terça-feira, 21 de setembro de 2021

Strava e Tembici promovem desafio no Dia Mundial Sem Carro

'Bici Todo Dia, por Tembici' será o desafio no Strava


Dois dos maiores incentivadores do pedal urbano no Brasil, o Strava e a Tembici, líder em tecnologia para micromobilidade na América Latina, uniram forças para realizar um desafio em prol do Dia Mundial Sem Carro, comemorado em 22 de setembro. 

No 'Bici Todo Dia, por Tembici', o objetivo é fazer ao menos três atividades de deslocamento de bicicleta para concluir a meta, entre os dias 27 de setembro e 3 de outubro. 

A ideia de Strava e Tembici é mostrar que pedalar pode ser muito mais que um esporte ou momento de lazer, destacando a bike como meio de transporte eficiente para se deslocar pelas cidades. Quem atingir a meta ganhará um mês grátis de aluguel de Bike compartilhada de um projeto realizado pela Tembici, além de garantir um troféu digital especial do desafio. 

"Muita gente vai descobrir como é fácil, agradável e econômico usar a bicicleta no seu dia a dia. Além de atividades físicas, o Strava é amplamente utilizado para registrar deslocamentos de seus usuários", destaca Rosana Fortes, country manager do Strava no Brasil.

"Estamos muito felizes com essa parceria. Somente em 2020, registramos em nossos sistemas mais de 25 milhões de viagens feitas com as bikes compartilhadas. A bicicleta já é consolidada como meio de transporte em muitas cidades e acreditamos que a mensagem do modal atinja ainda mais pessoas, fomentando o seu uso", comenta Vinicius Berghahn, Diretor de Growth da Tembici.

Sobre o desafio 'Bici Todo Dia, por Tembici'


Para completar o desafio, os atletas dentro do Strava precisam concluir três atividades de pedalada, caminhada ou corrida, classificadas como deslocamento, e com as configurações de privacidade marcadas com visibilidade para "todos". O desafio vale para todo o Brasil, mas o prêmio, de um mês de Bike compartilhada grátis, fica válido para assinaturas feitas em São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Recife e Porto Alegre (área de atuação da Tembici). 

Usuários com planos ativos na Tembici poderão usar o benefício para assinar planos em cidades diferentes de onde possuem assinatura ativa ou presentear um amigo com o cupom.

O Strava é a maior comunidade esportiva do mundo, com mais de 91 milhões de usuários no mundo e quase 11,8 milhões só no Brasil. A plataforma é grande incentivadora não apenas das atividades físicas, mas também dos deslocamentos não motorizados. 

Com seu Strava Metro, uma ferramenta gratuita, o Strava oferece diversos insights para urbanistas, governos municipais e ativistas aprimorarem a infraestrutura de suas cidades. Funciona assim: milhões de pessoas publicam no Strava suas pedaladas, corridas e caminhadas todas as semanas, usando seus smartphones ou dispositivos GPS, e o Strava Metro então agrega estes dados, de forma anônima, para depois disponibilizá-los aos tomadores de decisão.

Para participar do desafio 'Bici Todo Dia, por Tembici' no Strava, basta acessar a página do desafio, neste link.
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CIMTB Michelin está de volta a Araxá após um ano e meio

CIMTB volta à Araxá - Foto: Cesar Dolong


Após um ano e meio, a Copa Internacional Michelin de Mountain Bike (CIMTB Michelin) volta a Araxá no primeiro final de semana de outubro, para a 18ª edição consecutiva da prova mais tradicional do MTB brasileiro e latino americano. São esperados cerca de 900 atletas que devem competir nas dependências do Tauá Grande Hotel, entre 1º e 3 de outubro, em 42 categorias e três modalidades: XCC, XCO e XCM.

A competição é válida como XCO Hors Class, uma das mais altas classificações da Union Cycliste Internationale (UCI) além do XCC Classe 3, e deve atrair nomes mundiais do esporte como os principais atletas brasileiros, entre eles Henrique Avancini, o português David Rosa, o campeão mundial sub-23 de XCO, Martin Vidaurre, entre outros

“A etapa de Araxá 2020 foi a última grande competição de mountain bike antes da pandemia, e estamos muito felizes e animados para repetir a dose agora em outubro. E além disso, por sermos o maior evento anual de Araxá, a gente sente que tem uma grande responsabilidade com a cidade, no sentido de movimentar o comércio e favorecer essa retomada econômica”, diz Rogério Bernardes, organizador da copa.

Vale lembrar que, assim como na grande final de 2020, em Carandaí, e na 1ª etapa de 2021, em Congonhas, a testagem para COVID-19 será obrigatória na entrada do Tauá Grande Hotel para todos acima de 6 anos de idade. A organização, em parceria com o Tauá Grande Hotel, isolará a área onde será realizado o evento para que hóspedes e funcionários que não estarão fazendo parte da CIMTB não tenham acesso a área externa do complexo utilizada para a competição.

Circuitos da CIMTB Michelin em Araxá


A pista de XCO manterá as principais características do ano passado, mas terá alguns ajustes para dar mais fluidez ao traçado. A organização deve incluir uma escadaria de troncos logo antes da descida da Dona Beja, que aumentará o nível técnico, mas também abrirá uma passagem alternativa, porém mais lenta e segura para quem preferir não arriscar. “Devemos mexer em vários trechos tradicionais da pista, então o pessoal do cross country pode se preparar para novidades”, alerta Rogério.

