terça-feira, 1 de junho de 2021

Henrique Avancini, Jaqueline Mourão e Luiz Cocuzzi são os nomes do Brasil nas Olimpíadas de Tóquio

Henrique Avancini, Jaqueline Mourão e Luiz Cocuzzi


A Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC) divulgou a convocação dos atletas do mountain bike para as Olimpíadas de Tóquio na tarde desta segunda-feira, 31 de maio. O ranking de classificação olímpica foi finalizado após a etapa da Copa do Mundo de MTB em Nové Mesto, República Tcheca. 

O Brasil conquistou três vagas para o mountain bike cross-country para os jogos olímpicos de Tóquio: duas no masculino e uma no feminino. Os atletas confirmados após a convocação da CBC foram Henrique Avancini, Luiz Henrique Cocuzzi e Jaqueline Mourão, conforme presumido pelo blog Foto e Bike.

Os escolhidos no MTB para as Olimpíadas de Tóquio


Principal atleta de mountain bike no Brasil, Henrique Avancini disputará os jogos olímpicos pela segunda vez em sua carreira. Na primeira ocasião, concluiu na 23º na Rio2016 e, desde então, seus resultados foram históricos para o país na modalidade. Ele chega a Tóquio com chances de vitória.

Jaqueline Mourão, de 45 anos, vai participar pela sétima vez de uma edição de jogos olímpicos. Hoje competindo no mountain bike, a atleta já disputou no esqui cross-country em Olimpíadas anteriores.

No MTB, o melhor resultado de Jaqueline Mourão foi nos jogos olímpicos de Atenas, em 2004, quando terminou em 18º. Os jogos de Tóquio devem marcar o fim das participações da atleta em Olimpíadas.

Com 27, Luiz Henrique Cocuzzi vai representar o Brasil em Olimpíadas pela primeira vez. "Depois de muita superação, suor e muito trabalho ao longo dos últimos anos, chego aonde eu sempre sonhei estar", comentou o atleta em suas redes sociais.

As provas de Mountain Bike nas Olimpíadas de Tóquio serão disputadas entre os dias 26 e 27 de julho.
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segunda-feira, 31 de maio de 2021

Thiago Velardi "Feio" abre escola de bike em Jundiaí (SP)

Thiago Feio


Lenda nacional das modalidades de gravidade, um dos maiores construtores de trilhas do país e incentivador do esporte, Thiago "Feio" Velardi pretende passar seu conhecimento para novas gerações do MTB.

Conhecido por sua longa carreira com a bike, Thiago Velardi já fez um pouco de tudo sobre duas rodas. Praticando mountain bike desde 1994, ele é um dos maiores incentivadores do esporte no Brasil, sempre organizando provas, andando de bike com sua família e amigos,  participando de eventos e construindo trilhas nos quatro cantos do país, principalmente na cidade de Jundiaí, em São Paulo.

Recentemente, o atleta foi vice-campeão brasileiro de E-XCO. Além disso, ele representou o Brasil no primeiro campeonato mundial de E-MTB da história.

Responsável por boa parte dos cuidados com as trilhas da Serra do Japi, o atleta que ficou conhecido como Feio acaba de apresentar um novo projeto para a região: a Escola de Bike do Feio, um trabalho que promete passar um pouco de seu conhecimento para ciclistas de todas as idades e modalidades, com uma atenção especial para o aspecto social que a bike pode ter na vida dos mais jovens. 

"O objetivo é passar um pouco do conhecimento que adquiri ao longo de mais de 20 anos praticando MTB, e 15 competindo profissionalmente", comentou Thiago.

Escola do Feio - Foto: Fala Biker


"Não quero ensinar apenas a técnica, também assuntos relacionados com a prática do esporte como: noção do equipamento, meio ambiente, boas condutas, manutenção de trilha, leis de trânsito que influenciam a bike, história da bicicleta e do MTB, entre outros assuntos", complementou. 

"Com as aulas, podemos melhorar a cultura dos praticantes para sermos melhores vistos nos ambientes que frequentamos, principalmente pelas comunidades locais. Além disso, iremos realizar projetos sociais com jovens carentes de Jundiaí. Ensinar a andar de bike e ter respeito pela trilha, pela sociedade e pela natureza. Acredito que o esporte é uma ótima maneira de formar cidadãos conscientes", explicou Feio.

Escola de Bike do Feio em fase inicial de implementação


Especialista em criar percursos fluidos das diversas modalidades do MTB, Thiago Feio já deu início aos trabalhos de construção em sua Escola. A ideia é criar um pacote variado de opções, com obstáculos para ensinar ciclistas com diferentes níveis de pedal.

Cultura do Trail Building - Foto: Fala Biker


"Por enquanto, estamos construindo as trilhas, mas já temos bastante variedade de níveis e modalidades do MTB. Já fizemos um circuito para bikes sem pedal, para crianças, área de habilidade, trilhas de descidas e um circuito XCO de alto nível. A próxima fase será a infraestrutura com banheiros, área de alimentação, outras comodidades para os alunos, Pump Track, Dirt Jump e mais trilhas", explicou Feio. 

Devido ao atual momento da pandemia de Covid-19, o início das atividades vai acontecer sem grupos, e a matrícula poderá ser feita de forma mensal, bimestral, trimestral e semestral.

As aulas serão ministradas em até 4 dias da semana, com quatro horários por dia. Provando que a bike é para todos, a idade mínima para se matricular na Escola de Bike do Feio é de apenas 1 ano. Os valores serão divulgados em breve.

