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quinta-feira, 2 de setembro de 2021

Ciclista de 17 anos morre atropelado no Rio

Ciclista Carlos Eduardo Gomes Sampaio morreu atropelado no Rio - Foto: Tatiana Campbell / Super Rádio Tupi


Na manhã desta quinta-feira, 2 de setembro, o ciclista Carlos Eduardo Gomes Sampaio morreu após ser atingido por um ônibus por volta das 6h no Méier, Zona Norte do Rio de Janeiro. O jovem tinha apenas 17 anos.

De acordo com testemunhas, Carlos Eduardo estava se deslocando para o trabalho com sua bicicleta quando foi atingido por um ônibus. Ele teria batido com a cabeça no chão e morreu no local após não resistir aos ferimentos.

Segundo relatos, Carlos trabalhava há pouco mais de um mês em uma loja de pão de queijo situada no Méier. Em entrevista à Super Rádio Tupi, Nathã Silva, amigo de infância de Carlos e seu colega de trabalho falou sobre o ocorrido.

"Éramos amigos de trabalho, trabalhávamos juntos. O Carlos era uma pessoa pura de coração, totalmente gentil. Ele tinha apenas 17 anos. O que mais me deixa triste é não saber como confortar a mãe dele. A gente pega no serviço 5h30, geralmente ele sempre é o primeiro a chegar, quando eu cheguei estranhei ele não estar lá. Éramos amigos desde pequenos, ele vai deixar muita saudade", disse Nathã.

A mãe de Carlos esteve no local do acidente durante a perícia efetuada pela Polícia Civil. Ele era filho único.

Ainda não se sabe se o motorista do ônibus viu ou não Carlos com sua bicicleta antes de atingir o jovem. O condutor foi levado para a delegacia da região para prestar os primeiros esclarecimentos.

Foto: Tatiana Campbell / Super Rádio Tupi
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sexta-feira, 16 de julho de 2021

Associação convoca voluntários para realização da pesquisa nacional Perfil do Ciclista 2021

Acipe convoca voluntários para pesquisa Perfil do Ciclista 2021 - Foto: Acipe / Facebook


A Associação dos Ciclistas de Petrópolis (Acipe) realiza, até o dia 20 de julho, o cadastro de voluntários para a produção da pesquisa nacional Perfil do Ciclista 2021. O levantamento será feito em todo o território nacional pelas organizações Transporte Ativo, LabMob e Observatório das Metrópoles e irá gerar um documento que, em Petrópolis (RJ) servirá, também, para fundamentar a confecção do Plano Diretor Cicloviário (PDC), que está em fase de preliminar elaboração dentro da Comissão Especial de Mobilidade Cicloviária, que ocorre na Câmara Municipal de Vereadores desde o início de 2020

“Os voluntários terão papel fundamental no fomento de políticas públicas no município, no que diz respeito à ciclomobilidade. Ou seja, nas ações que pensam a integração da bicicleta como meio de transporte seguro em nossas vias”, lembra a presidente da Acipe, Isabela Guedes.

A presidente da Acipe destaca também que a coleta de dados é um ponto de partida fundamental para a elaboração do PDC. “Com base em informações como: quais são as pessoas que utilizam a bicicleta na cidade; como elas se deslocam; quantas vezes na semana fazem esse deslocamento; qual o trajeto, nós geramos subsídios para os gestores públicos, engenheiros de tráfego e urbanistas pensarem soluções para tornar esse modal de transporte mais viável”.

Esta é a primeira vez que a Acipe, ou seja, Petrópolis, participa da aplicação da pesquisa. “Por aqui, nossa meta é entrevistar 654 ciclistas que usam a bicicleta como meio de transporte pelo menos uma vez na semana. Os dados precisam ser coletados em diferentes pontos da cidade, especialmente em vias que interligam bairros. E a coleta deve ser realizada entre segunda e sexta-feira, justamente para ter como alvo os ciclistas que usam a bicicleta como meio de transporte”, ressalta a presidente da associação de ciclistas.

O objetivo do levantamento é de que os dados supram parte da grande necessidade de informação sobre a ciclomobilidade em Petrópolis e alimentem o PDC, cujo desenvolvimento iniciará em breve. “O planejamento da cidade, das rotas e da infraestrutura necessária para estimular o uso da bicicleta parte do levantamento de dados. Um bom plano cicloviário servirá de base para pensar as políticas públicas não apenas de um governo, mas das gestões futuras. Ele é um documento que deve ser seguido no planejamento viário, assim como o Plano de Mobilidade Urbana”, destaca a arquiteta e Urbanista Alline Serpa, do Núcleo de Arquitetura e Urbanismo da Acipe.

A pesquisa será aplicada, presencialmente, de 16 de agosto a 16 de setembro, seguindo todos os protocolos de segurança sanitária (distanciamento, uso de máscara e higienização com álcool em gel). “Os pontos de coleta de dados ainda estão sendo definidos”, informa a presidente da associação, que lembra que os voluntários precisam ser maiores de 18 anos, serem pessoas com facilidade de comunicação e que desejam conhecer um pouco mais sobre o uso da bicicleta como meio de transporte em deslocamentos cotidianos. 