O XCM terá um formato similar a Congonhas, com um percurso de aproximadamente 12 km, no qual os competidores farão voltas de acordo com a categoria, desde uma volta para os participantes da Turismo, até quatro voltas para quem já tem mais experiência. Na maratona, a exigência técnica será bem menor que no XCO, com mais estradas e single tracks.

O short track será bem diferente do que foi visto em Congonhas. A ideia é montar uma pista mais aberta, com muitos trechos de ultrapassagem para favorecer as disputas, assim como nas etapas da Copa do Mundo. A mudança aumentará a emoção da disputa, que será transmitida ao vivo pelo Band Sports.

Foto: Cesar Dolong
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segunda-feira, 20 de setembro de 2021

Samambaia Bike Park é inaugurado em Petrópolis

Thiago Wendling é um dos idealizadores do Samambaia Bike Park - Foto: Fabiano Maia


Os ciclistas de Petrópolis (RJ) e região agora têm um novo local para pedalar e praticar o mountain bike cross country (XCO). Trata-se do Samambaia Bike Park, inaugurado no domingo, 19 de setembro, marcando o retorno das atividades de bicicleta na Fazenda Samambaia, local que sediou um das etapas do Campeonato Carioca de MTB, em 2012.

De acordo com um dos idealizadores e membro da comissão técnica da pista, Thiago Wendling, a ideia de reabrir a pista surgiu durante conversas com amigos que tinham o mesmo desejo.

Thiago conta que durante um pedal de treino passou em frente à Fazenda Samambaia e resolveu entrar e apresentar as ideias para reabrir a pista. “Chegando lá, encontrei o diretor e proprietário da Fazenda. Consegui bater um papo com ele: falei das minhas ideias, do meu engajamento com o esporte, sobre as pessoas que poderiam ajudar a gente e ele me fez a seguinte pergunta: como eu iria fazer e como eu poderia fazer?”.

Junto com amigos e outras pessoas que se interessaram pelo projeto, iniciaram os trabalho. Dentre os envolvidos está o atleta da Sense Factory Racing, Diego Knob, que é petropolinato e trail builder. Segundo Thiago, ele “deu algumas ideias e ajudou com a sinalização”.

O percurso do Samambaia Bike Park vai atender aos ciclistas dos níveis iniciante ao avançado e os membros da comissão técnica pretendem realizar provas no local futuramente. 

“A gente quer abraçar a todos os públicos: quem está começando, quem já pedala. A ideia é abraçar todos os amantes do esporte”, declarou Thiago.

Com a pista da Fazenda Samambaia Petrópolis agora passa a ter três bike parks. A cidade conta com o Montanha Azul e o São José Bike Club, que foi palco de uma etapa da Copa Internacional de Mountain Bike (CIMTB) em 2019 e sediará a abertura da Copa do Mundo de MTB entre os dias 8 e 10 de abril de 2022.

O Samambaia Bike Park está com 2 quilômetros de pista prontos para uso e ainda estão trabalhando para alcançar 6 quilômetros de percurso.

Para o biker que quiser utilizar a pista, será cobrado o Day Use de R$ 30 por pessoa. O valor dá direito ao uso da pista Samambaia Bike Park, estrutura de duchas e banheiros. A pista fica na Estrada da Samambaia, 138, Samambaia – Petrópolis/RJ.

Siga o Samambaia Bike Park pelo Instagram.

Foto: Fabiano Maia
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quinta-feira, 16 de setembro de 2021

TSW apresenta nova Full Quest TR Fast 21/22 com geometria de alto desempenho

Nova Full Quest TR Fast 21/22 com geometria de alto desempenho - Foto: TSW Bike / Divulgação


A TSW acaba de apresentar a bicicleta TSW Full Quest TR Fast 21/22, mais uma novidade na sua linha de bicicletas. A bike chega com quadro totalmente em fibra de carbono com construção monocoque, geometria moderna e um paco de componentes que associa custo competitivo e muito desempenho.

A apresentação da TSW Full Quest TR Fast 21/22 acontece menos de dez dias após a divulgação de outro modelo da marca: a Full Quest Starter.

Seguindo as últimas tendências do mercado, a TSW Full Quest TR Fast utiliza suspensões com mais curso do que uma XC tradicional, para quem quer controle total nas descidas. Além disso, ela aposta no novíssimo acabamento com efeito rainbow, também conhecido como "camaleão", que chama atenção pela beleza e pela qualidade.

Geometria da nova TSW Full Quest TR Fast para trilhas mais agressivas


Nos últimos anos, as geometrias das bicicletas de trilha passaram por um processo de modernização. Com a filosofia do long, low e slack, além de ficarem mais baixas, as bicicletas ganharam comprimento no triângulo dianteiro, e uma angulação mais relaxada na caixa de direção, tudo para garantir mais controle em trilhas super inclinadas e técnicas.



A TSW Full Quest TR Fast conta com 120mm de curso na suspensão dianteira RockShox Recon Silver RL e 100mm de curso na traseira. Dessa forma, a bicicleta encaixa-se perfeitamente na categoria XC, sendo super indicada para quem quer fazer trilhas que vão além do XC tradicional, com desafios técnicos como drops, rock gardens e inclinados que exigem confiança do piloto.

