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sexta-feira, 30 de julho de 2021

Renato Rezende conquista resultado histórico para o Brasil no BMX Racing das Olimpíadas de Tóquio

Renato Rezende na semifinal do BMX Racing nos Jogos Olímpicos de Tóquio - Foto: Gaspar Nóbrega / COB


Último representante brasileiro nas competições de ciclismo das Olimpíadas de Tóquio, Renato Rezende, do BMX Racing, terminou sua terceira participação em Jogos Olímpicos com sua melhor campanha e um 14ª lugar histórico para o Brasil na modalidade.

Renato Rezende disputou a semifinal do BMX Racing nesta quinta-feira, 29 de julho, mas não teve um bom dia. Ele começou bem a primeira descida fechando em quarto lugar. Mas, na segunda disputa, acabou sofrendo uma queda e terminou em último. 

Na última descida as chances de Renato Rezende conseguir a vaga para a final do BMX Racing dos Jogos de Tóquio eram remotas e ele fechou a bateria em sétimo lugar.

Com o resultado, Renato Rezende teve sua melhor campanha em Jogos Olímpicos obtendo o 14º lugar, melhor resultado do Brasil na modalidade.

"Essa foi a minha melhor participação em olimpíadas, cheguei muito bem preparado e me sentindo confiante. Mas eu sabia que agora, na semifinal, tinha que andar muito próximo dos adversários, arriscando bastante e diminuindo qualquer zona de segurança, devido ao nível muito alto da competição. Isso acabou acarretando na minha queda, durante a segunda corrida da semi, e depois disso ficou bem difícil recuperar a pontuação para entrar na final", declarou Renato Rezende.

"Eu estou muito muito feliz de ter representado o Brasil e sair com um resultado histórico para o nosso país. Entreguei tudo que eu consegui para defender a nossa bandeira da melhor maneira. Foi emocionante ver tanta gente me apoiando, incentivando, muito obrigado mesmo", completou o brasileiro.

O BMX Racing masculino das Olimpíadas de Tóquio terminou com Niek Kimmann (Holanda) levando o ouro, Kye Whyte (Inglaterra) com a prata e a medalha de bronze para Carlos Alberto Ramirez Yepes (Colômbia).

No feminino, a campeã foi a britânica Bethany Shriever. A medalha de prata foi para a colombiana Mariana Pajon e o bronze para Merel Smulders (Holanda).

Foto: Gaspar Nóbrega / COB
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Niek Kimmann e Bethany Shriever são ouro no BMX Racing das Olimpíadas de Tóquio

O brasileiro Renato Rezende terminou em 14º, o melhor resultado do Brasil no BMX Racing em Olimpíadas.


Niek Kimmann e Bethany Shriever campeões do BMX Racing em Tóquio


As finais do BMX Racing das Olimpíadas de Tóquio foram disputadas nesta quinta-feira, 29 de julho, no Ariake Urban Sport Park. O holandês Niek Kimmann foi campeão no masculino e a britânica Bethany Shriever no feminino.

A prova do BMX racing em Tóquio teve imprevistos relativos ao tempo. Choveu antes da competição e o iniciou precisou ser adiado. Teve quedas e favoritos ficando de fora.

O norte americano Connor Fields, (campeão na Rio 2016) sofreu queda junto com seu compatriota Sylvain Andre e o holandês Twan van Gent. O atleta da Holanda caiu desacordado e precisou sair de maca para a ambulância.

Na disputa feminina do BMX Racing dos Jogos Olímpicos de Tóquio, algumas favoritas a medalhas ficaram fora da final. A atleta dos Estados Unidos, Alise Willoughby - primeira colocada das quartas de final - sofreu duas quedas e terminou em último. Outra que foi vitma de quedas e ficou fora foi a suíça Zoe Claessen. Também sobrou para a australiana Saya Sakakibara que, após uma queda, precisou ser levada ao centro médico.

No fim, o BMX Racing masculino terminou com Niek Kimmann (Holanda) levando o ouro, Kye Whyte (Inglaterra) com a prata e a medalha de bronze para Carlos Alberto Ramirez Yepes (Colômbia).

O BMX Racing feminino das Olimpíadas de Tóquio consagrou como campeã a britânica Bethany Shriever. A medalha de prata foi para a colombiana Mariana Pajon e o bronze para Merel Smulders (Holanda).

Renato Rezende conseguiu seu melhor resultado em Jogos Olímpicos


O brasileiro Renato Rezende disputou a semifinal, mas não teve um bom dia. Ele começou bem a primeira descida fechando em quarto lugar. Mas, na segunda disputa, acabou sofrendo uma queda e terminou em último. 

Na última descida as chances de Renato Rezende conseguir a vaga para a final do BMX Racing dos Jogos de Tóquio eram remotas e ele fechou a bateria em sétimo lugar.

Renato Rezende na semifinal do BMX Racing nos Jogos Olímpicos de Tóquio - Foto: Gaspar Nóbrega / COB
Renato Rezende na semifinal - Foto: Gaspar Nóbrega / COB


Com o resultado, Renato Rezende teve sua melhor campanha em Jogos Olímpicos obtendo o 14º lugar, melhor resultado do Brasil na modalidade.