“Eles trabalharão em duplas, ao ar livre, em dias úteis, e irão entrevistar um ciclista de cada vez, não havendo aglomeração. Também haverá cadastro para voluntários trabalharem inserindo as informações da pesquisa presencial no sistema online, sem sair de casa. Indicado para pessoas que não terão disponibilidade em participar presencialmente, mas possuem facilidade com computadores, tenham boa atenção e capacidade de concentração”, afirma Guedes. 

O levantamento conta com o apoio da Prefeitura de Petrópolis, por meio da Companhia Petropolitana de Trânsito e Transportes (CPTrans), da Coordenadoria de Planejamento e Gestão Estratégica (CPGE) e da secretaria de Esportes, além da Câmara Municipal de Vereadores de Petrópolis. “Para os estudantes universitários, a participação na pesquisa ainda resultará em horas complementares”, informa Guedes.

Para se cadastrar para ser voluntário na pesquisa é só acessar o link https://docs.google.com/forms. Mais informações também podem ser obtidas pelo e-mail acipe.br@gmail.com ou pelo telefone (24) 98837-2638.

Foto: Acipe / Facebook
Texto: Acipe com adaptações de Foto e Bike
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quarta-feira, 2 de junho de 2021

Homem dá cotovelada em mulher que pedalava em ciclovia no Rio



Circula pelas redes sociais o vídeo que registra o momento em que um homem dá uma cotovelada e derruba uma ciclista na enseada de Botafogo, no Rio de Janeiro. O caso ocorreu em 22 de maio e está gerou grande repercussão e revolta em ciclistas de várias regiões.

Nas imagens (confira o vídeo) é possível ver que a mulher circulava em sentido correto e que havia espaço para o homem passar sem a atingir, visto que momentos antes outros (correndo lado a lado) passaram sem problemas.

O blog Foto e Bike entrou em contato com a Guarda Municipal do Rio (GM-Rio) e a instituição informou que esse episódio configura uma agressão.

"Neste tipo de ocorrência, guardas municipais e policiais militares atuam mediante flagrante do crime ou acionamento da vítima, conduzindo os envolvidos (acusado e vítima) para a delegacia, para que seja realizado o registro da ocorrência".

A GM-Rio ainda informou que não fez o flagrante do caso ocorrido na enseada de Botafogo.

Questionada sobre o que está sendo feito para diminuir ou coibir esse tipo de ocorrência, a GM-Rio que "realiza ações diárias de fiscalização de trânsito e também com o foco no ordenamento urbano e para coerção de delitos em todas as regiões da cidade por meio de rondas ou em postos fixos".

O agressor é um policial civil


O G1 noticiou que o autor da agressão à ciclista é o policial civil Marius Brandão. A reportagem do portal de notícias tentou contato com Marius, mas o mesmo não quis comentar o caso. "Não tenho nada para falar com você", disse ele.

O caso da cotovelada de Marius Brandão à ciclista, em Botafogo, está sendo apurado pela Corregedoria da Polícia Civil do Rio de Janeiro que afirmou que "tomará as medidas cabíveis".  

Pedestres podem circular em ciclovias


Segundo o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), ciclovias são pistas próprias destinadas "à circulação de ciclos", separadas fisicamente do tráfego comum. Pela definição, não é permita a circulação de pedestres sobre ela.

O tema gera bastante discussão, mas, como já é regulamentado por lei, não há o que fazer exceto respeitar.

No caso do Rio de Janeiro, há regras de conduta e uso das ciclovias e áreas de lazer da cidade que reforçam o que diz o CTB. No município não é permitido o trânsito de pedestres na ciclovia, sendo este um espaço destinado aos ciclistas. "Além de ser uma infração, esse tipo de conduta pode causar acidentes graves".

"Uma coisa que todo ciclista deve ter em mente é que a bicicleta é um veículo como qualquer outro. Então é obrigatório respeitar as regras de trânsito na ciclovia, dando preferência aos pedestres nas faixas e respeitando o limite de velocidade de 20km/h – e só pode pilotar na ciclovia quem tem mais de 16 anos. Entre as proibições, estão incluídas a contramão e as manobras em zigue-zague, que atrapalham os demais ciclistas e podem causar acidentes", afirma a Prefeitura do Rio de Janeiro em matéria publicada no site do governo municipal.
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quinta-feira, 27 de maio de 2021

PL que pretende alterar CTB para disciplinar prioridade dos ciclistas no trânsito tramita na Câmara

Homem andando de bicicleta na rua


Neste mês de maio, começou a tramitar na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 1881/2021 que busca alterar o artigo 29 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para disciplinar a prioridade dos ciclistas e presumir a culpa do condutor do veículo automotor.

Caso o PL, que é de autoria do deputado Márcio Marinho (Republicanos/BA), seja aprovado, "as bicicletas deverão ter preferência de circulação sobre os veículos automotores e considerar-se-á presumida a culpa do condutor do veículo em caso de acidente com ciclista, salvo prova em contrário".

A escolha de maio para apresentar o PL de alteração do CTB é revestido de grande simbolismo, visto que nesse mês a população é convidada à discutir a segurança viária por meio do movimento chamado 'Maio Amarelo', iniciado em 2014 para fomentar "uma ação coordenada entre o Poder Público, iniciativa privada e sociedade civil".