De acordo com a TSW, o coração Full Quest TR Fast é o exclusivo quadro da marca, que aposta em uma suspensão traseira com sistema horst-link sem pivô, com 100mm de curso que usa a flexibilidade do seat-stay para garantir o bom funcionamento, usando o eixo como pivô, possibilitando a redução de peso e diminuição da manutenção.

Além disso, a nova Full Quest TR Fast conta com construção de última geração com eixos boost passantes, caixa cônica e cabeamento interno.

A caixa de direção, por exemplo, tem 67 graus de inclinação, o que melhora a estabilidade em altas velocidades. Mas, com um alcance generoso de 475 mm no tamanho M, a nova Full Quest TR Fast 21/22  coloca o peso do piloto bem centralizado entre os eixos, e é aí que mora o segredo para manter o controle mesmo nas trilhas mais desafiadoras

Sobre os componentes da nova TSW Full Quest TR Fast


Para manter o nível elevado em sua nova linha de bicicletas full-suspension de carbono, a TSW apostou em um pacote de componentes de alto rendimento para a TSW Full Quest TR Fast 21/22.

Ela vem equipada com transmissão Shimano Deore M6100 de 12 velocidades, completo com câmbio traseiro, cassete 10-51 microspline e pedivela com braços de 170mm, que ajuda a evitar que os pedais batam em pedras ou outros obstáculos - o passador de trocas é SLX.



O Deore M6100 utiliza muitas das tecnologias encontradas no XTR M9100, inclusive o câmbio traseiro com polias grandes e sistema de engate Hyperglide +, que permite trocas de marcha precisas, mesmo sem aliviar a pressão nos pedais. 

Para absolver o terreno sem dificuldades, ela aposta no garfo RockShox Recon Silver RL com 120 mm com mola de ar Solo Air e sistema hidráulico Motion Control. TSW Full Quest TR Fast 21/22, o garfo e o shock RockShox SIDLuxe  Select + podem ser travados remotamente, pela trava de guidão.



Para garantir o controle em todas as situações, a mesa é mais curta, de 70mm, e o guidão tem 740 mm de largura. Além disso, os aros WTB ST I30 Tubeless de 30 mm de largura interna, calçando pneus Vittoria, garantem a aderência e a estabilidade, já que aros mais largos aumentam a área de contato do pneu no chão, além de permitirem o uso de pressões menores, sem que os pneus flexionem lateralmente. 

Ficha técnica resumida da TSW Full Quest TR Fast 21/22


Quadro: 29” | TSW Full Quest | Full Suspension | Carbono | Monocoque | Link e Triângulo traseiro carbono | Direção Tapered | Disc brake post mount | Boost 148x12mm THRU AXLE | Curso traseiro 100mm | Press-Fit 
Garfo: 29” | RockShox Recon Silver RL | 120 mm | Solo Air | Tapered | 15 x 110 mm | Offset 51 mm
Shock: RockShox SIDluxe Select + | 165 x 40 mm | Trava Remota
Transmissão: Shimano Deore M6100 12 velocidades
Rodas: WTB ST I30 | Tubeless Ready | 30 mm largura interna / Raio Inox 
Pneus: Vittoria
Peso: 13.35 Kg
Preço sugerido: R$22.999,00

Fotos: TSW Bike / Divulgação

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quarta-feira, 15 de setembro de 2021

Nino Schurter vai participar do Mundial de MTB Maratona pela primeira vez

Nino Schurter vai estará no Mundial de MTB XCM em 2021 - Foto: Elba Island - Tuscany Italy


Nove vezes campeão mundial de mountain bike cross-country (XCO), Nino Schurter vai participar pela primeira vez do Campeonato Mundial de Mountain Bike Maratona (XCM) que acontece em 2 de outubro desse ano, na Itália. O suíço quer buscar o título que ainda falta conquistar em sua sala de troféus.

O percurso Campeonato Mundial de MTB XCM não parece ser o mais adequado para especialistas em XCO, visto que é estimado que a prova tenha mais de 5 horas de duração. Mas sempre se espera ver uma boa disputa quando Nino Schurter está competindo.

A edição do mundial de XCM de 2021 será a mais dura até agora. O percurso possui um trecho de abertura seguida de uma volta de 35 quilômetros que os homens terão que repetir três vezes e as mulheres duas, terminando no trecho que levará à linha de chegada do Corso Itália, em Capoliveri.

No total, os homens percorrerão 115 quilômetros com 4.500 metros de elevação. Já as mulheres terão de percorrer 85 quilômetros com 3.200 metros de elevação nessa edição do Mundial de XCM.

Considerando a alta popularidade da rota proposta pelo ASD Capoliveri Bike Park, é esperada a aparição de outros especialistas de primeira linha, alguns dos quais já testaram a pista em abril desse ano, por ocasião da Internazionali d'Italia Series.

Foto: Elba Island - Tuscany Italy
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terça-feira, 14 de setembro de 2021

Redução da carga tributária de bicicletas vira projeto de lei no Brasil



A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) transformou em projeto de lei a sugestão legislativa que pede a redução da carga tributária da cadeia produtiva de bicicletas no Brasil. A aprovação aconteceu nesta segunda-feira, 13 de setembro, e começará a tramitar pela CDH assim que receber o número de projeto.

A sugestão legislativa SG 21/2020 foi apresentada pelo internauta André Fraga em 2 de junho de 2020 e recebeu mais de 20 mil assinaturas de apoio em cerca de quatro meses. O senador Paulo Paim (PT-RS) foi o relator e deu parecer favorável à sugestão.

