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terça-feira, 17 de maio de 2022

Caminho do Imperador está proibido para ciclismo por ser área de preservação



No dia 1º de maio, ciclistas de Petrópolis (RJ) se surpreenderam com a notícia de que o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) estava fazendo uma ação no Caminho do Imperador e aplicando multa com a justificativa de aquela é uma unidade de conservação ambiental e que o acesso é proibido. O blog Foto e Bike foi atrás de informações e preparou esse conteúdo com informações importantes sobre o que aconteceu ali e o que os apaixonados por ciclismo podem fazer.

Por que o ICMBio proibiu ciclismo e outros esportes no Caminho do Imperador?


A ação do ICMBio foi na área da Reserva Biológica do Tinguá (Rebio do Tinguá) e ocorreu integralmente no município de Petrópolis. O fato pegou muitos ciclistas de surpresa, pois o Caminho do Imperador é muito utilizado para treinos, passeios e cicloturismo, além de fazer parte da Caminhos de Nossa Senhora - rota cicloturística que sai do Rio de Janeiro e vai até o Santuário Nacional de Aparecida.

Segundo informações publicadas pela Rebio em suas redes sociais, o objetivo "era coibir a prática ilícita de MotoCross no interior da Reserva Biológica do Tinguá na localidade conhecida como trilha do facãozinho", cuja área está inteira dentro da zona de proteção. Na ocasião, eles recolheram algumas motos e aplicaram multas que chegaram aos 10 mil reais, como mostra um vídeo publicado pelo De Bike na Montanha.

Para entender melhor o que foi essa ação e os motivos que levaram o ICMBio a proibir a prática do ciclismo, cicloturismo e outras atividades esportivas no Caminho do Imperador, o blog Foto e Bike conversou com o educador ambiental e historiador, Anderson Maverick, que há 25 anos atua na defesa do meio ambiente, sobretudo nas áreas de conservação.

Tipos de unidades de conservação próximas do ciclista


O ciclista praticante de mountain bike e cicloturismo sempre está em contato próximo com a natureza e esse ambiente, por vezes, está incluído em normas de proteção. As unidades de conservação ambientais são dividias em dois tipos: proteção integral ou uso sustentável. De acordo com Anderson Maverick, o ponto comum é que em ambos "o homem tem de cuidar para preservar aquilo que existe do bioma", no caso específico do Caminho do Imperador, a mata atlântica.

"Essas unidades de conservação são uma estratégia da sociedade civil e também do governo para a manutenção dos ecossistemas ligados à biodiversidade da mata atlântica e outros biomas que existem no Brasil, como caatinga e floresta amazônica, por exemplo", explicou.

Ciclista durante Brasil Enduro Series em Petrópolis
Próxima da natureza, ciclista participa do BES 2017 no Caxambu, Petrópolis - Foto: Davi Corrêa
Dentre os dois tipos de unidade de conservação ambiental, as de proteção integral possuem um regramento mais rígido. Nessas áreas as práticas de atividades físicas e esportivas, como é o caso do ciclismo mountain bike e ciclotursmo, não são permitidas. Quem desrespeita a norma está sujeito a multas, conforme previsto em lei, e ainda pode responder por crime contra o meio ambiente. 

No caso dos ciclistas, o valor da multa por desrespeitar a proibição de acesso ao Caminho do Imperador pode variar de R$ 1.010,00 até R$ 1.500,00, de acordo com informações obtidas pelo blog Foto e Bike junto à APA Petrópolis.

Caminho do Imperador está em unidade de conservação


Uma breve história do Caminho do Imperador pode ser vista no site da prefeitura de Paty do Alferes, mas, em resumo, o trecho levou anos para ser concluído e foi finalizado pelo engenheiro Otto Reimarus, em 1838. Anverson Maverick conta que "esse caminho era uma antiga ligação que ficava entre a região serrana do estado do Rio de Janeiro, onde a cidade polo era Petrópolis, e o interior do estado pelo vale do rio Paraíba do Sul. Na década de 1970, começou a se ter uma ideia de proteger esse vasto território onde a mata atlântica ainda é muito bem preservada".

Mata atlântica no Caminho do Imperador - Foto: Davi Corrêa
Mata atlântica no Caminho do Imperador - Foto: Davi Corrêa
Ao blog, Maverick ressaltou que é bom praticar MTB ou ciclcoturismo em um local antigo e dentro de uma floresta, mas lembrou que "todo o Caminho do Imperador está inserido em um pedaço de terra protegido que chamamos de unidade de conservação". 

"Essa unidade de conservação é integral, então ela possui regramentos mais rígidos para acesso. Por regra, através do Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC), as unidades de proteção integral precisam de uma autorização do gestor, que nesse caso específico, é o ICMBio", contou.

Questionada sobre a possibilidade de entrada no Caminho do Imperador mediante autorização para cicloturismo ou outra prática ciclística, a APA Petrópolis informou que as chances são remotas. A resposta vai de encontro à explicação de Maverick ao relatar que as unidades de conservação integral são bastante restritivas e "têm o regramento que chamamos de plano de manejo, onde o acesso é completamente proibido". A exceção à regra se dá por meio de uma Ação Civil Pública do Ministério Público Federal de Petrópolis que libera o acesso apenas aos moradores do Vale das Princesas.