Sobre o projeto de lei, Marinho explica que "percebemos  uma crescente mudança de hábito do brasileiro em adotar a bicicleta como um meio de locomoção e até como um esporte a ser praticado" e indicou que é de fácil constatação o aumento de bicicletas em circulação em todo o Brasil.

De acordo com o estudo Cidades Cicláveis: avanços e desafios das políticas cicloviárias no Brasil, do Instituto de Pesquisa Economia Aplicada (Ipea), o Brasil conta com mais de 50 milhões de bicicletas e cerca de 41 milhões de carros. Ainda segundo o levantamento, aproximadamente 7% dos deslocamentos cotidianos é feito em bicicletas.

Segundo o deputado Márcio Marinho, "com o aumento do número de bicicletas circulando, percebeu-se também o aumento do número de acidentes envolvendo ciclistas – tanto acidentes leves quanto mais graves, levando a vítima à morte".

"O atual projeto que busca priorizar a circulação das bicicletas em detrimento de outros veículos automotores, bem como responsabiliza, de forma presumida, aqueles condutores que se envolverem em acidentes com bicicletas", explica.

"Quando o condutor de veículo automotor se envolver em acidente com bicicleta, ele será, presumidamente, o responsável pelo dano, salvo se comprovar a culpa do ciclista. Isso garantirá que os motoristas fiquem mais atentos e respeitem mais os ciclistas, reduzindo os acidentes e contribuindo para que o número de mortes no trânsito diminua", finalizou.

Foto: Eduardo Enrietti / Unsplash
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quinta-feira, 6 de maio de 2021

Bicicleta é o meio de transporte que se associa com mais benefícios à saúde, diz estudo

Pessoas andando de bicicleta


Em estudo liderado pelo Instituto de Saúde Global de Barcelona (ISGlobal) a bicicleta aparece como o meio de transporte que se relaciona com o maior número de benefícios para a saúde, estando associada a uma melhor autopercepção de saúde, melhor saúde mental e menor sensação de solidão.

 

Os meios de transporte incluídos no estudo foram  carros, motocicletas, transporte público, bicicletas elétricas, bicicletas e caminhada. Os efeitos de todos eles foram estudados separadamente e em combinação.

 

A investigação, desenvolvida no âmbito projeto europeu PASTA, foi realizada em sete cidades europeias - Antuérpia, Barcelona, ​​Londres, Örebro, Roma, Viena e Zurique. Mais de 8 mil pessoas responderam a um questionário inicial e, destes, mais de 3,5 mil fizeram um teste final com diferentes questões sobre transporte e saúde. As questões sobre saúde mental destacaram o conhecimento de suas quatro dimensões principais (ansiedade, depressão, perda de controle emocional e bem-estar psicológico), vitalidade (nível de energia e fadiga) e percepção de estresse. Também questionaram sobre as relações sociais, como sentimento de solidão e contato com familiares e/ou amigos.

 

As conclusões, publicadas na revista Environment International, indicam que a bicicleta foi o meio de transporte com os melhores resultados em todas as análises. Esteve associada a uma melhor autopercepção de saúde geral, melhor saúde mental, maior vitalidade e menor autopercepção de estresse e sentimento de solidão. Após as bicicletas, a caminhada ficou em segundo lugar e foi associada à autopercepção de boa saúde geral, maior vitalidade e maior contato com a família e/ou amigos.

 

A investigadora do ISGlobal e primeira autora da publicação, Ione Avila-Palencia, explica que "este é o primeiro trabalho que relaciona a utilização de múltiplos meios de transporte urbano com efeitos sobre a saúde, como saúde mental ou contatos sociais". "Dessa forma, podemos analisar os efeitos de forma mais realista, uma vez que as pessoas que vivem nas cidades hoje tendem a usar mais de um meio de transporte", afirma a pesquisadora.

 

Além do ciclismo e da caminhada, os resultados para os demais meios de transporte analisados ​​não foram totalmente conclusivos.


Foto de destaque: Yoav Aziz/Unsplash

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segunda-feira, 3 de maio de 2021

Investir em ciclovias ajuda o comércio e restaurantes, aponta pesquisa

Bicicletas na rua vistas de restaurante

O momento é de crise sanitária com restrições de funcionamento e muitos negócios fechando as portas. Felizmente, a bicicleta pode ajudar. Mais um estudo comprova o benefício das ciclovias para o comércio local.


A mais nova evidência tem nome comprido. "Impactos econômicos sobre negócios locais de investimentos em infraestrutura para bicicletas e pedestres: uma revisão das evidências". Com base em 23 outros estudos que mapearam os impactos de ciclovias e melhores calçadas no comércio, a conclusão é direta.


Infraestrutura para transportes ativos trazem impactos positivos ou neutros para o varejo e restaurantes próximos. Ciclovias podem no entanto ter efeitos negativos para empresas com foco em automóveis, naturalmente.


Outro dado importante, a remoção de vagas de estacionamento ou pistas de rolamento para implementação de ciclovias não afeta os resultados. O estudo se baseia em levantamentos feitos nos EUA e Canadá. A realidade brasileira no entanto é similar, com muita reclamação de comerciantes que desconhecem os benefícios que as ciclovias trazem para seus negócios.


Leia o estudo completo sobre o impacto positivo de ciclovias no comércio local.