"Essa foi a minha melhor participação em olimpíadas, cheguei muito bem preparado e me sentindo confiante. Mas eu sabia que agora, na semifinal, tinha que andar muito próximo dos adversários, arriscando bastante e diminuindo qualquer zona de segurança, devido ao nível muito alto da competição. Isso acabou acarretando na minha queda, durante a segunda corrida da semi, e depois disso ficou bem difícil recuperar a pontuação para entrar na final", declarou Renato Rezende.

"Eu estou muito muito feliz de ter representado o Brasil e sair com um resultado histórico para o nosso país. Entreguei tudo que eu consegui para defender a nossa bandeira da melhor maneira. Foi emocionante ver tanta gente me apoiando, incentivando, muito obrigado mesmo", completou o brasileiro.

Top 8 do BMX Racing masculino de Tóquio 2020


1. Niek Kimmann (Holanda) 39.053
2. Kye Whyte (Inglaterra) +0.114
3. Carlos Alberto Ramirez Yepes (Colômbia) +1.519
4. Sylain Andre (França) +1.623
5. Alfredo Campo (Equador) +1.652
6. Romain Mahieu (França) +2.899
7. Joris Daudet (França) não finalizou
8. Connor Fields (EUA) não finalizou

Top 8 do BMX Racing feminino de Tóquio 2020


1. Bethany Shriever (Inglaterra) 44.358
2. Mariana Pajon (Colombia) +0.090
3. Merel Smulders (Holanda) +0.363
4. Felicia Stancil (USA) +0.773
5. Lauren Reynolds (Austrália) +1.043
6. Simone Christensen (Dinamarca) +1.224
7. Axelle Etienne (França) +1.495
8. Drew Mechielsen (Canadá) +2.525
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quinta-feira, 29 de julho de 2021

Renato Rezende avança para semifinal do BMX Racing nas Olimpíadas e Priscilla Stevaux fica de fora

Renato Rezende na classificatória do BMX Racing em Tóquio 2020 - Foto: Wander Roberto / COB


O ciclismo BMX Racing estreou nos Jogos Olímpicos de Tóquio no final da noite de quarta-feira, 28 de julho, e confirmou a classificação do brasileiro Renato Rezende, que conseguiu três boas descidas. Priscilla Stevaux, que representou o Brasil na prova feminina, não conseguiu avançar para as semifinais.

Rezende fechou duas vezes na terceira colocação e em uma das descidas ficou em quarto, passando com certa tranquilidade. Com sua terceira participação em Jogos Olímpicos, Renato chega pela primeira vez às semifinais.

"Foi a primeira vez, em minha terceira participação olímpica, que consegui passar para as semifinais e eu quero muito entrar na final e disputar uma medalha para o Brasil. Agora eu vou recuperar bem e amanhã, se Deus quiser, vai ser mais um dia positivo como foi hoje", declarou Renato Rezende após a prova em Tóquio.

No BMX Racing feminino das Olimpíadas de Tóquio, o Brasil esteve representado por Priscilla Stevaux que não conseguiu atingir a pontuação necessária para as semifinais e se despediu levando grande aprendizado após sua participação.

Priscilla Stevaux na classificatória do BMX Racing em Tóquio 2020 - Foto: Wander Roberto / COB


"Apesar de não ter conseguido o resultado esperado, eu levo pelo lado positivo, como um aprendizado para voltar ainda mais forte. Por outro lado, estou muito feliz por estar representando a minha família, o nosso país, podendo contar com a torcida de tantas pessoas, só tenho a agradecer, realmente", disse Priscilla.

As etapas finais do BMX Racing nos Jogos Olímpicos de Tóquio acontecem nesta quinta-feira, a partir das 22h, horário de Brasília. Confira a programação do ciclismo.

Resultados do BMX Racing masculino nas Olimpíadas de Tóquio


Obs.: os nomes em negrito estão qualificados para as semifinais.

1ª Bateria


1. Sylvain Andre (França) 3 pontos
2. Kye Whyte (Inglaterra) 9 pontos
3. Romain Mahieu (França) 10 pontos
4. Corben Sharrah (EUA) 11 pontos
5. Yoshitaku Nagasako (Japão) 12 pontos
6. Alex Limberg (África do Sul) 18 pontos

2ª Bateria


1. Niek Kimmann (Holanda) 4 pontos
2. Twan van Gendt (Holanda) 5 pontos
3. Renato Rezende (Brasil) 10 pontos
4. Nicolas Torres (Argentina) 13 pontos
5. Helvijs Babris (Letônia) 15 pontos
6. James Palmer (Canadá) 16 pontos

3ª Bateria


1. Joris Daudet (França) 3 pontos
2. Joris Harmsen (Holanda) 6 pontos
3. Tore Navrestad (Noruega) 9 pontos
4. Vincent Pelluard (Colômbia) 14 pontos
5. Simon Maquart (Suíça) 14 pontos
6. Evgeny Kleshchenko (Comitê Olímpico Russo) 17 pontos

4ª Bateria


1. Connor Fields (EUA) 4 pontos
2. David Graf (Suíça) 6 pontos
3. Carlos Alberto Ramirez Yepes (Colômbia) 11 pontos
4. Alfredo Campo (Equador) 12 pontos
5. Giacomo Fantoni (Itália) 14 pontos
6. Anthony Dean (Austrália) 16 pontos

Resultados do BMX Racing feminino nas Olimpíadas de Tóquio


Obs.: os nomes em negrito estão qualificados para as semifinais.