Ação do ICMBio não é punição aos ciclistas


Anderson Maverick fez questão de reforçar que as ações do ICMBio não são uma punição aos ciclistas que frequentam o Caminho do Imperador e nem às pessoas que praticam esportes que não agridem o local, pois todos têm noção dos benefícios que essas práticas para a saúde e para o meio ambiente em geral. A questão fica grave quando o cenário muda e começa a haver perturbações.

"Todas as atividades que não agridem o meio ambiente seriam realmente benéficas até para a questão de educação ambiental e ampliação dos agentes de proteção por todo o território. No entanto, o que tem acontecido é que nem todas as pessoas pensam dessa forma. Tem gente que vai para lá para jogar carro, fazer retirada e movimentação de terra para fazer construções, retirar árvores, caçar animais", disse Maverick.

No ano de 2021, a Fundação SOS Mata Atlântica e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) publicaram o Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica (período 2019-2020) onde identificaram que restavam apenas 12,4% de vegetação nativa acima de três hectares desse bioma no país. O mapeamento do relatório técnico abrangeu o território dos 17 estados definidos no Mapa da Área de Aplicação da Lei da Mata Atlântica.

"Tento sensibilizar as pessoas para que não cometam irregularidades dentro de suas áreas de proteção ambiental. O ciclista é sempre bem-vindo em tudo, até no turismo", diz Anderson Maverick. O historiador e educador ambiental com frequência utiliza suas redes sociais para conscientizar sobre a importância da preservação. 

"Ali é um lugar excelente para a gente fazer atividade física, mas, pela regra, não pode porque é uma unidade de conservação integral", pontuou.

Como o ciclista pode fazer sem o Caminho do Imperador?


Durante a conversa com o blog Foto e Bike, o educador ambiental, Anderson Maverick, deu três alternativas para quem quiser ir de Petrópolis até o Vale das Princesas por um caminho semelhante.

"A sugestão é fazer um caminho que não pegue esse acesso por dentro da floresta. Existe um percurso que sai do ponto final do Rocio que desce e sai no Vale das Princesas: seria uma alternativa".

A segunda opção "é pedir autorização à unidade de conservação e eles vão analisar o pedido. A terceira possibilidade seria não fazer uma ação que bata de frente com o que a unidade de conservação rege, porque aí pode ter algum tipo de problema", concluiu.

Fotos: Davi Corrêa / Foto e Bike
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segunda-feira, 16 de maio de 2022

Equipe de Mathieu van der Poel anuncia mudança de nome



A UCI ProTeam Alpecin-Fenix, equipe de ciclismo estrada de Mathieu van der Poel, passará a se chamar Alpecin-Deceuninck a partir de 1º de julho de 2022. Com a mudança, a Deceuninick volta a ter o papel de naming partner de uma equipe de ciclismo desde que encerrou a parceria com a QuickStep em 2021.

A Deceuninck já era copatrocinadora da Alpecin desde o início de 2022. Agora, ao assumir o naming partner, e com a confirmação da permanência da Canyon como fornecedora de bicicletas, a nova parceria se estenderá até o final de 2025. 

"A Deceuninck juntou-se a uma equipe jovem, dinâmica e ambiciosa no início de 2022. Agora é o momento ideal para assumir novamente o papel de naming partner. A partir de 2023, esse passo acontecerá também no time feminino", disse o CEO da Deceuninck, Bruno Humblet.

Além da atualização da Deceuninck, a Fenix também continuará sendo uma parceira proeminente da Alpecin-Deceuninck e assumirá, o que aumentará o orçamento do time para 2023. "Queremos – e precisamos – nos profissionalizar ainda mais e precisamos ampliar a base do nosso sucesso", afirma a nota da equipe divulgada à imprensa.

"É com grande satisfação que podemos dar este passo com os nossos atuais parceiros. Este novo cenário foi criado em consulta aberta, com base em um objetivo comum: repetir nossos sucessos esportivos dos últimos anos e fortalecer a equipe para alcançar novos objetivos", destaca a nota.

Para o CEO da Broadview Holding (Fenix), Matthijs Schoten, os últimos anos como patrocinadores da Alpecin foram bons tanto para a Fenix quanto para a equipe de ciclismo, que conquistou resultados importantes no World Tour.

A equipe mostrou um forte desenvolvimento neste período, e estamos orgulhosos de vê-la dando um passo em direção ao World Tour, a principal liga do ciclismo de estrada. É por isso que temos o prazer de abrir espaço para um novo patrocinador-chave para apoiar este desenvolvimento. No entanto, permaneceremos ativamente envolvidos para continuar a apoiar esta equipe de sucesso em sua jornada para uma posição de liderança no pelotão", concluiu Schoten.

Foto: Divulgação / Alpecin-Fenix
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segunda-feira, 11 de abril de 2022

Léandre Bouchard é o ciclista que levou tombo assustador na Copa do Mundo de MTB em Petrópolis

Léandre Bouchard é o ciclista que levou um tombo grave na Copa do Mundo de MTB


O ciclista canadense Léandre Bouchard passou por um grande susto durante o treino que aconteceu antes do Short Track (XCC) da Copa do Mundo de Mountain Bike em Petrópolis, no dia 8. O ciclista levou um tombo impressionante, saiu desacordado e deixou o público preocupado.