Texto e foto: Aliança Bike 

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domingo, 25 de abril de 2021

Proposta estimula uso de bicicleta pelo trabalhador durante pandemia

Bicicleta com máscara no guidão


O Projeto de Lei 2884/20 prevê que, durante a pandemia de Covid-19, o trabalhador que faz jus a vale-transporte e optar pelo uso de bicicleta poderá, sob condições, receber o valor em espécie.

Para aqueles que não têm direito ao benefício, o texto cria uma ajuda no valor de R$ 5 por dia de deslocamento.

A proposta, em tramitação na Câmara dos Deputados, insere o dispositivo na Lei 13.979/20, que definiu medidas para enfrentamento da emergência de saúde pública de importância internacional em razão da Covid-19.

“Devemos estimular que os trabalhadores se desloquem de forma mais segura possível”, disse o autor, deputado Hugo Leal (PSD-RJ). “Optamos por criar um estímulo financeiro temporário para incentivar o transporte por bicicleta”.

Tramitação


O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para dar sua opinião sobre o Projeto de Lei 2884/20 que estimula o uso de bicicleta pelos trabalhadores durante a pandemia, acesse https://forms.camara.leg.br/ex/enquetes/2253677.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

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sexta-feira, 26 de março de 2021

Pesquisa quer entender fatores que influenciam no uso da bicicleta

Sinalização de bicicleta no chão


Por que muitos apoiam o uso da bicicleta, mas ainda são poucos os que a utilizam como meio de transporte? É para essa pergunta que a pesquisa "Entendendo o uso da bicicleta" precisa de ajuda para resposta.


A pesquisa é coordenada pela estudante do Programa de Mestrado em Transportes da Universidade de Brasília (PPGT – UnB), Mariana Araújo Guimarães, e possui como objetivo identificar quais fatores do indivíduo e da cidade influenciam no uso da bicicleta.


Para isso, serão analisadas as respostas de pessoas que utilizam a bicicleta como meio de transporte em seu dia a dia, e de pessoas que andam de bicicleta, mas que não a utilizam como meio de transporte. O único requisito para responder à pesquisa é já ter andado de bicicleta alguma vez.


Após a coleta de dados, será feita a comparação entre respondentes de diferentes cidades, a fim de verificar quais características da cidade possui maior peso na escolha desse modo de transporte.


Período de participação na pesquisa


Quem quiser tem até o dia 10 de abril de 2021 para responder à pesquisa por meio de um formulário no Google Forms.


A publicação dos resultados da pesquisa em forma de Dissertação de Mestrado está prevista para julho de 2021.

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quarta-feira, 17 de março de 2021

7 razões para utilizar a bicicleta como transporte diário

Ciclista em uso de bicicleta diário


Quem pedala sabe que estão chegando novos ciclistas a cada dia. E isso não é especulação, é fato! Porém, muitos ainda têm receio de entrar nesse mundo - seja para lazer ou para os deslocamentos diários. Nessa publicação vamos listar algumas vantagens e benefícios do uso da bicicleta, seja para a saúde do bolso ou saúde do corpo.


Além de ser um veículo que não polui, a bicicleta é silenciosa, econômica, discreta e acessível.


A Doutora em Engenharia Civil pela Universidade Federal de Pernambuco e mestre em Engenharia de Transportes pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Mariana Oliveira da Silveira tem uma série de artigos que falam sobre os benefícios da bicicleta como meio de transporte.


Conforme registrado por Mariana, "a bicicleta é o meio de transporte mais rápido e eficiente nos trajetos urbanos curtos, além de garantir uma melhor acessibilidade à população".


Na dissertação "Mobilidade sustentável: a bicicleta como um meio de transporte integrado", Silveira destaca alguns pontos benéficos sobre o uso da bike. Vale a pena ler toda a dissertação!


1- Bicicletas são veículos acessíveis


A bicicleta é um meio de transporte democrático, que possibilita o deslocamento de maneira econômica, limpa e eficaz.


2 - Economia


Bicicletas, em geral, possuem baixo valor de aquisição, manutenção e não necessita de abastecimento. Assim, há redução de parte do orçamento familiar que seria destinado aos carros.


Observação: sabemos que há bicicletas mais caras, mas estamos focando no uso diário!


3 - Bicicletas são eficientes no uso urbano


Em distâncias menores que 7 km, o uso da bicicleta é mais eficiente que o automóvel, além de ser flexível no deslocamento e apresentar a facilidade de parada em locais de interesse. É uma ótima opção para quem não gosta do estresse que o trânsito causa.


4 - O uso da bicicleta é saudável


Diversas pesquisas apontam que o uso da bicicleta melhora o sistema imunológico e a circulação sanguínea, reduz o colesterol e o estresse, ajuda no controle da pressão arterial e fortalece o coração. Mas lembre-se que é importante realizar sempre um acompanhamento médico das suas condições de saúde.


5 - Sustentável


Usar bicicletas é ter um modo de deslocamento que faz uso eficiente das vias públicas. Além disso, utiliza pouco espaço para estacionar. As bicicletas também são o meio de transporte que apresentam menor consumo de energia primária em MJ (Mega Joule) por passageiro/km (a Mariana Oliveira da Silveira fala disso na dissertação! Dê uma lida).