1ª Bateria


1. Mariana Pajon (Colômbia) 3 pontos
2. Simone Christensen (Dinamarca) 7 pontos
3. Merel Smulders (Holanda) 10 pontos
4. Elke Vanhoof (Bélgica) 12 pontos
5. Payton Ridenour (EUA) 13 pontos
6. Chutikan Kitwanitsathian (Tailândia) 18 pontos

2ª Bateria


1. Laura Smulders (Holanda) 4 pontos
2. Felicia Stancil (EUA) 5 pontos
3. Axelle Etienne (França) 9 pontos
4. Drew Mechielsen (Canadá) 13 pontos
5. Natalia Suvorova (Comitê Olímpico Russo) 14 pontos
6. Priscilla Stevaux (Brasil) 18 pontos

3ª Bateria


1. Bethany Shriever (Inglaterra) 5 pontos
2. Zoe Claessens (Suíça) 7 pontos
3. Lauren Reynolds (Austrália) 9 pontos
4. Saya Sakakibara (Austrália) 11 pontos
5. Manon Valentino (França) 15 pontos
6. Vineta Petersone (Letõnia) 16 pontos

4ª Bateria


1. Alise Willoughby (EUA) 3 pontos
2. Judy Baauw (Holanda) 7 pontos
3. Rebecca Petch (Nova Zelândia) 10 pontos
4. Natalia Afremova (Comitê Olímpico Russo) 12 pontos
5. Domenica Azuero (Ecuador) 13 pontos
6. Sae Hatekeyama (Japão) 22 pontos

Fotos: Wander Roberto / COB
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Último colocado no contrarrelógio em Tóquio tem grande história de superação

Ahmad Badreddin Wais nas Olimpíadas de Tóquio - Foto: Ahmad Badreddin Wais


O último colocado na prova do contrarrelógio no ciclismo de estrada das Olimpíadas de Tóquio, ocorrida nesta quarta-feira (28 de julho) tem uma grande história de superação. O nome dele é Ahmad Badreddin Wais, da Equipe Olímpica de Refugiados do COI.

O clima quente e úmido de Tóquio dificultou as condições e o atleta, nascido na Síria, parecia exausto ao cruzar a linha de chegada depois de dar tudo de si durante a competição.

Ao fim da prova do contrarrelógio nos Jogos Olímpicos de Tóquio, Ahmad terminou na última posição 13 minutos atrás do esloveno Primoz Roglic, que conquistou a medalha de ouro.

Com certeza foi um esforço fantástico para um ciclista que há pouco tempo estava fugindo da guerra em sua terra natal, ficando alguns anos afastado das competições.

No site oficial dos Jogos Olímpicos você encontra uma matéria completa contando a história de um sonho que virou realidade para esse corajoso atleta.

Foto: Facebook / Ahmad Badreddin Wais
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quarta-feira, 28 de julho de 2021

Olimpíadas de Tóquio consagra nova campeã no contrarrelógio

Desde Atenas 2004, contrarrelógio feminino não tinha novo nome como campeã. No masculino, vitória de Primoz Roglic.



Após conquistar a medalha de prata no ciclismo de estrada no último domingo, a holandesa Annemiek van Vleuten foi ouro no contrarrelógio nas Olimpíadas de Tóquio ao redor do Fuji International Speedway.

Van Vleuten conquistou a vitória ao superar suíça Marlen Reusser por 56 segundos de diferença. A Holanda também garantiu a medalha de bronze com Anna van der Breggen.

Desde as Olimpíadas de Atenas 2004 o contrarrelógio feminino não tinha uma nova campeã. A detentora do título até então era a norte americana Kristin Armstron.

No contrarrelógio masculino, Primoz Roglic venceu


Sem dar chances aos adversários na disputa do contrarrelógio masculino das Olimpíadas de Tóquio, o esloveno Primoz Roglic conquistou a medalha de ouro ao completar o percurso  com o tempo de 55min04s.



O holandês Tom Dumoulin ficou com a medalha de prata ao terminar a prova sendo um minuto mais lento que o líder. O medalhista de bronze no contrarrelógio dos Jogos Olímpicos de Tóquio foi o australiano Rohan Dennis.

Top 10 do contrarrelógio feminino em Tóquio 2020


1. Annemiek van Vleuten (Holanda) 30:13.49
2. Marlen Reusser (Suíça) +56.47
3. Anna van der Breggen (Holanda) +1:01.63
4. Grace Brown (Austrália) +1:08.73
5. Amber Neben (EUA) +1:12.64
6. Lisa Brennauer (Alemanha) +1:57.22
7. Chloe Dygert (EUA) +2:16.40
8. Ashleigh Moolman-Pasio (África do Sul) +2:24.11
9. Juliette Labous (França) +2:28.65
10. Elisa Longo Borghini (Itália) +2:47.40

Top 10 do contrarrelógio masculino em Tóquio 2020


1. Primoz Roglic (Eslovênia) 55:04.19
2. Tom Dumoulin (Holanda) +1:01.39
3. Rohan Dennis (Austrália) +1:03.90
4. Stefan Kueng (Suíça) +1:04.30
5. Filippo Ganna (Itália) +1:05.74
6. Wout van Aert (Bélgica) +1:40.53
7. Kasper Asgreen (Dinamarca) +1:48.02
8. Rigoberto Uran (Colômbia) +2:14.50
9. Remco Evenepoel (Bélgica) +2:17.08
10. Patrick Bevin (Nova Zelândia) +2:20.10

Ainda há mais eventos de ciclismo nas Olimpíadas de Tóquio. Confira a programação completa.