O acidente aconteceu no final da última descida do circuito no São José Bike Park, cerca de 150 metros antes da linha de chegada. Em um vídeo publicado pelo Instagram Fala, Biker! é Henrique Avancini e um companheiro da Cannondale Factory Racing passando e, em seguida, surge Léandre Bouchard já caindo.


Naquela descida os ciclistas atingiam cerca de 50 km/h. Com a queda, Léandre ficou desacordado e precisou ser retirado pela equipe de socorro presente na Copa do Mundo de MTB.

No dia seguinte ao ocorrido, Léandre Bouchard comentou que em seu Instagram que "apesar da velocidade superior a 50 Km/h, perda de consciência e grande impacto no meio das costas e ombros, não tenho nada quebrado. Na semana anterior à Copa do Mundo, o ciclista canadense já havia competido na pista participando do XCC e do XCO da Copa Internacional de Mountain Bike (CIMTB), onde conseguiu o 5º e 7º lugar nas respectivas disputas.

Veja abaixo o vídeo do Fala, Biker! sobre o tombo de Léandre Bouchard na Copa do Mundo de MTB em Petrópolis.


Foto: Davi Corrêa
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quinta-feira, 7 de abril de 2022

Deputados analisam projeto que incentiva prática do ciclismo



Aprovado no Senado Federal, o Projeto de Lei 3598/19 chegou à Câmara dos Deputados para análise dos parlamentares. O PL incentiva a prática do ciclismo e promove a integração de modais no transporte urbano.

De acordo com a autora da proposta, a senadora Leila Barros (PDT-DF), "o projeto tem por objetivo promover o desenvolvimento do ciclismo como forma de transporte individual e a integração de todos os modais de transporte urbano para garantir efetiva  mobilidade na cidade".


O texto propõe alterações no Estatuto da Cidade (Lei 10257/01), que regulamenta os artigos 182 e 183 da Constituição Federal, tem três objetivos: 1) melhorar o planejamento urbano por meio de mobilidade e transporte; 2) obrigar que no planejamento urbano das cidades haja integração dos modais automotor, ferroviário, metroviário e cicloviário; e 3) maior participação da sociedade na implantação de ciclovias, ciclofaixas e bicicletários.

O projeto tramita em caráter conclusivo na Câmara dos Deputados e será analisado por duas comissões: Desenvolvimento Urbano; e Constituição e Justiça e de Cidadania.
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segunda-feira, 4 de abril de 2022

Criadores de conteúdo são destaque na estratégia de marketing de empresas de ciclismo, revela pesquisa

Ciclista-da-Caloi-Henrique-Avancini-Racing


Um levantamento feito pela Aliança Bike com mais de 110 empresas revelou que 48,35% delas realizam alguma ação de marketing junto aos criadores de conteúdo, como patrocínio ou apoio com produtos para ciclismo. Os números ainda apontam o destaque desse tipo de mídia que representa cerca e 14% dos resultados em vendas.

Especificamente entre lojistas, o percentual de estabelecimentos que investem em criadores de conteúdo é de pouco mais de 35%. Já entre fabricantes, montadoras ou importadoras de bicicletas que investem neste tipo de mídia representam o dobro: 72%.


O levantamento feito pela Aliança Bike também solicitou até cinco indicações de criadores de conteúdo às empresas que realizam investimento nesse tipo de mídia. Entre os mais de 50 criadores indicados, os canais Pra quem Pedala, Canal de Bike e Pedaleria foram os principais nomes.

Top 8 criadores de conteúdo sobre ciclismo


O relatório desenvolvido pela Aliança Bike junto às empresas aponta os criadores de conteúdo como responsáveis por 14% das respostas de conversão em vendas. A pesquisa também revelou o top 8 dos criadores de conteúdo sobre ciclismo mais citados pelas empresas.

1- Pra Quem Pedala
2- Canal de bike
3- Pedaleria
4- Brou Bruto Drews
5- Pedal.com.br
6- Segredos do MTB
7- Bike é Legal
8- Power Link Bike

Foto: Davi Corrêa
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sábado, 2 de abril de 2022

Karen Olímpio está fora da CIMTB em Petrópolis

Karen Olímpio fora da CIMTB em Petrópolis


Karen Olímpio está fora Copa Internacional de Mountain Bike (CIMTB) que está acontecendo em Petrópolis (RJ) durante o fim de semana de 1º a 3 de abril. A informação foi confirmada pela Audax Bike, equipe da ciclista.

O comunicado da Audax Bike revelou que durante a disputa do Short Track (XCC) da CIMTB, Karen Olímpio "sofreu um impacto na área pélvica" após finalizar o salto do trecho mais técnico do circuito, a Janela do Céu.


Karen "foi levada imediatamente ao hospital, realizou exames, foi encaminhada ao centro cirúrgico e encontra-se estável. Vai precisar ficar afastada das competições por algum tempo, vamos ficar na torcida para que a recuperação seja breve", afirmou o comunicado da Audax Bike.

Guilherme Müller, colega de equipe de Karen Olímpio, publicou mensagem no Instagram torcendo pela "breve recuperação" da parceira de time. "Conte conosco", disse o ciclista.

