizar a bicicleta como meio de transporte principal para realizar os deslocamentos diários casa-trabalho-casa é a intenção de muita gente, principalmente nesse período de aumento do preço dos combustíveis.

Outro fator que fez crescer o número de adeptos às bicicletas para os deslocamentos cotidianos é a pandemia do coronavírus, Covid-19. Esse dado fica comprovado com um levantamento feito pela Tembici, empresa líder de micromobilidade na América Latina.

"Em todas as cidades de atuação da empresa (Tembici), como São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Porto Alegre e Salvador foi constatado que 54% utilizam a bike para ir e voltar do trabalho e, em média, 90% dos usuários pretendem continuar utilizando as laranjinhas ao término da quarentena", indica o site Seguro Total.

Então beleza! O primeiro passo já está dado, mas é bom listar algumas coisas que o ciclista precisa observar no trânsito para seguir a lei, afinal, desde 1997 a bicicleta e ciclistas estão contemplados no Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

Listamos 5 tópicos e, em breve, faremos mais outras publicações para falar mais sobre esse tema.

1 - Utilizar os acessórios básicos exigidos por lei


Os acessórios básicos que são exigidos pelo Código de Trânsito Brasileiro para as bicicletas são a campainha/buzina, sinalização noturna dianteira, traseira lateral e nos pedais (faixas refletivas) e espelho retrovisor do lado esquerdo (cf. CTB Art. 105 VI).

2 - Acessórios recomendados, mas não obrigatórios por lei


Para as bicicletas, o CTB fala em "sinalização noturna dianteira, traseira lateral e nos pedais", mas não especifica. Logo, para sinalização dianteira e traseira é bom que se utilize aquelas luzes que piscam.

Capacete e joelheira, apesar de não previsto no CTB, é bom ser utilizado pelos ciclistas urbanos. Luvas também não farão mal!

3 - É proibido que a bicicleta circule na calçada


Sim, é proibido pedalar na calçada. Para circular com a bicicleta nesse local, o ciclista deve estar empurrando a mesma: sendo assim, ele tem os mesmos direitos e deveres do pedestre (cf. CTB Art. 68 § 1º).

Imagem referencial. Foto: Skitterphoto/Pixabay

Há exceções a essa regra, mas elas deverão ser determinadas pela autoridade competente local. Então, se não há nada indicando o contrário, na calçada só pedestres.

4 - Lugar de bicicleta é na rua


Apesar de muitos motoristas dizerem o contrário, lugar de bicicleta é na rua sim! E é o próprio Código de Trânsito Brasileiro que garante isso explicitamente em seu artigo 58 (será que faltaram às aulas de legislação na autoescola?).

Porém, é bom que o ciclista fique atento ao seguinte:

- Se não houver ciclovia, ciclofaixa, acostamento ou quando não for possível utilizar esses dispositivos, o ciclista deve pedalar nas margens da pista de rolamento.

- O biker deve seguir no mesmo sentido do trânsito. Nada de andar na contramão!

- No parágrafo único do artigo 58, o Código de Trânsito Brasileiro diz que "autoridade de trânsito com circunscrição sobre a via poderá autorizar a circulação de bicicletas no sentido contrário ao fluxo dos veículos automotores, desde que dotado o trecho com ciclofaixa".

 

5 - Bicicletas também devem respeitar o semáforo


Mais uma coisa que às vezes os ciclistas se esquecem de fazer: obedecer os semáforos. Ou seja, se estiver vermelho é obrigatório que todos os veículos parem.

Mas bicicleta é veículo? Sim! E é classificada pelo Código de Trânsito como veículo de passageiros com propulsão humana (cf. CTB Art. 96, I, c; II, a, 1).

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sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Dicas que podem ajudar a resolver problemas com o Strava


Muitos usuários do Strava têm relatado constantes falhas de gravação e medição no aplicativo, que é um dos mais populares para monitoramento de atividades físicas. Segundo a equipe administrativa do app, em 98% dos casos a causa está no próprio dispositivo de medição.

"Os Samsung, são os que mais apresentam problemas, talvez por não usarem o Android puro como outras marcas. As causas podem ser variadas, como sensibilidade do GPS, modo economia de energia, falta de espaço, pausa automática etc", afirma a equipe do Strava.

Em uma lista divulgada no grupo Strava Brasil, no Facebook, foram listados alguns procedimentos que podem ajudar. Confira abaixo.

Procedimentos que podem ajudar a resolver problemas de gravação e medição no Strava


1 - Desative o modo economia de energia

A economia de energia interrompe serviços de localização e por vezes o próprio Strava.

2 - Em configurações de localização aumente a precisão do GPS

Aumentando a precisão obviamente aumenta-se a precisão dos resultados de cálculos do Strava.

3 - Desative a pausa automática no Strava

Esta ação não é mandatória para todos os celulares, mas caso seu aparelho perca o sinal de satélite, o app não irá receber a informação deslocamento, mas também não irá parar. Lembre-se que se aplicar está ação, toda vez que parar, será necessário pausá-lo manualmente.