Fotos: Divulgação / UCI
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terça-feira, 27 de julho de 2021

Olimpíadas de Tóquio vai consagrar nova campeã olímpica no contrarrelógio do ciclismo de estrada



Pela primeira vez desde as Olimpíadas de Atenas 2004 haverá uma nova campeã olímpica no contrarrelógio do ciclismo de estrada.

A norte americana Kristin Armstrong mantinha a hegemonia na modalidade. Além de ter vencido nos Jogos Olímpicos de Atenas 2004, foi campeã em Pequim 2008, Londres 2012 e Rio 2016.

Como a atleta não está nas Olimpíadas de Tóquio, a certeza de um novo nome para o ouro olímpico é certa.

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Jaqueline Mourão agradece torcida e sinaliza encerramento de carreira após Olimpíadas

Jaqueline Mourão sinaliza encerramento de carreira - Foto: COB

Representante brasileira na prova de mountain bike cross-country nas Olimpíadas de Tóquio, Jaqueline Mourão fez uma publicação nas redes sociais agradecendo o apoio da torcida e sinalizou o encerramento da carreira. Ela concluiu a prova de MTB cross-country feminino na 35ª colocação.

"O ciclo da menina que sonhava seguir o pôr do sol está se encerrando na terra do nascer do sol, e com ele a renovação de um novo ciclo na minha vida", disse Jaqueline.

A MTB XCO feminino de Tóquio aconteceu nesta terça-feira, 27 de julho, e contou com a vitória de Jolanda Neff (Suíça). Mesmo sendo a atleta mais experiente na prova, Jaqueline Mourão não conseguiu um bom desempenho por conta de problemas relacionados à dores no ombro.

"Foi a prova mais desafiadora da minha carreira, circuito num outro nível, muito técnico, exigência de atenção o tempo todo. Me preparei muito para essa prova. Estou com o ombro lesionado, então, foi um desafio grande antes da prova. Feliz na minha parte técnica. Senti a respiração, não consegui entrar no ritmo da prova", afirmou.

A brasileira ainda declarou que está "fechando um ciclo muito bonito de 30 anos no mountain bike", afirmou estar muito feliz por fazer isso nos Jogos Olímpicos e agradeceu ao público e torcedores.

Confira a publicação de Jaqueline Mourão sinalizando o fim de sua carreira



Foto de destaque: COB
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Jolanda Neff é ouro e Suíça garante pódio histórico no MTB feminino em Tóquio


A competição do mountain bike feminino dos Jogos Olímpicos de Tóquio aconteceu nesta terça-feira, 27 de julho, e teve um pódio histórico com as três integrantes da equipe suíça e Jolanda Neff conquistando a vitória e o ouro, Sina Frei com a prata e Linda Indergand com o bronze.

Ao completar a prova do MTB em Tóquio com 1:15:26, Jolanda Neff desbancou o favoritismo das francesas Pauline Ferrand-Prevot e Loana Lecomte. Prevot concluiu na 10ª posição e Lecomte em 6º.

Com temperatura de 28 graus alta umidade, a corrida começou com 38 ciclistas no pelotão no Izu Mountain Bike Park. O percurso havia recebido chuva no início do dia, trazendo novos desafios de tração, e um caráter diferente do MTB XCO masculino do dia anterior, vencido por Pidcock.

Jolanda Neff durante vitória em Tóquio - Foto: Swiss Olympic Team


No start loop, houve boas escapadas e Jolanda Neff conseguiu abrir grande vantagem para as adversárias logo no início da prova, fechando a primeira volta a quase 20 segundos das demais atletas. Neff manteve o ritmo impressionante aumentando a distância.

Pauline Ferrand-Prevot, uma das grandes favoritas, teve problemas em sua bicicleta no início da terceira volta e precisou parar para trocar uma roda. Com isso, perdeu tempo e abriu espaço para o domínio das suíças.

Já na passagem da quarta volta, Jolanda já tinha colocado mais de um minuto em cima da segunda colocada e continuou mantendo a pressão nos pedais.

Para as suíças, a última volta do MTB nas Olimpíadas de Tóquio foi apenas para cumprir o protocolo, pois a vantagem já era confortável para garantir os três primeiros lugares e assegurar as medalhas olímpicas.

Prova desafiadora para Jaqueline Mourão nos Jogos de Tóquio


A representante brasileira na prova de mountain bike nas Olimpíadas de Tóquio foi Jaqueline Mourão, fazendo história ao participar pela sétima vez de uma Olimpíada (a terceira de verão).

Jaqueline Mourão - Foto: COB


Mesmo sendo a atleta mais experiente na prova, Jaqueline não conseguiu um bom desempenho por conta de problemas relacionados à dores no ombro. Ela concluiu na 35º colocação, duas voltas atrás da líder.