6 - Bicicleta é meio de transporte limpo


Bicicletas utilizam a energia humana, não emitem ruídos, não gastam combustíveis fósseis e não poluem. Todos esses fatores beneficiam a qualidade do ar.


7 - Divertido


Pedalar permite descobrir melhor o seu bairro, a sua cidade e espaços públicos. E o melhor de tudo: aumenta o vigor do seu corpo, estimula o funcionamento da sua mente e trabalha melhor os sentidos, facilitando a interação entre pessoas.

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sexta-feira, 5 de março de 2021

Quem vai de bicicleta para o trabalho tem menos risco de estresse

Pessoas se deslocando de bicicleta

Um estudo do Instituto de Salud Global de Barcelona (ISGlobal) concluiu que o papel da bicicleta como um meio de transporte que contribui para a melhoria da saúde pública e do bem-estar nas cidades, reduzindo significativamente o nível de estresse.

Segundo o estudo do ISGlobal, as pessoas que se deslocam de bicicleta para trabalhar ou estudar correm menos risco de sofrer estresse do que aquelas que se deslocam por outro meio de transporte. Contudo, é importante ressaltar a necessidade e investimento em mobilidade urbana para que isso ocorra de forma eficaz.

Usar a bicicleta nos deslocamentos ajuda no bem-estar


A pesquisa, publicada na revista BMJ Open, destaca que quem se desloca de bicicleta para o trabalho ou para a escola pelo menos uma vez por semana tem risco 20% menor de estresse do que quem nunca pedala. Especificamente, as pessoas que pedalam quatro dias por semana reduzem o risco de estresse em até 52%, em comparação com aquelas que nunca pedalavam.

Em geral, as pessoas usam mais a bicicleta quando os deslocamentos são mais curtos e quando há estações de bicicletas públicas perto de suas casas e locais de trabalho ou de estudo. Além disso, os resultados da pesquisa mostram que o risco de estresse é menor quando o ambiente urbano é mais favorável ao ciclismo, por exemplo, quando há estações públicas e ciclovias próximas. Dessa forma, o estudo conclui que um desenho do ambiente urbano que leva em consideração a bicicleta pode potencializar o uso desse meio de transporte e reduzir o risco de estresse.

O estudo, que faz parte do projeto TAPAS, foi realizado a partir de questionários telefônicos a cerca de 800 adultos saudáveis da cidade de Barcelona, entre 18 e 69 anos, que estudam ou trabalham.

A bicicleta pode reduzir os níveis estresse da sociedade


"Este é o primeiro estudo que foca a relação entre o ciclismo e o estresse autopercebido", explica Ione Avila-Palencia, pesquisadora do ISGlobal e primeira autora do estudo. "Temos uma sociedade bastante estressada e as conclusões desta publicação indicam que o ciclismo pode ajudar a reduzir os níveis de estresse da população", acrescenta a pesquisadora.

Mark J. Nieuwenhuijsen, diretor da Iniciativa de Planejamento Urbano, Meio Ambiente e Saúde do ISGlobal, destaca que "esses resultados sugerem que os responsáveis políticos devem promover o uso de bicicletas e priorizá-las no planejamento urbano e de transporte para reduzir os níveis de estresse e melhorar a saúde pública e bem-estar".


Foto principal: Candid Shots/Pixabay

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quinta-feira, 4 de março de 2021

Alguns sinais e gestos para quando estiver de bicicleta na rua


Aqui no Brasil, o uso da bicicleta como meio de transporte cotidiano vem crescendo cada vez mais e todos os dias há pessoas iniciando nos pedais casa-trabalho-casa ou simplesmente adotando a bike de vez como ferramenta de lazer, e isso é muito bom. Porém, é sempre bom ficar aprender alguns sinais e gestos que podem ajudar a fazer com que tudo flua melhor, sobretudo no ciclismo urbano.

Como já ressaltamos aqui com alguns pontos que o ciclista precisa observar ao pedalar no trânsito, além dos acessórios básicos (uns exigidos até mesmo por lei), quais são os sinais, gestos e comportamentos que os ciclistas devem fazer para conviver bem com os outros modais de transporte, pedestres e com a cidade como um todo?

Renata Falzoni (Bike é Legal) e Edu Capivara (Pedaleria) gravaram uma matéria com indicações importantes para quem costuma pedalar na rua ou em estradas. São dicas que ajudam os outros membros do sistema de trânsito a saber qual a intenção do ciclista e também podem ajudar a evitar acidentes.

Tanto Edu quanto a Renata Falzoni tem anos e anos de experiência e esse vídeo que produziram contém material instrutivo e de fácil compreensão, tanto para ciclistas como para motoristas.

Quer saber alguns sinais que os ciclistas devem fazer quando pedalam na rua? Confira no vídeo abaixo.


Foto: Mark Stosberg/Unsplash

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quarta-feira, 3 de março de 2021

Adidas lança tênis clipless para ciclismo urbano e volta ao mercado

- Adidas Velosamba. Foto: Divulgação/Adidas -

Nesse início de março, a Adidas lançou o tênis Velosamba, uma versão com clipless para ciclistas em uma repaginação de um de seus calçados mais icônicos chamado Samba.