"Acreditamos no processo de aprendizado a longo prazo, tanto do lado de quem quer aprender, como do nosso de ensinar. E como nossa metodologia de ensino irá abranger outras disciplinas, é necessário mais tempo para ser produtivo e alcançar melhores resultados", explicou.

Experiência nas trilhas


Tendo estudado Educação Física, Thiago Feio  trabalha ensinando esporte de aventura desde 1999. As aulas de bike começaram no início dos anos 2000, com foco em turistas, treinamentos empresariais, recreação, condomínios e, recentemente, para diversos atletas de Cross-Country Olímpico, modalidade que cada vez mais exige habilidade e técnica dos pilotos.

Aulas para todos os sexos e idades - Foto: Fala Biker


"Minha aluna Fabiana Brandão foi Campeã Brasileira Master de XCO ano passado, depois de 2 meses de aulas específicas, já que ela vem do Cross-Country Maratona, que é menos técnico", explicou Feio, exemplificando um dos frutos de seu trabalho. 

"Faz mais de 10 anos que penso em dar aulas de bike, mas sempre acabei focando em competir, organizar eventos e construir trilhas. Aí, fui adiando este projeto. Agora, com o aumento dos praticantes e muita procura por aulas, decidi criar a Escola de Bike do Feio, em um local projetado especificamente para isso, já que muitos estão dando aulas em trilhas compartilhadas", complementou.

"Em um local exclusivo, a aula torna-se mais eficiente e segura, pois não tem interferência de outros praticantes", finalizou Feio. 

Para saber mais informações, acompanhe a Escola de Bike do Feio no Instagram.

Fotos: Fala Biker
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domingo, 30 de maio de 2021

Giugiu conquista seu melhor resultado na temporada europeia de 2021 até agora: 4º lugar

Giugiu competindo na República Tcheca


Giugiu Morgen continua competindo nas pistas da Europa com foco no Campeonato Mundial de MTB XCO e no último sábado, 29 de maio, participou da Strabag MTB Cup XCO, prova UCI Classe 1, da categoria júnior, fechando sua participação na quarta posição, melhor resultado da brasileira nas provas europeias em 2021.

A petropolitana vem de uma sequência de provas que começou no dia 8 de maio na cidade alemã de Albstadt e, até o momento, já contou com mais três competições na República Tcheca. Depois de passar alguns meses sem competir por conta da pandemia, o objetivo de Giugiu com sua temporada europeia é aprimorar seu ritmo em competições, em preparação para o Campeonato Mundial de MTB, seu principal objetivo da temporada.

Até o momento, a missão vem sendo cumprida, com os resultados de Giugiu melhorando semana após semana. 

Giugiu é P4 na Strabag MTB Cup XCO 2021


Disputada no circuito montado na cidade de Brno, a segunda mais populosa da República Tcheca, a Strabag MTB Cup XCO 2021 contou com disputas nas categorias elite e júnior, tanto no masculino quanto no feminino. Na semana passada, competindo na Izomat MTB Cup, a Giugiu havia conquistado um quinto lugar.

Giugiu em temporada na Europa
Giugiu em temporada na Europa - Foto: Javier Zubico


Na prova de Giugiu, as atletas percorreram cinco voltas, todas em um circuito bem fluído, com sequências de curvas com apoio em alta velocidade e muitos trechos com pedras - um prato cheio para quem gosta de pilotar a bike. Diferente do que aconteceu em outras disputas da atleta na Europa, desta vez a chuva e o frio não chegaram para atrapalhar a diversão. 

"A prova foi muito boa. Senti as pernas boas e, nas primeiras duas voltas, andei mantendo o contato com o primeiro pelotão. Depois disso, senti um pouco o ritmo e fiquei para trás, junto com mais algumas atletas", comentou Giugiu. 

"Na terceira volta consegui abrir uma vantagem sobre elas na quarta colocação, e fui segurando até a linha de chegada", complementou. A vencedora do dia foi a alemã Finja Lipp. 

Com o resultado, Giugiu soma mais 14 pontos UCI. A atleta segue na nona colocação no ranking mundial, totalizando 295 pontos. 

"Vim para a Europa com o objetivo de reencontrar meu melhor desempenho. Nas primeiras provas sofri mais com o ritmo, com o frio e com a chuva, mas agora já estou me sentindo muito melhor. Sinto que minha forma evoluiu da semana passada para esta, e espero estar ainda melhor nas próximas semanas", finalizou a atleta de 17 anos. 

Próximas provas de Giugiu na Europa e América do Sul


No próximo fim de semana, nos dias 4 e 5 de junho, Giugiu estará na França, participando da Copa França de MTB. Já na semana seguinte, ela vai para a Suíça, onde será realizada a Copa França de MTB. Na Suíça, no dia 19 do mesmo mês, ela largará na Proffix Swiss Bike Cup, finalizando sua temporada na Europa.

De volta para o Brasil, Giugiu vai para Congonhas, em Minas Gerais, disputar a final da Copa Internacional de Mountain Bike, no dia 2 de junho. No dia 11 do mesmo mês, ela larga na Copa Juvenil Mezuena, competição que acontece na Colômbia. Já no segundo semestre, ela retorna para a Europa para disputar o Campeonato Mundial de XCO, competição que acontece no dia 25 de agosto em Val di Solle, Itália.