Sobre o salto mais técnico da CIMTB em Petrópolis


No primeiro e segundo dia da CIMTB, em Petrópolis, alguns ciclistas caíram após finalizarem o salto do trecho mais técnico do XCO Henrique Avancini. Trata-se de uma descida bem inclinada com salto no final.

Ciclista em salto técnico no XCO Henrique Avancini
Ciclista executando o trecho mais difícil da CIMTB em Petrópolis - Foto: Davi Corrêa
Pedro Cury, do pedal.com.br, registrou a sequência do tombo do ciclista norte-americano Riley Amos (Trek Factory Racing). As fotos podem ser vistas no Instagram do site. Uma ciclista do Lar Cocuzzi, que o blog Foto e Bike não conseguiu identificar - também caiu nesse trecho e precisou de atendimento médico.

Foto de destaque: Reprodução / Audax Bike
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quinta-feira, 31 de março de 2022

BMC fecha parceria com equipe Red Bull de Fórmula 1

Bicicleta da BMC no box da Red Bull Racing


A marca de bicicletas premium BMC Switzerland agora é parceira oficial da equipe Red Bull Racing. A notícia da parceria foi divulgada na quarta-feira, 30 de março, e tem a transferência de tecnologia da Fórmula 1 para o ciclismo como um dos objetivos.

A relação da BMC com a Fórmula 1 não é novidade. Desde 2018, a marca de bicicletas trabalha com a Red Bull Advanced Technologies (divisão de engenharia da Red Bull Racing) para explorar áreas onde a experiência da maior categoria do automobilismo poderia ser aplicada ao ciclismo de alto rendimento.


Na busca pelo aprimoramento no desempenho, a BMC começou a trabalhar com a equipe de engenharia da Red Bull Advanced Technologies com foco inicial na ciência e aerodinâmica. O resultado foi a criação de diversos protótipos de bicicletas que chegaram a ser modelos de produção.

Como parceira oficial da Red Bull Racing, a BMC está estreitando seu relacionamento com a equipe de automobilismo. Agora ela também será responsável por fornecer bicicletas para deslocamento pela fábrica da Red Bull, no Reino Unido. Também os pilotos Max Verstappen e Sergio Perez vão contar com bikes da BMC para fazer o reconhecimento dos circuitos antes dos GP de Fórmula 1.

"Trabalhamos em estreita colaboração com a BMC há quase quatro anos e a aplicação das tecnologias da Fórmula 1 ao ciclismo de desempenho rendeu alguns resultados impressionantes. Agora, estamos aproveitando esse sucesso para abranger uma nova parceria que aumentará a visibilidade, aumentará o engajamento e conectará os fãs do ciclismo e do esporte a motor de maneiras novas e empolgantes", destaca o CEO e chefe de equipe da Oracle Red Bull Racing, Christian Horner.

"Levar o que tem sido uma colaboração de alta tecnologia contínua e inspiradora entre a BMC e a Red Bull Racing para o próximo nível, nos permite elevar nosso desempenho e capacidades de engenharia e, finalmente, inspirar nossos fãs e ciclistas a 'Criar velocidade'. Estamos ansiosos para a temporada emocionante que está por vir", ressaltou o CEO da BMC Switzerland, David Zurcher.

Foto: Red Bull Racing / Red Bull Content Pool
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quarta-feira, 30 de março de 2022

Fox tem nova distribuição exclusiva no Brasil

Bicicleta MTB com suspensão dianteira da FOX


Referência no mundo do ciclismo, o grupo Fox Factory Inc, responsável pelas marcas Fox, Raceface, Easton e Marzocchi, tem uma nova distribuição no Brasil. Trata-se de uma parceria entre a Escola Park Tool e a distribuidora Corsa Bike Parts. 

A medida vai democratizar o acesso à capacitação dos produtos e também facilitar o suporte comercial e assistência técnica, beneficiando ciclistas, lojistas e profissionais de mecânica de bikes.


“Acredito que essa tenha sido a solução ideal para beneficiar todas as pontas do mercado, facilitando o acesso ao conhecimento das tecnologias Fox e também aos produtos  das outras três marcas. No final disso, quem ganha é cada ciclista que tem uma experiência ainda melhor, com profissionais preparados e autorizados para atender às necessidades”, explica Henrique Zompero, fundador e diretor de ensino da Escola Park Tool.

Responsável pela parte comercial da parceria no país, a importadora Corsa Bike Parts passa a ser a distribuidora oficial dos produtos Fox, Raceface, Easton e Marzocchi. Com isso, o acesso a produtos e peças de reposição será facilitado e muito mais prático de chegar até mecânicos, lojistas credenciados e, consequentemente, ciclistas, que terão o atendimento mais ágil, de forma oficial e segura.

Com um peso importante para a valorização do mercado de ciclismo e também das marcas que agora contam com representantes no país, a parceria é estratégica: a Escola Park Tool promove a capacitação de profissionais, enquanto a Corsa Bike Parts faz a distribuição das peças e atendimento pós-venda.


De forma muito prática, todas as vendas desses produtos serão feitas pelo portal B2B da Corsa Bike Parts, assim como já é feito com produtos Magura. Exclusivo para lojistas, basta ter o CNPJ ativo para realizar o cadastro no portal.