"Foi a prova mais desafiadora da minha carreira, circuito num outro nível, muito técnico, exigência de atenção o tempo todo. Me preparei muito para essa prova. Estou com o ombro lesionado, então, foi um desafio grande antes da prova. Feliz na minha parte técnica. Senti a respiração, não consegui entrar no ritmo da prova", disse Jaqueline.

A brasileira ainda declarou que está "fechando um ciclo muito bonito de 30 anos no mountain bike", afirmou estar muito feliz por fazer isso nos Jogos Olímpicos e agradeceu ao público e torcedores. Em publicação nas redes sociais, Jaqueline Mourão também sinalizou o encerramento de sua carreira com o fim ao término dos jogos de Tóquio.

"Dei tudo que eu pude e queria agradecer a todos pela torcida, pelo carinho. Minha volta ao MTB foi muito importante para mim e muito feliz de poder representar meu país mais uma vez", concluiu.

Top 10 do MTB feminino de Tóquio 2020


1. Jolanda Neff (Suíça) 1:15:46
2. Sina Frei (Suíça) +1:11
3. Linda Indergand (Suíça) +1:19
4. Blanka Vas Kata (Hungria) +2:09
5. Anne Terpstra (Holanda) +2:35
6. Loana Lecomte (França) +2:57
7. Evie Richards (Inglaterra) +3:23
8. Yana Belomoina (Ucrânia) +3:54
9. Haley Batten (EUA) +4:27
10. Pauline Ferrand-Prevot (França) +4:32

Foto de destaque: Swiss Olympic Team
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segunda-feira, 26 de julho de 2021

Ritmo forte prejudica performance de Avancini e brasileiro fica fora do top 10 em Tóquio

Henrique Avancini nas Olimpíadas de Tóquio - Foto: Jonne Roriz / COB


Mesmo com a boa largada na prova de mountain bike XCO nas Olimpíadas de Tóquio, Henrique Avancini não conseguiu performar como esperava e concluiu a corrida na 13ª colocação.

"Eu estava muito tranquilo em relação a como eu poderia performar. Não consegui tirar tudo que meu corpo tinha pra dar e isso é muito ruim", disse Avancini.

O ritmo do MTB masculino nos Jogos Olímpicos de Tóquio foi forte desde o início e Avancini chegou a liderar a primeira volta. Com a alternância nas primeiras colocações, Henrique acabou perdendo algumas posições importantes, mas se manteve sempre na perseguição e fechou sua participação na 13ª posição.

Ao fim da prova em Tóquio, Henrique Avancini entrou para a história ao estabelecer o melhor resultado do Brasil no MTB em olimpíadas. Contudo, o atleta se disse decepcionado por não ter conseguido entregar toda a performance.

"Falo com muita segurança que cheguei na minha melhor forma física e não consegui entregar isso. Meu último treino na pista foi extremamente bom, me senti muito rápido no circuito. Não sei se essa é minha última participação ou não, mas não vim para adquirir experiência, vim pra entregar performance. A satisfação é pelo que trabalhei para estar aqui, mas fico decepcionado porque busquei defender o país da forma mais honrosa possível. Agora é tentar tirar o melhor proveito disso", declarou Avancini.

Estreia de Luiz Henrique Cocuzzi em Jogos Olímpicos


Outro brasileiro na prova de MTB foi Luiz Henrique Cocuzzi, que teve sua estreia em olimpíadas nos Jogos de Tóquio e fechou sua participação na 27ª posição.

Luiz Henrique Cocuzzi nas Olimpíadas de Tóquio - Foto: Jonne Roriz / COB


"Eu levo muita coisa dos Jogos Olímpicos. Nessa prova você aprende no que tem que melhorar. O que eu aprendi com esses Jogos é que por mais que você treine, trabalhe, sempre temos algo a melhorar, um detalhe para acertar. Apesar de tudo, gostaria de agradecer o trabalho da comissão técnica e todos que ficaram torcendo no Brasil", comentou Cocuzzi.

A prova masculina do mountain bike XCO dos Jogos Olímpicos de Tóquio aconteceu nesta segunda-feira, 26. O britânico Tom Pidcock conquistou o ouro e se tornou o atleta mais jovem a vencer na modalidade.

Mathias Flueckiger ganhou a medalha de prata após cruzar a linha de chegada com 20 segundos atrás de Pidcock. O espanhol David Serrano Valero completou o pódio com a medalha de prata.

A prova feminina do MTB acontece nesta terça-feira, 27, às 3h. Jaqueline Mourão estará alinhada para representar o Brasil.


Fotos: Jonne Roriz / COB
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Pidcock é campeão olímpico de MTB nos jogos de Tóquio

Thomaz Pidcock se tornou o atleta mais jovem a vencer na modalidade em Olimpíadas. Henrique Avancini terminou em 13º.



A prova masculina do mountain bike XCO dos Jogos Olímpicos de Tóquio aconteceu nesta segunda-feira, 26, e o britânico Thomaz Pidcock fez uma prova impecável para conquistar o lugar mais alto do pódio e o ouro olímpico.

Além de conquistar a vitória, Pidcock, que tem 21 anos, também se tornou o atleta mais jovem a vencer na modalidade.