Como justificativa para sugestão legislativa, André Fraga ressaltou que os impostos sobre as bicicletas não incentivam à compra e impedem lojas e industrias de crescerem.

"Enquanto nos países que incentivam a bicicleta, lojas e indústrias crescem, no Brasil, metade das lojas tiveram queda no faturamento, igual ou superior a 50%. Estima-se que a desoneração tributária para o setor representaria incremento de 14% apenas sobre o consumo de bicicletas, sem contar nos benefícios em cascata da economia de rede", argumentou André.

Em fevereiro de 2021 chegou a ser publicada no Diário Oficial da União a redução do imposto de importação de bicicletas, mas em março do mesmo ano a medida foi revogada.

Reduzir os impostos favorece o uso da bicicleta


Em seu parecer, o senador Paulo Paim reconheceu que "é inegável a importância de fomentar o uso de bicicletas no País em linha com o que defendido na Ideia Legislativa sob análise desta Comissão".

Paim citou o estudo Análise Econômica do Setor de Bicicletas e suas Regras Tributárias, encomendado pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo) à Tendências Consultoria Integrada, em 2013. O estudo traz as principais características do setor e evidencia como a redução da carga tributária pode proporcionar benefícios aos consumidores, fabricantes, distribuidores e ao governo.

O estudo também destaca a cidade de Bogotá, na Colômbia, que passa por uma ampla reformulação do transporte público desde o final da década de 1990 e percebe o aumento do uso de bicicletas e as políticas de desestímulo ao uso de automóvel. O trabalho também ressalta que no Brasil as condições para o uso de bicicletas não são favoráveis devido aos preços elevados – em grande parte por conta da alta carga tributária – e pouca infraestrutura cicloviária.

"Esses exemplos revelam a importância de se avançar nesse setor no Brasil, de sorte a colher esses benefícios que o estímulo às bicicletas acarreta a toda população", afirmou o senador Paulo Paim. 

"Com esse propósito, a Associação Brasileira do Setor de Bicicletas (Aliança Bike) lançou um conjunto de 10 propostas, que incluem, entre outras, a ampliação da rede de ciclovias, a criação de linha de crédito para financiar a aquisição de bicicletas, a implementação de um programa nacional de fortalecimento da economia verde e a redução da carga tributária sobre as bicicletas", disse o senador.

Paim também reconheceu a alta carga tributária sobre as bicicletas e que o Congresso Nacional deve atuar para "incentivar a aquisição de bicicletas por meio da desoneração de parte dos tributos incidente sobre a cadeia produtiva". O senador ainda defendeu a redução que a redução dos impostos atinja não só as bicicletas convencionais, mas também as elétricas. "É inegável que, como meio de transporte, a bicicleta elétrica, inclusive para fins de mobilidade urbana, pode e deve ter sua entrada no País e produção incentivados".

À Agência Senado, o presidente da CDH, senador Humberto Costa (PT-PE), afirmou que a medida poderá incentivar o uso de bicicletas, ajudando a diminuir a poluição ao mesmo tempo que alavanca o uso de veículo barato e que faz bem à saúde do usuário.
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Ciclista argentino Nicolás Naranjo morre após acidente em velódromo

Ciclista argentino Nicolás Naranjo morreu em 12 de setembro - Foto: COPACI


O ciclista argentino Nicolás Naranjo (Equipo Continental Puertas de Cuyo) não resistiu às graves lesões que sofreu durante um acidente no velódromo de Mendoza (Argentina), durante uma competição local, morreu no domingo, 12 de setembro.

Uma das grandes figuras do ciclismo argentino, Nicolás Naranjo, de 31 anos, disputava a nona etapa do Campenonato Mendocino de Critérium e Pista 2021 no sábado, 11 de setembro quando se envolveu em um acidente com Kevin Castro, Santiago Sánchez e Juan Manuel Gutiérrez.

Naranjo sofreu bateu forte com a cabeça e convulsionou durante alguns minutos. Devido à gravidade dos ferimentos, a equipe médica levou o ciclista argentino para o Hospital Central da Cidade de Mendoza.

No hospital, Nicolás Naranjo resistiu a três paradas cardiorrespiratórias ainda no sábado. Porém, na madrugada de domingou, foi constada morte e encefálica  e, às 18h55 (hora local), foi declaro morto.

Em nota, o presidente da Confederação Pan-Americana de Ciclismo (COPACI), José Manuel Peláez, lamentou a perda de Nicolas Naranjo e transmitiu condolências aos familiares e amigos do ciclista, bem como à Federação Argentina de Ciclismo.

"Um jovem de 31 anos, vencedor de várias etapas da Vuelta a Mendoza e com muitos sonhos a realizar no esporte, nos deixou com grande pesar", disse Peláez.

"A dor é compartilhada e a América se comove com a notícia, principalmente a família do ciclismo", concluiu o presidente da COPACI.

Foto: COPACI
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segunda-feira, 13 de setembro de 2021

Victor Koretzky muda para KTM nas próximas temporadas e terá provas de estrada na agenda



Atual líder do ranking UCI de mountain bike cross-country (XCO), Victor Koretzky vai competir com uma nova equipe nas próximas duas temporadas (2022 e 2023). A nova casa do francês será a B&B HOTELS p/b KTM.