Capacitação do mercado de bicicletas


Com a nova parceria, a partir de agora a Escola Park Tool é o único centro de capacitação habilitado a promover cursos sobre os produtos e tecnologias das marcas. A grade de ensino será ampliada com cursos e módulos exclusivos de formação e atualização sobre os principais produtos, componentes e tecnologias da Fox. Assim como já acontece com outras marcas.

Se pelo aspecto da formação profissional já é uma grande notícia, uma vez que os novos cursos vão preparar e habilitar mecânicos para oferecerem a assistência técnica credenciada dos produtos, qualificando o atendimento e serviço, a outra novidade diz respeito mais ao setor comercial, do acesso e facilidade para comprar produtos e peças de reposição.

Já os cursos de capacitação profissional estarão disponíveis no site da Escola Park Tool.

Foto: Divulgação
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quinta-feira, 24 de março de 2022

Morre um ciclista participante do Cape Epic 2022

Largada de etapa do Cape Epic 2022


A organização do Cape Epic emitiu um comunicado nesta quinta-feira, 24 de março, informando a morte de um dos ciclistas que participava da competição desse ano. A causa do óbito e o nome do competidor não foram divulgados.

De acordo com o comunicado, o ciclista precisou de "cuidados médicos críticos" durante a etapa 1 do Cape Epic 2022. Após receber os primeiros atendimentos ainda no local da prova, ele precisou de transporte aéreo para ser levado ao hospital.


Durante a etapa 1 do Cape Epic desse ano, os ciclistas tiveram que lidar com temperaturas que chegavam aos 40°C em Lourensford Wine Estate. A etapa teve 92 km de distância com 2850 de ganho de altimetria.

Segundo a organização do Cape Epic, "apesar dos esforços médicos, o atleta morreu hoje", 24 de março. "Compartilhamos nossas maiores condolências e continuaremos a oferecer-lhes nosso apoio durante esse momento tão difícil pelo qual estão passando".

Confira a baixo a tradução do comunicado do Cape Epic sobre a morte do ciclista.

Estamos profundamente tristes por confirmar a morte de um participante da corrida no Cape Epic. Durante a etapa 1, um ciclista necessitou de cuidados médicos críticos, foi atendido pela equipe médica e levado para um hospital próximo por transporte aéreo onde recebeu tratamento adicional. Apesar dos esforços médicos, o atleta morreu hoje. Compartilhamos nossas maiores condolências e continuaremos a oferecer-lhes nosso apoio durante esse momento tão difícil pelo qual estão passando. Agradecemos ao pessoal médico que forneceu ao ciclista apoio e cuidados médicos contínuos.


Foto: Divulgação / Cape Epic
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sexta-feira, 18 de março de 2022

Red Bull TV confirma transmissão da Copa do Mundo de MTB em Petrópolis

Henrique Avancini na pista da Copa do Mundo em Petrópolis


A transmissão ao vivo e em português da etapa de abertura da Copa do Mundo de Mountain Bike, em Petrópolis (RJ), está confirmada na programação da Red Bull TV. O evento acontece entre os dias 8 a 10 de abril na região serrana do Rio.

Agora são dois veículos disponíveis para se assistir a etapa de Petrópolis da Copa do Mundo de MTB. Além da Red Bull TV, a as transmissões também irão acontecer ao vivo pelos canais SporTV, conforme confirmado em 15 de fevereiro.


Na Red Bull TV, as transmissões da Copa do Mundo de MTB em Petrópolis começam no dia 8 de março com o Short Track (XCC) masculino e feminino a partir das 16h30. Depois serão mais duas transmissões, ambas do dia 10: Cross country (XCO) feminino, às 11h, e XCO masculino, às 14h15.

Primeira e última transmissão da Red Bull TV em Petrópolis


Os organizadores da Copa do Mundo esperam trazer o evento novamente para Petrópolis nos próximos anos, mas mesmo que a competição retorne a Red Bull TV já não será mais a responsável pelas transmissões. Isso por que a União Ciclística Internacional (UCI) fechou com a Discovery Sports.

O blog Foto e Bike trouxe essa informação em fevereiro de 2022, após a reunião da UCI que estabeleceu a decisão.

Discovery Sports assume a produção e transmissões da Copa do Mundo de MTB a partir de 2023 e ficará responsável pelas exibições por um período de 8 anos.

Foto: Fabio Piva / Red Bull Content Pool
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segunda-feira, 14 de março de 2022

Primeiro Pan-Americano de ciclismo paralímpico será no Brasil

Lauro Chaman em disputa no paraciclismo


A Confederação Pan-Americana de Ciclismo (COPACI) anunciou a realização do primeiro Campeonato Pan-Americano de ciclismo paralímpico, que será disputado entre os dias 17 e 20 de março de 2022, em Maringá (PR). A competição, chancelada pela União Ciclística Internacional (UCI), receberá 170 atletas de 11 países em provas de pista e estrada. 

Entre os participantes, haverá alguns atletas campeões mundiais, como o paulista Lauro Chaman, que também tem duas medalhas em Jogos Paralímpicos: prata e bronze no Rio, em 2016. As nações representadas no Pan-Americano serão, além do anfitrião Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, República Dominicana, Jamaica, Panamá, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela.