Mathias Flueckiger ganhou a medalha de prata após cruzar a linha de chegada com 20 segundos atrás de Pidcock. O espanhol David Serrano Valero completou o pódio com a medalha de prata.


Mathieu van der Poel, que era forte candidato a vencer a prova do MTB nas Olimpíadas de Tóquio, sofreu uma queda impressionante no Sakura Drop aos 10 minutos de prova. Após se recuperar do tombo, o neerlandês foi para a 35ª colocação e ainda seguiu por um tempo antes de abandonar.

Outro nome icônico que ficou fora do pódio foi com vencedor do MTB da Rio 2016, Nino Schurter. O suíço fechou na 4ª colocação.

Avancini e Cocuzzi no MTB de Tóquio


O ritmo da prova foi forte desde o início e o brasileiro Henrique Avancini chegou a assumir a liderança ainda na primeira volta, mas com a alternância nas primeiras colocações, acabou perdendo algumas posições importantes, mas se manteve sempre na perseguição e fechou sua participação na 13ª colocação, registrando o seu nome mais uma vez na história do ciclismo ao conquistar o melhor resultado olímpico do MTB brasileiro.

Luiz Cocuzzi, outro brasileiro na competição, e estreante em Jogos Olímpicos, largou motivado, mas acabou enfrentando trechos de congestionamento, o que comprometeu sua estratégia. Em Tóquio, ele finalizou na 27ª posição.

A prova feminina do MTB acontece nesta terça-feira, 27, às 3h. Jaqueline Mourão estará alinhada para representar o Brasil.

Top 10 do MTB masculino de Tóquio 2020


1. Thomas Pidcock (Inglaterra) 1:25:14
2. Mathias Flueckger (Suíça) +0:20
3. David Valero Serrano (Espanha) +0:34
4. Nino Schurter (Suíça) +0:42
5. Victor Koretzky (França) +0:46
6. Anton Cooper (Nova Zelândia) +0:46
7. Vlad Dascalu (Romênia) +0:49
8. Alan Hatherly (África do Sul) +1:19
9. Jordan Sarrou (França) +1:36
10. Milan Vader (Holanda) +2:07

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domingo, 25 de julho de 2021

Horários do BMX nas Olimpíadas de Tóquio



Para os apaixonados por ciclismo que querem acompanhar os eventos do BMX nas Olimpíadas de Tóquio 2020, separamos aqui no Foto e Bike os dias e horários das competições.

As provas do BMX nos jogos de Tóquio vão ter dois brasileiros contando com nossa torcida: Renato Rezende e Priscilla Stevaux.

Datas e horários do BMX em Tóquio


BMX Racing nos Jogos Olímpicos


Masculino

28/07, quarta-feira: Quartas de final – Bateria 1 22h00
28/07, quarta-feira: Quartas de final – Bateria 2 22h42
28/07, quarta-feira: Quartas de final – Bateria 3 23h24
29/07, quinta-feira: Semifinais – Bateria 1 22h00
29/07, quinta-feira: Semifinais – Bateria 2 22h31
29/07, quinta-feira: Semifinais – Bateria 3 23h02
29/07, quinta-feira: Final 23h40

Feminino

28/07, quarta-feira: Quartas de final – Bateria 1 22h21
28/07, quarta-feira: Quartas de final – Bateria 2 23h03
28/07, quarta-feira: Quartas de final – Bateria 3 23h45
29/07, quinta-feira: Semifinais – Bateria 1 22h15
29/07, quinta-feira: Semifinais – Bateria 2 22h46
29/07, quinta-feira: Semifinais – Bateria 3 23h17
29/07, quinta-feira: Final 23h50

Ciclismo BMX freestyle park nas Olimpíadas de Tóquio


Feminino

30/07, sexta-feira: Classificação - 22h10
31/07, sábado: Final - 22h10

Masculino

30/07, sexta-feira: Classificação - 23h20
31/07, sábado: Final - 23h20

As informações já estão no horário de Brasília.

Foto: COB / Divulgação
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Anna Kiesenhofer é ouro no ciclismo de estrada nas Olimpíadas de Tóquio



Neste domingo, 25 de julho, a austríaca Anna Kiesenhofer conquistou a medalha de ouro do ciclismo de estrada nas Olimpíadas de Tóquio. A atleta completou os 147 km da prova em 3:52:45.

Aos 30 anos, Kiesenhofer conquistou a primeira medalha da Áustria nessa edição dos jogos olímpicos. Completaram o pódio a neerlandesa Annemiek van Vleuten, com a prata, e a italiana Elisa Borghini com o bronze.

Após passar praticamente a prova inteira na frente, Anna Kiesenhofer venceu com um minuto e 15 segundos de vantagem para a segunda colocada, van Vleuten.

Annemiek também ficou por muito tempo no segundo pelotão junto com a equipe dos Países Baixos. Se aproximando do final, a ciclista disparou em busca da medalha.

Já Borghini chegou a passar na 35ª colocação nas parciais finais, mas, em um sprint fantástico, alcançou o terceiro lugar chegando 15 segundos atrás da segunda colocada. A italiana repetiu o resultado dos jogos Rio 2016.

Na prova masculina, realizada no sábado, o equatoriano Richard Carapaz garantiu o ouro. A prata ficou com o Belga Wout Van Aert e o bronze foi para o esloveno Tadej Pogacar.