A notícia foi veiculada pela B&B HOTELS p/b KTM nas redes sociais e compartilhada por Koretzky. O vídeo é curto e sugere que nas próximas temporadas o francês também participará de provas no ciclismo de estrada.

A B&B HOTELS p/b KTM, que também é francesa, se apressou em anunciar a apresentação de Victor Koretzky. Sobre o ciclismo de estrada, o atual número 1 do ranking UCI XCO disse que "sempre foi um sonho" e que mal pode "esperar para partir em uma aventura".

"Nas categorias de base não lutei muito na estrada, mas consegui bons resultados. Sei que terei que ajustar meu treinamento para ir bem na parte final as corridas, que às vezes podem durar mais de cinco horas, mas isso não me assusta. Vou me adaptar, pode demorar um pouco, mas estou confiante", disse Koretzky. 



"Se ainda ainda tenho que me por à prova para corridas de estrada, acho que estou em condição física. Outros ciclistas demonstraram que as corridas de estrada e de MTB podem valer a pena. Sei o que posso fazer e mal posso esperar para partir em uma aventura", completou o francês.

Victor Koretzky deve competir no próximo fim de semana na última etapa da Copa do Mundo de MTB, em Snowshoe.

Foto: Bartek Wolinski / Red Bull Content Pool
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Mathieu van der Poel retorna às competições e vence a Antwerp Port Classic



Mathieu van der Poel (Alpecin-Fenix) começou a testar a lesão nas costas na Antwerp Port Classic e se saiu bem ficando com a vitória da competição após o sprint sobre Taco van der Hoorn (Intermarché-Wanty-Gobert), que fechou em segundo. A prova aconteceu no domingo, 12 de setembro.

Van der Poel machucou estava com as costas lesionadas desde maio deste ano e tudo piorou após seu tombo nas Olimpíadas de Tóquio na prova de mountain bike cross-country. Ele ficou foram de várias competições importantes e, inclusive, não participou do Mundial de MTB em Val di Sole.

"É bom vencer. Perdi alguns eventos importantes, mas estou feliz por estar de volta", disse Van der Poel. 

"As costas deram alguns problemas na hora final [da prova], mas não me incomodaram. Estou aliviado", declarou.

Sobre sua participação na Paris–Roubaix e no Mundial de Ciclismo de Estrada, Mathieu van der Poel ainda não deixou claro se participará ou não.

"Tenho que esperar para ver como reajo, mas esta corrida não é como Roubaix ou Mundial. Vamos decidir esta semana", disse Van der Poel.
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Jailson Diniz é bicampeão da Road Santander Brasil Ride em Pardinho (SP)

Jailson Diniz foi campeão em 2019 e repediu o feito em 2021 - Foto: Mario Jordany / Santander Brasil Ride


Neste domingo, 12 de setembro, Jailson Diniz faturou o bicampeonato da oitava edição da Road Santander Brasil Ride, prova de ciclismo de estrada eleita uma das dez melhores da América do Sul no gênero. A prova foi realizada em Pardinho (SP) e em ambas as disputas (masculina e feminina) da prova principal, os vencedores foram definidos no sprint final. Na prova feminina, o título ficou com Lais Saes, ciclista que já havia sido campeã do Warm Up Pro do Festival Santander Brasil Ride em 2017.

Ciclista profissional há 17 anos, Jailson Diniz competiu pela quarta vez a Road Santander Brasil Ride, repetindo o excelente resultado de dois anos atrás. 

"Bem no início já estava na ponta, mas procurei manter um ritmo sem forçar tanto. Ficamos em um bloco de quase dez ciclistas. Após a segunda subida, escapei e fui sozinho até o primeiro retorno, quando vi que os adversários estavam fortes e preferi esperá-los", disse Jailson, de 33 anos.

"Estivemos juntos boa parte do tempo, houve outros ataques e andei mais 15 quilômetros sozinho, para pedalar junto com o Michel Amador. O pelotão veio, chegou na gente e daí para frente sabia que a decisão ficaria para o sprint final", comentou o campeão.

"Estou muito feliz. Foram três meses intensos de treinamento e investimento, como viagens de training camp. Foi muito gratificante repetir essa vitória aqui", finalizou o ciclista nascido em Jurema (PE), mas que mora na capital paulista.

Jailson Diniz venceu a prova ao completar 90 quilômetros em 2h27min52seg381, seguido muito de perto por Vicente Zippinotti (2h27min52seg421), Guilherme Couto (2h27min52s).

Foto: Mario Jordany / Santander Brasil Ride
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Ciclista pode andar em rodovia?

Ciclista de bicicleta em rodovia - Foto: Brent Olson / Pixabay


Existem muitas dúvidas relacionadas ao Código de Trânsito Brasileiro (CTB) quando se trata de direitos dos bikers. Uma das principais dúvidas dos motoristas e dos usuários de bicicletas é: o ciclista pode andar em rodovias?

Fora dessa dúvida, uma coisa é consenso: andar de bicicleta em grande parte das estradas brasileiras representa risco ao ciclista, visto que várias delas são mal sinalizadas, têm infraestrutura falha muitas delas fora projetadas bem antes da inclusão da bike no CTB.

Outra situação que dificulta a circulação de bicicletas em rodovias, por exemplo, é que o conhecimento dos integrantes do sistema trânsito é muito ruim. Basta ver o que foi publicado pelo Foto e Bike quando um grupo de ciclistas quase foi atingido por uma carreta em rodovia de Santa Catarina, em março de 2021.