4 - Use o app com o celular em modo avião ( principalmente nos Samsung)

Também não é mandatório, depende da capacidade do seu aparelho ou da memória disponível.

5 - Desative a atualização automática de apps

6 - Verifique se a memória do celular está cheia 

7 - Desative outros aplicativos que não serão usados durante a atividade

Isso irá liberar espaço de processamento.

8 - Alguns casos se resolvem instalando app de resolução de problemas em GPS

Observações sobre GPS e o Strava


1 - Geralmente quando o problema está no GPS, dependendo da gravidade, apps como o Waze e Google Maps também podem estar apresentando perda de sinal, mas é importante saber que isso não é regra, haja vista que o Strava processa e grava dados exigindo mais do aparelho que estes app.

2 - O Strava não utiliza triangulação de antenas de celular ou dados barométricos.

3 - GPS é GPS, celular não é GPS, por isso pode haver diferenças na precisão e dados.

4 - Ao contrário do que se pensa, o Strava não é concorrente da Garmin, Polar, TOMTOM ou outras marcas de GPS. Pelo contrário, ele aceita importação de dados destas bases, basta configurar a função.

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quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Lanterna USB da Rockbros para bicicletas: adeus noites escuras


Para pedalar à noite é sempre bom ter uma boa lanterna para a bike para cumprir, pelo menos, duas funções: iluminar o trajeto e, em caso de pedais urbanos, alertar os motoristas. A lanterna que eu utilizava não cumpria o primeiro papel (iluminava muito pouco) e não sinalizava bem para os outros veículos. Conclusão: estava ficando perigoso! Depois de pesquisar os preços, encontrei uma lanterna da Rockbros: a V9C-400.


Comprei o produto pelo site da Amazon, em 27 de agosto de 2018, mas atualmente já há opção de comprar no Brasil diretamente pelo site das Lojas Americanas e você não precisa ficar esperando aquele tempo para o produto importado chegar e nem pagar a taxa de 15 reais estabelecida pelos Correios.

Sobre a lanterna USB da Rockbros


Achei que a Rockbros V9C-400 tem um design bonito, principalmente se comparada àquela que eu usava antes (uma Xing Cheng que comprei aqui no Brasil mesmo). Também é um pouquinho pesada (120g), mas isso não afeta em nada: apenas uma percepção que se tem quando ela se segura ela nas mãos.

Lanterna Rockbros V9C-400 ao lado da Xing Cheng. A Rockbros é muito mais bonita

A Rockbros V9C-400 ilumina muito bem e me surpreendeu positivamente por ser um bom produto para usar na bicicleta. Tem três tipos de intensidade luminosa: alto (400lm), médio (200lm) e baixo (100lm). Além disso, há o modo de luz contínua, o SOS (Código Morse) e, quando o botão de ligar é pressionado por 2 segundos, ela entra em modo no qual fica piscando muito rápido que é bom para alertar motoristas e pedestres.

Veja abaixo a como é a luz da lanterna que eu utilizava e em seguida três fotos com a iluminação feita com a Rockbros V9C-400.

Iluminação da lanterna Xing Cheng

Lanterna Rockbros V9C-400 no nível baixo (100lm)


Lanterna Rockbros V9C-400 no nível médio (200lm)

Lanterna Rockbros V9C-400 no nível alto (400lm)

Clareia bem, não é mesmo? Importante ressaltar as fotos acima não passaram por processo de pós-produção. Do jeito que o celular registrou elas foram publicadas. Na primeira imagem, iluminada com a Xing Cheng, quase não é possível ver o matagal. Já no mínimo da lanterna Rockbros V9C-400 é dá para ver o que há lá.


Não encontrei a informação com o ângulo de abertura do feixe de luz, mas ele também é muito bom e bem aberto.

Em se tratando da bateria, a duração é diretamente afetada de acordo com o nível de luz que você está usando. Em números aproximados, é como descrito abaixo:

  • Nível baixo: 8 horas
  • Nível médio: 4,5 horas
  • Nível alto: cerca de 2,5 horas
Na parte de baixo da lanterna há uma entrada USB para que você possar recarregar o equipamento quando a bateria estiver com nível baixo. A indicação de carga baixa é dada no botão de ligar a lanterna: carga normal = botão azul; carga baixa = botão vermelho.
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segunda-feira, 8 de outubro de 2018

VÍDEO | Antes de instalar um bagageiro, algumas dicas

O pessoal do canal Pedaleria, no YouTube, fez um vídeo dando algumas dicas sobre bagageiros. Então, sem nenhuma enrolação, assista o vídeo abaixo.

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segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Acessórios para bike: vale a pena comprar da China?


Certa vez também fiquei com essa dúvida e lancei a pergunta para uns e outros para saber qual seria a resposta. Sei lá, geralmente sempre se fica com um pé atrás quando vemos preços baratos (e vindo da China, é barato mesmo) e acabamos duvidando muito.

Sobre a questão de comprar da China, há um paradigma que é difícil de ser quebrado e se você perguntar se vale ou não a pena comprar coisas desse país, muitas pessoas irão dizer: “tudo o que vem da China não presta”. Acredite, vão muitos vão dizer isso e também disseram para mim, mas mesmo assim eu comprei e vou partilhar com você como foi.