O tênis é o primeiro calçado casual específico para ciclismo urbano feito pela Adidas e chega ao mercado logo após o lançamento do The Road Shoe, em dezembro de 2020.


Samba é um dos designs mais populares da Adidas, e a versão para ciclismo se mantém fiel ao visual original. O Velosamba (disponível nas cores branco, preto, amarelo e azul) tem uma nova sola que foi desenhada especificamente para o ciclismo, com uma placa de nylon reforçado em todo o comprimento para uma pedalada mais eficiente.


As três faixas laterias (características da Adidas) são refletivas, visando maior segurança para os ciclistas, sobretudo à noite. Já a parte superior, é em couro e tem um revestimento à prova de intempéries para proteger de respingos d'água.


E qual o preço do Adidas Velosamba?


O Adidas Velosamba está disponível já está disponível. O preço, direto no site da marca é de £100 (cerca de $ 140 ou R$ 790 na cotação da data dessa publicação). O tênis está à venda exclusivamente no site da Adidas.


- O Velosamba é o segundo lançamento da Adidas em poucos meses. Foto: Divulgação/Adidas -


Adidas de volta ao mercado de calçados para de ciclismo


A Adidas já foi um dos maiores nomes quando se fala em calçados para ciclismo e agora está começando a voltar ao jogo, após uma longa ausência.


No final de 2020, a marca lançou seu primeiro novo tênis clipless após 15 anos sem produzir calçados para ciclismo: The Road Shoe.


Já o Velosamba é o primeiro calçado de ciclismo causal da Adidas, e é previsto que mais estilos possam surgir.


Com informações de TechRadar e BikeRadar

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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021

5 pontos que o ciclista precisa observar ao pedalar no trânsito

- Imagem referencial. Foto: Pexels/Pixabay -
Utilizar a bicicleta como meio de transporte principal para realizar os deslocamentos diários casa-trabalho-casa é a intenção de muita gente, principalmente nesse período de aumento do preço dos combustíveis.

Outro fator que fez crescer o número de adeptos às bicicletas para os deslocamentos cotidianos é a pandemia do coronavírus, Covid-19. Esse dado fica comprovado com um levantamento feito pela Tembici, empresa líder de micromobilidade na América Latina.

"Em todas as cidades de atuação da empresa (Tembici), como São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Porto Alegre e Salvador foi constatado que 54% utilizam a bike para ir e voltar do trabalho e, em média, 90% dos usuários pretendem continuar utilizando as laranjinhas ao término da quarentena", indica o site Seguro Total.

Então beleza! O primeiro passo já está dado, mas é bom listar algumas coisas que o ciclista precisa observar no trânsito para seguir a lei, afinal, desde 1997 a bicicleta e ciclistas estão contemplados no Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

Listamos 5 tópicos e, em breve, faremos mais outras publicações para falar mais sobre esse tema.

1 - Utilizar os acessórios básicos exigidos por lei


Os acessórios básicos que são exigidos pelo Código de Trânsito Brasileiro para as bicicletas são a campainha/buzina, sinalização noturna dianteira, traseira lateral e nos pedais (faixas refletivas) e espelho retrovisor do lado esquerdo (cf. CTB Art. 105 VI).

2 - Acessórios recomendados, mas não obrigatórios por lei


Para as bicicletas, o CTB fala em "sinalização noturna dianteira, traseira lateral e nos pedais", mas não especifica. Logo, para sinalização dianteira e traseira é bom que se utilize aquelas luzes que piscam.

Capacete e joelheira, apesar de não previsto no CTB, é bom ser utilizado pelos ciclistas urbanos. Luvas também não farão mal!

3 - É proibido que a bicicleta circule na calçada


Sim, é proibido pedalar na calçada. Para circular com a bicicleta nesse local, o ciclista deve estar empurrando a mesma: sendo assim, ele tem os mesmos direitos e deveres do pedestre (cf. CTB Art. 68 § 1º).

Imagem referencial. Foto: Skitterphoto/Pixabay

Há exceções a essa regra, mas elas deverão ser determinadas pela autoridade competente local. Então, se não há nada indicando o contrário, na calçada só pedestres.

4 - Lugar de bicicleta é na rua


Apesar de muitos motoristas dizerem o contrário, lugar de bicicleta é na rua sim! E é o próprio Código de Trânsito Brasileiro que garante isso explicitamente em seu artigo 58 (será que faltaram às aulas de legislação na autoescola?).

Porém, é bom que o ciclista fique atento ao seguinte:

- Se não houver ciclovia, ciclofaixa, acostamento ou quando não for possível utilizar esses dispositivos, o ciclista deve pedalar nas margens da pista de rolamento.

- O biker deve seguir no mesmo sentido do trânsito. Nada de andar na contramão!

- No parágrafo único do artigo 58, o Código de Trânsito Brasileiro diz que "autoridade de trânsito com circunscrição sobre a via poderá autorizar a circulação de bicicletas no sentido contrário ao fluxo dos veículos automotores, desde que dotado o trecho com ciclofaixa".

 

5 - Bicicletas também devem respeitar o semáforo


Mais uma coisa que às vezes os ciclistas se esquecem de fazer: obedecer os semáforos. Ou seja, se estiver vermelho é obrigatório que todos os veículos parem.