Fotos: Javier Zubico
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sexta-feira, 28 de maio de 2021

Paôla Reis do BMX apresenta recurso, mas CBC mantém suspensão da atleta

Paôla Reis nos Jogos Pan-Americanos de Lima, 2019


O Comitê de Ética e Integridade da Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC) manteve a suspensão da ciclista Paôla Reis, do BMX, após atleta ter recorrido da decisão publicada pela entidade em 18 de maio, que a biker das competições classificatórias para as Olimpíadas de Tóquio.

Por meio do advogado Milton Jordão, Paôla Reis apresentou recurso à decisão do Comitê de Ética e Integridade da CBC solicitando a suspensão parcial da execução da pena e permissão para disputar da etapa da Copa do Mundo de BMX, em Bogotá, nos dias 29 e 30 de maio, além de "se retratar publicamente perante a comunidade esportiva do ciclismo nacional".

Ao julgar o recurso de Paôla Reis, a CBC disse não encontrar "motivo nem respaldo nos dispositivos do Código de Ética para suspender, ainda que parcialmente, uma decisão colegiada do Comitê de Ética e Integridade da CBC, muito bem fundamentada em extensa produção de provas com oitiva de todos os envolvidos e interessados, além de avaliada consoante a legislação de regência".

"As circunstâncias relevantes do caso apontam diretamente para uma atleta que 'furou' uma bolha de treinamento autorizado por convênio e missão entre países, violou uma quarentena sem autorização prévia de autoridades competentes e de seus superiores hierárquicos, expôs uma cooperação internacional em hipótese de risco sanitário; e se desligou voluntariamente da delegação brasileira", afirmou a CBC.

Entenda o caso que gerou a suspensão de Paôla Reis


Em abril, a Vice-campeã pan-americana de BMX, a ciclista Paôla Reis descumpriu a quarentena obrigatória de 14 dias determinada pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB) para os brasileiros que chegaram a Portugal para o período final de treinamento antes das etapas da Copa do Mundo que irão definir as cotas olímpicas.

"A Confederação Brasileira de Ciclismo está tirando minha oportunidade de classificar para os jogos de Tóquio. Estou fora dessa etapa do europeu e fora das etapas da Copa do Mundo, mesmo pagando por conta própria. A Confederação Brasileira se recusou a enviar uma autorização para competir este evento", disse Paôla Reis na ocasião.

Foto: Paôla Reis / Arquivo Pessoal
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BMX define classificação para Olimpíadas de Tóquio neste fim de semana, em Bogotá

Anderson Ezquiel, do BMX


Neste fim de semana acontecem as rodadas 3 e 4 da Copa do Mundo 2021 de BMX. A etapa será realizada em Bogotá, na Colômbia nos dias 29 e 30 de maio e é a última oportunidade para os atletas somarem pontos para o ranking que garante a participação nos Jogos Olímpicos de Tóquio.

Atualmente com duas vagas (uma no feminino e outra no masculino) para Tóquio no BMX, o Brasil estará representado pelos bikers Anderson Ezequiel, Priscilla Stevaux e Renato Rezente nessa etapa que será decisiva para definir os representantes brasileiros nas Olimpíadas.

As rodadas 3 e 4 da Copa do Mundo UCI BMX Supercross em Bogotá, na Colômbia, terão transmissão ao vivo no sábado e domingo, a partir das 16h45 (horário de Brasília), pelo site olympics.com.

Foto: COB / Divulgação
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quinta-feira, 27 de maio de 2021

Suíça divulga nomes dos atletas de MTB para Olimpíadas de Tóquio

Nino Schrter - MTB XCO


O comitê olímpico da Suíça divulgou nesta quinta-feira, 27 de maio, os nomes dos seis ciclistas que representarão o país nas Olimpíadas de Tóquio, nas provas de mountain bike cross-country.

Jolanda Neff, Sina Frei e Linda Indergand são as convocadas para competir na prova de cross-country feminino. Entre os homens, Nino Schurter, Mathias Flückiger e Filippo Colombo foram selecionados.

Em se tratando de Filippo Colombo, o pré-requisito para que participe das Olimpíadas de Tóquio é que esteja totalmente recuperado da lesão que sofreu no início de maio, quando caiu na etapa da Copa do Mundo em Albstadt.

Em suas redes sociais, Jolanda Neff disse se sentir privilegiada pelo momento e agradeceu aos seus amigos e familiares por todo o apoio durante a preparação. "Sou eternamente grata por conseguir viver a vida que estou vivendo", disse.

Nino Schurter, que atualmente figura como primeiro colocado no ranking UCI de MTB e um dos principais rivais do brasileiro Henrique Avancini, declarou estar orgulhoso de conseguir a sua quarta participação em jogos olímpicos e está focado para Tóquio. "Tenho um objetivo claro para defender o título conquistado na Rio2016", afirmou.

Quais são os nomes da seleção brasileira de MTB para as Olimpíadas de Tóquio?


A Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC) ainda não fez a convocação oficial dos atletas que irão representar a seleção brasileira de MTB nas Olimpíadas de Tóquio.

Segundo informações dadas ao blog Foto e Bike pela assessoria de imprensa da CBC, a previsão é de que a divulgação aconteça na próxima segunda-feira, 31 de maio.

As provas de Mountain Bike nas Olimpíadas de Tóquio serão disputadas entre os dias 26 e 27 de julho.