Em primeiro lugar, até quero a dizer que até hoje comprei três produtos da China para usar na minha bike e não tive NENHUM problema com ambos. Logo, não é verdadeira aquela máxima de que produto vindo da China não presta ou não tem qualidade. O consultor de importação Rodrigo Giraldelli tem um texto muito interessante para responder a seguinte pergunta: “Será que os produtos da China têm qualidade?”. Recomendo a leitura!

Chega de ficar enrolando! Vou falar dos três produtos que comprei. São a acessórios para a bike que, na época em que procurei no Brasil, achei os valores um tanto altos (em lojas físicas e também na internet) e isso me fez olhar para as vendas da China. Ambos foram comprados por meio do site AliExpress e vou deixar os links de onde peguei para que, caso se interesse, dê uma olhadinha.

Sapatilhas


Antes mesmo de ter compra um pedal clip (na verdade eu já estava planejando comprar um), pesquisei os preços das sapatilhas. Moro em Petrópolis/RJ e as coisas por aqui são um tanto caras, mas mesmo assim fui ver preços em algumas lojas. Como grana estava curta, não rolou e a mesma coisa aconteceu quando pesquisei em sites do Brasil.

As sapatilhas quando chegaram

Encontrei algumas sapatilhas no AliExpress e o preço estava bom para mim e em novembro de 2016 fechei a compra das sapatilhas por $ 42,20 (cerca de R$ 143,00 na época), sem frete. Fiz a compra e após cerca de 25 dias recebi o produto. Já faço uso dela há dois anos e nunca tive problemas e também não se desmanchou como muitos me falaram que iria acontecer.

As sapatilhas hoje (sujas, mas muito boas)

Dica importante sobre

Se você for comprar sapatilhas preste bastante atenção na forma como o vendedor apresenta o tamanho. No meu caso, comprei utilizando o sistema norte americano (assim estava no site), mas há vendedores que apresentam o sistema europeu e ambos diferem da forma que sempre vemos no Brasil.

Clique no link para acessar do anúncio AliExpress com das sapatilhas falei acima.

Pedal clip


Foto: divulgação/internet 

Pouco tempo depois de ter comprado a sapatilha, enquanto aguardava a chegada da mesma, e já tendo visto o preço dos pedais clip aqui na minha cidade e alguns sites, encontrei o Shimano PD-M520 no AliExpress (eu queria um Shimano, então...). Em dezembro de 2016 fechei a compra por $ 36,56 (cerca de R$ 124,00). Detalhe: esse é o valor total da minha com frete e tudo. Os pedais chegaram uma semana após das sapatilhas.

Meus pedais atualmente

Sobre os pedais, disseram que não durariam muito. Ainda estou usando e estão cumprindo seu papel sem me decepcionar.

Clique no link para acessar o anúncio do AliExpress do pedal clip que falei acima.

Garmin EDGE 200


Eu usava um ciclocomputador que nem lembro a marca, mas era daqueles que você coloca um sensor nos raios e outro no garfo da bicicleta para que ele possa fazer as leituras. Com pouco tempo de uso ele parou de funcionar. Foi nesse período que comecei a usar o Strava pelo celular, mas como eu não queria deixar o mesmo preso no quadro para poder ficar lendo as informações de velocidade de distância percorrida, voltei a fazer pesquisas. Dessa vez eu nem vi nas lojas físicas.

No Mercado Livre e outros sites encontrei o Garmin EDGE 200 por quase R$ 300,00. Quando procurei no AliExpress, encontrei por $ 64,50 (cerca de R$ 200,00), com frete e tudo, e fechei a compra em março de 2017. Demorou mais ou menos 35 dias para chegar.

Sobre esse produto muitos disseram que era falsificado e que eu não conseguiria fazer o registro no site Garmin Connect. Consegui registrar tranquilamente e sigo usando o produto até hoje, sem nenhum defeito.

Hoje o link que utilizei para comprar esse item não está mais disponível no AliExpress.

Conclusão


Para mim valeu muito a pena comprar pelo AliExpress e, antes que apareça a pergunta, não tive que pagar tributação. Sobre quais componentes a compra da China é indicada e quais não são recomendo um post do Bike Tribe sobre o assunto: Coisas que você pode, e as que você não deve comprar de jeito nenhum na China para sua bike.

Também acho que vale a pena recordar que os produtos que comprei foram antes de 27 de agosto de 2018, quando os Correios estabeleceram uma taxa de 15 reais que, segundo eles, é são referentes “às atividades de suporte ao tratamento aduaneiro realizadas pelo operador postal, como o recebimento dos objetos e inspeção por raio X, formalização da importação no sistema da Receita Federal (quando for o caso), tratamento de eventuais inconformidades (objetos proibidos, perigosos ou com exigências específicas impostas pela autoridade aduaneira para admissão), recolhimento e repasse dos impostos à Receita Federal (quando houver tributação), disponibilização de informações ao importador para desembaraço da remessa via internet, entre outras”.

No mais, boas compras da China!

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