A competição distribuirá pontos nos rankings mundiais, tanto no individual como no de nações. Tais rankings serão utilizados como base para a classificação dos ciclistas ao Parapan-Americano de Santiago 2023 e aos Jogos Paralímpicos de Paris 2024. 

As provas do Pan-Americano de ciclismo paralímpico serão divididas da seguinte forma: as disputas na pista acontecerão nos dias 17 e 18, enquanto as competições de estrada ocorrerão nos dias 19 e 20.

Presidente da Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC), José Luis Vasconcellos afirmou que, para muitos atletas, o Campeonato Pan-Americano será a primeira oportunidade de brilharem em um evento internacional. 

"Há uma grande satisfação em realizar esta competição, pois temos a consciência de que estaremos na presença das maiores estrelas do ciclismo das Américas. São atletas que poderão obter medalhas nas próximas edições dos Jogos Paralímpicos", avaliou. 

Foto: Divulgação / Juan Bautista Benavent / CBC
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sexta-feira, 11 de março de 2022

Sense Factory Racing segue com objetivos olímpicos

Ciclistas da Sense Factory Racing


Primeira equipe apoiada pela Sense Bike, e também a precursora de todo o desenvolvimento que culminou na criação da S2 Sports, a Sense Factory Racing é hoje uma das principais equipes de XC do país, e uma das poucas que detêm a chancela UCI de time Continental no Brasil.

Para a atual temporada, o time conta com o importante reforço do piloto Luiz Henrique Cocuzzi, atleta da Elite do MTB Cross-Country Olímpico, que chega para somar forças com Rubinho Valeriano e Mário Couto, também da Elite, Giugiu Morgen, que agora sobe para a Sub-23 e Rafael Juriti, especialista em triathlon off-road. Rubinho competirá também na e-bike, seu principal foco e terá ainda, como companheiro nesta modalidade, Diego Knob, o atleta de e-bike da Sense Factory Enduro, que competirá nas provas de E-XCO da CIMTB e do Campeonato Brasileiro.


“Nosso objetivo na temporada é conquistar resultados realmente expressivos no cenário internacional. Para isso contratamos o Cocuzzi, e confiamos muito na Giugiu, com seu primeiro ano de Sub-23 e Super Elite, sem falar de grandes nomes como o Rubinho e o Mário", explicou Marlen Ferreira. 

“Objetivamos também fazer com que nossos atletas possam pontuar entre os melhores do mundo no ranking UCI, ao menos entre os top-30 do mundo no caso do Cocuzzi e no caso da Giugiu entre as 20 melhores. Visamos a vitória nos campeonatos nacionais, sobretudo o Brasileiro de XCO. Além disso, dar o máximo de retorno para nossos patrocinadores é fundamental”, complementou. 

Mas, apesar de cada atleta ter uma categoria primária, a equipe mais uma vez vai apostar no intercâmbio, estratégia que já rendeu ótimos resultados como a conquista do Campeonato Brasileiro de Ciclismo de Estrada por Giugiu Morgen, que ainda levou pra casa o título de Vice-campeã Brasileira de contra-relógio, em 2021. 

Essa dinâmica de intercâmbio e integração já chamou a atenção de Luiz Henrique Cocuzzi, mais novo membro da equipe.


“Já fizemos um Training Camp em Janeiro, que foi fundamental para termos entrosamento, trocar de experiências e ter uma base de ritmo com os atletas da Sense Factory Racing. Além disso, tivemos muitas reuniões para acertar detalhes importantes da equipe”, comentou o atleta. 

“Estou curtindo demais, já que todos estão bem empenhados para trazer e fazer o melhor pelo time”, complementou o experiente ciclista.  

Fotos: Pedro Cury / S2 Indústria da Bicicleta / Divulgação
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quinta-feira, 10 de março de 2022

2022 pode ser ano das bicicletas elétricas no Brasil

Pessoa ajustando bicicleta elétrica


O ano de 2022 mal começou e já está confirmando que será o ano das bicicletas elétricas no Brasil. Seja nas ruas, trilhas, estradas ou notícias relacionadas ao ciclismo, esse tipo de bike vem ganhando terreno ano após ano.

O mercado de bicicletas elétricas no Brasil segue vivendo um crescimento contínuo. O ano de 2021 manteve esse histórico recente: a movimentação financeira de bicicletas elétricas no Brasil chegou a R$ 289,3 milhões, crescimento de 52,2% em relação ao ano de 2020.
 
Não por acaso, o país também registrou recorde em unidades comercializadas. Em 2021, foram 40.891 unidades de e-bikes, entre produção e importação, representando um volume 27,3% superior ao ano anterior, que já havia sido o mais alto até então.
 

Os dados são da Aliança Bike (Associação Brasileira do Setor de Bicicletas), contemplando três fontes distintas: a base Siscori, da Receita Federal; monitoramento de associados da Aliança Bike; e dados de produção no Polo Industrial de Manaus, da Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares).
 
“São resultados muito relevantes, já que a bicicleta elétrica é importantíssima em diversos aspectos. Para a mobilidade urbana, porque é inclusiva e pode também desafogar o trânsito; e também na questão econômica, pois o mercado de e-bikes já é o que mais cresce no mundo”, explica Felipe Praça, coordenador do Grupo de Trabalho de Bicicletas Elétricas da Aliança Bike.