Foto: Divulgação / Swiss Olympic Team
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PL que pretende alterar CTB para disciplinar prioridade dos ciclistas no trânsito tramita na Câmara

Homem andando de bicicleta na rua


Neste mês de maio, começou a tramitar na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 1881/2021 que busca alterar o artigo 29 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para disciplinar a prioridade dos ciclistas e presumir a culpa do condutor do veículo automotor.

Caso o PL, que é de autoria do deputado Márcio Marinho (Republicanos/BA), seja aprovado, "as bicicletas deverão ter preferência de circulação sobre os veículos automotores e considerar-se-á presumida a culpa do condutor do veículo em caso de acidente com ciclista, salvo prova em contrário".

A escolha de maio para apresentar o PL de alteração do CTB é revestido de grande simbolismo, visto que nesse mês a população é convidada à discutir a segurança viária por meio do movimento chamado 'Maio Amarelo', iniciado em 2014 para fomentar "uma ação coordenada entre o Poder Público, iniciativa privada e sociedade civil".

Sobre o projeto de lei, Marinho explica que "percebemos  uma crescente mudança de hábito do brasileiro em adotar a bicicleta como um meio de locomoção e até como um esporte a ser praticado" e indicou que é de fácil constatação o aumento de bicicletas em circulação em todo o Brasil.

De acordo com o estudo Cidades Cicláveis: avanços e desafios das políticas cicloviárias no Brasil, do Instituto de Pesquisa Economia Aplicada (Ipea), o Brasil conta com mais de 50 milhões de bicicletas e cerca de 41 milhões de carros. Ainda segundo o levantamento, aproximadamente 7% dos deslocamentos cotidianos é feito em bicicletas.

Segundo o deputado Márcio Marinho, "com o aumento do número de bicicletas circulando, percebeu-se também o aumento do número de acidentes envolvendo ciclistas – tanto acidentes leves quanto mais graves, levando a vítima à morte".

"O atual projeto que busca priorizar a circulação das bicicletas em detrimento de outros veículos automotores, bem como responsabiliza, de forma presumida, aqueles condutores que se envolverem em acidentes com bicicletas", explica.

"Quando o condutor de veículo automotor se envolver em acidente com bicicleta, ele será, presumidamente, o responsável pelo dano, salvo se comprovar a culpa do ciclista. Isso garantirá que os motoristas fiquem mais atentos e respeitem mais os ciclistas, reduzindo os acidentes e contribuindo para que o número de mortes no trânsito diminua", finalizou.

Foto: Eduardo Enrietti / Unsplash
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quarta-feira, 26 de maio de 2021

Strava lança desafio 'Avancini 102km, por Santander' para recordar feito do brasileiro em 2018



Referencia para praticantes de exercícios físicos, a rede social Strava lançou o desafio 'Avancini 102km, por Santander' que terá início no dia 7 de junho ficará ativo por 12 dias. A ação foi anunciada na última segunda-feira, quando o banco formalizou apoio a Henrique Avancini e estratégias de incentivo ao ciclismo brasileiro.

O desafio convida as pessoas de qualquer lugar do mundo a pedalar a mesma distância que Avancini percorreu e que o tornou campeão mundial na Mountain Bike Maratona em 2018, em Auronzo di Cadore, na Itália.

"Os atletas que quiserem um desafio extra também podem tentar o mesmo ganho de elevação atingido pelo Henrique durante a prova. Em cinco horas e oito minutos, Avancini subiu 4.200m", destaca o Strava.

A recompensa do Strava aos que completarem o desafio 'Avancini 102km, por Santander' será um badge digital exclusivo.

Para participar do desafio no Strava, acesse o link.

Foto: Fabio Piva / Red Bull Content Pool
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Provas de Giugiu nas pistas da Europa têm como foco o Campeonato Mundial de MTB XCO

Giugiu Morgen competindo em Nové Mesto


Depois de ficar sem competir por alguns meses, o retorno de Giugiu Morgen, ciclista da Sense Factory Racing, para as pistas da Europa tem um objetivo claro: preparar a ciclista para o Campeonato Mundial de MTB XCO, principal meta da atleta para a temporada de 2021. 

Por conta disso, Giugiu vai passar dois períodos desse ano competindo do outro lado do Atlântico. O primeiro, que começou com a Copa do Mundo de XCO na Alemanha no dia 5 de maio, vai estender-se por mais algumas semanas. Após ter fechado a Izomat MTB Cup, na República Tcheca, em quinto lugar no dia 22 de maio, já no próximo sábado, dia 29, a ciclista tem mais uma prova nesse país: a Strabag Cup Brno.

Depois disso, Giugiu já tem em seu calendário mais quatro competições da UCI Junior Series XCO, sendo as três primeiras delas na Europa. Nos dias 4 e 5 de junho, será realizada a Copa França de MTB. Na Suíça, nos dias 19 e 20 do mesmo mês, acontece a Proffix Swiss Bike Cup. Na semana seguinte, a atleta vai para a Itália, onde ela larga na quinta etapa da Internazionali d'Italia Series.

De volta para a América do Sul, Giugiu larga, no dia 11 de julho, na Copa Juvenil Mezuena, competição que acontece na Colômbia. Já no segundo semestre, ela retorna para a Europa para competir no Campeonato Mundial de XCO, competição que acontece no dia 25 de agosto em Val di Solle, Itália.