Ciclista pode andar de bicicleta em rodovia?


Muitos dizem que o ciclista não pode andar de bicicleta em rodovias. Outros dizem que pode, mas é contra a lei. E mais alguns dizem que é obrigação do motorista manter 1,5 metros de distância ao ultrapassar o ciclista: e aí, o que está certo?

O Código de Trânsito Brasileiro diz que os ciclistas podem sim andar de bicicleta em rodovias e ainda explica como isso deve acontecer.

O artigo 58 do CTB vai dizer que a circulação de bicicletas, seja em vias urbanas ou rurais de pista dupla "deverá ocorrer, quando não houver ciclovia, ciclofaixa, ou acostamento, ou quando não for possível a utilização destes, nos bordos da pista de rolamento, no mesmo sentido de circulação regulamentado para a via, com preferência sobre os veículos automotores".

Mas e o artigo 244 do CTB?


Muitos se baseiam no artigo 244 do Código de Trânsito Brasileiro para afirmar que bicicletas não podem circular em rodovias, pois ele diz que ciclos não podem "transitar em vias de trânsito rápido ou rodovias".

Ocorre que o artigo 244 não pode ser utilizado para falar do trânsito de bicicletas em estradas ou rodovias por tratar dos ciclos. Ao tratar de bicicletas o CTB fala claramente bicicletas, conforme é possível ver no anexo I do mesmo código. Ciclos são outra categoria.

O ciclista deve andar de bicicleta nas rodovias?


Como visto, é permitido ao ciclista andar de bicicletas nas rodovias brasileiras com todo o respaldo do código de trânsito. Contudo, por conta do risco existente e falta de conhecimento de grande parte dos membros do sistema de trânsito, sobretudo os habilitados, é sempre bom pensar bem antes de ir.

Foto: Brent Olson / Pixabay
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Provas do Brasil Ride terão nome do Santander até 2022

Santander vai dar nome ao Tour Brasil Ride até 2022 - Foto: Fabio Piva / Brasil Ride


O Banco Santander e a Brasil Ride estão ainda mais conectados na retomada do calendário esportivo de ciclismo no País. Após o anúncio, no início deste ano, do patrocínio do grupo bancário global à agência responsável pela maior prova de mountain bike premium do mundo, agora as competições do circuito passam a ter concessão do naming rights, passando a ser chamadas de Santander Brasil Ride até o final da temporada 2022.

"Estamos muito felizes em fazer mais este anúncio, que só comprova o quanto o ciclismo no País está em crescimento, bem como a agência Roma Sports Marketing, com a globalização da Brasil Ride e a expansão do Tour Brasil Ride em todo território nacional. O mercado tem olhado de uma forma diferente para bicicleta, pois sabe que é uma solução única de mobilidade e sustentabilidade no momento que vivemos. Não escondo o imenso orgulho que para nós é ter um dos maiores bancos do mundo, que é reconhecido mundialmente como o mais sustentável pelo Índice Dow Jones, como nosso parceiro", comemorou Mario Roma, fundador da Brasil Ride.

O naming rights da Santander Brasil Ride tem mais importância por todo o envolvimento que o banco tem com a prática esportiva, atividades físicas e qualidade de vida. Quando o assunto é ciclismo, a empresa está presente na revitalização da ciclovia da Marginal Pinheiros, em São Paulo e na Parada Santander, no mesmo local, além de ter uma linha de financiamento para bicicletas.

Em 2021, serão sete as provas do circuito de ciclismo que passam a contar com o naming rights do Santander: Festival Brasil Ride e Road Brasil Ride, em setembro, Brasil Ride Bahia e Maratona dos Descobrimentos, em novembro, e Diverge Gravel Race, Brasil Ride Espinhaço e Maratona do Cipó, as três realizadas no mês de dezembro.

Confira as datas de cada prova da temporada


- Santander Brasil Ride Bahia: 7 a 13 de novembro, Porto Seguro (BA) e Guaratinga (BA);
- Santander Maratona dos Descobrimentos: 13 de novembro, em Arraial d'Ajuda (BA);
- Santander Diverge Gravel Race: 4 de dezembro, em Botucatu (SP);
- Santander Brasil Ride Espinhaço:14 a 18 de dezembro, em Conceição do Mato Dentro (MG);
- Santander Maratona do Cipó: 18 de dezembro, em Conceição do Mato Dentro (MG).

Foto: Fabio Piva / Brasil Ride
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sábado, 11 de setembro de 2021

Tembici vai aumentar número de bikes com financiamento do Santander



O Santander Brasil e a Tembici fecharam uma linha de financiamento ver de R$ 29 milhões. A informação foi confirmada pelo banco no dia 29 de setembro e a ação vai viabilizar a expansão das operações da startup de mobilidade elevando em mil o número de bicicletas de seu sistema, sendo 500 para Brasília, até o final deste ano.

Trata-se da primeira operação de crédito verde (ESG Linked Loan) feita pelo Banco para uma empresa brasileira do setor. As concessões de empréstimos verdes pelo Santander condicionam desconto nos juros à medida que a empresa comprova a melhora de indicadores ESG pré-definidos. Além das novas bikes da Tembici, a capital federal receberá 70 novas estações.