Top 10 do ciclismo de estrada feminino de Tóquio 2020


1. Anna Kiesenhofer (Áustria) 3:52:45
2. Annemiek van Vleuten (Holanda) 0:01:15
3. Elisa Longo Borghini (Itália) 0:01:29
4. Lotte Kopecky (Bélgica) 0:01:39
5. Marianne Vos (Holanda) 0:01:46
6. Lisa Brennauer (Alemanha)
7. Coryn Rivera (EUA)
8. Marta Cavalli (Itália)
9. Olga Zabelinskaya (Uzbequistão)
10. Cecilie Uttrup Ludwig (Dinamarca)

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sábado, 24 de julho de 2021

Horários do MTB nas Olimpíadas de Tóquio



Para os apaixonados por mountain bike, separamos aqui no Foto e Bike as dias e horários do cross country nas Olimpíadas de Tóquio 2020.

As provas do MTB nos jogos de Tóquio vão ter três brasileiros: Henrique Avancini, Luiz Cocuzzi e Jaqueline Mourão.

Datas e horários do MTB em Tóquio


Prova masculina: 26/07, segunda-feira: 3h
Prova feminina: 27/07, terça-feira: 3h

As informações já estão no horário de Brasília.

Foto: Bartek Wolinski / Red Bull Content Pool
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Richard Carapaz vence no ciclismo de estrada e garante primeiro ouro do Equador em Tóquio



O ciclismo de estrada abriu os eventos de ciclismo nas Olimpíadas de Tóquio com transmissão ao vivo nesta sexta-feira, 27, às 23h (horário de Brasília) e o grande vencedor foi equatoriano Richard Carapaz.

Com 28 anos, Carapaz cruzou a linha de chegada após percorrer os 234 Km da prova e cerca de 5 mil metros de ascensão, com o tempo de 6h05min. O equatoriano atacou a 25 km do final e venceu com 1min07s de vantagem para o segundo colocado.

O ataque que garantiu a vitória de Richard Carapaz foi uma resposta a investida do americano Brandon McNulty. O equatoriano foi acompanhado por um pequeno grupo de 10 ciclistas, mas conseguiu finalizar escapado.

A briga pelos outros lugares do pódio foi disputada até o último momento. O belga Wout van Aert garantiu o segundo lugar e a medalha de bonze foi para o esloveno Tadj Pogacar, bicampeão do Tour (2020 e 2021).



O vencedor da prova na Rio 2016, o belga Greg Van Avermaet, largou com o pelotão, mas não completou a prova.

Top 10 do ciclismo de estrada Tóquio 2020


Ao fim dos 234 Km de prova, o top 10 do ciclismo de estrada nas Olimpíadas de Tóquio ficou assim:

1. Richard Carapaz (Equador) 6:05:26
2. Wout van Aert (Bélgica) +1:07
3. Tadej Pogacar (Eslovênia)
4. Bauke Mollema (Holanda)
5. Michael Woods (Canadá)
6. Brandon McNulty (EUA)
7. David Gaudu (França)
8. Rigoberto Uran (Colômbia)
9. Adam Yates (Grã-Bretanha)
10. Max Schachmann (Alemanha) +1:21

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quinta-feira, 22 de julho de 2021

Horários do ciclismo de estrada nas Olimpíadas de Tóquio



Para os apaixonados por ciclismo de estrada que querem acompanhar essa modalidade nas Olimpíadas de Tóquio 2020, separamos aqui no Foto e Bike as dias e horários.

Ao contrário das provas do MTB e BMX, nessa categoria não temos brasileiros disputando, mas a torcida é sempre válida.

Datas e horários do ciclismo de estrada em Tóquio


Masculino

23/07, sexta-feira: Final - 23h
28/07, quarta-feira: Final do contrarrelógio - 2h

Feminino

25/07, domingo: Final - 1h
27/07, terça-feira: Final do contrarrelógio - 23h30

As informações já estão no horário de Brasília
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quarta-feira, 21 de julho de 2021

Olimpíadas de Tóquio: programação completa das provas de ciclismo



E aí, está preparado para madrugar para conseguir assistir os Jogos Olímpicos de Tóquio? Para os apaixonados por ciclismo, preparamos a agenda com todos os eventos de bike com o horário de Brasília para que você possa acompanhar.

Se liga na programação e bora torcer, principalmente por Henrique Avancini, Jaqueline Mourão, Luiz Cocuzzi, Renato Rezende e Priscilla Stevaux que são os brasileiros que estarão disputando.