Foto: Javier Martinez
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terça-feira, 25 de maio de 2021

Henrique Avancini é representante do Santander em estratégia de incentivo ao ciclismo brasileiro

Henrique Avancini


O Santander anunciou nesta segunda-feira (24) sua estratégia de incentivo ao ciclismo brasileiro, tendo como representante o ciclista Henrique Avancini, terceiro colocado no ranking mundial de mountain bike e um dos favoritos ao pódio nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Avancini fará sua preparação e último período de treinos na Europa, antes de viajar ao Japão para os Jogos que acontecem a partir de 23 de julho.

As ações marcam a ofensiva do Banco no apoio ao ciclismo esportivo, que inclui o patrocínio à exibição de provas nacionais e internacionais e soluções financeiras voltadas aos praticantes. Entre as novidades, estão uma linha de financiamento exclusiva para a compra de bicicletas e peças, e uma mudança de paradigma no mercado de seguros: a partir de agora, o Santander estende aos ciclistas amadores ou profissionais a cobertura de suas apólices de vida e acidentes pessoais. Além disso, casos de roubo ou furto qualificado de bikes foram incluídos nos planos de seguro residencial.

A marca estará presente na transmissão do Grand Tour de ciclismo de estrada dos canais ESPN. O circuito conta com as principais provas do esporte no mundo, como o Tour de Frande e o Giro D’Italia. No canal Bandsports, o banco veiculará anúncios nas exibições do MTB Festival, a mais importante competição de mountain bike do Brasil.

“A bicicleta está ou esteve presente na vida de quase todos nós em algum momento, e vemos recentemente um grande aumento do interesse dos brasileiros pelo seu uso para transporte, lazer e como prática esportiva”, afirma Patricia Audi, vice-presidente de Comunicação, Marketing, Relações Institucionais e Sustentabilidade do Santander Brasil. “Isso ficou claro para nós após patrocinarmos a revitalização da ciclovia da Marginal do Rio Pinheiros, por onde hoje já trafegam mais de 70 mil ciclistas a cada mês.”

Para Henrique Avancini, o crescente interesse dos brasileiros pelo ciclismo torna o momento propício para a parceria com o Santander. “Esse boom ainda não foi acompanhado por um aumento da estrutura, do apoio ou de visibilidade para quem vive do esporte, ou quer levar mais a sério os treinos. Quando um banco oferece serviços como um seguro para acidentes ou crédito para a compra de bikes competitivas, acredito que podemos levar o ciclismo para um outro patamar”, acrescenta o atleta.

Segundo a Associação Brasileira do Setor de Bicicletas (Aliança Bike), as vendas do veículo cresceram 50% em 2020 quando comparadas a 2019. O mercado de mountain bike, especialidade de Avancini, representa 85% das vendas no País. A união entre ganhos de saúde, segurança sanitária e a possibilidade de fazer uma atividade física ao ar livre são alguns dos fatores apontados para o aquecimento do setor neste período.

“O ciclismo esportivo é praticado por milhões de brasileiros de todas as regiões do País, de todas as idades e em zonas urbanas e rurais. Com o patrocínio ao Avancini e das transmissões de TV queremos amplificar o impacto e o conhecimento da modalidade no País e conversar diretamente com esse público, oferecendo produtos e serviços que realmente atendam às necessidades de quem gosta do esporte”, afirma Igor Puga, diretor de Marketing e Marca do Santander Brasil.

A partir de agora, quem contratar o seguro de vida do Banco estará protegido contra acidentes sofridos enquanto pedalam. Além disso, o seguro residencial passará a cobrir o roubo ou furto qualificado de bicicletas que estiverem nas casas dos clientes.

E para facilitar a entrada de novos praticantes e a renovação das bikes daqueles que já pedalam, o Santander ampliou o CDC Bike, um produto diferenciado que permite o financiamento de 100% do valor de bicicletas e peças a partir de R$ 2,5 mil – sem limite máximo de valor, para contemplar também os modelos competitivos – com taxa de 1,69% a.m. e pagamento em até 48 parcelas.

“Ciclistas esportivos costumam ter bicicletas de alto valor e correm riscos pedalando em trilhas e na estrada, mas faltavam produtos desenvolvidos sob medida para garantir a segurança e a tranquilidade dos atletas amadores e profissionais. Nossos novos seguros e a linha de financiamento vêm para ocupar esse espaço e abrir novas possibilidades para os praticantes”, disse Marcelo Labuto, diretor de Pessoa Física do Santander Brasil.

Ciclovia Pinheiros


O Santander atua ativamente no segmento desde o ano passado, quando patrocinou a revitalização da ciclovia do rio Pinheiros, em São Paulo, reinaugurada em agosto daquele ano pelo Governo de São Paulo após passar por renovações no asfalto, vegetação e segurança. Em dezembro, o Banco inaugurou a Parada Santander, uma estação de apoio e conveniência para os cerca de 70 mil ciclistas que frequentam a rota todos os meses.

Sucesso de público, a Parada Santander, localizada próxima à Estação Vila Olímpia, proporciona um local para reparos de equipamentos, carregadores de celular e espaço de descanso. O modelo será replicado em outros pontos do País, com novos formatos e serviços. No espaço patrocinado pelo Banco, os visitantes têm um atendimento gratuito com orientações básicas, além de reparos e higienização das bicicletas, carregadores de celulares e vapor d’água para as pessoas se refrescarem. O ambiente ainda tem um contêiner com diversos serviços ao ciclistas, um deles é o Light FIT, que é um atendimento diário e gratuito no qual o usuário recebe orientações de comportamento do uso e passeio da bicicleta, além de reparos básicos e higienização.