"Os negócios verdes crescerão exponencialmente nos próximos anos. Atrelar metas socioambientais às operações de crédito com benefício para o cliente é uma forma de estimular o mercado na adoção das melhores práticas, fortalecendo negócios mais preparados para uma economia limpa e mais inclusiva", avalia Carolina Learth, responsável pela área de Sustentabilidade do Santander Brasil.

Com base sustentável, a Tembici busca neutralizar as emissões de CO2 de sua operação. Somente em 2020, foram economizadas mais de 4 mil toneladas de gás carbônico. Se emitido, o gás somente seria neutralizado com o plantio de aproximadamente 30 mil árvores. Ao final das pedaladas, os usuários da plataforma têm acesso ao número de calorias gastas e CO2 economizado.

Já o Santander tem investido na melhoria da infraestrutura para ciclistas. Em maio deste ano, o Banco anunciou o incentivo ao esporte tendo como representante o biker Henrique Avancini. Entre as novidades, estão uma linha de financiamento exclusiva para compra de bicicletas e peças, e oferta de seguro com cobertura para acidentes pessoais e apólices de vida. Além disso, casos de roubo ou furto foram incluídos nos planos de seguro residencial.

Foto: Santander / Divulgação
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sexta-feira, 10 de setembro de 2021

Loja Visual Bike é assaltada em Moema (SP) e fica com prejuízo milionário

Visual Bike de Moema foi assaltada durante feriadão de 7 de setembro - Foto: Visual Bike (Ipiranga) / Top Tour Virtual


A Visual Bike situada em Moema (SP) foi invadida e assaltada durante o feriadão de 7 de setembro. Os assaltantes levaram mais de 50 modelos top de linha da loja que é representante da Trek, causando prejuízo milionário ao estabelecimento.

Em áudio compartilhado no WhatsApp, uma mulher chamada Nanda que se identifica como funcionária da Visual Bike relata ter encontrado a porta arrebentada ao chegar para trabalhar no dia 8 de setembro.

"Levaram todas as bikes. Para não falar que levaram tudo, sobraram seis bikes", conta Nanda que ainda registrou que todas as bicicletas levadas foram as mais caras.

O proprietário da Visual Bike, Bruno Soares Barbosa, gravou vídeo que foi publicado no Instagram da Visual Bike e contou que foi um "prejuízo gigantesco". Segundo ele, a loja tinha seguro para uma parte do estoque, mas nunca imaginaram que pudessem roubar a loja inteira.

"Entraram na loja e limparam a loja inteira. [Foram] aproximadamente 55 bicicletas da loja mais umas seis bikes de clientes, acessórios, Garmin, pontencímetro... enfim, levaram bastante coisas", disse Bruno.

Como as câmeras de segurança e equipamento de gravação das imagens do circuito interno da loja também foram roubados, não foi possível saber como os bandidos agiram.

Nas redes sociais circulou um vídeo mostrando como os funcionários da Visual Bike encontraram a loja após o assaltando. As imagens mostram o estabelecimento sem as bicicletas e alguns produtos que foram deixados no chão pelos assaltantes.


Dentre as bicicletas que foram roubadas na Visual Bike, estão as da linha Madone, Domane, Emonda, E-Caliber, Rail, Verve+, Supercaliber, Slash, Top Fuel, Procaliber, Fuel, Marlin, X Caliber, FX e bikes da linha infantil da Trek. A faixa de preço dos itens varia entre 85 mil e 2 mil reais.

Fica o alerta: se virem preços muito baixos desconfiem. Exijam nota fiscal.

Foto: Visual Bike (Ipiranga) / Top Tour Virtual
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quinta-feira, 9 de setembro de 2021

Campeão brasileiro, Vitor Zucco decide abandonar ciclismo competitivo

Vitor Zucco vai deixar ciclismo competitivo - Foto: Luis Claudio Antunes / CBC


Campeão brasileiro de ciclismo de estrada, Vitor Zucco (23 anos) anunciou no dia 8 de setembro que vai deixar o ciclismo competitivo em 2022. O jovem é tido como uma grande revelação do ciclismo do Brasil e sua declaração foi recebida com surpresa.

"Não cheguei até aonde queria e sonhava em chegar. Mais (sic) só tenho a agradecer pelas oportunidades e tudo que tenho vivido", disse Zucco em uma de suas redes sociais ao anunciar o encerramento de sua carreira no ciclismo competitivo.

Desde 2020 Vitor Zucco compete pela equipe irlandesa EvoPro Cycling e ele tinha como um de seus principais objetivos buscar pontos UCI para conquistar um lugar na categoria Pro Continental, segunda divisão do ciclismo mundial.

"Competir já não me satisfaz como uma vez me satisfazia. Estou saindo do esporte com a cabeça erguida e feliz", disse Vitor que ainda agradeceu pelo apoio.


Foto: Luis Claudio Antunes / CBC
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quarta-feira, 8 de setembro de 2021

Nova TSW Full Quest Starter alia tecnologia e beleza para acelerar nas trilhas técnicas

Nova TSW Full Quest Starter - Foto: TSW Bike / Divulgação


A TSW acaba de divulgar a nova Full Quest Starter 21/22 uma bicicleta voltada para quem quer acelerar nas trilhas mais técnicas em qualquer condição de uso. A bike é montada ao redor de um novo quadro de fibra de carbono com suspensão integral e construção monocoque.

Trata-se de uma bike capaz de levar você para treinos e competições de XCO e XCM com a mesma desenvoltura para encarar trilhas técnicas e desafiadoras daquele pedal épico com os amigos.