“Economicamente pode ser estratégico para o Brasil incentivar o uso de bicicletas elétricas, criando divisas importantes para o crescimento do país. Acredito que as elétricas representarão a maior fatia do mercado de bicicletas nos próximos 10 anos”, garante Felipe.

Produção das bikes elétricas no brasil em 2021


Em 2021, o pico de bicicletas elétricas produzidas e importadas aconteceu no mês de outubro, com 5.225 unidades. Mês a mês, assim se comportou o mercado de elétricas em 2021:

- Janeiro: 3.517 unidades
- Fevereiro: 3.830 unidades
- Março: 2.355 unidades
- Abril: 2.795 unidades
- Maio: 3.546 unidades
- Junho: 2.393 unidades
- Julho: 3.372 unidades
- Agosto: 4.862 unidades
- Setembro: 3.826 unidades
- Outubro: 5.225 unidades
- Novembro: 1.693 unidades
- Dezembro: 3.476 unidades
 

Raio-X do mercado de elétricas no Brasil

 
Além do expressivo aumento de movimentação financeira e também em unidades vendidas, 2021 apresentou um cenário diferente de anos anteriores. No ano passado, empresas que importam componentes e realizam a montagem de bicicletas elétricas no Brasil representaram 61% deste mercado – crescimento de 35% em relação ao período anterior.
 
Do total de bicicletas elétricas comercializadas em 2021, 15.963 foram importadas inteiras, enquanto que 24.955 foram montadas no Brasil. Das e-bikes montadas no Brasil, 10.294 foram produzidas no Polo Industrial de Manaus, enquanto que 14.661 foram produzidas fora do Polo.
 

De acordo com o levantamento realizado pela Aliança Bike, o preço médio das bicicletas elétricas em 2021 foi calculado em R$ 7.075,71 – acréscimo de 20% em relação ao número de 2020. Além dos consumidores procurarem por e-bikes com maior valor agregado, outros pontos que podem explicar esse acréscimo são a alta do dólar e o aumento do frete marítimo.
 
A Aliança Bike iniciou o monitoramento do mercado de bicicletas elétricas no Brasil no ano de 2016. Nestes 6 anos, já foram colocadas em circulação mais de 135 mil bicicletas elétricas no país.
 
Histórico do mercado de bicicletas no Brasil, em unidades:
 
2016: 7.600 unidades
2017: 7.200 unidades
2018: 22.500 unidades
2019: 25.000 unidades
2020: 32.110 unidades
2021: 40.891 unidades
 

Vitórias na tributação das bicicletas elétricas

 
As expectativas para o mercado brasileiro de bikes elétricas são boas para 2022. Em um cenário mais conservador, considerando o crescimento orgânico dos últimos anos, o segmento deve chegar a uma alta de 22%, alcançando 49,8 mil unidades. Em um cenário mais otimista apontado pelas principais empresas deste mercado, o crescimento seria de 50%, totalizando 61,3 mil unidades neste ano de 2022.
 
Homem adulto com bicicleta elétrica


Paralelamente aos números do mercado, o ano de 2022 começou com boas notícias em relação à tributação das e-bikes – apontada por especialistas e pessoas do mercado como um dos principais empecilhos para a popularização deste modelo de bicicletas. Foram duas conquistas importantes:
 
1) a primeira se refere exclusivamente ao estado de São Paulo, que excluiu as bicicletas elétricas do regime de substituição tributária do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços). A mudança veio a partir de um pedido da Aliança Bike feito em 2019, que agora trabalhará para obter esta mudança igualmente em outros estados;
 
2) em novo pleito apresentado pela Aliança Bike, o Ministério da Economia decidiu favoravelmente à redução do imposto de importação para motores de bicicletas elétricas, de 18% para 0%. A decisão do governo brasileiro será comunicada aos demais países do Mercosul, que terão até 90 dias para se manifestar. Após esse período, a redução tarifária terá validade por 365 dias (com possibilidade de prorrogação por igual período) e terá quantitativos preestabelecidos. No caso dos motores, foi aprovada a quantia de 120 mil motores pelo período de 1 ano.
 
Ainda não é possível dizer qual será o impacto das medidas no valor das bicicletas elétricas. O que se sabe é que, até este momento, os impostos relacionados às e-bikes alcançam 85% do custo – cerca de 10% acima das convencionais.

Fotos: Freepik
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sexta-feira, 4 de março de 2022

CBC define ciclistas de estrada para disputa dos Jogos Sul-Americanos da Juventude

Training camping da CBC


Visando selecionar os atletas mais bem qualificados e prezando por um processo de seleção justo, a Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC) realizou um Training Camp avaliativo, entre os dias 25 e 27 de fevereiro para definir a delegação de ciclismo que disputará os Jogos Sul-Americanos da Juventude em Rosário na Argentina, entre os dias 28/04 e 08/05.

O programa dos Jogos contempla a participação apenas do ciclismo de estrada com atletas nascidos entre os anos de 2004 e 2005, nas provas de critérium e revezamento misto, portanto as avaliações foram direcionadas para os aspectos determinantes para estas provas.


No dia 25 aconteceram os testes de laboratório, avaliando medidas antropométrica e de desempenho num ciclo ergômetro da Watt Bike, marca considerada referência mundial no cenário mundial. Desta forma os atletas podem ser comparados em nível internacional também.