Parceria Strava


Para conectar ciclismo esportivo, e-sports e tecnologia, o Santander disponibilizará um benefício exclusivo para clientes junto ao app Strava, ampliando de um para dois meses o acesso gratuito, a partir de hoje. O Strava é um aplicativo de monitoramento de atividades físicas por GPS com integrações a redes sociais como Instagram, Facebook e Twitter.

Referência para praticantes de exercícios físicos, o Strava é amplamente adotado por milhões de ciclistas de todo o mundo, que se conectam em rede. O aplicativo permite que os usuários se convidem para disputas em circuitos pré-definidos. A parceria com o banco prevê que o próprio atleta lance desafios na plataforma: o “Avancini 102km, por Santander” convidará pessoas em qualquer lugar do mundo a pedalar a mesma distância que o tornou campeão mundial na Mountain Bike Maratona em 2018, em Auronzo di Cadore, na Itália.

Patrocínios na TV


O Santander também anunciou a aquisição de cota de patrocínio da transmissão dos principais quatro Grand Tours do ciclismo mundial: Giro D’Italia (8/5 a 30/5), Tour de Suisse (6/6 a 13/6), Tour de France (26/6 a 18/7) e Vuelta a España (14/8 a 5/9), que serão transmitidos nos canais ESPN.

No canal Bandsports, também com patrocínio Santander, será televisionado o tradicional MTB Festival, evento nacional de Mountain Bike que esse ano acontecerá em Mariporã (SP), de 05 a 07 de novembro. O MTB Festival deve contar com mais de 4.500 atletas, disputando três títulos brasileiros simultâneos, divididos nas categorias de XCM Elite Pró Brasileiro; XCM Sport; DH Brasileiro e XCO/UCI Brasileiro.

Foto: Ricardo Hara / Santander
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domingo, 23 de maio de 2021

Giugiu Morgen conquista quinto lugar na Izomat MTB Cup, na República Tcheca

Giugiu durante Izomat MTB Cup na República Tcheca


Neste sábado, dia 22 de maio, a petropolitana Giuliana Morgen, ciclista da Sense Factory Racing, conquistou um excelente quinto lugar na Izomat MTB Cup, prova contando pontos para o Ranking UCI. A disputa aconteceu na República Tcheca e reuniu algumas das melhores atletas do mundo no Mountain Bike Cross-Country Olímpico (XCO) - a vencedora do dia foi a tcheca Simona Spěšná.

Nas últimas semanas, a ciclista de 17 anos havia participado de competições da UCI Junior Series XCO, a Copa do Mundo de Cross-Country Júnior, tendo fechado com um vigésimo primeiro lugar no dia 8 de Maio, em Albstadt, na Alemanha, e com um décimo nono lugar no dia 15, em Nové Mesto na Morave, na República Tcheca. 

A competição do último sábado aconteceu em Zadov, também na República Tcheca, em um circuito com muitos rock gardens, raízes e pedras, com subidas com duas linhas de escalada, o que acaba facilitando as ultrapassagens.

“Me senti bem durante a prova. Fiz uma largada forte e fui mantendo o Top 3 no start lap e na primeira volta. Senti um pouco o ritmo e cai para quinto, mas depois voltei para buscar a quarta colocada e quase a terceira”, explicou Giugiu.

“Na terceira das quatro voltas cometi um erro em uma pedra e acabei furando o pneu traseiro. Peguei um trecho de subida com o pneu vazio e sofri bastante até chegar no ponto de apoio para fazer a troca, mas depois consegui continuar rendendo bem”, complementou Giugiu.

Na semana passada, durante a disputa em Nové Město, o frio e a chuva foram dois grandes adversários da petropolitana, algo que poderia ter acontecido também na última prova. Mas, este período passado no Velho Continente parece estar fazendo efeito, com Giugiu evoluindo em seu ritmo de prova e também na adaptação ao clima europeu. 

“Estou acostumando com o frio, com a chuva e com o vento gelado da Europa. Vou passar mais um mês competindo aqui, e espero seguir evoluindo a cada corrida, sempre fazendo o melhor para levar o nome da minha equipe”, finalizou Giugiu. Com o resultado, a atleta agora soma mais 12 pontos UCI, garantindo assim sua permanência na nona colocação do ranking da entidade máxima do ciclismo.

Foto: Javier Martinez
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sexta-feira, 21 de maio de 2021

Trincas nos quadros das bicicletas Sense: saiba o que a fabricante diz sobre o assunto

Homem andando em bicicleta da Sense


Na maioria dos grupos de ciclismo, sobretudo no Facebook, é quase certo encontrar pessoas falando sobre as bicicletas da Sense, de modo específico, sobre rachaduras e quadros da Sense trincados.

Os usuários relatam que o problema ocorre, geralmente na solda que une o seat stay ao seat tube. E não são poucos os bikers que fazem tal reclamação sobre os quadros da Sense nas redes sociais e sites de reclamação.

O blog Foto e Bike entrou em contato com o setor de dúvidas técnicas da Sense para esclarecimentos e conhecer quais ações a marca está tomando para que não ocorra mais tal tipo de problemas.

"Fizemos melhorias para corrigir os problemas de quebra dos quadros", afirmou a equipe de relacionamento da Sense ao listar os principais investimentos para a solução do problema.

Quais melhorias a Sense fez e está fazendo para corrigir o problema?