Atleta da TSW Racing Team, Hercilia Najara Ferreira estreou a sua TSW Full Quest com vitória na etapa Rio da Taça Brasil no dia 8 de agosto e descreveu relatou uma sensação muito boa ao pilotar a nova bicicleta.

“Ainda não consigo expressar com palavras a felicidade que estou sentindo por ter a oportunidade de pilotar essa bike”, disse Hercilia Najara sobre a nova TSW Full Quest às vésperas da competição.

O coração da TSW Full Quest Starter 21/22 e é o novo quadro monocoque com suspensão integral da TSW Bike, que aposta em uma geometria moderna, uma suspensão de 120mm e em um avançado sistema de suspensão traseira para oferecer um ótimo rendimento nas subidas, mas uma dose extra de controle e confiança para as trilhas mais técnicas.

Detalhes do Downtube da TSW Full Quest Starter - Foto: TSW Bike / Divulgação


A construção com técnicas superavançadas permitiu criar uma suspensão traseira horst-link sem pivô, com 100mm de curso, que usa a flexibilidade do seat-stay para garantir o bom funcionamento. Usando o eixo como pivô, é possível reduzir o peso e diminuir a manutenção.

Geometria da nova TSW Full Quest Starter segue últimas tendências do mercado


Não é só a beleza que atrai o olhar de quem vê a Full Quest: sua geometria tem o que há demais moderno em termos de projeto. Ela aposta no espaçamento boost dos eixos e na caixa cônica para oferecer mais rigidez, eficiência de pedalada e precisão na pilotagem.

A beleza em si fica por conta do cabeamento interno refinado e da pintura vermelha com detalhes em preto que harmonizam com as rodas e com o cockpit. Mas, sem sombra de dúvidas, o maior destaque da TSW Full Quest certamente fica por conta de seus ângulos e comprimentos.

Com uma caixa de direção angulada em 68 graus e com espaçosos 430mm de alcance no tamanho M, a nova Full Quest Starter 21/22 ainda utiliza uma mesa mais curta, de 70mm, para encarar Rock Gardens, trilhas inclinadas e altas velocidades sem dificuldades.

Dados da TSW Full Quest Starter 21/22 -  Foto: TSW Bike / Divulgação


Mas, com um seat-tube angulado em 74.5 graus e com um chainstay de 438mm de comprimento, a bike é ágil e roda em alta velocidade em trechos planos e também nas subidas mais íngremes e desafiadoras. 

Nova TSW Full Quest com componentes de entrada no alto desempenho


O pacote de componentes da nova TSW Full Quest Starter 21/22 toma como base a transmissão mais destacada da atualidade, quando falamos em relação custo benefício com desempenho. Trata-se do Shimano Deore M6100 de 12 velocidades, um grupo que possui as tecnologias de auto desempenho da Shimano, tendo de diferente os materiais, consequente peso e resistência, inclusive o câmbio traseiro com polias grandes e sistema de engates Hyperglide +, que permite trocas de marcha precisas, sem aliviar a força nos pedais. 

Uma das maiores vantagens deste grupo é seu cassete 10-51 de grande amplitude, com freehub microspline, com as trocas sendo realizadas por um trocador da mesma linha. Além disso, a TSW equipou a Full Quest Starter com pedivela de 170mm, que permite um giro mais eficiente, e menos risco de bater o pedal em pedras e obstáculos.

Detalhes da suspensão e shock RockShox da Full Quest Starter -  Foto: TSW Bike / Divulgação


Tudo isso aliado à suspensão RockShox Recon Silver RL com 120 mm de curso, Solo Air, sistema hidráulico Motion Control e trava remota no guidão e ao shock traseiro RockShox Deluxe Select + possui duas opções de funcionamento e proporciona 100mm de curso deixou a Full Quest Starter fácil de controlar nas descidas.

Rodas e cubos da nova Full Quest Starter 21/22


As rodas são montadas com cubos Shimano no espaçamento boost e aros WTB ST I30 Tubeless de 30 mm de largura interna, calçando pneus Vittoria. Por serem mais largos, estes aros melhoram a estabilidade da bike e a aderência dos pneus, que ganham uma maior área de contato e a possibilidade de rodar com menos pressão sem dobrar.

O cockpit é todo em alumínio, contando com uma mesa de 70mm de comprimento e um guidão de 740 de largura, completo com manoplas de espuma super leves e confortáveis. Para segurar o ímpeto dos pilotos mais agressivos, o modelo vem equipado com freios Shimano MT4100 de acionamento hidráulico.

Ficha técnica resumida da TSW Full Quest Starter 21/22


Quadro: 29” | TSW Full Quest | Full Suspension | Carbono | Monocoque | Link e Triângulo traseiro carbono | Direção Tapered | Disc brake post mount | Boost 148x12mm THRU AXLE | Curso traseiro 100mm | Press-Fit 
Suspensão: 29” | RockShox Recon Silver RL | 120 mm | Solo Air | Tapered | 15 x 110 mm | Offset 51 mm
Shock: RockShox Deluxe Select + | 165 x 40 mm | Duas posições de compressão
Transmissão: Shimano Deore M6100 12 velocidades
Rodas: WTB ST I30 | Tubeless Ready | 30 mm largura interna / Raio Inox
Pneus: Vittoria
Peso: 13.74 Kg
Preço sugerido: R$21.999,00

Fotos: TSW Bike / Divulgação
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