Mas bicicleta é veículo? Sim! E é classificada pelo Código de Trânsito como veículo de passageiros com propulsão humana (cf. CTB Art. 96, I, c; II, a, 1).

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terça-feira, 15 de outubro de 2019

Ciclista é atropelado e morre em Petrópolis (RJ)

Estado da bicicleta após o acidente

Um ciclista foi vítima fatal do trânsito de Petrópolis (RJ) nesta terça-feira, 15 de outubro. O acidente aconteceu na Avenida Barão do Rio Branco, sentido Retiro, em frente à fábrica Xerium. Aparentemente ele foi tentar desviar dos carros que estavam parados na ciclofaixa e foi atingido.

Trânsito não é guerra


Sempre alertamos - nós, ciclistas - que na Barão muitos veículos ficam estacionados na ciclofaixa; e, nesse caso específico, o local é de proibido estacionamento, visto que há um hidrante. Porém nenhuma autoridade faz nada: não há multas, os carros não são recolhidos e, ao que sabemos, também não são tomadas medidas administrativas.

O que acontece em frente a Xerium se repete também em outros pontos da Barão, como por exemplo: em frente da frente do Fórum até um pouco a diante da entrada para o Quarteirão Brasileiro; em frente a FASE (e nessa chegam a colocar cones na ciclofaixa - é via pública ou foi privatizado para a faculdade?).

Algumas pessoas (motoristas ou não) alegam que as pessoas precisam ter local para estacionar os veículos, pois há casas ali. Seria justa a alegação, mas ao comprar a casa você também garante uma vaga na rua? Não é assim que acontece e vários trechos dessa via estão com a sinalização proibindo isso.

Outros alegam que a ciclofaixa ali não tira o espaço dos veículos. Ora, bicicletas também são veículos: a única coisa que muda é a propulsão. Mesmo que não haja ciclofaixa os automotores devem manter a distância regulamentada de, no mínimo 1,5m de distância.

Não adianta sair para o trânsito como quem vai para uma guerra com o lema "cada um por si". Nesse sistema um é imediatamente responsável pelo outro: enquanto isso não for bem compreendido essas coisas continuarão, infelizmente, entristecendo nossos dias.
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quarta-feira, 20 de março de 2019

Ciclista morre após ser atropelado por ônibus na Barra da Tijuca, no Rio


O empresário Artur Vinícius Sales, de 43 anos, morreu, na manhã desta terça-feira, após ser atropelado por um ônibus da Turismo Três Amigos próximo ao Parque Olímpico, na Avenida Embaixador Abelardo Bueno, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. Ele participava de um treinamento de bicicleta e estava acompanhado por outros ciclistas quando foi atingido.




Artur foi socorrido por equipes do Corpo de Bombeiros e levado para o Hospital municipal Lourenço Jorge, também na Barra. Mas, de acordo com a Secretaria municipal de Saúde, ele chegou morto à unidade. O empresário deixa uma filha de 3 anos e a mulher, a advogada e blogueira Erika Palmer, que está grávida de 3 meses.

Foto: Reprodução/Bom Dia Brasil

Erika e os pais de Artur passaram mal no hospital e foram para casa, na Barra da Tijuca, sob cuidados médicos. Amigos que ficaram no local para liberar o corpo disseram que ele será cremado, provavelmente nesta quarta-feira, no Memorial do Carmo, no Caju, Zona Portuária do Rio.




No momento do acidente, Artur treinava com outros 50 ciclistas da assessoria esportiva BV, da qual fazia parte há 4 anos. O professor de educação física Roberto Vitorio, dono da assessoria, acompanhava o pelotão e presenciou o acidente. Segundo ele, os ciclistas pedalavam na pista quando o ônibus, que queria parar num ponto, fechou o grupo e atropelou o empresário:

– Ele ia parar no ponto e, ao invés de reduzir a velocidade, veio na pista tirando fino do nosso grupo, sem respeitar a lei (o artigo 201 do Código de Trânsito Brasileiro) que exige que, para ultrapassar um ciclista, o condutor esteja a 1,5 metro de distância. Se o motorista do ônibus tivesse esperado 10 segundos para nós passarmos, esse acidente não teria acontecido.

Foto: Marcio Alves / Agência O Globo

Roberto relatou que, quando os bombeiros chegaram ao local, mais de 30 minutos após o acidente, Artur ainda respirava:

– Ele estava respirando, mas não conseguia se mexer. Pedimos a ele para ficar calmo. Quando os bombeiros chegaram, tentaram reanimá-lo, mas, infelizmente, na ambulância, ele acabou morrendo.




Miguel Lasalve, presidente da Comissão de Segurança no Ciclismo no Rio, destacou que esta foi a quinta morte de ciclistas de alto rendimento na cidade desde 2013, quando Pedro Nikolay foi morto na Zona Sul, o que gerou uma mobilização na classe por legislação protetiva.

Mapa do local do acidente

– A ciclovia é via de transporte quando o ciclista pedala a até 20km/h. Acima disso, precisamos estar na rua e ter segurança para isso – frisou Lasalvia.

Segundo o Centro de Operações Rio, a Avenida Abelardo Bueno tem uma faixa bloqueada. O acidente foi na altura do Parque Olímpico, no sentido Avenida Ayrton Senna.