Dentre os investimentos e melhorias, a Sense informou ao blog Foto e bike que contrataram "uns dos melhores engenheiros de solda no Brasil" e "fizemos grandes investimentos em maquinários e dispositivos para cada vez mais melhorar a qualidade", afirmou.

Tendo em conta que o foco do problema apontado pelos usuários está na solda dos quadros das bicicletas, a Sense disse ter feito melhorias em "todos os processos de solda e parâmetros de tratamentos".

"Testamos todos os nossos quadros na Europa, em laboratório independente, conforme os testes da ISO (norma Europeia); investimos em um laboratório interno a fábrica, com processos de metalografia para análise de qualidade de solda", declarou.

Além disso, a Sense também afirmou ter dobrado a intensidade dos testes em máquinas de fadiga e que estão investindo em análise e testes dos tubos dos quadros através de método de metalografia de varredura a fins de sanar todo e qualquer problema relativo a trincas.

Por fim, as bicicletas da Sense já serão produzidas sendo resultado das medidas de correção e investimentos feitos pela empresa.

"Estamos aumentando nossa capacidade fabril com uma nova fábrica e aumento do quadro pessoal para que possamos inovar tecnologicamente e aperfeiçoar processos com intuito de gerar mais qualidade aos nossos produtos".

"Problemas podem acontecer, mas estamos muitos seguros em relação a engenharia e qualidade dos quadros produzidos para atender a garantia e os modelos 2021/22", concluiu.

Imagem de destaque: reprodução / Sense
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quarta-feira, 19 de maio de 2021

Saiba como participar da Copa do Mundo de MTB no Brasil, em 2022

Henrique Avancini competindo em avancini em Mont Saint Anne, agosto de 2019


Entre os dias 8 e 10 de abril de 2022 a Copa do Mundo de Mountain Bike será no Brasil, mas especificamente em Petrópolis, região serrana do Rio de Janeiro. O palco da prova será o São José Bike Club onde está o circuito Henrique Avancini.

Diante das muitas perguntas sobre como fazer para participar da Copa do Mundo de MTB no Brasil, em 2022, o organizador da Copa Internacional Michelin de Mountain Bike (CIMTB Michelin), Rogério Bernardes, e a  comissária da Union Cycliste Internacionale (UCI) e da Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC), Regina Barbieri, falaram sobre algumas mudanças e esclareceram dúvidas.

Vale a pena lembrar que, para Petrópolis em 2022, vale a pontuação conquistada no calendário de 2021, portanto, a corrida para atingir os critérios já estão valendo. "Araxá deve ser o foco para quem planeja largar na Copa do Mundo no Brasil, em 2022", avalia Regina. Segundo ela, a prova de XCO, que será de 30 de julho a 1 de agosto, é a única prova na América Latina que tem pontuação Hors Class, o que significa que há distribuição de pontos até o 25º colocado.

"Isso é uma grande vantagem, porque quem fica em 11º ou 15º, por exemplo, ainda consegue acumular uma pontuação boa", explica. Ela também avisou que o Campeonato Brasileiro é uma excelente oportunidade de pontuação, sobretudo para atletas sub-23. "A UCI mudou a pontuação, e hoje, você pontua até o 10º colocado no short track do Brasileiro, sendo que, no ano passado era só até o 5º colocado. Além de ter aumentado a pontuação para 50 pontos para o primeiro, em comparação com 10 pontos no ano passado", lembra.

Regina explicou sobre os critérios para todas as categorias que participarão de Petrópolis 2022, que são a sub-23 e a elite tanto no feminino quanto no masculino (a categoria Júnior não correrá nessa etapa). Ela lembrou ainda, que além desses critérios, os atletas devem ser filiados à CBC e aptos a pontuar no ranking internacional. "É a CBC que cadastra esses atletas, então é importante lembrar desse detalhe".

A comissária ainda lembra que essas regras são revisadas anualmente pela entidade, então podem ocorrer mudanças até lá.

Sub-23 feminina


A UCI define que existem três formas de atletas sub-23 participarem das etapas da Copa do Mundo. A primeira é fazer parte de uma equipe UCI. A segunda é ter, no mínimo, 20 pontos no ranking internacional de XCO para poderem se inscrever na corrida de Petrópolis. Atualmente são duas essas atletas: Marcela Lima (Caloi Henrique Avancini Racing) e Laurien Miranda (Team Groove).

A terceira é ir como integrante da federação nacional. Segundo Regina, a seleção brasileira pode levar seis atletas normalmente, e como o Brasil está recebendo o evento, ganha o direito de ter mais seis competidoras em uma equipe B, somando 12 brasileiras no bolsão de largada pela seleção do Brasil, além das classificadas por pontos ou via equipe UCI. Caso as atletas não atinjam os critério da CBC, um número menor de competidoras pode ser convocado. Para saber quais os critérios para fazer parte da seleção brasileira de mountain bike em todas as categorias, acesse aqui.

Sub-23 Masculina


A entidade é mais criteriosa para esta categoria. Para alinhar em Petrópolis no ano que vem, o atleta precisa ter no mínimo 80 pontos no ranking da UCI. "É uma pontuação alta. Tanto que, atualmente, só um atleta brasileiro conseguiria largar por esse critério, que é o Gustavo Xavier", avalia Regina. Além disso, há a possibilidade de participar pela seleção, que em Petrópolis também terá direito a 12 atletas, seis principais e mais seis por ser a sede do evento, como na feminina.