Programação do ciclismo nas Olimpíadas de Tóquio


Ciclismo de estrada nas Olimpíadas de Tóquio


Masculino

23/07, sexta-feira: Final - 23h
28/07, quarta-feira: Final do contrarrelógio - 2h

Feminino

25/07, domingo: Final - 1h
27/07, terça-feira: Final do contrarrelógio - 23h30

Mountain Bike Cross-country em Tóquio 2020


Masculino

26/07, segunda-feira: 3h

Feminino

27/07, terça-feira: 3h

BMX Racing nos Jogos Olímpicos


Masculino

28/07, quarta-feira: Quartas de final – Bateria 1 22h00
28/07, quarta-feira: Quartas de final – Bateria 2 22h42
28/07, quarta-feira: Quartas de final – Bateria 3 23h24
29/07, quinta-feira: Semifinais – Bateria 1 22h00
29/07, quinta-feira: Semifinais – Bateria 2 22h31
29/07, quinta-feira: Semifinais – Bateria 3 23h02
29/07, quinta-feira: Final 23h40

Feminino

28/07, quarta-feira: Quartas de final – Bateria 1 22h21
28/07, quarta-feira: Quartas de final – Bateria 2 23h03
28/07, quarta-feira: Quartas de final – Bateria 3 23h45
29/07, quinta-feira: Semifinais – Bateria 1 22h15
29/07, quinta-feira: Semifinais – Bateria 2 22h46
29/07, quinta-feira: Semifinais – Bateria 3 23h17
29/07, quinta-feira: Final 23h50

Ciclismo BMX freestyle park nas Olimpíadas de Tóquio


Feminino

30/07, sexta-feira: Classificação - 22h10
31/07, sábado: Final - 22h10

Masculino

30/07, sexta-feira: Classificação - 23h20
31/07, sábado: Final - 23h20

Ciclismo de pista em Tóquio 2020


A programação do ciclismo de pista começará sempre às 3h30 distribuída conforme as datas a seguir.

2 de agosto

- Classificatória – Sprint por equipes feminino
- Classificatória – Perseguição por equipes feminino
- Primeira rodada – Sprint por equipes feminino
- Classificatória – Perseguição por equipes masculino
- Finais – Sprint por equipes feminino

3 de agosto

- Primeira rodada – Perseguição por equipes feminino
- Classificatória – Sprint por equipes masculino
- Primeira rodada – Perseguição por equipes masculino
- Primeira rodada – Sprint por equipes masculino
- Finais – Perseguição por equipes feminino
- Finais – Sprint por equipes masculino

4 de agosto

- Classificatória – Sprint individual masculino
- Primeira rodada – Keirin feminino
- Finais – Sprint individual masculino
- 3 Repescagens – Keirin feminino, Sprint individual masculino feminino
- Finais – Perseguição por equipe masculino
- Finais – Sprint individual masculino 1/16

5 de agosto

- Omnium – Scratch masculino
- Finais – Sprint individual masculino
- Quartas de final – Keirin feminino
- Repescagem – Sprint individual masculino
- Omnium – Contrarrelógio
- Quartas de final – Sprint individual masculino
- Semifinal – Keirin feminino
- Omnium – Prova de eliminação
- Finais Keirin feminino
- Finais Keirin feminino
- Ominium masculino – Prova por pontos
- Sprint individual masculino – disputa do 5º a 8º lugares

6 de agosto

- Classificatória – Sprint individual feminino
- Semifinal – Sprint individual masculino
- Finais – Sprint individual feminino
- Repescagem – Sprint individual feminino
- Madison feminino
- Finais – Sprint individual masculino
- Finais – Sprint individual feminino

7 de agosto

- Finais – Sprint individual feminino
- Keirin – primeira rodada masculino
- Repescagem – Sprint individual feminino
- Repescagem – Keirin masculino
- Quartas de final – Sprint individual feminino
- Madison masculino

8 de agosto

- Omniun Scratch feminino
- Semifinal Sprint individual feminino
- Quartas de final Keirin masculino
- Omnium contrarrelógio feminino
- Sprint individual feminino disputa do 5º a 8º lugares
- Semifinal Keirin masculino
- Finais do Sprint individual feminino
- Omnium prova de eliminação feminino
- Finais Keirin masculino
- Finais do Keirin masculino
- Omnium prova por pontos feminino

Foto: Boris Beyer / Red Bull Content Pool




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terça-feira, 20 de julho de 2021

Cancelamento das Olimpíadas de Tóquio não está descartado

CEO dos jogos olímpicos não descartou possibilidade cancelamento durante entrevista coletiva




Às vésperas do início dos jogos olímpicos de Tóquio e abertura do evento, o chefe do comitê organizador, Toshiro Muto, não descartou o cancelamento de última hora das competições.

Durante coletiva de imprensa nesta terça-feira (20), Muto foi questionado se as Olimpíadas de Tóquio poderiam ser canceladas devido ao crescente número de casos de covid-19 no Japão e declarou que está atento ao número de infecções e em contato contínuo com os organizadores para as discussões necessárias.

"Não podemos prever o que acontecerá com o número de casos do novo coronavírus. Por isso, continuaremos as discussões se houver um aumento", disse Muto.

Toshiro Muto ainda afirmou que "nesse momento, os casos de coronavírus podem aumentar ou diminuir, então vamos pensar sobre o que devemos fazer quando a situação surgir".

Chegada dos atletas para as Olimpíadas de Tóquio


Os primeiros participantes das Olimpíadas - atletas e dirigentes - começaram a chegar em Tóquio no dia 1º de julho. Dentre esses credenciados, houve 67 casos de coronavírus.

Na segunda-feira, 19 de julho, dois atletas testaram positivo para covid-19, já no Japão. Ao todo, há cinco casos confirmados de pessoas com o vírus na Vila Olímpica.

Em meio ao aumento de casos de covid-19 em Tóquio, os jogos olímpicos, adiados em 2020 por conta da pandemia, serão realizados sem espectadores.
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