Em nota, a Turismo Três Amigos lamentou o acidente. A empresa afirma que ônibus estava dentro do limite de velocidade e se coloca à disposição das autoridades:

“A Turismo Três Amigos lamenta o acidente ocorrido nesta manhã, dia 19/03/2019 envolvendo um coletivo de sua frota e um ciclista. O carro da empresa trafegava dentro do limite de velocidade permitida para a via naquele local, bem como na faixa permitida, e o motorista do coletivo permaneceu no local, acionando socorro e aguardando a chegada da autoridade policial para registro do acidente. A empresa se coloca à disposição das autoridades para esclarecer as circunstâncias do lamentável acidente”.
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segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Ônibus atinge ciclistas na Rodovia dos Bandeirantes: 3 pessoas morrem

Foto: reprodução/internet

O quarto final de semana de 2019 foi de luto para a comunidade da bicicleta no Brasil. No sábado, 26 de janeiro, três ciclistas morreram após serem atingidos por um ônibus no quilômetro 17 da Rodovia dos Bandeirantes, sentido São Paulo.




A CCR, companhia que administra o trecho da via, informou que o grupo era composto por 28 pessoas. Além dos três mortos, outros quatro ciclistas ficaram feridos.

O grupo voltava de um circuito de 90 Km que servia como treino para uma prova que disputariam no domingo (27), em São José dos Campos. Eles saíram de um posto de gasolina perto do Jockey Clube, pedalaram toda a Marginal Pinheiros, parte da Marginal Tietê até Anhanguera, pegaram o Rodoanel e retornaram pela Rodovia dos Bandeirantes.

A ideia era voltar para o ponto inicial, mas no km 17, por volta das 10h30, um ônibus de turismo atropelou o grupo.




O motorista vai responder por homicídio culposo, quando não há intenção de matar, em liberdade. Segundo a polícia, ele chamou socorro, esperou o atendimento e não estava embriagado.

Com informações do G1
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segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Turistas flagram ciclistas descendo serra e assunto gera polêmica


Em São Paulo, dois ciclistas desceram a serra rumo ao litoral utilizando road bikes e foram flagrados por turistas que faziam o mesmo trajeto, mas com um carro. "Depois morre e a culpa é de quem está dirigindo o carro com a família", comentou uma das integrantes do veículo enquanto o episódio se desenrolava.




As imagens estão circulando nas redes sociais e é claro que ia dar treta! Esses acontecimentos sempre levantam um grande debate sobre quem estava certo e quem estava errado porque envolve a questão do direito constitucional de ir e vir (cf. Constituição Brasileira, Art. 5º, inciso XV) e o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) no tocante às bicicletas no trânsito. E isso, caros amigos, dá pano pra manga!

Encontramos muitas pessoas se manifestando e emitindo suas opiniões. O tema é delicado e bastante polêmico. Localizamos um dos compartilhamentos do vídeo no Facebook. Confira as imagens e diga: qual sua opinião sobre o assunto? Os bikers estão certos ou errados?


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quarta-feira, 14 de novembro de 2018

"Illegal, illegal": taxista americano faz barbeiragem na ciclofaixa e polícia vai atrás

Atos imprudentes de condutores de veículos automotores contra ciclista não ocorrem só no Brasil (se bem que aqui isso acontece demais), mas quando acontece "nos gringos"... A página Thecyclingdane publicou um vídeo no Facebook mostrando um acontecimento desses na vida de um ciclista americano.




As imagens, filmadas pelo próprio ciclista que pedalava na ciclofaixa, mostram o momento exato que um taxista faz uma manobra proibida por cima da via destinada aos ciclistas.

O biker adverte: "Illegal, illega!". E do nada aparece uma viatura da polícia para abordar o infrator. Confira nas imagens.


Não sabemos qual foi a multa que o taxista levou, mas fica a pergunta: será que as autoridades agiriam com a mesma rapidez aqui no Brasil?
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sexta-feira, 5 de outubro de 2018

VÍDEO | Árvore quase cai em cima de ciclista


Passou muito, mas muito perto mesmo! Não consegui descobrir qual foi o país onde isso ocorreu, mas a cena chega a dar arrepios de tão perto que o tronco passou do biker. O vídeo, publicado na página CyclingHub, Facebook, tem como título "Reasons to wear a helmet" (motivos para usar um capacete), mas com um tronco daquele tamanho vindo em sua direção, acho que o capacete não adiantaria muito. Entretanto, é sempre bom pedalar com capacete, pois faz parte dos itens de segurança.




Confira abaixo o vídeo e se assuste com a cena!


Não se esqueça: USE SEMPRE OS EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA para pedalar.
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quarta-feira, 13 de junho de 2018

Bike é roubada em Petrópolis (RJ): quem tiver informações, avise

Foto: Instagram Mariana Bruno
Esse é o tipo de notícia que não gostamos de dar, mas que, infelizmente, é algo que ocorre em muitas cidades do Brasil: mais uma bike foi roubada.

Mariana Bruno publicou em seu Instagram que a bicicleta do seu pai foi roubada ontem, 12 de junho, no quintal de casa no bairro Nogueira, Petrópolis (RJ). É uma bike TSW preta com detalhes amarelos. Mariana pede que caso haja qualquer informação entrem em contato com ela (pelo Facebook ou Instagram).




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