Elite feminina e masculina


O critério é o mesmo para as duas categorias. É necessário ser federado na CBC, e ter um mínimo de 60 pontos no ranking UCI para competir com a camisa da equipe, uma pontuação menor que a sub-23. Outra possibilidade é ser convidado para correr pela seleção. No caso da Elite, não existe a equipe B, portanto, o Brasil pode ter até seis atletas competindo pela seleção na categoria mais alta em Petrópolis.

Foto de destaque: Bartek Wolinski / Red Bull Content Pool
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Indústria de bicicletas registra queda na produção em abril

Produção de bicicletas fábricas


Os fabricantes de bicicletas instalados no Polo Industrial de Manaus (PIM) registraram queda na produção no mês de abril e atribuem o impacto negativo à falta de insumos provocada pela pandemia do Covid-19.

De acordo com os números da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares – Abraciclo, em abril foram produzidas 51.281 bicicletas, volume 11,3% menor em comparação com as 57.843 unidades registradas em março do mesmo ano.

Na comparação com o mesmo mês no ano de 2020, quando houve a suspensão de operações na maioria das fábricas em decorrência da primeira onda do coronavírus na cidade de Manaus, houve alta de 409,2%. Naquele ano foram produzidas 10.071 bicicletas no PIM.

De acordo com o levantamento da Abraciclo, no primeiro quadrimestre de 2021 a produção totalizou 222.183 unidades, valor correspondente a um aumento de 22,8% em relação à quantidade de bicicletas produzidas no mesmo período no ano passado.

De acordo com o vice-presidente do segmento de bicicletas da Abraciclo, Cyro Gazola, o setor segue limitado pela falta de insumos que atinge toda a cadeia global de suprimentos. "Há falta de alguns componentes como sistemas de freios e de transmissões, por exemplo, que dificultam a montagem e gera a falta de alguns modelos no mercado", afirmou.

Gazola ainda avaliou que "a demanda por bicicletas continua alta e acreditamos que o fornecimento de peças será normalizado no segundo semestre deste ano".

Produção de bicicletas por categoria


Em abril, a categoria mais produzida foi a Mountain Bike (MTB), com 30.111 unidades e 58,7% de participação no mercado.  A categoria Infanto-Juvenil foi a que apresentou maior crescimento percentual. Foram fabricadas 4.867 bicicletas, alta de 103,5% na comparação com março (2.392 unidades).
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terça-feira, 18 de maio de 2021

Brasil conquista três vagas no MTB para Olimpíadas de Tóquio

Avancini liderando prova em Albstadt


O ranking de classificação olímpica foi finalizado e o Brasil conseguiu três vagas no MTB, sendo duas no masculino e outra no feminino, de acordo com informação divulgada pela União Ciclística Internacional (UCI), nesta terça-feira, 18 de maio.

Mesmo o Brasil sendo um dos países mais afetados pela pandemia do coronavírus, os atletas da seleção de MTB treinaram e pedalaram forte para fechar a classificação e garantir as vagas olímpicas.


Composto apenas por países, a pontuação do ranking classificatório reúne a somatória de pontos dos seus três melhores ciclistas no ranking mundial, tanto no masculino quanto no feminino. Os dois primeiros colocados conquistam três vagas, da 3ª a 7ª colocação tem direito a duas vagas, e da 8ª a 21ª posição fica com uma vaga.

O Brasil fechou a classificação na 4ª posição no masculino entre 96 nações. Já no feminino, conquistou a vaga ao terminar na 18ª posição entre 88 países.

Quais são os nomes da seleção de MTB nas Olimpíadas?


A CBC ainda não fez a convocação oficial dos atletas que irão representar a seleção brasileira de MTB nas Olimpíadas de Tóquio e informou que isso deverá ocorrer nos próximos dias no site da confederação após a publicação final de alocação de cotas da UCI.

Contudo, a comissária da UCI e da CBC, Regina Barbieri, participou de um podcast da CIMTB publicado em 6 de maio e especulou, devido às pontuações, que os representantes da seleção brasileira no MTB nas Olimpíadas de Tóquio deverão ser Henrique Avancini, Luiz Henrique Cocuzzi e Jaqueline Mourão.

As provas de Mountain Bike nas Olimpíadas de Tóquio serão disputadas entre os dias 26 e 27 de julho.
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Nino Schurter volta à liderança do ranking UCI sete meses após perder posto para Henrique Avancini

Nino Schurter retorna à liderança do ranking UCI


Após o final de semana com a etapa da Copa do Mundo de MTB, em Nové Mesto, na República Tcheca, o ranking UCI foi atualizado e o suíço Nino Schurter assume a liderança sete meses depois de ter perdido o posto de número 1 para Henrique Avancini.

Victor Koretzky caiu para a segunda colocação e sua diferença para Nino é de apenas 28 pontos. Avancini permanece em terceiro deste a atualização pós etapa de Albstadt: o brasileiro está agora há 96 pontos do líder.

Considerando até a 100ª posição, com exceção de Henrique Avancini, todos os brasileiros da Elite Masculina tiveram queda nas posições após a atualização do ranking UCI.

Guilherme Gotardelo Müller: 78º (perdeu 7 posições)
Luiz Henrique Cocuzzi: 83º (perdeu 16 posições)
Ulan Bastos Galinski: 90º (perdeu 1 posição)
José Gabriel Marques de Almeida: 94º (perdeu 3 posições)

Na Elite Feminina, considerando as 100 primeiras, Raiza Goulão aparece na 44ª posição.
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