Os testes de campo foram realizados nos dias 26 e 27, no Centro Nacional de Ciclismo da CBC, localizado em Londrina (PR) o qual oferece as condições seguras para realização dos mesmos. O objetivo dos testes foi avaliar a força especial, potência aeróbia, além da técnica e tática.

A comissão avaliadora foi composta por profissionais altamente qualificados e com a presença de um membro da Comissão de Atletas da CBC. 

“É sempre muito difícil compor uma delegação, nossa vontade é de poder levar todos, mas sabemos que existem restrições. Porém desta forma foram selecionados os atletas de forma justa e os que não foram desta vez, esperamos que continuem empenhados para oportunidades futuras. O Training Camp faz parte do programa de desenvolvimento de ciclistas da CBC, que visa a identificação de talentos e conscientização dos jovens atletas para a carreira esportiva, por meio de palestras e disponibilização de informações,” relatou José Luis Vasconcellos, Presidente da CBC.


Além das avaliações, os atletas participaram de palestras sobre a carreira do atleta, sistema de preparação esportiva, treinamento e doping, na ocasião os atletas aproveitaram para esclarecer dúvidas e compartilharem informações.

Participaram do processo de avaliação 20 atletas, sendo 10 homens e 10 mulheres, segundo a comissão técnica as disputas foram muito acirradas e a escolha dos atletas se deu pela análise de todos as variáveis mensuradas, dando-se um peso maior para as provas de campo. Desta forma foram selecionados cinco atletas de cada gênero, sendo um suplente:

• Ana Julia Santos Alves – Equipe de Rolândia
• Ana Laura Oliveira Moraes - Audax/CT Vilela/ Bike Show
• Isabela Letícia Schuster – Equipe de Rolândia
• Jaisson Madeira Bressolin – Z6 Cycling Team
• João Roberto da Silva – Clube Maringaense de Ciclismo
• Julio Mateus Antunes Silva - Equipe de Santos
• Luana Ferreira da Silva – Equipe de Rolândia
• Mayra da Costa e Silva – Equipe de Santos
• Pedro Henrique Kunst – Equipe Acivas
• Werik Kauã Domingos – Equipe de Santos

Foto: Divulgação / CBC
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quarta-feira, 2 de março de 2022

Rússia e Belarus são proibidas de participar das provas da UCI



A União Ciclística Internacional (UCI) proibiu as seleções de ciclismo da Rússia e Belarus de participarem em quaisquer eventos do calendário internacional da entidade máxima do ciclismo. A decisão foi tomada devido aos russos terem invadido a Ucrânia no dia 24 de fevereiro.

O Comité de Gestão da UCI se reuniu no dia 1º de março em sessão extraordinária para debater a situação na Ucrânia e as medidas que a entidade pretende tomar a este respeito.

"A UCI expressa novamente sua grande preocupação com a situação na Ucrânia e condena firmemente a agressão dos governos russo e belarusso e seu desrespeito à trégua olímpica. A UCI deseja ver um retorno à paz o mais rápido possível e pede o respeito aos valores olímpicos. Com efeito, o desporto em geral e o ciclismo em particular são veículos de paz, amizade, solidariedade e tolerância", diz a nota da instituição.


A UCI decidiu oferecer apoio à comunidade de ciclismo ucraniana e se comprometeu a receber atletas ucranianos no Centro Mundial de Ciclismo da UCI (WCC), seu centro de educação e treinamento em Aigle, na Suíça. 

Após parabenizar as decisões tomadas pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) no dia 28 de fevereiro e resolveu aplicar as mesmas ao ciclismo.

Dessa forma, as seleções nacionais russas e belarussas não estão autorizadas a participar em quaisquer eventos do Calendário Internacional da UCI a partir do dia 2 de março de 2022.

Dentre as medidas, também foi anunciado que 6 equipes perderam o estatuto de Equipe UCI, sendo três da Rússia e três da Belarus.


Todos os eventos da Rússia e Belarus que constavam no calendário internacional da UCI para 2022 foram cancelados e a entidade não aceitará novos pedidos de registro. As camisas dos campeões nacionais da Rússia e Belarus estão proibidas.

Ainda na série de medidas, a UCI pontuou que "proíbe os organizadores de eventos do Calendário Internacional da UCI de convidar clubes russos e belarussos, equipes regionais ou mistas" E garantiu que não nomeará comissários internacionais russos ou belarussos para eventos até novo aviso.

"A UCI deseja esclarecer que os titulares de licenças da Rússia e da Belarus estão autorizados a participar em eventos do Calendário Internacional da UCI com suas respectivas equipes, desde que estejam inscritos em uma equipe da UCI que não seja russa nem belarussa. Os pilotos russos e belarussos também podem participar nos eventos do Calendário Internacional da UCI se a inscrição individual for autorizada".

"A decisão de não impor uma proibição geral aos atletas russos e belarussos em todos os eventos internacionais baseia-se na obtenção de um equilíbrio de todos os interesses. Em particular, trata-se de levar em consideração os direitos contratuais dos pilotos e equipes em questão, e não penalizar injustamente as equipes que não são russas ou belarussas", diz a nota da UCI.
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